Pokémon Go – 12 inacreditáveis fatos sobre o jogo que está dominando o mundo

Publicado no Hypescience

Não se fala em outra coisa desde o último dia 6 de julho, quando o jogo de realidade aumentada Pokémon Go foi lançado nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. A desenvolvedora do jogo, Niantic, pretende lançar o game no resto do mundo assim que problemas com servidores forem resolvidos.

Para jogar, você deve procurar Pokémons em ambientes reais, como ruas, parques e shoppings, e capturá-los com as pokébolas. Eles podem estar passeando na sua casa, escola ou local de trabalho, mas os Pokémons de água, por exemplo, estarão perto de um rio ou lago, e os de grama ou insetos estarão em parques e outras áreas verdes. Para conseguir suprimentos como pokébolas, você tem que procurar os PokéStops.

Com ajuda do GPS, os jogadores devem usar a câmera do smartphone para ver onde a criatura virtual está se escondendo. É como se eles estivessem ali de verdade. Depois de reunir os Pokémons, o jogador pode treiná-los e usá-los em batalhas.

Com cerca de 9,5 milhões de jogadores até agora, é claro que situações inusitadas começariam a acontecer. Confira a lista de histórias envolvendo o game:

12. A menina que encontrou um corpo

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A jovem de 19 anos de Wyomong, Shayla Wiggens, relata que saiu para uma pequena caminhada em busca de pokémons da água quando encontrou um corpo em um rio. Ela estava perto da cidade de Riverton e pulou uma cerca para se aproximar da água. Ela viu o corpo na água e chamou a polícia. O xerife da cidade diz que a morte está sendo investigada, mas que provavelmente foi um afogamento. A jovem não se abalou com a descoberta e diz que vai continuar procurando por Pokémons de água.

11. O homem que foi pego traindo a namorada

Evan Scribner, de Nova York, conta que está solteiro graças ao jogo. Sua namorada descobriu que ele estava na casa da ex-namorada através do Pokémon Go. Ele diz que foi pego porque abriu o jogo e capturou um Pokémon morcego. Sua namorada daquele momento viu suas últimas atividades no jogo e percebeu que ele estava na casa da ex.
Sem conseguir explicar o que estava fazendo lá, ele levou um fora. “Ela descobriu e não entrou mais em contato”, descreve ele.

10. O jogo ajuda quem sofre com depressão e ansiedade

Alguns jogadores que evitam situações de interação social por conta da depressão ou ansiedade relatam que se sentiram mais motivados a sair de casa e interagir com outros jogadores. Ari, uma adolescente de Orlando, Flórida, é uma delas. Ela tem ansiedade e depressão, e nos últimos três anos tem evitado sair de casa. O jogo tem sido uma ajuda. “Assim que comecei a jogar pude sair de casa. Eu andei lá fora por horas e percebi que estava gostando. Ontem e hoje me coloquei em situações de interação ao ir ao shopping para jogar”, conta. O psicólogo John Grohol acredita que esses benefícios venham da necessidade do jogador em se mover e explorar regiões da cidade. Além disso, muitos Pokémons importantes são encontrados apenas perto de árvores e água. Essa exposição ao ar livre e natureza ajuda na saúde mental.

9. Pessoas estão se machucando

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Um dos efeitos colaterais do jogo não havia sido previsto: quedas e batidas de carro. O primeiro acidente de trânsito aconteceu nesta terça-feira (12), quando um motorista de 28 anos de Nova York bateu em uma árvore enquanto jogava Pokémon Go. Ele sofreu apenas cortes nas pernas. A polícia local emitiu alerta para que outros motoristas não cometam o mesmo erro. Outro jogador conta que escorregou em um vala e quebrou um osso da coluna. “De 6 a 8 semanas de recuperação. Disse aos médicos que estava passeando com meu cachorro…”, brincou ele.

8. Ladrões de jogadores distraídos

Claro que pessoas mal-intencionadas não poderiam deixar uma chance como essa passar em branco. Um trio de adolescentes de 17 e 18 anos do estado de Missouri ficava de olho em Pokémons em locais vazios e mal iluminados e esperava por suas vítimas distraídas. Os três foram presos por roubo a mão armada, com fiança de US$100 mil. O detalhe é que esse valor só pode ser pago em dinheiro vivo.

