Jô Soares voltou. Veja 7 piadas dele sobre a “própria morte”

De volta ao ‘Programa do Jô”, apresentador brincou com as mentiras inventadas a seu respeito durante internação

foto: Francisco Cepeda / AgNews
foto: Francisco Cepeda / AgNews

Luisa Migueres, no Terra

Se ainda havia alguma dúvida sobre a recuperação do apresentador Jô Soares, que passou cerca de um mês internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, nesta segunda-feira (8) ela foi esclarecida. De volta à Rede Globo para gravar seu primeiro Programa do Jô desde que recebeu alta, o humorista aproveitou a gravação para agradecer o carinho que recebeu dos fãs e fazer piada com os boatos sobre a sua morte.

No palco, Jô foi ovacionado pela plateia e aplaudido de pé assim que entrou no estúdio. Visivelmente mais magro – Jô perdeu 9kg durante a internação – ele foi recebido com carinho por seus entrevistados, o ator Chay Suede, o historiador Marco Antônio Villa e o ufólogo Chico Penteado, além do seu sexteto de músicos. Antes de soltar seu famoso “beijo do gordo” ao fim da gravação, o apresentador fez questão de encaixar piadas sob medida sobre os rumores que envolveram sua pneumonia:

1. “Vale a pena morrer só pra ver isso”
Emocionado com as demonstrações de carinho que recebeu enquanto estava internado. “Eu recebi um banho de carinho. Foram mais de 3 mil mensagens, desejando a minha recuperação”, lembrou o apresentador. Depois de agradecer o sexteto e seus telespectadores, Jô brincou, dizendo que valeria a pena morrer para sentir o quanto é querido.

2. “Minha internação renderia um livro”
Divertindo-se com a quantidade de boatos que surgiram sobre seu diagnóstico, Jô citou uma série de doenças que teriam sido atribuídas a ele, como ” espinhela caída, andaço, dor incausada, quebranto e beribéri”. Tudo menos a verdadeira, pneumonia, que ele fez questão de explicar que é curada com o uso de antibiótico.

3. “Só uma pessoa não se manifestou, a Dona Lúcia, do Felipão e do Parreira”
Como esquecer a cartinha enviada pela Dona Lúcia ao ex-técnico da Seleção Brasileira depois do vexame contra a Alemanha durante a Copa? Jô aproveitou a piada pronta para dizer que sentiu falta de uma mensagem da “brasileira anônima”, que se dizia não muito conhecera de futebol, mas profunda admiradora da integridade e competência de Luiz Felipe Scolari. “Tudo vai passar e ficará bem”, diria a senhora.

4. “Disseram que eu tive uma parada cardíaca depois da morte”

Mais uma das notícias falsas e absurdas serviu de piada para Jô. “Entre todas as doenças que me atribuíram, teve uma que, com certeza, ganhou o prêmio de originalidade: disseram que eu havia sofrido uma parada cardíaca depois de morto. Quer dizer, virei zumbi”, brincou o apresentador, que ainda imitou um morto-vivo.

5. “Só espero que meu obituário seja solto em 20 anos”
Entre as falsas notícias que saíram a seu respeito, Jô ponderou pelo menos alguns obituários traziam belos textos sobre sua carreira. No entanto, ele espera que o público se emocione com sua trajetória só daqui duas décadas.

6. Pelo menos um café
“Um repórter ligou para o Drauzio perguntando se valia a pena mandar equipe para cobrir minha saída do hospital. Ele disse que sim, e que tinha um botequim servia um café ótimo atrás do hospital. Eu já estava em casa”, ainda brincou o apresentador, que na ocasião havia saído pela porta dos fundos do Sírio-Libanês, sem atrair atenção dos carros de emissoras estacionados na porta principal.

7. “Imagina se o Drauzio fosse ginecologista. Eu teria sofrido um aborto”
Muitos veículos divulgaram, erroneamente, que Jô estaria com câncer no pulmão, o que justificaria o envolvimento do Dr. Drauzio Varella no caso, famoso por tratar pacientes que sofrem da doença. O que ninguém sabia era que os dois são amigos de longa data, por isso o humorista aproveitou para fazer a melhor piada da noite. A plateia foi abaixo.

