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Essa animação vai te deixar com vergonha de pertencer à raça humana

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Jaque Barbosa, no Hypeness

Todos os seres existentes no planeta possuem características específicas que permitem que eles sobrevivam em meio às diversidades. Nós humanos não somos velozes, nem muito grandes ou fortes, nem expelimos um veneno mortal quando estamos nervosos – mas, em contrapartida temos um cérebro mais desenvolvido do que os outros animais. Por esse motivo, muitas vezes fazemos um julgamento equivocado, nos considerando superiores aos outros seres vivos. Concedemos a nós mesmos o direito de explorar, de matar, de dominar e achamos isso normal – afinal, somos nós que ditamos as regras e a situação é confortável (já viu político reclamar do aumento de salário votado por eles mesmos?).

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E nessas, o ser humano conseguiu trazer muitas evoluções, mas também trouxe mais destruição do que qualquer outro ser que já habitou a Terra. O modelo capitalista não funciona sem progresso, e progresso significa fazer tudo em nome de mais dinheiro. Inclusive abusar do planeta e acabar com recursos que jamais voltarão. Talvez seja um pensamento um pouco pessimista demais, mas a impressão que temos é que os humanos não vão parar. Ainda sim, cabe a nós que não compactuamos com esse sistema de destruição, continuar na luta da forma que conseguirmos.

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Por isso, hoje trouxemos um vídeo chamado “Man” [que inclusive, muita gente já viu - só o vídeo original no youtube já acumula mais de 3.369,385 views], que é uma animação feita pelo ilustrador londrino Steve Cutts, e que retrata bem a relação da humanidade com os outros habitantes do planeta e com o meio ambiente. O curta de menos de 4 minutos vai mostrando com genialidade várias atrocidades cometidas por nós, humanos, e que passam despercebidas por já fazerem parte do sistema – daí o título provocativo desse artigo, que pode te deixar com vontade de pertencer a uma outra espécie por alguns instantes. Assista:

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Guitarrista do Queen diz que programa The Voice é um insulto à música

Em seu site, May disse acreditar que o reality show não merece qualquer legitimidade e que é “o programa mais deprimente da TV”.

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Publicado originalmente no Rock Nordeste

Parece que o lendário guitarrista do Queen, Brian May, quer mesmo comprar briga com o pessoal da BBC e toda uma legião de fãs do programa The Voice, que aqui no Brasil é conhecido por The Voice Brasil. Em seu site na  internet, May disse acreditar que o reality show não merece qualquer legitimidade e que é “o programa mais deprimente da TV”. A postagem já tem quase um mês que foi feita, mas só agora parece que fez o efeito desejado pela grande mídia britânica.

Outros adjetivos foram dados ao  musical, como “estúpido” e “depressivo”. Ele defendeu ainda que o programa acabe o mais rápido possível, naturalmente, quando as pessoas irão perder o gosto por isso.

“Quando alguém canta ou toca, de verdade, não precisa ficar se esgoelando para tentar persuadir alguém a notá-lo. Basta ter alguma mensagem, emoções sublimes, algo belo que possa ser compartilhado pelo músico com um público, que dá a atenção àquilo que ele acredita merecer”, disse o músico que emendou ainda afirmando que “ é totalmente estúpida a ideia de que alguém possa julgar um cantor virado de costas para ele e perder todo esse contato”.

O The Voice foi lançado originalmente na Holanda e atualmente tem edições em diversos países, inclusive no Brasil. Na atração, os jurados selecionam os candidatos de costas e apenas se viram para os competidores caso aprovem sua performance. Na versão da BBC, o programa é comandado Jessie J  e Will.iam e Tom Jones.

E aê, o que vocês acharam da opinião do virtuoso guitarrista, Phd em astrofísica e reitor da Universidade John Moores de Liverpool? Vocês concordam ou não?

Segue a íntegra da declaração do guitarrista do Queen.

