Para historiadores e arqueólogos, várias passagens da Bíblia nunca aconteceram

Publicado no Aventuras na História

Para os arqueólogos, as figuras sagradas mais importantes da Bíblia – Abraão, Moisés, Davi, Salomão e Jesus – foram relegadas ao terreno da ficção. Até um tempo, o Tanakh (o Velho Testamento), escrito no século 6 a.C., pautava as pesquisas arqueológicas no Oriente Médio. Para usar uma expressão em voga, os pesquisadores tinham uma pá em uma das mãos e a Bíblia na outra – os textos sagrados pautavam onde se deveria trabalhar.

Só depois, uma nova geração de pesquisadores inverteu a equação. Agora, o fruto das descobertas é confrontado com os textos antigos em busca de confirmação das evidências descobertas. Parece pouco, mas é uma revolução.

Os arqueólogos clássicos procuravam evidências concretas dos fatos narrados nos livros sagrados para que os objetos encontrados comprovassem sua veracidade. A religião, claro, limitava o alcance dos trabalhos. Por exemplo: ao ganhar acesso à antiga cidade assíria de Urartu, no século 19, especialistas ocidentais estavam muito mais interessados em encontrar a Arca de Noé do que em entender o passado. (Datam desse mesmo período expedições sérias em busca do Jardim do Éden, da Arca da Aliança e da Torre de Babel.)

Arqueologia bíblica

Somente a partir dos anos 80 a chamada arqueologia bíblica começou a cair em descrédito. “O objetivo não é comprovar à força que a Bíblia está certa, nem acabar com a veracidade dos relatos contidos ali. É diferenciar o literário do factual”, diz Israel Finkelstein, da Universidade de Tel-Aviv.

Antes, os pesquisadores tinham um roteiro pré-definido. Javé escolheu um homem da Mesopotâmia para dar origem a seu povo eleito. Orientado por Deus, Abraão seguiu até Canaã. Seus descendentes foram para o Egito, onde viraram escravos. Até que Moisés conduziu os hebreus através do mar. Os escolhidos vagaram por 40 anos no deserto, até entrar em Canaã e protagonizar uma série de conquistas militares.

Tempos depois, Davi se tornou rei e foi sucedido por seu filho, Salomão, que construiu o Templo de Jerusalém para abrigar a Arca da Aliança, que guardava as tábuas dos Dez Mandamentos entregues por Deus a Moisés. Os primeiros cinco livros da Bíblia judaica, o Pentateuco, descrevem essa trajetória. O relato não se furta a citar montes, cidades, reis, profetas, inimigos, genealogias. Agora, surge uma nova história de Israel. Complexa e surpreendente.

Os patriarcas não existiram

Por vários séculos, parecia absurdo questionar a existência física de Abraão. Está na Bíblia: o pai do povo hebreu nasceu na cidade de Ur, dos Caldeus. Com 75 anos, recebeu de Javé a ordem de seguir para Canaã – o que fez, com sua esposa e meia-irmã Sara e todo o seu clã, depois de passar uma temporada no norte do Egito. Quando parecia que não deixaria descendentes, teve um filho, Ismael, com a escrava Agar. Eis que Sara, já em idade avançada, engravidou e deu à luz Isaac.

Depois de se dispor ao maior ato de fé imaginável, sacrificar seu próprio filho, teve uma vida longa e próspera – morreria com 175 anos. Sua tumba é reconhecida pela tradição: fica na Cisjordânia e abriga os supostos túmulos de quatro casais: Adão e Eva, Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó e Lea. E o local onde ele teria se oferecido para matar o filho seria o Monte Moriá, em Jerusalém.

Nos anos 1930, tabletes localizados nos sítios arqueológicos de Mari, na atual Síria, e Nuzi, no Iraque, citam nomes que podem ser entendidos como Abraão, Isaac e Jacó. Pareciam comprovar a existência não só de Abraão como dos outros dois patriarcas do povo hebreu. Arqueólogos e historiadores debatiam se Abraão teria sido contemporâneo do rei babilônico Hamurabi (1810-1750 a.C.) e quantos anos teriam se passado até a data do Êxodo do Egito – dependendo da interpretação, podia ser 430 ou 645 anos.

