Pezão deve tirar programa “Rio sem Homofobia” de secretaria comandada por pastor

Ezequiel Teixeira chegou a comparar movimento LGBT a anticristo

Escolha de pastor para Secretaria de Direitos Humanos do estado do Rio de Janeiro gerou constrangimentos (foto: Fernando Frazão/Ag Brasil)

Escolha de pastor para Secretaria de Direitos Humanos do estado do Rio de Janeiro gerou constrangimentos (foto: Fernando Frazão/Ag Brasil)

Nonato Viegas, na Época

Depois de constrangimentos, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, estuda tirar o programa “Rio sem Homofobia” da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos. Desde que assumiu a pasta, em meados de dezembro, o secretário Ezequiel Teixeira, que é pastor, teve apenas um encontro com os responsáveis pelo programa. Teixeira se elegeu deputado com o discurso antigay, classificando o movimento LGBT como anticristo.

O superintendente do programa “Rio sem Homofobia”, Cláudio Nascimento, deveria responder a Ezequiel Teixeira (com quem já teve embates públicos), mas despacha direto com o governador. Contrário ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, era a secretaria – hoje comandada por Ezequiel Teixeira – a responsável pela realização de casamento coletivos de LGBTs.

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