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Prepare-se: o bolo de pizza está chegando

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Publicado no Gizmodo

A foto acima mostra um sinal claro do fim da nossa civilização e os seres humanos aparentemente foram substituídos por um grupo de indivíduos imprudentes sem qualquer senso do que é bom e do que é a completa insanidade.

O Boston Pizza está perguntando aos seus clientes o que eles querem ver no cardápio de verão. Eles deram algumas opções para serem votadas: obviamente, o bolo de pizza está vencendo de longe, mas só estará disponível para o Canadá. No entanto, não é preciso ser um gênio para prever que milhões de outras pizzarias passarão a copiar a ideia. É o alimento perfeito para que todos engordem e fiquem loucos ao mesmo tempo.

Menina de 12 anos idade dá à luz bebê cujo pai é um menino de 13 anos

publicado no Gadoo

Uma menina de 12 anos e 3 meses e seu namorado, de 13 anos de idade, se tornaram os pais mais jovens da Grã-Bretanha. A mãe tinha apenas 10 anos quando conheceu o pai, e ainda estava na escola primária quando ficou grávida.

O jovem casal, do norte de Londres, comemorou o nascimento de sua filha bebê no fim de semana, e prometeu ficar juntos como uma família. A menina é 5 meses mais nova que a anterior mãe mais jovem do Reino Unido.

Segundo o jornal The Sun, o casal estava junto há mais de 1 ano. A família dos dois está dando apoio ao casal.

Menina de 12 anos e menino de 13 se tornam pais mais jovens da Grã-Bretanha

Menina de 12 anos e menino de 13 se tornam pais mais jovens da Grã-Bretanha

Homens ‘se transformam nos próprios pais’ aos 38 anos, diz estudo

Pesquisa foi realizada por canal de televisão britânico, mas os resultados parecem universais

Pesquisa foi realizada por canal de televisão britânico, mas os resultados parecem universais (Thinkstock)

Publicado na Veja

Dormir no sofá, acreditar que qualquer música moderna é igual e ser o único a rir das próprias piadas são sintomas de que um homem virou o pai. E esse momento, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira, acontece aos 38 anos de idade.

A pesquisa foi encomendada pelo canal de televisão britânico Gold. Depois de um trabalho com quase 2.000 adultos, o resultado enumera 30 sinais que anunciam a mudança na vida do britânico médio, mas que soam universalmente familiares. Além dos indícios já citados também são mencionados ter a própria cadeira, um modo particular de dançar – que inclui tocar bateria ou guitarra imaginárias –, não conhecer nenhum artista do Top 40 e passar mais tempo no banheiro.

Outros sinais da “catástrofe etária”: envergonhar os membros mais jovens da família e achar divertido, falar muito alto no telefone, ter obsessão com a temperatura, gostar de regar a grama, reclamar da música alta e preferir os livros de história. Questionar o argumento de um filme, alegando que é “impossível”, ou trocar com mais frequência os sapatos são outras evidências listadas.

“O futuro é brilhante para os homens: dormir mais, ter a própria cadeira, soltar-se na pista de dança e achar divertido. Parece que os 38 representam a idade em que os homens perdem oficialmente as inibições”, disse Steve North, diretor geral do Gold, canal dedicado às comédias.

Sete coisas que você não deve dizer a alguém com ansiedade

Publicado no Brasil Post

Se você já sofreu de ansiedade grave, provavelmente conhece muito bem o modo como ela pode controlar sua vida.

Os transtornos de ansiedade e pânico podem causar sensações intermináveis de medo e incerteza — e esse sofrimento muitas vezes provoca comentários que são mais prejudiciais que úteis. Segundo o psicólogo clínico Scott Bea, professor-assistente de medicina na Clínica Cleveland, embora geralmente venha de pessoas amadas, a incompreensão dos outros pode tornar incrivelmente desafiador superar uma crise de pânico.

“Por isso, muitas coisas que você poderia dizer acabam tendo um efeito paradoxal e agravam a ansiedade”, diz Bea a The Huffington Post. “A ansiedade pode ser como areia movediça — quanto mais você tenta resolver a situação imediatamente, mais você afunda. Dizer às pessoas coisas como ‘fique calmo’ pode realmente aumentar sua sensação de pânico.”

Apesar de tudo, existem maneiras de ainda dar apoio sem causar mais perturbação. Aqui estão sete comentários que você deve evitar fazer para alguém que sofre de transtorno de ansiedade — e como você pode realmente ajudar essa pessoa.

1. “Não dê importância a essa bobagem.”

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A verdade é que o que você considera bobagem pode não ser tão insignificante no mundo de outra pessoa. Embora você tente projetar uma luz positiva sobre uma situação tensa, pode querer reduzir algo que é muito maior para outra pessoa.

“Você precisa entrar no sistema de crença da pessoa”, aconselha Bea. “Para [alguém com ansiedade], tudo é importante.” Para ajudar, tente aproximar-se dela com uma perspectiva de incentivo, em vez de implicar que ela “surtou” por causa de algo sem importância. Lembrar à pessoa que ela já superou esse pânico antes pode ajudar a confirmar que sua dor é real e ajudá-la a empurrar para longe os sentimentos arrasadores, diz Bea.

