Religiosos dizem que biochips são a “marca da besta”

Biochip: para Raphael Bastos, primeiro brasileiro a ter um biochip no corpo, a questão religiosa pode ser um entrave no avanço da tecnologia (foto: Thinkstock)

Biochip: para Raphael Bastos, primeiro brasileiro a ter um biochip no corpo, a questão religiosa pode ser um entrave no avanço da tecnologia (foto: Thinkstock)

Publicado na Exame

Quem faz uma busca rápida no Google por “biochips” vai perceber: sites e textos que explicam a tecnologia costumam ficar em segundo plano nas pesquisas – a maioria dos resultados são de portais religiosos, que acusam os biochips de serem uma representação diabólica.

A origem está no livro do Apocalipse, que diz que “a marca da Besta” aparecerá “na mão direita ou na testa”.

Para Raphael Bastos, primeiro brasileiro a ter um biochip no corpo, a questão religiosa pode ser um entrave no avanço da tecnologia.

“Já cheguei até a receber ameaças de morte, e pedi autorização para ter porte de armas por isso”, conta. Para o norte-americano Amal Graafstra, dono da loja de biochips Dangerous Things, a discussão pode ser resolvida de forma mais prosaica.

“A marca da besta já foi associada a cartões de crédito e códigos de barra, também, mas se você se preocupa com isso e ainda assim quer ter um chip, é simples: coloque na mão esquerda.”

Comentários

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1 Comentário

  1. Jair disse:

    Pobres religiosos, enganadores e enganados. A marca da besta está já em cada coração pecador. Pois, este é o ENGANO do PECADO a todos os que NÃO SE ARREPENDEM e praticam o SEU MAL…(…) Deus é Bom e já tem determinado em Sua Palavra para que se arrependam essa gente má, mas, não querem ouvir, tapam os ouvidos e serão destruidos junto com o anti cristo que deve chegar em breve, a todos os que estão MARCADOS com a MARCA DA BESTA: PECADO !!! ( ATOS 3. 19 E Apocalipse 1.3 )

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