Já é o bastante Deus reconhecer o seu valor

É sempre legal antecipar aqui no blog gente que vai bombar nas redes em diferentes estilos.

William Gomez, Saulo Filguer e Rafael Souza moram em Serra (ES) e há pouco tempo um amigo postou um dos vídeos deles cantando. Sucesso imediato.

Pop gospel de Anderson Freire, “Raridade” dá ao trio a possibilidade de passear dos graves aos agudos limpíssimos. No vídeo abaixo, Saulo agradece o carinho dos fãs e canta 1 trecho de “Vem, filho amado”, do Diante do Trono.

Leia Mais

Ensaio da vida selvagem africana produzida nos jardins zoológicos

publicado no Mistura Urbana

Ao primeiro olhar nessas belas fotografias do mundo selvagem, parecem terem sido feitas no habitat natural desses animais, mas não! As imagens da fotógrafa alemã Manuela Kulpa foram clicadas de dentro do jardim zoológico.

As fotos foram registradas em zoológicos da Alemanha, Bélgica, República Theca e Holanda, e traduzem os trabalhos de sete anos dela juntamente com seu marido, o também fotógrafo Stefan.

Ela revelou os desafios enfrentados durante a captura de animais do jardim zoológico, como indivíduos que não cooperam, cercas e grades ficando no caminho, má iluminação e pontos de vista limitados. Ela também acrescentou que a edição das imagens às vezes pode demorar até semanas ou mesmo meses.

Kulpa leva esses obstáculos no tranco, dizendo que ela aprendeu a ser paciente e que a maioria de suas melhores fotografias foram o resultado de momentos espontâneos. Lindo :)

African souls: V

African souls: XVII

African souls: II

African souls: IV

African souls: III

African souls: XVI

African souls: VI

Leia Mais

Satanás é grande benfeitor da música, diz estudo

1411920431Vanda Marques, no site Luso Informação [via Whiplash]

Se o Diabo ouvisse música – lamentamos, mas não conseguimos averiguar a veracidade desta informação até ao fecho da edição – de certeza que teria na playlist Black Sabbath, Rolling Stones, Robert Johnson, Wagner ou Jimmi Hendrix. Até o tema dos Simpsons poderíamos encontrar. Tudo por causa do trítono, um intervalo musical que atravessa três tons. Satanás criou o seu acorde musical, entre várias coisas más no mundo.

O trítono foi batizado pela Igreja Católica, na Idade Média, como música do Diabo que incita a sentimentos sexuais. “Era o som usado para chamar a besta. Há qualquer coisa sexual no trítono. Na Idade Média quando as pessoas, ignorantes e assustadas, ouviam algo assim e sentiam o corpo a reagir pensavam: “Uh oh, vem aí o Diabo”, explicou o produtor de rock, Bob Ezrin à BBC.

Mas não é só a música que é obra do Diabo. Os filmes de terror são uma imagem de marca e a moda também pode roçar obra de Belzebu. A literatura, claro, não podia ficar de fora. O Vaticano inventou até uma coisa para simplificar: o Index. A lista de coisas culturais a evitar se não querem ter uma indigestão espiritual foi abolida em 1966. Hoje já não faz mal.

O rock”n”roll, o jazz, os blues são músicas demoníacas. Robert Johnson, lenda dos blues, revelou até que fez um contrato com o Diabo e por isso é que tocava tão bem. Isso já sabemos. Mas desde a Idade Média que a Igreja avalia criteriosamente o tipo de música que ouvimos. É que o Diabo não descansa e adora os prazeres da carne, logo, a música que nos põe a dançar.

O trítono, o tal intervalo musical que atravessa três tons que podemos ouvir em exemplos como a quinta diminuta ou quarta aumentada, é fruto do Demónio e a Igreja proibiu todos esses sons. Agora, já não se fala tanto nisso, e são muitas as bandas que abraçam essa herança. Os Black Sabbath são os advogados do trítono e há mais nomes como Beethoven, Wagner, Jimi Hendrix, o musical “West Side Story” e até o tema dos “Simpsons”.

