Guitarrista do AC/DC está internado em casa de repouso com demência

Malcolm Young (foto: Divulgação)
Malcolm Young (foto: Divulgação)

Publicado por EFE [via UOL]

Malcolm Young, guitarrista, letrista e cofundador da lendária banda AC/DC, e que havia anunciado sua saída do grupo nesta semana, foi internado em uma casa de repouso em Sydney, na Austrália, com demência, informou nesta sexta-feira (26) a imprensa local.

“Se você está em um quarto com Malcolm, sai um momento e retorna minutos depois, ele já não te reconhece. Perdeu completamente a memória imediata. Sua mulher, Linda, o pôs sob cuidado em período integral”, disse uma fonte próxima à família do músico ao jornal “Sydney Morning Herald”.

No último mês de abril foi anunciado que o músico de 61 anos sofria uma doença séria, mas sua natureza se manteve em segredo, e por isso não participaria da gravação do álbum “Rock or Bust”, que será lançado em novembro deste ano.

Seu sobrinho Steve, que o substituiu nessa gravação, ocupará o lugar de Malcolm Young na turnê mundial que o AC/DC realizará em 2015 e na qual estarão os outros membros do grupo: Angus Young, Brian Johnson, Phil Rudd e Cliff Williams.

Próxima turnê pode ser a última

Em abril, o vocalista do AC/DC, Brian Johnson, falou pela primeira vez sobre os rumores ao jornal “The Telegraph”. Sem citar nomes, ele confirmou que um integrante estava com uma “doença debilitante”, mas voltou a confirmar que a banda iria se reunir para compor um novo álbum.

“Nós definitivamente vamos nos reunir em maio em Vancouver”, disse Brian na época. “Vamos pegar nas guitarras, dedilhar, e ver se alguém tem alguma música ou ideias. Se acontecer alguma coisa , vamos gravar”.

“Eu não gostaria de dizer qualquer coisa sobre o futuro. Eu não estou descartando nada. Um dos meninos tem uma doença debilitante, mas eu não quero falar muito sobre isso. Ele é muito orgulhoso e privado, um cara maravilhoso. Nós somos amigos por 35 anos.”

Mesmo descartando o fim, Brian sinalizou que a próxima turnê, marcada para este ano em comemoração aos 40 anos da banda, pode ser realmente a última da carreira. “Isso seria uma ótima maneira de dizer adeus”, disse Johnson. “Nós gostaríamos de fazê-lo. Mas está tudo no ar no momento”.

 

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Cid Moreira: ‘Você começa a ler a Bíblia e as coisas vão acontecendo’

“Estou na minha fase derradeira e gloriosa”, diz Cid Moreira

(foto: Alexandre Campbell - 21.ago.1998/Folhapress)
(foto: Alexandre Campbell – 21.ago.1998/Folhapress)

Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo

Cid Moreira, que apresentou o “Jornal Nacional” durante 27 anos, entre 1969 e 1996, diz que segue em sua “fase bíblica”. Ele falou com a Folha na noite de entrega do Prêmio Comunique-se, na terça-feira.

*

Folha – O que o senhor tem feito ultimamente? Tem trabalhado em projeto pessoal?
Cid Moreira - Olha, a minha vida é de fases. Tive fase do rádio, fase de cinema, fase de TV, e agora estou na fase bíblica. Estou divulgando a Bíblia. Tenho conseguido resultados maravilhosos. Por exemplo, a Bíblia que eu gravei, com trilha de cinema, efeitos, personagens, vamos dizer assim, o cego vê as imagens. A intenção é que as pessoas vejam. Essa Bíblia foi incluída num aplicativo que tem acesso de mais de cem milhões de pessoas no mundo.

Em várias línguas?
Não. Em português é a minha gravação. E é gratuito [o aplicativo], claro.

O senhor é muito religioso?
Não era, mas agora eu sou.

O que mudou?
Milagre da Bíblia. Você começa a ler a Bíblia, trabalhar com a Bíblia, e as coisas vão acontecendo.

Quando começou a ler?
No início da década de 1990, quando gravei salmos. A Globo me ajudou muito. Gravei vários clipes, trechos da Bíblia, enfim Começou a fase que vai ser a minha fase derradeira e gloriosa. Estou completando no final do mês 70 anos de carreira.

O que mais gostou de fazer?
O que estou fazendo agora.

O senhor acha que mudou muita coisa na televisão?
Sim, melhorou muito. Não só a imagem, que é digital, mas mesmo os apresentadores estão mais soltos, mais informais. Está ótimo. Nota dez.

