15 sabores de Kit Kat que você nem imaginava que existiam

publicado na VEJASP

O Kit Kat, o chocolate ao leite com biscoito da Nestlé, é extremamente popular mundo afora — disso, não há dúvidas. Agora, você sabia que existem mais de 200 sabores do doce à venda no Japão, entre opções curiosas, estranhas e completamente bizarras?

O site Buzzfeed fez o favor de lembrar que os costumes orientais são bem diferentes dos nossos. Em um vídeo divertidíssimo, eles apresentaram para seus repórteres alguns dos sabores mais peculiares do chocolate. O resultado é hilário. Assista:

Inspirado nestas belas imagens de pessoas amando/odiando Kit Kat de wasabi, resolvemos fazer uma lista com 15 sabores de Kit Kat que você não sabia que existia. Preparados? Então vamos lá:

1) Wasabi – porque você já não gosta dessa raiz oriental quando ela encosta no seu sushi, imagina no seu doce predileto <3

WASABIIIII

2) Soja – e não, não é no sentido de que é mais saudável e feito para quem tem alergia a leite e derivados; é só porque eles são loucos mesmo

SOOOOJA

3) Sal da França – sabe lá o que isso significa. Salgado, provavelmente?

SALLLL-FRANCÊSSSS

4) Morango — de uma lista com 15 sabores, este é o mais comum

MOOOORANGO

5) Manga — não conseguimos nem imaginar o quão indigesto isso deve ser

MANGAAAAA

6) Maça — incrivelmente estranho e, aparentemente, delicoso

MAÇÃÃÃÃÃ

7) Laranja e Chocolate — não conseguimos imaginar como esse sabor não pode dar certo

LARANJA-E-CHOCOLAAATE

8) Flor de Cerejeira — é sério. Não perguntem. Será que eles foram no Parque do Carmo procurar inspiração para esse sabor?

FLOOR-DE-CEREJEIRA

9) Feijão Azuki — aquele feijão doce que você encontra em bolinhos deliciosos na Feira Liberdade. Eu experimentaria, e vocês?

FEIJÃÃÃÃO-AZUKI

10) Cheesecake de Morango — que pessoa em sã consciência mexe com a integridade sagrada de uma cheesecake de morango? Apenas não.

CHEEESECAKE

11) Chá — esta bebida oriental tem um nome típico que não vale a pena ser mencionado (porque nós não lembramos)

CHÁÁÁÁÁ

12) Chá Verde – vamos levar em consideração que este chocolate pode ser… mais saudável? Afinal, ele é verde

CHÁÁÁÁ-VERDE

13) Banana — banana e chocolate? Não há nada de estranho para se ver por aqui, pessoal. Prosseguindo

BANAAAAANA

14) Chessecake de Abóbora — perfeito para o Halloween

ABOOOOBORA

15) Abacaxi — nem experimentei, mas a acidez já atacou o meu estômago

ABACAXIIIIII

Os sabores japoneses são praticamente uma grande brincadeira de pera, uva, maça e salada mista! Imagina o sabor de um Kit Kat de abacaxi. A acidez da fruta me atingiu e eu nem estou comendo o doce!

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Jovem com ‘síndrome da Bela Adormecida’ dorme 22 h por dia

dorme
publicado no G1

Enquanto muitos de nós sonham com algumas horas extras de sono, para uma adolescente britânica essa ideia é motivo para pesadelos.

Durante os surtos da síndrome extremamente rara de que ela sofre – que podem durar semanas – Beth Goodier se mantém acordada por apenas algumas horas por dia.

A jovem de 20 anos, de Stockport, perto de Manchester, sofre da Síndrome de Kleine-Levin (SKL), também conhecida como a “síndrome da Bela Adormecida”.

A condição afeta apenas 40 pessoas no Reino Unido, a maioria deles, meninos adolescentes. No mundo, os casos conhecidos somam em torno de mil.

