Alimentos interferem nos seus sonhos – saiba como

publicado no Galileu

Já era quase meia-noite quando cheguei da faculdade – morrendo de fome. Numa tentativa de regime forçado (ou por querer economizar) prometi a mim mesmo que esse semestre não iria mais gastar dinheiro com aquelas comidas maravilhosas da minha universidade. E a luta continua: já se passaram alguns meses e continuo firme e forte!

Mas como não sou de ferro, logo que joguei minha mochila no chão do quarto e lavei as mãos, fui correndo para minha geladeira em busca do jantar. E o que achei? Um pedaço enorme de lasanha que havia sobrado do almoço de domingo #HellYeah. Já era madrugada do dia seguinte quando tinha acabado de me deliciar. Só naquela refeição, comi uns bons 800g de lasanha, um bife enorme e uma colherada de nutella… juro que estou de regime.

Escovei meus dentes e parti para meu sono leve (rs). E tive um dos sonhos mais loucos – e fod#%@ – da minha vida! Cara, teve a ilha do Lost, cachorro falante como grande conselheiro do Buzão (um combinado de Mestre dos Magos com Marley e Eu 2 no ônibus com ar condicionado e Wi-Fi), canibalismo e até um pouco de ~amor nessa noite.

E falei tudo isso por quê? Para exemplificar a relação entre a comida e o sonho. Sério, não é possível que aquele jantar de um quilo não tenha afetado o meu cérebro. E existem pesquisas de cientistas que comprovam a influência das refeições nos nossos sonhos. Confira:

Como funciona o cérebro na hora de dormir

Autor de “Brain on Food”, o Dr. Gary Wenk conta um pouco sobre essa relação em seu livro. Os sonhos podem acontecer em diferentes fases do sono, mas aqueles mais vívidos e profundos costumam ocorrer durante o sono REM. Nesse momento o cérebro se encontra altamente ativo, com alto funcionamento de ondas cerebrais e consumo de energia.

“É surpreendente como o nosso cérebro fica ativo enquanto dormimos e sonhamos. Um autor já afirmou que a atividade cerebral durante um sonho pode ser maior do que enquanto estamos acordados”, conta o doutor.

Cérebro com fome é um cérebro sonhador

“Dormir é um processo muito ativo e o nosso cérebro precisa de muito açúcar. Eu recomendo comer um bom pão com geleia antes de deitar. O pão e a geleia são ótimas fontes de carboidratos e proporcionam um belo sono”, surpreendentemente afirma Wenk.

A teoria conta que além de proporcionar energia ao órgão, dá-se início a produção de serotonina, conhecido hormônio “calmante”. Venk diz: “Se você for dormir com fome, com pouco açúcar no sangue, provavelmente terá um sono diferente dos padrões normais”.

Talvez “Beber, beber, beber” (como Leonardo diria) não seja uma boa

Bebidas alcoólicas podem fazer com o que o nosso corpo não atinja o sono REM. Ela age de maneira repressora ao aminoácido responsável por essa funcionalidade do cérebro. Mas então o que acontece?

Segundo o doutor, um fenômeno chamado “Pressão REM”. “Se tiver bebido, há chances de você ter pesadelos nas horas mais avançadas da noite. Isso é uma resposta do corpo ao fato de você não ter atingido o sono REM logo no início. Sempre que alguém toma remédio ou faz uso de drogas acaba reprimindo o REM e produzindo memoráveis pesadelos”.

Pegue leve na carne

Especialistas afirmam que o nosso corpo esfria até dois graus quando atingimos o auge do sono. Esse é um processo que nos ajuda a descansar melhor e a guardar energia. Exatamente aí que entram as carnes pesadas: fazer a digestão desse tipo de alimento gasta energia, que produz calor.

“Comidas como queijos e carnes – densas e calóricas – vêm com muita gordura. E a digestão pode ser algo cansativo, que exige muito do corpo, fazendo com que a nossa temperatura aumente. Isso destrói todo o ciclo do sono”, afirma Wenk.

O excesso de calor, aliás, é capaz de criar elementos desconfortáveis durante o sono REM. “Um fato interessante sobre isso é que sonhar fora do sono REM pode fazer com que sejam incorporados elementos externos nos seus sonhos. Por exemplo, com certeza um aumento de temperatura – como a febre – poderá influenciar e até mesmo entrar na narrativa do seu sonho”.

Chocolate com Pimenta (não é a novela)

“Chocolate contém uma quantidade de componentes que dão prazer na hora de comer. Muitos desses são similares aos presentes em psicotrópicos, e isso pode influenciar nosso cérebro”.  Para o doutor, as consequências de se comer chocolate antes de dormir podem ser ruins já que o funcionamento do cérebro é alterado pela comida.

