Namorada de Kaká diz que ser evangélica a aproximou do craque

“As pessoas se curtem pelo que têm em comum”, diz a goiana Carol Dias, de 21 anos

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Bruno Meier, na Veja on-line

De família católica, Carol Dias converteu-se em evangélica aos 16 anos, inspirada por um professor de inglês que fazia cultos em um colégio particular de Goiânia. “Foi como estar com sede e beber um copo d’água”, diz a goiana de 21 anos, fiel de um ramo da Igreja Batista.

A religião deu seu empurrãozinho na aproximação de Carol com o craque Kaká, iniciada em setembro, ao serem apresentados por amigos em São Paulo. “As pessoas se curtem pelo que têm em comum”, diz. O namoro, anunciado em dezembro, causou de início certa apreensão nos pais dela. “Eles ficaram preocupados com a proporção que minha vida iria ganhar.”

Modelo (hoje, ela é exclusiva da agência Allure) descoberta por um olheiro num shopping, Carol viu sua rotina se transformar aos 15 anos, quando se mudou para São Paulo e, em seguida, para a China. “Nunca tive vontade de ser modelo. Mas, quando me explicaram que dava para viajar muito, me empolguei. Meu sonho era conhecer a Disney.”

Em breve, ela se transferirá para Miami. Bingo: vai ficar a apenas três horas e meia de distância do amado, que hoje joga no Orlando City. “Kaká me conquistou pela humildade. E acho que gostou da minha simplicidade. Sou uma bobona.”

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