Abraão, Isaac e Jacó

Mas a antiga arqueologia bíblica desconsiderava uma série de inconsistências históricas do relato sagrado. A tradição compara Abraão aos beduínos que os arqueólogos ocidentais encontraram no Oriente Médio na década de 10 e considera que ele migrou por volta de 2 mil a.C.

A comparação com os beduínos é incorreta: não havia nada parecido com eles naquele período. Nem mesmo os camelos, citados no livro do Gênesis, tinham sido domesticados – eles não seriam usados para transporte antes de 1100 a.C. Para complicar a situação, os movimentos migratórios da época seguiam na direção contrária, de Canaã para a Mesopotâmia.

E não há sinal de que os hebreus sejam descendentes de tribos mesopotâmicas. Mais: existem sérias dúvidas sobre a localização exata das cidades citadas no texto bíblico.

A obra ”Abraão e os anjos”

“Os tabletes apenas confirmam que Abraão, Ismael e Jacó eram nomes comuns na Mesopotâmia. Não provam a existência dos patriarcas”, diz o historiador Ron Hendel, professor de Estudos Judaicos da Universidade da Califórnia em Berkeley.

Escavações em Harã, na Turquia, onde Abraão teria vivido, indicam que o nome de seu pai, Terá, é na verdade a nomenclatura usada para designar um clã poderoso na região naquele período.

A falta de dados confiáveis é tanta que, nos últimos anos, e com raras exceções, a arqueologia desistiu de encontrar evidências da existência dos patriarcas. Hoje são tratados como figuras mitológicas. “Estão no terreno da religião, e não da História”, diz Ron Hendel. Dos relatos do Gênesis, os únicos que ainda mobiliza pesquisadores é a busca por Sodoma e Gomorra – obsessão de arqueólogos dos anos 1970, retomada em 2006, na Jordânia.

O Êxodo não aconteceu

Em 2010, o físico Carl Drews, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas dos EUA, recriou em laboratório a passagem de Moisés pelo Mar Vermelho. Confirmou que ventos em velocidade de 100 km/h, soprando por 12 horas em um ponto a leste do delta do Rio Nilo, poderiam abrir uma brecha na água e permitir a passagem de pessoas. “A travessia foi obra de Deus. Apenas simulei o evento para demonstrar como Ele atuou”, diz. “Cientistas religiosos, como eu, acreditam que, ao pesquisar o mundo natural, estudam a obra do Senhor.”

Sete anos antes, o físico britânico Colin Humphreys, da Universidade de Cambridge, publicou um livro, Os Milagres do Êxodo, estabelecendo uma série de relações de causa e efeito para explicar as dez pragas lançadas por Javé contra o faraó: a proliferação de algas teria deixado o Nilo vermelho com sangue dos peixes e afugentado sapos e rãs, que apareceram mortos nas cidades e atraíram mosquitos – que, por sua vez, teriam provocado a morte do gado e transmitido doenças que deixavam chagas nas pessoas.

Chuvas de granizo umedeceram o solo úmido e atraíram gafanhotos. Uma tempestade de areia, comum no Egito, seria a causadora dos três dias de escuridão. E os primogênitos, que tinham a primazia de se alimentar antes dos irmãos, teriam morrido ao ingerir cereais contaminados por fezes de gafanhotos.

Acontece que pesquisas desse gênero desconsideram que os arquivos egípcios são bem organizados e conhecidos. E não há registro de que os hebreus tenham vivido lá, algo que, pela cronologia baseada na Bíblia, teria ocorrido no século 13 a.C. Esqueça a cena de Charlton Heston acorrentado e carregando pedras pesadas, em Os Dez Mandamentos.