Das primeiras vezes que se viu uma minissaia no cinema foi nos anos 50 no filme: “Devil Girl from Mars” (Rapariga do diabo de Marte). A quantidade de perna mostrada era um escândalo. Nos anos 60, a coisa mudou. Londres era a capital da minissaia, uma invenção atribuída a Mary Quant que resolveu subir a bainha das saias acima dos joelhos. Entretanto, evoluímos, há mais liberdade de costumes, mas os preconceitos permanecem. A minissaia continua a ser acusada de pacto com o Diabo. Em janeiro deste ano, na cidade de Toronto, uma polícia aconselhou as mulheres a não se vestirem de forma provocante, com minissaias, se querem evitar ser violadas.

A literatura seria bem mais chata sem nomes como Balzac, Victor Hugo, J. S. Mill, Stendhal, Emile Zola, Gustave Flaubert ou Alexandre Dumas. Estes autores estiveram todos na lista dos proibidos. Mas há mais. As obras de não ficção de Jean-Paul Sartre, René Descartes, Galileo Galilei, David Hume, Jean-Jacques Rousseau, Immanuel Kant também lá estavam. Dá vontade de perguntar: o que é que se podia ler afinal? Restava alguma coisa?

A iniciativa foi criada em 1559 e tinha o nome de Index Librorum Prohibitorum (Índice dos livros proibidos). O objetivo inicial era lutar contra o crescimento do protestantismo, mas depois deixaram-se levar pelo entusiasmo e censuraram poetas e romancistas.

dica do Rogério Moreira

Leia Mais

Ilustrações inteligentes dividem o mundo em dois tipos de pessoas

publicado no Hypeness

Você prefere Coca ou Pepsi? É do tipo que come a pizza inteira ou deixa a bordinha? Morde o chocolate inteiro ou quebra o tablete? Ketchup ou Mostarda? O aplicativo Zomato, que funciona como um sistema de buscas de restaurantes e lanchonetes na região em que você está, criou uma divertida campanha que divide o mundo em dois tipos de pessoas.

As rivalidades existem em todo o mundo e não são restritas à gastronomia. Afinal, qual usuário de iPhone nunca entrou em uma acalorada discussão com um usuário Android para tentar provar que seu celular é melhor? Além de ser divertida, a brincadeira ganhou um simpático design minimalista, que dispensa legendas.

E então, qual tipo de pessoa é você?

dois-tipos13 dois-tipos12 dois-tipos11 dois-tipos10 dois-tipos9 dois-tipos8 dois-tipos7 dois-tipos6 dois-tipos5 dois-tipos4 dois-tipos3 dois-tipos2 dois-tipos1

Leia Mais

Menina autista de apenas 5 anos cria pinturas impressionantes

z12211

Publicado no Catraca Livre

A jovem inglesa Iris Grace, de apenas 5 anos da idade, nasceu com autismo – um distúrbio neurológico genético que pode prejudicar a capacidade das pessoas de interagirem socialmente. Mas, a pequena garota mostra que a doença possibilitou que ela desenvolvesse outras habilidades, como a pintura de belos quadros.

Mesmo sem ter aprendido a falar até os 5 anos, os pais da criança descobriram seu incrível talento para as artes e procuraram incentivá-la a desenvolver cada vez mais essas habilidades.

Iris cria incríveis obras de arte, que são comparadas até mesmo ao trabalho de Claude Monet, um dos maiores artistas do Impressionismo. A jovem já tem inúmeros compradores e fãs, inclusive em sua página no Facebook, com quase 40 000 “curtidas”.

5-year-old-painter-autism-iris-grace-10

5-year-old-painter-autism-iris-grace-3

5-year-old-painter-autism-iris-grace-8

5-year-old-painter-autism-iris-grace-14

Leia Mais