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Ex-patroa de Marina torce por candidata nas eleições presidenciais

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Publicado em O Globo

Aos 82 anos, Terezinha Lopes vive um situação peculiar. Está convicta de que sua ex-empregada doméstica será a futura presidente do Brasil. Dona Terezinha e seu marido, Dagmar, foram os primeiros patrões da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva. A residência simples e espaçosa em Rio Branco que, em 1976, Marina costumava limpar foi convertida em uma Casa de Marina, comitê eleitoral voluntário da candidata. Só está faltando um detalhe:

— Você trouxe algum material de campanha aí pra eu distribuir? — perguntou dona Terezinha ao GLOBO.

Diante da negativa, reclamou de que desejava fazer mais campanha. O adesivo que ostenta na porta de entrada da casa é de 2010. Dona Terezinha tem tentado acompanhar todas as aparições de Marina na televisão, ainda que, para isso, tenha que ficar acordada até depois de meia-noite, algo totalmente fora de seus hábitos. Também se esforça para lembrar, ao lado do filho Heimar, um técnico agrícola de 63 anos, dos detalhes dos período em que conviveram com Marina.

Assim que veio do Seringal Bagaço para Rio Branco, capital acriana, com o objetivo de se tratar de uma hepatite, Marina se hospedou junto a dois tios. As casas eram simples e estavam sempre lotadas de parentes. Então, Marina tomou a decisão de procurar um outro abrigo.

— A gente precisava de uma empregada doméstica, mas não tinha condição de pagar. Daí a Marina surgiu, e, em troca do trabalho dela, tinha onde morar. Mas o velho (Dagmar) sempre dava uns trocadinhos para ela — conta dona Terezinha.

Com os “trocadinhos” acumulados, Marina comprou um pequeno enxoval com o qual se mudaria, mais tarde, para o Convento das Servas de Maria Reparadora. O emprego de Marina, que durou um ano, segundo a patroa, era totalmente informal, e fere as leis trabalhistas atuais, mas era um arranjo comum à época.

— Eu não puxava demais pro serviço, não, porque a bichinha era fraquinha e podia quebrar. Ela devia ter 16 anos, mas era tão pequena que dava a impressão de que era mais nova.

Embora ainda não tenha visto o plano de governo de Marina, dona Terezinha está convicta de seu voto. Ela não sabia, por exemplo, que havia uma posição diferente de Marina em relação ao casamento gay:

— Eu não estou nem aí, para mim pode homem com homem e mulher com mulher. Eu sou uma antiga com cabeça moderna — disse, rindo.

Confrontada com o fato de que a Bíblia condena uniões entre homossexuais, o que motivaria Marina a ser pessoalmente contra o casamento gay, uma das grandes polêmicas da campanha, dona Terezinha disparou:

— A Bíblia foi o homem que escreveu, não foi Deus. Para mim cada um faz o que quer.

A divergência com a candidata, no entanto, não a abalou. Dona Terezinha acredita que a humildade e a honestidade que viu na adolescente continuam presentes em Marina. Para a ex-patroa, isso sim é uma característica importante para o chefe do Executivo.

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Roger Moreira discute com Astrid Fontenelle: “Mau caráter, hipócrita”

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Publicado no Na telinha

Conhecido pelo seu trabalho à frente do grupo Ultraje a Rigor e por suas participações no “The Noite”, do SBT, o músico Roger Moreira se envolveu em uma nova polêmica.

Roger não gostou de ser retratado no programa “Saia Justa”, comandado por Astrid Fontenelle no GNT, e resolveu tirar satisfação com a apresentadora por meio de sua conta no Twitter. Astrid, juntamente com as outras apresentadoras do programa, Mônica Martelli, Maria Ribeiro e Bárbara Gancia, mencionaram o músico no novo quadro “Orgulho pela Pessoa e Vergonha pela Pessoa”, classificando-o no segundo grupo por ele ter rebatido duramente as críticas que recebeu do jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva durante a 12ª Festa Internacional de Literatura (Flip).