Nem mesmo é possível identificar o faraó com o qual Moisés teria negociado a libertação – o texto bíblico, tão pródigo em nomes, não menciona o governante envolvido em um episódio tão crucial. E é difícil imaginar que 600 mil refugiados, vagando por 40 anos, não deixariam vestígios arqueológicos ou registros documentais nos arquivos de civilizações vizinhas.

Quanto à existência de Moisés, sabe-se apenas que era um nome comum no Egito. Como no caso dos patriarcas, é provável que os autores da Torá tenham recorrido a nomes facilmente reconhecíveis para construir uma mitologia de fundação.

Os hebreus não derrubaram as muralhas de Jericó

Na Bíblia, a chegada à Terra Prometida não garante seu domínio. A região estava forrada de cidades-estado em constante guerra entre si, caso de Jericó, Maceda e Hebron. Liderados pelo chefe militar Josué, os hebreus conduzem uma série de batalhas muito rápidas e eficientes, com vitórias garantidas pela presença, no campo de guerra, da Arca da Aliança.

A mais impressionante acontece com a muralha de Jericó: ela é derrubada pelo som de trombetas, tocadas ininterruptamente por sete dias e sete noites.

Não foi bem assim. Provavelmente os israelitas surgiram em Canaã, a região que hoje corresponde aos territórios de Israel e da Palestina, além de partes do Líbano, da Jordânia e da Síria. Eles construíram assentamentos rurais em vales mais altos e passaram a se diferenciar culturalmente e em termos religiosos dos povos que viviam nas planícies.

“Em termos étnicos, cananitas, israelitas, moabitas, amonitas e fenícios eram o mesmo povo. Com o passar do tempo, eles passaram a se diferenciar culturalmente”, diz o arqueólogo britânico Jonathan Golden, professor da Universidade Drew e autor de Ancient Canaan and Israel: An Introduction (“Canaã Antiga e Israel: Uma Introdução”).

Na medida em que se diferenciaram do povo de origem, os hebreus chegaram, sim, a dominar parte dos territórios que hoje correspondem a Israel e Palestina, mas não da forma como descrita na Bíblia. “Foi uma conquista lenta, levada a cabo por tribos que provocavam guerras regionais entre 1200 a.C. e 1000 a.C. Os líderes militares de gerações diferentes provavelmente foram reunidos sob um único nome, Josué”, afirma o arqueólogo Finkelstein.

Quanto às muralhas de Jericó, a datação ainda é muito discutida pelos arqueólogos, mas a maioria concorda que a cidade já estava destruída na década de 1560 a.C., talvez por causa de um terremoto, ou em razão de batalhas.

Não foram trombetas, de toda forma. “Outras cidades citadas no texto bíblico também estavam desocupadas na época em que, segundo a tradição, as conquistas teriam ocorrido”, diz Finkelstein. Mais uma vez, nomes muito conhecidos (desta vez, de cidades antigas) são citados para reforçar uma tradição e aumentar o tamanho do feito dos hebreus.

O reino de Davi era bem modesto

Em 1993 e 1994, fragmentos de uma placa escrita em aramaico para comemorar uma vitória militar contra os hebreus foram encontrados no sítio de Tel Dan, no norte de Israel. O texto, do século 9 a.C., cita uma “Casa de Davi”. Desde então, ficou estabelecida a existência real de um rei chamado Davi, que teria governado por volta do século 10 a.C.

De seu filho, Salomão, não há provas. Mas pesquisadores concordam que ele existiu. “Não há dúvidas sobre Davi, o que reforça a tese de que deve ter tido um filho e sucessor”, diz Gershon Galil, da Universidade de Haifa.

Desde então, uma série de descobertas, algumas mais confiáveis, outras menos, parecem a caminho de solucionar a polêmica: deve ter existido, sim, um reino unificado dos hebreus. O tamanho exato do território e o poderio militar e político hebreu na época estão no centro do debate. Se existe um período da história dos hebreus sobre o qual ainda há muito a esclarecer, é esse.

