Arquivo do autor:Tom Fernandes

Moldar barro e soprar vida não é mais mito, agora é Ciência

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Carlos Cardoso, no Meio Bit

Embora ocorra em outras culturas bem mais antigas, o mito judaico-cristão da criação do Homem através do barro é o mais conhecido no ocidente. Não deixa de ser poético, é inclusive uma boa alegoria para as poças de lama onde a Vida surgiu, 4 bilhões de anos atrás, mas agora essa história perdeu o status de mito.

Cientistas do Brigham and Women’s Hospital, em Boston fazendo experiências com células-tronco descobriram que utilizar nanoplaquetas de silicato sintético (ou, em termos leigos, plaquinhas de argila) como base de cultura de células-tronco induz essas células a se transformarem em tecido ósseo.

Isso mesmo. Células-Tronco + Barro = Osso. Se moldarmos uma costela estamos a meio-caminho de uma mulher.

Os cientistas estão falando em usar isso para biofiltros, matrizes injetáveis de reparação de tecidos e até engenharia de tecidos ósseos. Basicamente em 20, 50, ou até mesmo 15 anos alguém com um câncer ósseo terá o osso escaneado em alta resolução, uma impressora 3D criará um modelo em nanosilicatos, uma cultura de células-tronco criadas à partir das próprias células do sujeito será aplicada ao modelo e em alguns dias/semanas teremos um osso zero bala. Uma cirurgiazinha básica e pronto, adeus câncer. Sem precisar de imunossupressores.

É ficção científica? Com certeza, mas até ontem animar barro também era pura lenda.

Protesto na internet dá roupas da Abercrombie & Fitch para moradores de rua

Abercrombie-Protesto

Guilherme Cury, no Moda Para Homens

Vi essa notícia no site da Exame e achei interessante postar por aqui para reflexão:

“Abercrombie & Fitch ganha um reposicionamento de marca”. Com esse título, o usuário americano Greg Karber postou no Youtube um vídeo-protesto contra a marca Abercrombie & Fitch e deu início ao que chama de movimento de guerrilha #FitchTheHomeless.

A ideia de Karber é distribuir peças da marca para moradores de rua em reação à decisão da companhia que teria banido roupas nos tamanhos G e GG, para focar em consumidores “descolados, bonitos e magros”.

Karber gravou o vídeo em Los Angeles com a ajuda de dois amigos. Após munir-se de peças de roupa em lojas e shoppings, o usuário dirigiu-se às zonas de menor renda na cidade para doar os trajes à desabrigados.

O vídeo de Karber termina com uma convocação: ele quer que novos internautas façam o mesmo e postem os resultados nas redes sociais. “Juntos, podemos fazer da Abercrombie & Fitch a marca número um entre moradores de rua”.

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Um consumidor brasileiro uniu-se ao coro, e iniciou o movimento Abercrombie Popular, que distribui roupas da marca para moradores de rua em São Paulo.

A campanha, idealizada pelo estudante de design de produto Isaias Zatz, de 21 anos, é uma reação a um pronunciamento do CEO da Abercrombie, Mike Jeffries, que dizia “Toda escola tem os adolescentes legais e populares, e os que não são tanto assim. E sinceramente, nós somos destes que queremos os bonitos, “cool”, que tem uma boa atitude e muitos amigos. Muita gente não serve em nossas roupas e não devem servir. Somos exclusivos? Com certeza!”.

“Sempre considerei a marca um tanto elitista. Era usada como um símbolo social, uniforme de gente rica que visita a Disney World. Fiquei indignado com o posicionamento e a ideia surgiu daí”, explicou Zatz à Exame.com.

Com postagens concentradas em um tumblr, o estudante incentiva a doação de roupas da Abercrombie para desabrigados e compartilha fotos das ações. As primeiras peças foram distribuídas na região dos Campos Elísios, Santa Cecília, na capital paulista – eram duas camisas que Zatz ganhou de presente. Hoje, ele convoca doações de terceiros através do próprio tumblr e de uma página da iniciativa no Facebook.