“Desculpe, eu odeio ser negativo – mas eu tenho que dizer isso.

Na minha opinião, o ‘The Voice’ é absolutamente o programa mais irritante, estúpido e depressivo na televisão. É também um insulto à música e aos músicos.

Toda vez que eu vejo jovens cantores arrebentando suas entranhas para tentar conquistar a atenção de alguém, que está grosseiramente sentado de costas para o cantor… eu me sinto enojado.

O programa rebaixa o ato de cantar a um nível de um obstáculo estúpido. Isso não é definitivamente o sentido da música.

Quando alguém canta ou toca, de verdade, não precisa ficar se esgoelando para tentar persuadir alguém a notá-lo. Basta ter alguma mensagem, emoções sublimes, algo belo que possa ser compartilhado pelo músico com um público, que dá a atenção àquilo que ele acredita merecer. A apresentação é tudo que um músico pode oferecer… sua voz, seu som, sua linguagem corporal, sua expressão facial, um contato visual íntimo. É totalmente estúpida a ideia de que alguém possa julgar um cantor virado de costas para ele e perder todo esse contato. Para mim, isso não faz o menor sentido. É totalmente venenoso para o crescimento de jovens músicos.

Eu odeio ver o ótimo  Tom Jones preso nesse cenário, que parece depravar todos a perderem sua dignidade.

Eu espero que esse programa tenha uma morte natural em breve.”

Muçulmana vira guitarrista de banda de heavy metal em São Paulo

Neta de alemães católicos, Gisele Marie se converteu ao Islã em 2009.
Coberta pelo niqab, ela ensaia 6 horas por dia para lançar CD.

Gisele Marie em sua casa, ensaiando em sua guitarra customizada (Foto: Giovana Sanchez/G1)

Gisele Marie em sua casa, ensaiando em sua guitarra customizada (Foto: Giovana Sanchez/G1)

Giovana Sanchez, no G1

“Isso é muito confortável, nunca mais na vida vou usar calça!”, diz Gisele Marie Rocha ao mostrar com os braços abertos a largura de seu niqab, “vestido” muçulmano que deixa apenas os olhos aparecendo. “Eu coloco a bolsa aqui dentro e o ladrão nem vê”, brinca a paulistana de 42 anos, enquanto ajeita as partes do véu. Gisele diz que se encontrou no Islã, religião para a qual se converteu em 2009. Mas, muito antes disso, outra paixão a arrebatou: o heavy metal.

“Minha família inteira toca, nasci cercada de instrumentos. Comecei a estudar música no conservatório, com o piano clássico, e toco também bateria. O heavy metal surgiu quando meus irmãos e primos começaram a ouvir”, conta Gisele.

No ano passado, ela foi convidada por amigos para ser guitarrista de uma banda de rock pesado – uma nova composição da antiga Spectrus, formada por seus irmãos na década de 1980 e que terminou em 2001. “Quando me convidaram eu disse: ‘tudo bem, mas minha condição para qualquer coisa na vida é ser muçulmana. E uma munaqaba [mulher que veste o niqab]. Vou tocar assim’. E eles gostaram da ideia. [...] A banda é um caldo de religiões: tem umbandista, espírita, católico e muçulmana.”

Nova formação da Spectrus (da esquerda): Danilo Paulus (vocal), Yago Magalhães (bateria), Gisele Marie (guitarra) e Edu Melo (baixo) (Foto: Divulgação)

Nova formação da Spectrus (da esquerda): Danilo
Paulus (vocal), Yago Magalhães (bateria), Gisele
Marie (guitarra) e Edu Melo (baixo) (Foto: Divulgação)

Agora Gisele levou a atividade para o lado profissional – antes ela chegou a trabalhar como musicista, em estúdio, e com promoção de eventos e marketing, mas ainda não era muçulmana. Após a conversão, ela foi estagiária de psicologia. “Foi sempre super tranquilo, nunca tive muito problemas com isto, mas depois, quando eu entrei para a banda, estava procurando emprego e não encontrei. Preconceito religioso no mercado de trabalho é algo que toda mulher muçulmana enfrenta no Brasil, mesmo as que usam apenas o véu de cabeça, o hijab.”

