8 pequenas mudanças na rotina que farão você viver mais

Antes de assinar o plano de dois anos na academia ou encher a dispensa de alfafa, confira nossas dicas simples para viver mais. Sim, dá para fazer ainda hoje.

Priscila Bellini, na Superinteressante

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1. Levante-se

É sério. Ficar muito tempo esparramado no sofá por si só já é um problema para a sua saúde. Os cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, analisaram 60 voluntários e perceberam que, quanto mais tempo os voluntários passavam sentados, mais os telômeros deles encurtavam. Essas estruturas de nome complicado ficam no extremo de cada cromossomo e têm tudo a ver com a duração da sua vida – e, por isso, seu encolhimento acenderia o sinal vermelho. Que tal ler esse texto e depois esticar um pouco as pernas?

2. Coma uma castanha-do-pará imediatamentegif-nut_0

Convenhamos: melhor do que ter uma vida longa, é ter uma vida longa e sem abalos cognitivos (leia-se: Alzheimer, Parkinson e outras complicações). Para chegar lá sem problemas, um bom começo é garantir as doses diárias de selênio, substância que barra a produção de radicais livres, moléculas relacionadas ao avanço do mal de Alzheimer. E, pasme, você só precisa de uma unidade de castanha-do-pará por dia. Uma só.

3. A castanha está cara? Coma amendoim

gif-saude_0Tudo bem, a gente reconhece que a castanha-do-pará não é o alimento mais barato do mundo. Mas o amendoim, que você encontra em qualquer mercado por aí, cabe no bolso e foi objeto de um estudo da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos. Os estudiosos verificaram que o consumo de oleaginosas, a família que inclui o amendoim, reduziria o risco de morrer por qualquer causa, principalmente por problemas cardíacos. Daí que, como o amendoim é um item mais acessível, a recomendação é comer até quatro porções por semana. Como indica também a American Heart Association, o ideal é optar pela versão sem sal.

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4. Maneire na corrida

Exagerar na intensidade pode causar mais mal do que bem. Foi isso que os pesquisadores do Hospital Frederiksberg, na Dinamarca, constataram após 12 anos de investigação. Eles viram que a mortalidade entre pessoas sedentárias não diferia muito daqueles que ficavam muito esbaforidos depois da atividade física. Portanto, nada de exagerar na dose: reconheça os limites e não transforme essa prática em algo extenuante.

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5. Faça 15 minutinhos de exercício

Esse tempo de atividade já faz toda a diferença. Uma pesquisa publicada no The Lancet chegou à medida depois de avaliar os dados de mais de 400 mil pessoas. Separar esse tempo para uma caminhada reduz em 14% o risco de morrer por qualquer causa.

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6. Tenha cuidado com o refrigerante

Mais uma vez, essa história tem tudo a ver com telômeros, as estruturas que já mencionamos e que estão ligadas ao envelhecimento. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia acompanhou 5 mil voluntários, que tinham de 20 a 65 anos, para checar as consequências de incluir o líquido no dia a dia. Resultado: 340 ml, todos os dias, já eram suficientes para impactar os telômeros – e os efeitos negativos no corpo eram semelhantes ao do tabagismo. Nada de exagerar nos goles.

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7. Que tal um chazinho?

Já aposentou aquelas garrafas de refri que estavam na cozinha? O próximo passo é tomar de uma a quatro xícaras de chá. A recomendação vem da Sociedade Europeia de Cardiologia, que constatou uma redução de 24% na mortalidade não-relacionada a problemas cardíacos quando os sujeitos consumiam chá.

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8. Aproveite o sol

Encare 15 minutos de luz natural e voilà. Já é suficiente para melhorar os índices de vitamina D e diminuir o risco de desenvolver alguns tipos de câncer, como o de mama e o de cólon. A substância ainda beneficia o cérebro e ajuda na absorção do cálcio, o que fortalece os ossos.

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