Era mais difícil na sua época?
Era, claro. Era mais formal.

O senhor sente vontade de voltar a fazer televisão?
Minha filha, com 87 anos, pelo amor de Deus!

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Seu macaco tem vida de luxo e seu filho é atendido na UPA, diz ex de Latino

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publicado no Na Telinha

De acordo com informações do jornal Diário de S. Paulo desta sexta-feira (26), uma ex-namorada do cantor Latino, que não quis ser identificada, entrou na Justiça contra o artista para que ele pague a pensão alimentícia do filho Matheus, de 2 anos.

Latino teve um filho com a moça e a paternidade foi confirmada através de uma exame de DNA: “Ele não cumpre a ordem judicial que foi dada desde o início do ano. Já dei entrada no pedido de execução sob pena de prisão e estou aguardando o mandado”, disse a mãe do garoto ao jornal.

Ainda de acordo com a publicação, Latino só viu o filho uma vez, quando ele tinha 4 meses. A ex-namorada revelou que a decisão de entrar na Justiça pedindo o pagamento se deu por conta de uma cirurgia que o menino deve fazer: “Estou trabalhando numa campanha política e isso poderia me atrapalhar. Mas resolvi falar porque meu filho precisa fazer uma pequena cirurgia e não tenho dinheiro para bancar”.

Por meio de sua assessoria, Latino disse que reconhece a paternidade e fala que a pensão é paga mensalmente, com o mesmo valor dado aos outros filhos.

A mãe de Matheus rebate as afirmações do cantor: “Enquanto seu macaco tem toda uma vida de luxo, come papinha, usa fralda e tem a sua disposição um guarda-roupa de luxo, seu filho é atendido na UPA”.

UPA são os serviços de pronto-atendimento, oferecidos pelo governo federal em várias cidades brasileiras.

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Jô Soares voltou. Veja 7 piadas dele sobre a “própria morte”

De volta ao ‘Programa do Jô”, apresentador brincou com as mentiras inventadas a seu respeito durante internação

foto: Francisco Cepeda / AgNews
foto: Francisco Cepeda / AgNews

Luisa Migueres, no Terra

Se ainda havia alguma dúvida sobre a recuperação do apresentador Jô Soares, que passou cerca de um mês internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, nesta segunda-feira (8) ela foi esclarecida. De volta à Rede Globo para gravar seu primeiro Programa do Jô desde que recebeu alta, o humorista aproveitou a gravação para agradecer o carinho que recebeu dos fãs e fazer piada com os boatos sobre a sua morte.

No palco, Jô foi ovacionado pela plateia e aplaudido de pé assim que entrou no estúdio. Visivelmente mais magro – Jô perdeu 9kg durante a internação – ele foi recebido com carinho por seus entrevistados, o ator Chay Suede, o historiador Marco Antônio Villa e o ufólogo Chico Penteado, além do seu sexteto de músicos. Antes de soltar seu famoso “beijo do gordo” ao fim da gravação, o apresentador fez questão de encaixar piadas sob medida sobre os rumores que envolveram sua pneumonia:

1. “Vale a pena morrer só pra ver isso”
Emocionado com as demonstrações de carinho que recebeu enquanto estava internado. “Eu recebi um banho de carinho. Foram mais de 3 mil mensagens, desejando a minha recuperação”, lembrou o apresentador. Depois de agradecer o sexteto e seus telespectadores, Jô brincou, dizendo que valeria a pena morrer para sentir o quanto é querido.

2. “Minha internação renderia um livro”
Divertindo-se com a quantidade de boatos que surgiram sobre seu diagnóstico, Jô citou uma série de doenças que teriam sido atribuídas a ele, como ” espinhela caída, andaço, dor incausada, quebranto e beribéri”. Tudo menos a verdadeira, pneumonia, que ele fez questão de explicar que é curada com o uso de antibiótico.

3. “Só uma pessoa não se manifestou, a Dona Lúcia, do Felipão e do Parreira”
Como esquecer a cartinha enviada pela Dona Lúcia ao ex-técnico da Seleção Brasileira depois do vexame contra a Alemanha durante a Copa? Jô aproveitou a piada pronta para dizer que sentiu falta de uma mensagem da “brasileira anônima”, que se dizia não muito conhecera de futebol, mas profunda admiradora da integridade e competência de Luiz Felipe Scolari. “Tudo vai passar e ficará bem”, diria a senhora.