Atualmente ela ensaia seis horas por dia para a gravação do CD, com previsão de lançamento para setembro. “Tem irmãs [muçulmanas] que vão aos ensaios, inclusive um sheik egípcio me pediu para avisar quando tiver show”, conta ela sobre a reação da comunidade muçulmana à sua nova profissão.

“Em todo ajuntamento humano sempre existem os extremistas, pessoas fanáticas. No Islã há os wahabistas e salafistas e eles me detestam. [...] Para eles, até sorrir é pecado. Não há um consenso sobre a música dentro do Islã, e quando não há consenso, você segue o que tem a ver com você. Existem aqueles que dizem que música é pecado e existem aqueles que dizem que pecado é dizer que música é pecado. Eu sigo a orientação de que música é uma coisa natural, faz parte da minha vida e não é pecado.”

Gisele Marie com sua identidade islâmica, expedida por uma mesquita em São Paulo (Foto: Giovana Sanchez/G1)

Gisele Marie com sua identidade islâmica,
expedida por uma mesquita em
São Paulo (Foto: Giovana Sanchez/G1)

Da bruxaria para o Islã
“A primeira vez que minha mãe me olhou vestida assim ela disse: ‘você está muito bonita!’”. Gisele conta que a família, de advogados descendentes de alemães católicos, apoiou sua conversão. “Na verdade minha mãe não gostava da minha religião anterior. Eu era uma bruxa.”

Gisele foi da religião Wicca por seis anos. “Na verdade, o que me move [na busca religiosa] é a paixão pela vida e a necessidade de ser eu mesma”. Após perder o pai, de quem era muito próxima, em 2009, ela encontrou um site que ensinava árabe. “Em dois meses eu comecei a ler em árabe. Aí achei um site que disponibilizava o Alcorão na íntegra. Comecei a ler e o resultado está aqui. Mudou a minha vida, nunca tinha lido nada tão simples e profundo.”

Dois meses depois de se converter, ela começou a usar o niqab. “Foi uma decisão muito consciente, muito pensada. Comecei porque estava ajudando uma amiga que tinha acabado de voltar do Egito e queria usar o niqab, mas estava tímida. Como eu estudei psicologia, me propus a ajudá-la a vencer o medo. Começamos a fazer pequenos passeios pelas redondezas [ela mora no bairro de Santana] e eu comecei a me sentir muito bem.”

Gisele explica que, para ela, o niqab representa uma lembrança constante de Alá (Deus muçulmano). “É uma marca muito específica de que eu sou uma mulher religiosa. E me fez ser um pouco mais reflexiva, exigiu de mim uma maior compreensão ao meu redor. É um exercício de diálogo com o mundo.”

A primeira coisa que fez quando decidiu usar o niqab foi contar para as quatro filhas que tem. “Elas sempre são as primeiras a saber da minha vida”. Gisele é solteira pela lei brasileira, mas foi casada, pela lei islâmica, com um libanês que tinha, além dela, outra mulher.

Gisele conta que aprendeu a se expressar apenas com os seus grandes olhos verdes. Ela diz que já sofreu preconceito (uma vez um homem puxou seu véu e ela chamou a polícia), mas que há uma curiosidade muito grande e positiva em relação à religião. “Não consigo ficar na rua sem falar com alguém. É muito raro eu sair de casa e nenhuma pessoa me parar para falar ou tirar foto. Eu passei da linha do preconceito e virei atração turística.”

Segundo ela, a primeira vez que a banda foi ensaiar num estúdio, pessoas começaram a entrar na sala e tirar fotos. “Fiquei muito assustada com aquilo”. Mas Gisele diz que tocar de niqab é normal. “Estou tão acostumada a usar que acho que hoje faço até alpinismo usando o niqab e não vou nem reparar. A grande diferença está no olhar da outra pessoa.”

