5 histórias horripilantes sobre os verdadeiros piratas do Caribe

 

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Publicado no Hypescience

1. Barba Negra
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Pouca coisa se sabe sobre a real origem de um dos maiores piratas da história. Edward Teach (ou Thatch ou Drummond) teria nascido por volta de 1680 em Nova York ou Filadélfia, nos EUA, ou até na Dinamarca. O que importa mesmo são suas ações nos mares caribenhos. Ainda muito jovem, ele embarcou em um navio inglês e lutou na Guerra da Sucessão Espanhola.

Com o fim do conflito, em 1714, Edward se tornou um pirata e virou o capitão Barba Negra em 1717. Seu navio, intitulado Vingança da Rainha Anne, era equipado com 40 canhões e incomodou muitos comerciantes nas Antilhas e em várias regiões do Atlântico. Em 1718, ele bloqueou um porto na Carolina do Sul (EUA) e saqueou diversas embarcações.

Barba Negra era considerado um psicopata viciado em violência. Ele sempre carregava 6 pistolas, 1 cutelo e 1 mosquete. Relatos contam que ele parecia um demônio nas batalhas e, mesmo após se aposentar e receber perdão do governo americano, Barba Negra voltou aos mares para mais atrocidades. O governador da Virgínia (EUA) colocou um preço em sua captura, e o pirata foi morto com 5 tiros e 20 facadas, antes de ser decapitado, dando fim a 2 anos de terror nos mares.

2. Gancho nas mãos e pernas de pau
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A ideia de piratas com pernas de pau e gancho nas mãos floreia o nosso imaginário, mas realmente faziam parte da rotina desses homens. As balas do mosquete, por exemplo, costumavam ferir até os atiradores, e a medicina da época não era muito evoluída. Por isso, era comum que os machucados infeccionassem, obrigando os piratas a amputar os membros para não perder a vida.

Essa amputação era cruel: os piratas se entupiam de rum e mordiam cintas de couro para suportar a dor de perder os membros sem anestesia. Pele e músculos eram cortados com faca, restando apenas o osso para ser serrado. Todo o processo era muito rápido, mas bastante doloroso, e não garantia a sobrevivência do pirata. Os que sobreviviam podiam optar pelas próteses características da classe.

3. Capitão Charles Vane
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Assim como o de Barba Negra, o período de atividade de Charles Vane foi bem curto: cerca de 4 anos. Os dois eram contemporâneos, mas Vane foi mais ativo entre 1716 e 1718. Além de violento, Vane era muito mal-humorado e irritava até seus próprios tripulantes. O pirata inclusive recusou o perdão do rei e foi condenado à forca!

Antes disso, porém, ele e seus homens aterrorizaram a região das Bahamas. O grupo saqueava navios e espancava seus tripulantes. Um desses caras, entretanto, sobreviveu a várias tentativas de assassinato: o capitão Nathaniel Catling foi enforcado, teve a clavícula atravessada por uma barra de ferro e foi largado agonizando. O reinado de Vane nos mares chegou ao fim quando um motim de seus próprios tripulantes acabou com sua vida de terror.

4. Henry Morgan
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Morgan foi um cara de “sorte”: ao contrário de seus colegas piratas, ele durou quase 30 anos nos mares e morreu de tuberculose, em vez de ser enforcado ou decapitado, como a maioria. Entre 1655 e 1682, Morgan e seus homens aterrorizaram os mares nas regiões de Cuba, Panamá e Venezuela. Porto Bello, no Panamá, por exemplo, foi completamente destruída pelo fogo ateado pelos piratas de Morgan.

Seus feitos foram reconhecidos pelo rei da Inglaterra, que lutava contra os espanhóis da região – tanto que Morgan foi condecorado vice-governador da Jamaica. E mesmo com riqueza e poder, o pirata ainda aterrorizava, saqueando casas, ateando fogo em mulheres vivas e torturando homens, tudo para conseguir ainda mais tesouros.

5. Montbars, o Exterminador

Daniel Montbars foi um corsário francês que ganhou o apelido de Exterminador. Ele nasceu em uma família rica e foi criado como um autêntico cavalheiro. Entretanto, ele se revoltou contra os espanhóis quando soube o que eles faziam com os índios nativos das Américas. Em 1667, ele se aliou a um tio e partiu para a região do Caribe lutando ao lado da marinha francesa.

Quando seu navio afundou, matando seu tio, Montbars se estabeleceu na ilha de Tortuga, no atual Haiti. O lugar era um refúgio de piratas e foi uma questão de tempo para o francês se juntar a eles, logo se tornando capitão. Nesse período, ele atacou e incendiou muitas fortalezas e assentamentos espanhóis em toda a região do Caribe.
Uma de suas torturas favoritas era bastante cruel: Montbars abria a barriga de seus prisioneiros, pregava o intestino em um poste e fazia os homens saírem correndo para a morte enquanto tinham o traseiro surrado com um pedaço de brasa. Que horror!

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