Apesar do nome evocativo do conto de fadas, Beth disse ao programa de TV Inside Out, transmitido pela BBC na noite da segunda-feira, que viver com a síndrome é um fardo.
“Não é nada bonito, não é nada romântico, é horrível”, afirmou.

Comportamento infantil

Os especialistas ainda não sabem apontar exatamente as causas da síndrome de Kleine-Levin, cujos sintomas tendem a aparecer na adolescência. No caso de Beth, aos 16 anos de idade.

Além dos episódios de sono prolongado, a condição tipicamente causa mudanças de comportamento e leva os pacientes a um estado quase onírico, agindo de maneira infantil e comendo compulsivamente.

A doença desaparece depois de dez a 15 anos. Mas durante esse período a vida tende a avançar lentamente para os que sofrem da síndrome, enquanto segue normalmente para todos os outros ao seu redor. O resultado pode ser uma forte sensação de isolamento.

Nos momentos em que está bem e ativa, Beth procura se ocupar blogando sobre a SKL e expressando-se em vídeos postados no YouTube. “Quero poder fazer algo produtivo nos momentos em que estou bem”, disse a jovem. “Quero ser produtiva para a sociedade”.

Beth depende quase inteiramente da mãe, Janine, que abandonou o trabalho para cuidar da filha. Ela explica que os períodos de sono prolongado são apenas uma parte do problema. Quando está desperta neste período, a filha se comporta como uma criança e permanece confusa em relação ao que é sonho e o que é realidade.

“Quando ela está acordada, o que faz na verdade é ficar na cama ou no sofá”, conta. “Ela assiste às mesmas coisas na TV repetidas vezes, porque gosta da previsibilidade.”

Mãe e filha tentam aproveitar cada oportunidade entre os surtos da síndrome para fazer coisas juntas. “Quando ela está bem, nunca discutimos o que vamos fazer na semana que vem”, diz Janine. “Fazemos agora porque pode ser o único momento que conseguimos.”

Por causa da síndrome, Beth não foi à universidade nem tem condições de sair da casa da mãe.
“Estou em uma idade em que adoraria sair de casa, porque estou pronta”, conta. “Mas não posso, porque preciso do acompanhamento da minha mãe para os períodos em que estou doente. É muito frustrante.”
Condição ‘devastadora’

O especialista em neurologia Guy Leschziner, que acompanha Beth no Guy’s Hospital, em Londres, diz que a síndrome é uma condição “devastadora” para jovens que já estão vulneráveis na época da vida em que aparecem os primeiros sintomas.

“Eles estão em um ponto crucial da sua educação, da sua vida social, da sua vida familiar e da sua vida profissional”, observa Leschziner. “É uma condição muito, muito devastadora nesse sentido, porque é imprevisível.”
Segundo a organização KLS Support UK – que desde 2011 dá apoio aos portadores da síndrome, e leva em seu nome a sigla da síndrome em inglês – muitas vezes o diagnóstico da doença é retardado pela falta de conhecimento geral da população, e mesmo da classe médica, sobre o problema.

Beth espera que, falando sobre a sua própria condição, possa elevar a conscientização geral, ajudar os afetados e apoiar a pesquisa médica para entender melhor as causas e o tratamento da condição.

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Veja o site que recruta profissionais para trabalhar remoto e viajar o mundo

publicado no Nômades Digitais

Este é o tipo de post perfeito para o Nômades Digitais, porque é feito exatamente para pessoas assim, que acreditam na possibilidade e força do trabalho remoto, viajando mundo afora. Se você quer sair da rotina, vale tentar uma chance no Remote Year, um site dedicado a encontrar oportunidades de trabalho para profissionais viajantes e criativos.

A ferramenta foi criada recentemente, mas já merece muita atenção. O programa cria toda a logística de viagem e hospedagem para os 100 profissionais selecionados, aliando ainda as novas amizades e colaborações entre os participantes, evitando o isolamento, tão comum durante o trabalho remoto. O período é entre duas e cinco semanas, em 18 locais diferentes pelo mundo, o que já resulta numa boa experiência tanto profissional quanto pessoal, e troca cultural.