Bonde das matemáticas


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O bonde é um meio de transporte público tradicional em grandes cidades da Europa, mas aqui o Bonde é pesadão e vem te ensinando matemática. :-)

Direção e fotografia: Edu Pereira
Letra: Cezar Maracuja e Rafael Procópio
Edição: Cezar Maracuja e Edu Pereira
Operador de Câmera: Bruno Rocha
Som direto: Isaú Junior
Maquiagem: Letícia Stephanny
Produção: Todo mundo
Base musical: Gui Toledo

Projeto mostra vítimas de abusos sexuais segurando frases ditas pelo violentador

O projeto é forte e impactante, mas tem um papel importante para aumentar o diálogo na sociedade sobre esse tema.

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Por Jaque Barbosa, no Hypeness

Difícil acreditar, mas ainda nos dias de hoje, há pessoas que acham que vítimas de abuso sexual tiveram algum tipo de culpa por terem sido molestadas. Pra quebrar esse paradigma que torna a vida das vítimas ainda mais difícil, a fotógrafa Grace Brown iniciou em 2011 o Projeto Unbreakable, no qual sobreviventes de abusos sexuais são fotografadas segurando uma frase do violentador.

Até hoje, ela já fotografou mais de 400 pessoas, e diz ter recebido milhares de emails de vítimas que decidiram se expor com coragem, como forma de enfrentar o passado de frente e alertar para esse problema lamentável que ainda é muito recorrente na nossa sociedade atual. O projeto é forte e impactante, mas tem um papel importante para aumentar o diálogo na sociedade sobre esse tema. Veja algumas fotos do projeto:

“Pare de fingir que você é um ser humano.”

“Pare de fingir que você é um ser humano.”

“Isso fica entre nós” – meu avô, quando eu tinha 6 anos, depois 16, quando as memórias voltaram.

“Isso fica entre nós” – meu avô, quando eu tinha 6 anos, depois 16, quando as memórias voltaram.

“O que temos é tão especial, que as outras pessoas não vão entender.”

“O que temos é tão especial, que as outras pessoas não vão entender.”

“Você é uma menina má, não eu. Se lembre que você começou tudo isso.”

“Você é uma menina má, não eu. Se lembre que você começou tudo isso.”

“Você gosta disso?”

“Você gosta disso?”

“Não se preocupe, meninos geralmente gostam disso.”

“Não se preocupe, meninos geralmente gostam disso.”

“Você é bonita demais pra ser lésbica.”

“Você é bonita demais pra ser lésbica.”

“Ande logo e arrume essa bagunça” – ele se referindo ao sangue e sêmen no chão.

“Ande logo e arrume essa bagunça” – ele se referindo ao sangue e sêmen no chão.

“Me dê um beijo de boa noite.”

“Me dê um beijo de boa noite.”

“Ninguém vai acreditar em você. Sou seu marido – é a sua palavra contra a minha”

“Ninguém vai acreditar em você. Sou seu marido – é a sua palavra contra a minha”

“Seus pais foram jantar, mas não se preocupe – eu vou cuidar de você.”

“Seus pais foram jantar, mas não se preocupe – eu vou cuidar de você.”

Veja mais fotos do projeto aqui.

Se você também sofreu algum tipo de abuso sexual e quer participar do projeto, basta entrar em contato pelo email:  projectunbreakablesubmissions @gmail.com.

 

‘Mulheres casadas aproveitam o sono do marido e tiram a roupa na internet’, diz pastor

Conhecido como Pastor “Poroca”, o reverendo afirmou que se a mulher que pratica tal ato de traição, se não se arrepender vai para o inferno

Publicado originalmente no Diário do Sertão

O pastor Luiz Lourenço, da cidade de Marizopólis, no Sertão do Estado, mais conhecido como o Pastor “Poroca”, disse que a cada dia aumenta os índices de traição pela internet. Segundo ele, muitas mulheres casadas aproveitam a hora que o marido vai dormir após chegar cansado do trabalho, e passam a traí-lo pela internet.

O reverendo ainda afirmou: “As mulheres aproveitam o sono do marido, e rapidamente elas tiram a roupa e vão paquerar com outro homem pela internet, enviando fotos através do celular.”

Para finalizar, Poroca disse que a mulher que pratica tal ato de traição, se não se arrepender vai para o inferno.