Entre 2008 e 2013, o sítio de Khirbet Qeiyafa, a 30 km de Jerusalém foi investigada por arqueólogos da Autoridade de Antiguidades de Israel e da Universidade Hebraica. Um tablete, encontrado em 2008 e de tradução tão difícil que existem pelo menos três versões diferentes, seria o mais antigo texto hebreu já localizado e faria referência à vitória de Davi sobre Golias.

Em julho de 2012, foi anunciado que uma das construções do local seria um palácio que faria parte do reino de Davi. “Os achados comprovam que existiu um reino hebreu unificado e organizado, com fortalezas e centros administrativos”, afirma o arqueólogo israelense Yosef Garfinkel, um dos líderes das escavações e professor da Universidade Hebraica. “Ainda não foi sequer estabelecido se Khirbet Qeiyafa é uma antiga cidade hebreia ou cananeia”, contrapõe Finkelstein.

Possivelmente existiu um reino, ainda que pouco expressivo. Jerusalém, que – diz a tradição – Davi transformou em capital, não tinha mais do que 2 mil habitantes. Os enfrentamentos com os vizinhos eram recorrentes – tese reforçada pela localização nos arredores de Jerusalém, de restos de um muro de 70 m de comprimento e 6 m de altura da segunda metade do século 10 a.C. (época em que, segundo a Bíblia, Salomão coordenou a construção de um muro ao redor da capital).

Dois reinos

“É possível que o reino tenha durado pouco, tal como aconteceu no século 8 a.C. com os arameus. É um padrão que se repete na região. Povos menores eram pressionados por invasores egípcios e assírios”, diz Gershon Galil.

É certo que por volta de 930 a.C. os hebreus estavam divididos em dois reinos: Israel, ao norte, e Judá, ao sul, tendo Jerusalém como capital. Quando os assírios dominaram Israel, em 720 a.C., o povo do norte se dispersou – seu destino é um mistério.

Levas de migrantes em direção a Judá fizeram com que a população de Jerusalém fosse multiplicada por dez em 50 anos. A partir de então, o reino de Judá prosperou. Portões de cidades muradas encontrados em Gezer, Megiddo e Tel Hazor, indicam que havia um padrão arquitetônico na formação de posições militares.

O mesmo vale para o templo encontrado nos anos 1980 em `Ain Dara, Síria, que tem um desenho semelhante à descrição bíblica para o primeiro Templo de Jerusalém. Construído ou não por Salomão, é bem possível que esse primeiro templo tenha existido.

Os reis de Judá estabeleceram o monoteísmo

Se a era dos patriarcas foi deixada no terreno da mitologia e o período do rei Davi é motivo de polêmicas acirradas, na etapa seguinte, que se concentra no reino de Judá entre os séculos 8 e 6 a.C., os fatos estão mais bem estabelecidos.

Sabe-se que a ocupação babilônica ocorreu, e que personagens importantes descritos na Bíblia existiram. Eles são citados em documentos oficiais de reinos vizinhos ou em registros judaicos externos ao Antigo Testamento.

O rei Acabe, de Israel, por exemplo, aparece em documentos do rei da Assíria Shalmaneser III. Os assírios também registraram a trajetória de Oseias, que chegou ao trono de Israel matando o rei Peca e, derrotado pelos vizinhos, foi obrigado a pagar tributos ao rei Tilgath-Pileser III.

Outro governante israelita, Omri, é citado em documentos moabitas. Já o rei de Judá Jeconias está nos arquivos da Babilônia. E o escriba Baruque ben Neriah, para quem o profeta Jeremias ditava seus textos durante o exílio, teve a existência confirmada por dois documentos judaicos diferentes, encontrados em escavações de 1975 e 1996.

O rei Josias, de Judá, também existiu. Foi fundamental para a consolidação da religião monoteísta, ao promover uma reforma religiosa e expulsar imagens e templos de outros deuses derivados da fé cananeia, que ainda estava presente no imaginário judaico – caso de El, Baal e Asherah.