4. “Disseram que eu tive uma parada cardíaca depois da morte”

Mais uma das notícias falsas e absurdas serviu de piada para Jô. “Entre todas as doenças que me atribuíram, teve uma que, com certeza, ganhou o prêmio de originalidade: disseram que eu havia sofrido uma parada cardíaca depois de morto. Quer dizer, virei zumbi”, brincou o apresentador, que ainda imitou um morto-vivo.

5. “Só espero que meu obituário seja solto em 20 anos”
Entre as falsas notícias que saíram a seu respeito, Jô ponderou pelo menos alguns obituários traziam belos textos sobre sua carreira. No entanto, ele espera que o público se emocione com sua trajetória só daqui duas décadas.

6. Pelo menos um café
“Um repórter ligou para o Drauzio perguntando se valia a pena mandar equipe para cobrir minha saída do hospital. Ele disse que sim, e que tinha um botequim servia um café ótimo atrás do hospital. Eu já estava em casa”, ainda brincou o apresentador, que na ocasião havia saído pela porta dos fundos do Sírio-Libanês, sem atrair atenção dos carros de emissoras estacionados na porta principal.

7. “Imagina se o Drauzio fosse ginecologista. Eu teria sofrido um aborto”
Muitos veículos divulgaram, erroneamente, que Jô estaria com câncer no pulmão, o que justificaria o envolvimento do Dr. Drauzio Varella no caso, famoso por tratar pacientes que sofrem da doença. O que ninguém sabia era que os dois são amigos de longa data, por isso o humorista aproveitou para fazer a melhor piada da noite. A plateia foi abaixo.

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Ex-patroa de Marina torce por candidata nas eleições presidenciais

Patroa-marina

Publicado em O Globo

Aos 82 anos, Terezinha Lopes vive um situação peculiar. Está convicta de que sua ex-empregada doméstica será a futura presidente do Brasil. Dona Terezinha e seu marido, Dagmar, foram os primeiros patrões da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva. A residência simples e espaçosa em Rio Branco que, em 1976, Marina costumava limpar foi convertida em uma Casa de Marina, comitê eleitoral voluntário da candidata. Só está faltando um detalhe:

— Você trouxe algum material de campanha aí pra eu distribuir? — perguntou dona Terezinha ao GLOBO.

Diante da negativa, reclamou de que desejava fazer mais campanha. O adesivo que ostenta na porta de entrada da casa é de 2010. Dona Terezinha tem tentado acompanhar todas as aparições de Marina na televisão, ainda que, para isso, tenha que ficar acordada até depois de meia-noite, algo totalmente fora de seus hábitos. Também se esforça para lembrar, ao lado do filho Heimar, um técnico agrícola de 63 anos, dos detalhes dos período em que conviveram com Marina.

Assim que veio do Seringal Bagaço para Rio Branco, capital acriana, com o objetivo de se tratar de uma hepatite, Marina se hospedou junto a dois tios. As casas eram simples e estavam sempre lotadas de parentes. Então, Marina tomou a decisão de procurar um outro abrigo.

— A gente precisava de uma empregada doméstica, mas não tinha condição de pagar. Daí a Marina surgiu, e, em troca do trabalho dela, tinha onde morar. Mas o velho (Dagmar) sempre dava uns trocadinhos para ela — conta dona Terezinha.

Com os “trocadinhos” acumulados, Marina comprou um pequeno enxoval com o qual se mudaria, mais tarde, para o Convento das Servas de Maria Reparadora. O emprego de Marina, que durou um ano, segundo a patroa, era totalmente informal, e fere as leis trabalhistas atuais, mas era um arranjo comum à época.

— Eu não puxava demais pro serviço, não, porque a bichinha era fraquinha e podia quebrar. Ela devia ter 16 anos, mas era tão pequena que dava a impressão de que era mais nova.

Embora ainda não tenha visto o plano de governo de Marina, dona Terezinha está convicta de seu voto. Ela não sabia, por exemplo, que havia uma posição diferente de Marina em relação ao casamento gay:

— Eu não estou nem aí, para mim pode homem com homem e mulher com mulher. Eu sou uma antiga com cabeça moderna — disse, rindo.

Confrontada com o fato de que a Bíblia condena uniões entre homossexuais, o que motivaria Marina a ser pessoalmente contra o casamento gay, uma das grandes polêmicas da campanha, dona Terezinha disparou:

— A Bíblia foi o homem que escreveu, não foi Deus. Para mim cada um faz o que quer.

A divergência com a candidata, no entanto, não a abalou. Dona Terezinha acredita que a humildade e a honestidade que viu na adolescente continuam presentes em Marina. Para a ex-patroa, isso sim é uma característica importante para o chefe do Executivo.

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