Polka: uma guitarra especial
Gisele tem ao todo quatro guitarras, compradas ao longo da vida. Mas uma delas é preferida. Preta de bolinhas rosa, a flying V chamada Polka foi confeccionada exclusivamente para ela. “Foi inspirada na guitarra do meu guitarrista preferido, Randy Rhoads [que já tocou com Ozzy Osbourne e Quiet Riot]. Ele tinha uma preta com bolinhas brancas”.

Polka tem o corpo e o braço feitos em mogno, a escala de jacarandá e marcações da escala em “gravatinhas borboleta fofas de madrepérola”. É com ela que Gisele vai subir ao palco para tocar com a Spectrus. “Não vejo a hora de ver as pessoas enlouquecerem com a nossa música.”

dica da Anamaria Modesto Vieira

As incríveis paisagens futuristas de Dubai

Burj Khalifa, o mais alto edifício do mundo, com 830 metros de altura, é visto aqui do 79° andar da Index Tower

Burj Khalifa, o mais alto edifício do mundo, com 830 metros de altura, é visto aqui do 79° andar da Index Tower

Publicado originalmente no Hype Science

Dubai, um dos sete Emirados Árabes Unidos e sua cidade mais populosa, tem alguns dos mais belos e fantásticos edifícios, tornando-a extremamente moderna e futurista, com arranha-céus gigantescos e largas avenidas.

Confira estas fotos do fotógrafo Daniel Cheong, que passou os últimos seis meses registrando o horizonte da cidade futurística: [CNN, Daniel Cheong no 500px e Facebook,Daniel Cheong Photography (Facebook)]

Vista do norte, a partir do 101° andar do Burj Khalifa, da Index Tower, no centro, e outros arranha-céus, sobre as nuvens

Vista do norte, a partir do 101° andar do Burj Khalifa, da Index Tower, no centro, e outros arranha-céus, sobre as nuvens

A linha do horizonte ao longo da costa do Golfo Pérsico é vista do 85° andar da Princess Tower

A linha do horizonte ao longo da costa do Golfo Pérsico é vista do 85° andar da Princess Tower

Visto ao norte, a partir do 79° andar da Index Tower, o topo do Park Towers, no centro e abaixo, junto com os edifícios ao longo da Rodovia Sheikh Zayed

Visto ao norte, a partir do 79° andar da Index Tower, o topo do Park Towers, no centro e abaixo, junto com os edifícios ao longo da Rodovia Sheikh Zayed

As janelas do Burj Khalifa refletem um raio de sol, com os arranha-céus de Dubai se elevando sobre as nuvens, nesta foto feita a partir do 79° andar da Index Tower

As janelas do Burj Khalifa refletem um raio de sol, com os arranha-céus de Dubai se elevando sobre as nuvens, nesta foto feita a partir do 79° andar da Index Tower

O poeta está vivo: Janires faria hoje 60 anos


Marcelo Gualberto fala sobre Janires em programa exibido em 2008 pela Rede Super de Televisão em homenagem ao compositor.

Janires Magalhães Manso, ou simplesmente Janires (Vitória, 22 de maio de 1953 — Três Rios, 11 de janeiro de 1988) foi um cantor, compositor, produtor musical, arranjador e multi-instrumentista que iniciou sua carreira no fim da década de 1970, sendo mais conhecido como o principal responsável pela modernização da música cristã ocorrida na década de 80.

De família pobre e filho de mãe solteira, passou parte de sua juventude usando drogas. Após ser preso e permanecer durante um tempo em uma casa de recuperação se tornou cristão.

Foi o fundador e um dos vocalistas do Rebanhão, a primeira banda de rock cristão do Brasil a alcançar notoriedade nacional.

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dica do Rogério Moreira