Os selecionados irão trabalhar para empresas parceiras do site, em qualquer área e para qualquer nível de qualificação, baseados nas habilidades e outras qualidades do currículo. As inscrições para o primeiro grupo estão abertas, com planos para início em junho de 2015, então aproveite!

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Casal se reencontra em asilo 65 anos após rompimento de noivado

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publicado no G1

Maria Edy Moraes, de 84 anos, e Selviro Schaab, de 88, são protagonistas de uma história de amor inusitada. Na década de 1940, eles noivaram e marcaram a data do casamento. O homem, porém, decidiu terminar o relacionamento, porque os dois moravam em cidades diferentes. Nunca mais se viram, até que se reencontraram em um asilo de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos do Rio Grande do Sul.

Desde que romperam, os dois conheceram outras pessoas, casaram e ficaram viúvos. Entretanto, garantem que nunca esqueceram um do outro. “O primeiro namorado você não esquece nunca”, confessa Maria.

Após 65 anos, o destino entrou em ação. Por precisarem de cuidados, eles foram levados por parentes para morar em um lar para idosos. Foram quatro meses vivendo no mesmo lugar sem um saber que o outro estava ali. Entretanto, bastou uma troca de olhares para eles verem renascer um sentimento que alegam nunca ter acabado.
“Quando eu cheguei, ela já abriu os braços e queria um beijo”, lembra Selviro.

“A vida fez sentido para mim. Tenho ao meu lado quem eu tinha perdido. Ele fica o dia todo sentado ao meu lado, de mãos dadas, me amando. Às vezes o destino prega uma peça, mas, para mim, o destino foi honesto. Pode ter 80, 90 anos, o amor não tem idade. Quando ama de verdade, ama”, completa Maria.

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Casal viaja por 177 países durante 26 anos

publicado no Mistura Urbana

Tem coisa mais gostosa nessa vida do que viajar? Tem melhor investimento? Quem pensa dessa forma também, é o casal Gunther Holtorf e sua esposa Christine que partiram para uma viagem em 1988, antes da queda do Muro de Berlin, que durou 26 anos.

Foram cerca de 885 mil quilômetros rodados por 177 países “around the world”. O casal aventureiro inicialmente havia planejado ficar apenas 18 meses visitando a África, mas eles decidiram seguir em frente. Com o Mercedes Benz G-Wagen, mais conhecido como “Otto”, eles viajaram sem nenhum tipo de patrocínio, publicidade ou fanfarra do mundo virtual. Viajaram pelos simples e mais lindo sentimento de desbravar novos horizontes.

Foram seis continentes, lugares extraordinários como as dunas do Sahara, as aldeias rurais do Quênia, as ruas românticas de Paris, templos budistas, zonas de guerra do Iraque. O casal dormia em redes ou dentro do carro. Para as refeições, cozinhavam em um fogão a gás portátil, para tomar banho, chuveiro improvisado do lado de fora.

Christine faleceu em 2010, mas Gunther continuou viajando em seu nome, e sempre levava consigo uma foto de sua falecida esposa pendurada no espelho do retrovisor. A longa jornada desse homem de 76 anos de idade recentemente chegou ao fim, Gunther finalmente voltou para casa em Berlim. Otto, seu fiel carro que nunca quebrou durante a viagem, será colocado para descansar no museu da Mercedes em Stuttgart. “Quando as pessoas me elogiam, eu digo que é Otto”, disse Gunther de seu companheiro indispensável”, a robustez e confiabilidade do carro é absolutamente surpreendente.”

Sobre viajar, Gunther finaliza: “Quanto mais você viaja, mais você percebe o quão pouco você já viu. Quanto mais você já viu e experimentou, mais você quer continuar vendo e continuar vivendo.”

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