Startup vende sangue de adolescentes para pessoas ricas

Parece ficção como esta imagem da série 'Sillicon Valley', mas não é: uma startup americana quer testar os efeitos do sangue de jovens em pessoas mais velhas (Foto: Divulgação )

Parece ficção como esta imagem da série ‘Sillicon Valley’, mas não é: uma startup americana quer testar os efeitos do sangue de jovens em pessoas mais velhas (Foto: Divulgação )

Publicado na Galileu

Uma startup que compra sangue de jovens e adolescentes para vender para pessoas mais velhas — e ricas. Parece a sinopse de um filme de ficção científica, ou de um episódio de Sillicon Valley, como a imagem usada para ilustrar a matéria. Mas é real: a startup americana Ambrosia está utilizando está usando o sangue de pessoas de até 25 anos para pesquisar os efeitos que ele pode ter em quem é mais velho.

Em conferência realizada no início do mês para executivos do Vale do Silício e imprensa, o fundador da Ambrosia, Jesse Karmazin, afirmou que, por US$ 8 mil, qualquer pessoa com mais de 35 anos pode se tornar um cliente da empresa. Segundo ele, 100 pessoas já se candidataram a participar até o momento.

De acordo com a CNBC, a startup compra sangue de pessoas de até 25 anos, na maioria das vezes, adolescentes, em bancos de sangue. A Ambrosia então utiliza essas amostras para transfusão de sangue em pessoas mais velhas e observa se o processo altera algum sintoma relacionado ao envelhecimento.

Karmazin criou a startup após revisar pesquisas nas quais, após injeções de sangue de ratos novos, ratos velhos tiveram uma melhora de memória. Cientistas questionam a ética desse tipo de estudo, afirmando que abusa da empolgação das pessoas sem ter sua eficácia cientificamente comprovada.

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