A esquerda, o rei Josias, de Judá

O trecho do Pentateuco que narra a desobediência diante de Moisés, quando o povo hebreu constrói um bezerro de ouro (ligado a Baal) e é punido, foi elaborado nessa época.

“A própria Bíblia cita casos em que o povo retoma a prática do politeísmo”, diz o filósofo e historiador de religiões francês Frédéric Lenoir, autor de Deus: Sua História na Epopeia Humana. “Os judeus não inventaram o monoteísmo. No século 14 a.C., ainda que num período curto de tempo, o faraó Aquenáton estabeleceu uma religião com deus único. E a consolidação do monoteísmo judaico é contemporânea ao surgimento do zoroastrismo na Pérsia.”

Os últimos dias de Jesus não foram como na Bíblia

Para os cristãos, todos os relatos do Antigo Testamento funcionam como um prefácio para que o filho de Deus em pessoa venha à Terra para redimir a humanidade ao morrer em uma cruz e ressuscitar depois de três dias. A busca por evidências sobre a existência do profeta judeu que inspiraria a fundação do cristianismo levou a uma vasta coleção de dados que confirmam parte dos relatos dos Evangelhos e, de forma indireta, se acumulam em quantidade suficiente para a historicidade de Jesus ser aceita.

Um barco encontrado no Mar da Galileia em 1985, por exemplo, é coerente com a descrição encontrada nos Evangelhos, assim como uma casa de Cafarnaum, do século 1 a.C, que poderia ter sido habitada por profetas como ele.

Várias personalidades romanas com cargos administrativos no território israelense já ganharam provas concretas que vão além dos textos da Bíblia e dos historiadores romanos: a tumba do rei da Judeia Herodes, o Grande, o ossuário do sumo-sacerdote Caifás e uma inscrição mencionando o governador Pôncio Pilatos vieram à tona respectivamente em 2007, 1990 e 1961.

Apenas um profeta

Em setembro de 2013, arqueólogos da Universidade Reading localizaram uma cidade que acreditam ser Dalmanuta, para onde Jesus seguiu, de acordo com o texto bíblico, depois de multiplicar peixes e pão e alimentar 4 mil seguidores. A cidade fica perto de Migdal, considerada a terra natal de Maria Madalena.
Como aponta o escritor Reza Aslan, autor de Zealot: The Life and Times of Jesus of Nazareth (“Zelote: A Vida e a Época de Jesus de Nazaré), é bem provável que Jesus tenha sido apenas um profeta, e nem o mais famoso em sua época, ainda que relatos sobre sua vida não condigam com o que a história e a arqueologia concluíram sobre o período.

O motivo para Jesus nascer em Belém, segundo os Evangelhos, foi um recenseamento realizado pelos romanos – mas não existe nenhum documento indicando que tal ordem foi dada. Assim como não se tem registro do comando de Herodes para matar todos os primogênitos da região.

O costume a que Pôncio Pilatos se refere no texto bíblico, de libertar um preso por ocasião da Páscoa, não existia. “Assim como a Torá, o Novo Testamento segue a tradição de construir mitos fundadores a partir de nomes reais”, afirma o historiador Ron Hendel.

“O texto bíblico tem centenas de autores, e ainda assim é tão coeso e fascinante que se tornou capaz de difundir uma prática religiosa tão estranha para a Antiguidade quanto o monoteísmo”, afirma o historiador americano Richard Friedman, professor da Universidade da Califórnia em São Diego. “À parte qualquer discussão sobre sua historicidade, a própria existência de um livro como a Bíblia pode ser considerada um milagre”.

Comentários

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2 Comentários

  1. Paulo disse:

    Atualmente, as pessoas acreditam que elvis não morreu, que michel jackson não morreu, que a terra é plana, que o homem não foi a lua… A postura desses novos arqueólogos é mais do que bem vinda.

    Mas ciência se faz com provas e fontes, ok? Espero que as pessoas que venham e ler o texto acima vão atrás da veracidade das afirmações.

  2. Frederico disse:

    Deixe que os ateus enterrem os seus ateus!

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