7. Museu do Holocausto pede respeito

O diretor de comunicação do Museu do Holocausto de Washington, D.C, Andrew Hollinger, pede que os visitantes parem de brincar dentro do museu.

“Sentimos que jogar Pokémon Go em um memorial dedicado às vítimas do nazismo é inapropriado. Encorajamos nossos visitantes a usarem seus smartphones para compartilhar e se envolverem com conteúdos do museu enquanto estão aqui. A tecnologia pode ser uma ferramenta de aprendizado importante, mas esse jogo está fora da nossa missão educacional e de memorial”, disse ele.

O museu está tentando solicitar à produtora Niantic que remova todos os pokemóns do museu.

6. Pokémon Go está enviando jogadores para locais estranhos

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Sex shop, stripclub e até o memorial do World Trade Center estão entre os pontos registrados como PokéStops e gyms, onde é possível travar batalhas com outros jogadores. Esse problema vem dos mapas da Niantic, que importou seus dados de um jogo anterior, o Ingress, em que os próprios usuários identificavam os locais. Por isso, muita coisa está desatualizada ou errada mesmo

5. Pokémons Go vs. Tinder

Entre encontrar um namorado e encontrar um Pokémon, ficou claro que o público prefere a segunda opção. Apenas nesta primeira semana, o número de instalações do jogo em Androids foi mais do que o dobro de usuários do app de relacionamentos Tinder. O jogo também se aproximou do gigante Twitter em termos de usuários diários. É provável que ele exploda com enorme intensidade quando for liberado no resto do mundo. Este jogo vai ser um divisor de águas no mundo tecnológico.

4. Norte-americanos estão aprendendo o sistema métrico

O resto do mundo está adorando ver os norte-americanos se batendo com o sistema métrico. Eles poderiam ter se unido a nós há muito tempo, mas sua teimosia e amor por um sistema nada prático os colocou nessa situação.
Resultados do Google Trends mostram que o número de pedidos de conversão de quilômetros para milhas aumentou consideravelmente desde o lançamento do jogo.

Isso está acontecendo por causa dos ovos. Deles nascem Pokémons e outros prêmios, como experiência e poeira estelar, que podem ser usados em upgrades. O problema é que só há um jeito chocar os ovos: caminhando. Quanto mais você andar, melhor será o prêmio escondido no ovo. Há três opções de distância: 2km, 5km e 10km.

3. Outros negócios estão pegando carona na febre

Um dos desafios que os jogadores encontram é se movimentar pela cidade com rapidez, já que alguns itens ficam muito longe uns dos outros. Quem está vendo vantagem nisso são os motoristas de taxi e Uber, que ajudam os competidores a atravessar a cidade, com direito a pausas para capturas.

2. Multidões estão invadindo pequenos negócios

Pequenas lojas e cafés viram-se invadidas por verdadeiras multidões do dia para a noite. Isso aconteceu porque o Niantic importou seus dados do Ingress, que mostrava “portais” ligados a locais da vida real. Esses portais se transformaram em PokéStops e gyms.

Mesmo estabelecimentos que não foram marcados como um desses pontos estratégicos podem atrair jogadores com o Lures. Compras no app tornam possível atrair Pokémons para qualquer ponto geográfico por períodos específicos de tempo.

Assim, lanchonetes podem pagar para ter um Pokémon em sua área, atraindo dezenas de caçadores sedentos e famintos, que podem fazer uma pausa para consumir os produtos.

1. Realidade aumentada no centro das atenções

A realidade aumentada mistura elementos virtuais com o mundo real. A tecnologia do Pokémon Go não é tão refinada assim, já que seus elementos não interagem com o cenário real, mas como sabemos que tudo o que movimenta muito dinheiro chama muita atenção de grandes desenvolvedores de jogos, é possível imaginar que mais novidades devem chegar em breve. [Oddee, ListVerse, Recode, BGR]

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