Roger, revoltado, disse para Astrid: “Vale tudo pela audiência. Até seus julgamentos superficiais. Isso você acha decente, né? Linchamento…”. Em tom de resposta, Astrid disse: “Eu não falei isoladamente sobre você. Foi um editorial do programa e todas concordamos”.

Pouco depois, a apresentadora colocou a seguinte postagem: “Abri aleatoriamente meu livrinho de orações. A oração de São Francisco foi uma das primeiras que aprendi. Sei de cor. Em tempos de tanto ódio ela vem na hora certa! Por uma vida com mais amor, por favor!”. Novamente chateado, Roger voltou a ofende-la: “Ah, que bonitinho, rezando! Pena que seus atos te contradigam. Hipócrita! Olha a falsidade: ‘que eu leve a paz, que eu leve o amor, que eu leve o perdão’, é muito cínica!”.
E continuou: “Mau caráter. Depois de incitar o ódio e o linchamento moral no seu programinha de fofocas vem dar de santa! ‘Que eu leve o perdão’… Esquerda caviar hipócrita. Nojo”.

Bárbara Gancia se manifestou e pediu para os dois pararem com a briga. “Odeio ver vocês dois em briga tão séria. Sei o que é ser continuamente agredida, muitas vezes não pesa além do necessário o revide. Torço pela paz”, escreveu.

Roger, para dar fim a história, respondeu: “Basta que ela se retrate da asneira que disse na TV”.

O “Saia Justa” vai ao ar todas as quartas, às 20h, no GNT, que está no canal 41 das principais operadoras de TV paga do país.

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Morre aos 86 anos o empresário Antônio Ermírio de Moraes

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Publicado na Carta Capital

O empresário Antônio Ermírio de Moraes, presidente de honra do Grupo Votorantim, morreu na noite deste domingo 24 na capital paulista, aos 86 anos, por insuficiência cardíaca, segundo a assessoria de imprensa da empresa. O corpo será velado nesta segunda-feira 25, a partir das 9h, no Salão Nobre do Hospital Beneficência Portuguesa. O enterro será às 16h no Cemitério do Morumbi.

Engenheiro metalúrgico formado pela Colorado School of Mines, nos Estados Unidos, Antônio Ermírio iniciou a carreira no Grupo Votorantim em 1949, sendo o responsável pela instalação da Companhia Brasileira de Alumínio, inaugurada em 1955. O grupo está presente em mais de 20 países, nos segmentos de metais, cimento, papel, química, eletricidade e sucos.

Em 1986, foi candidato ao governo do estado de São Paulo pela União Liberal Trabalhista Social (PTB, PL e PSC), mas perdeu para Orestes Quércia (PMDB). Escreveu e produziu três peças teatrais, com foco nos problemas brasileiros, sendo membro da Academia Paulista de Letras.

Em nota, a Votorantim lamentou a morte do empresário. “Com o falecimento do Dr. Antônio Ermírio de Moraes, o Grupo Votorantim perde um grande líder, que serviu de exemplo e inspiração para seus valores, como ética, respeito e empreendedorismo, e que defendia o papel social da iniciativa privada para a construção de um país melhor e mais justo, com saúde e educação de qualidade para todos. Dr. Antônio deixa a esposa, Dona Maria Regina Costa de Moraes, com quem teve nove filhos”.

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Lembra deles? Simony e Fofão voltam aos palcos após 30 anos

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Na noite dessa quarta-feira (20), Simony reuniu famosos na gravação do DVD em comemoração aos seus 30 anos de carreira “Caixinha de Música” , no Teatro Anhembi Morumbi, em São Paulo. A cantora ainda reviveu a parceria com o personagem que participava da “Turma do Balão Mágico” na década de 1980. Aois 8 anos, a artista já se apresentava ao lado do boneco.

Outro parceiro da mesma época, Jair Oliveira, o Jairzinho, também relembrou a dupla com Simony durante o show. Além dele, o cantor Belo fez questão de marcar presença.

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