Menino com rara doença tem seu último desejo realizado pela Marinha

publicado no Awebic

A grande maioria das pessoas vive problemas cotidianos que as fazem repensar suas trajetórias e fazer novas escolhas.

O desafio de se persistir em decisões e realizar sonhos já é grande para nós, não é mesmo?

Agora, imagine para alguém que tenha (bem) menos da metade de tempo de vida que nós temos para realizá-los.

Esse é o caso do menino Wyatt Gillette: ele nasceu com uma rara doença genética chamada Síndrome de Aicardi-Goutières Tipo 1, que compromete as funções cerebrais, causando convulsões, insuficiência renal e de mobilidade, entre outros problemas.

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Desde seu nascimento, Wyatt e seus pais, Felishia e Jeremiah Gillette, viveram a batalha constante pela vida. Inspirado pelo pai, fuzileiro naval, o menino de oito anos demonstrava sua aspiração pela Marinha, a fim de seguir os passos do pai.

Motivados pela garra do menino, os fuzileiros navais, colegas de seu pai, fizeram uma cerimônia para conceder a Wyatt a honra de se tornar fuzileiro naval, aos oito anos de idade.

Antes da decisão da Marine Corps Time, foi realizada uma petição on-line para que toda a população aprovasse o título de fuzileiro naval ao pequeno Wyatt. Foram mais de 4 mil assinaturas aprovando o ato!

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“Eu realmente sinto que Wyatt enfrentou mais dificuldades do que qualquer um da Marinha já tenha passado, e, por isso, recebeu com honra o seu título”, disse o comandante Anthony North, que liderou a cerimônia.

UMA HISTÓRIA PARA SER LEMBRADA TODOS OS DIAS
Wyatt deu seu último adeus no dia 31 de julho, um dia depois de receber seu Eagle, Globe and Anchor – o emblema que representa oficialmente um fuzileiro naval – durante a cerimônia em Camp Pendleton, na Califórnia.

“Eu tenho visto mais Marines se reúnem por causa dele, e sinto que ele tem realmente ganhou o direito de estar entre os melhores da força de combate mundial.”, acrescentou North.

Sua história emocionou não só aos fuzileiros, mas a todos que a conheceram. O comandante geral da Marinha, Robert Neller, após aprovar a petição, sente-se satisfeito e grato pela oportunidade de ter honrado o menino Wyatt com o título.

Neller confessou que a luta corajosa que Wyatt foi, sem sombra de dúvidas, equivalente às batalhas vividas diariamente pela Marinha.

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