4 das descobertas históricas mais constrangedoras

publicado na Galileu

Já imaginou se um arqueólogo, daqui a umas centenas ou milhares de anos, encontra a sua coleção de pornografia? Um brinquedinho para usar na cama? Pois muitos arqueólogos atuais encontraram coisas constrangedoras explorando o passado. Listamos algumas:

A múmia de Tutancâmon tinha uma ereção permanente

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Quando você pensa no Rei Tut, a primeira imagem que vem à mente é, provavelmente, sua elaborada máscara de ouro. Porém quando descobriram a múmia, lá em 1924, o corpo estava com uma ereção. Uma das teorias sugere que o pênis do antigo rei foi embalsamado dessa forma como resposta à reforma religiosa que seu pai teria tentado fazer no Egito – afinal, não só aconteceu o caos na religião, como o caos econômico. O simbolismo do pênis ereto seria uma declaração de que as coisas voltariam a ser como antes – enterrando o rei à semelhança de Osíris. Osíris é comumente desenhado como um homem de pele negra, uma grande coroa branca e com o falo ereto.

Por que não soubemos disso antes? Nos primeiros exames, quando descobriram o corpo, provavelmente o ~bilau quebrou. Ele foi encontrado anos depois na areia do sarcófago. Exames indicaram o ‘encaixe’ correto e a posição em que o órgão estava.

A seringa peniana para aliviar sífilis do Barba Negra

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Barba Negra, o infame capitão da Queen Anne’s Revenge, lutava com um mal muito comum em sua época: a sífilis. E sua arma era uma seringa de seis polegadas que era inserida em sua uretra com uma dose de mercúrio. Mas, obviamente, enquanto a substância aliviava os sintomas, ela é altamente venenosa.

A seringa foi descoberta no naufrágio do barco, na região da Carolina do Norte, em 1996.

Uma ducha vaginal de 200 anos – enterrada sob a prefeitura de Nova York

Durante 2014, arqueólogos examinaram uma pilha de lixo encontrada sob o estacionamento da prefeitura de Nova York. Dentre os objetos, foi encontrado algo feito de osso de animal. Inicialmente achou-se que era um moedor de temperos – mas análises mostraram que se tratava de uma ducha vaginal do século 19. Naquela época, mulheres davam o objeto umas às outras como presente de casamento.

Uma privada romana bem usada – completa com um tipo de papel higiênico

Em uma escavação em Vindolanda, no norte da Inglaterra, foi encontrada uma privada datada da época do Império Romano. A estrutura é a única do tipo e do mesmo período a ter sobrevivido – afinal, por serem de madeira, privadas similares acabavam se decompondo -, graças ao solo pobre em oxigênio do local. Perto da privada foram encontradas moedas, um medalhão de noivado e, o mais bizarro, uma alternativa dolorida ao papel higiênico: discos de cerâmica chamados pessoi. Isso mesmo, cerâmica para limpar o #forévis. Pessoi encontrados em outros locais do Império Romano tinham até inscrições elaboradas e desenhos de pessoas se limpando.

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