Já as pimentas e temperos podem fazer mal similar ao cérebro se consumidas em grandes quantidades antes de dormir. “A noz-moscada possui um elemento que pode se converter em ecstasy no nosso corpo”. Será que isso justifica o psicodelismo do sonho de alguns?

Na dúvida, não exagere

Apesar de ainda não estar comprovado que uma comida X será responsável por um sonho Y, há uma certeza: se você não exagerar nas porções, as chances de ter um sono tranquilo são maiores.

“Grandes doses de qualquer coisa afetam o cérebro”, afirma Dr. Wenk. Então quando você chegar da faculdade, do trabalho ou de qualquer lugar que seja, não saia atacando sua geladeira. Isso pode gerar cães profetas e roteiros sem sentido para o que deveria ser uma noite tranquila de sono.

Leia Mais

Ilustrador brasileiro usa criatividade para interagir com seu bull terrier e faz sucesso no Instagram

publicado no Hypeness

Quando sua ex-esposa foi embora, levando consigo todos os móveis da casa, o ilustrador brasileiro Rafael Mantesso ficou com um coração partido, Jimmy Choo (seu Bull Terrier) e todas as paredes da casa livres para criar. Foi então que ele resolveu se distrair ao unir ilustração, seu cãozinho e o Instagram.

Nessa criativa brincadeira, o fotogênico Bull Terrier já apareceu como Super Man, anjinho, no trono de Game of Thrones e até mesmo em quadros renascentistas – aventuras que renderiam um belo filme de Sessão da Tarde!

Segundo o ilustrador, fazer com que Jimmy fique parado na hora da foto não é das tarefas mais fáceis, mas o cão costuma obedecer. Selecionamos algumas das imagens mais legais, e o restante você pode acompanhar no Instagram de Rafael.

bull-terrier-ilustracoes1

bull-terrier-ilustracoes2

bull-terrier-ilustracoes3

bull-terrier-ilustracoes4

bull-terrier-ilustracoes5

bull-terrier-ilustracoes7

bull-terrier-ilustracoes8

bull-terrier-ilustracoes9

bull-terrier-ilustracoes11

bull-terrier-ilustracoes12

bull-terrier-ilustracoes15

 

Leia Mais

Coca-Cola apresenta “The Happiest Thank You”

coca

publicado no Brainstorm9

A história do nome na latinha de Coca-Cola já rodou o mundo, inclusive rendendo piada do Porta dos Fundos aqui no Brasil. E apesar de já ter tanto tempo e até parecer batida em alguns momentos, é incrível como essa ação promocional ainda consegue chamar a atenção das pessoas de um jeito especial que só a Coca-Cola é capaz.

Com criação da McCann, The Happiest Thank You já ultrapassou 1 milhão de views em menos de uma semana. A campanha filmada nas Filipinas mostra quatro histórias diferentes: a do motorista de van, a da moça que trabalha em um estacionamento, a do jovem empacotador de supermercado e a do porteiro simpático. Todos os dias, eles tratam as pessoas que usam seus serviços com simpatia e atenção, e recebem seus agradecimentos. O problema é que nenhuma destas pessoas sabe seus nomes e acabam se referindo a eles como “irmão”, “irmã”, “garoto”, “chefe”.

Até a Coca-Cola pintar na área com suas garrafinhas promocionais e o agradecimento vir acompanhado pelo nome de cada um, que eles nem imaginavam que o outro sabia. A frase final diz que “o agradecimento que nos faz mais feliz é aquele com o nosso nome”. E não é que ficou legal?

Leia Mais

Cão salta de paraquedas a mais de 3.950 metros de altitude nos EUA

gfcaf_sdd140912_07

publicado no G1

O cão chamado Riley saltou de paraquedas a mais de 3.950 metros de altitude nos EUA. O animal saltou com seu dono, o fotógrafo Nathan Batiste, de 38 anos, que mora em San Francisco, na Califórnia.

O cachorro da raça Dachshund saltou conectado a Batiste, mas equipado com seu próprio paraquedas. O fotógrafo destacou que Riley não ficou com medo e parecia ter gostado da experiência.
“Foi de longe o salto mais agradável que já fiz, e Riley parece ter amado também. Definitivamente, pretendo levá-lo novamente”, disse Batiste.
Segundo ele, Riley é um cão muito calmo e confiante quando está com ele. “Foi uma experiência mágica que nunca vou esquecer.”

Leia Mais