2. “Acalme-se.”

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O problema debilitante dos transtornos de ansiedade e pânico é que você simplesmente não consegue se acalmar. Encontrar a capacidade de relaxar — especialmente por ordem de alguém — não é fácil para a maioria das pessoas, e certamente pode ser mais difícil para alguém que sofre de ansiedade.

Em um blog em “Psychology Today”, o psicólogo Sean Smith escreveu uma carta aberta para uma pessoa amada do ponto de vista de alguém com ansiedade, afirmando que, mesmo que haja boas intenções, dizer para a pessoa se acalmar provavelmente terá o efeito contrário:

“Vamos reconhecer o óbvio: se eu pudesse conter minha ansiedade, já o teria feito. Isso pode ser difícil de entender, já que provavelmente parece que eu escolhi [entrar em pânico, me coçar, acumular coisas, andar de um lado para outro, me esconder, ruminar, verificar, limpar, etc.]. Não. No meu mundo, fazer essas coisas é apenas ligeiramente menos doloroso do que não as fazer. É difícil explicar, mas a ansiedade coloca uma pessoa nessa posição.”

Segundo Keith Humphreys, professor de psiquiatria na Universidade Stanford, suas palavras não precisam ser seu método mais poderoso — oferecer para fazer algo com a pessoa talvez seja a melhor maneira de ajudar a aliviar seus sintomas. Humphreys diz que atividades como meditação, dar um passeio ou fazer exercícios são maneiras positivas de ajudar.

3. “Apenas faça isso.”
Quando alguém com ansiedade enfrenta seus medos, um pouco de “amor duro” pode não ter o efeito que você espera. Dependendo do tipo de fobia ou transtorno que a pessoa enfrenta, o pânico pode atacar a qualquer momento– ao embarcar em um avião, falar a um grupo de pessoas –, ou mesmo surgir do nada. “Obviamente, se elas pudessem superar isto o fariam, porque seria mais agradável”, diz Humphreys. “Ninguém escolhe ter ansiedade. Usar [estas frases] as faz sentir-se na defensiva e sem apoio.”

Em vez de dizer a alguém para “aguentar”, praticar empatia é o segredo. Humphreys aconselha a trocar a linguagem incentivadora de time esportivo por frases como “É horrível sentir isso” ou “Que pena que você se sinta assim”.

“O paradoxo é que [uma frase empática] ajuda a acalmá-las porque elas não sentem que têm de lutar por sua ansiedade”, diz Humphreys. “Demonstra certa compreensão.”

4. “Tudo vai dar certo.”
Embora seja de modo geral um apoio, Bea diz que as pessoas com ansiedade não vão reagir de fato a palavras reconfortantes da maneira que você gostaria. “Infelizmente, dizer a alguém [que está enfrentando ansiedade] que tudo vai dar certo não ajudará muito, porque a pessoa não vai acreditar”, ele explica. “A tranquilização às vezes pode ser um método ruim. Ela as faz sentir-se melhor durante 20 segundos e depois a dúvida pode retornar.”

Bea sugere que se continue encorajando, sem usar declarações vagas que podem não ter valor naquela situação. Às vezes, diz ele, até permitir que a pessoa abrace sua preocupação — em vez de tentar afastá-la — pode ser a única maneira de ajudar. “Ela sempre pode aceitar a condição”, disse Bea. “Encorajá-la dizendo que é bom sentir o que ela está sentindo — também pode ser um bom remédio.”

5. “Também estou estressado.”

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Semelhante a “Acalme-se” e “Não dê importância a essa bobagem”. Você pode estar acidentalmente banalizando a luta de alguém ao criar uma comparação. No entanto, se você estiver estressado ou sofrendo de um transtorno leve de ansiedade ou pânico, Humphreys adverte que a camaradagem depois de certo ponto pode ser perigosa. “É importante não ficar obcecados um pelo outro”, aconselha. “Se você tem duas pessoas ansiosas, elas podem se alimentar mutuamente. Se as pessoas têm dificuldade para controlar sua própria ansiedade, tente não se envolver nessa atividade mesmo que você pense que pode ajudar.”

Pesquisas demonstraram que o estresse é uma emoção contagiosa, e um estudo recente da Universidade da Califórnia em São Francisco descobriu que até os bebês podem captar esses sentimentos negativos de suas mães. Para promover pensamentos mais saudáveis, Humphreys aconselha que se tente reorientar a narrativa, em vez de lamentar-se juntos.

6. “Tome uma bebida — vai distrair sua mente.” 

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Esse coquetel pode diminuir a tensão, mas quando lidar com transtornos de ansiedade existe um problema maior para se preocupar, diz Humphreys. Médicos e tratamentos prescritos são mais adequados quando se trata de lidar com os problemas que causam o pânico. “A maioria das pessoas supõe que se alguém tomar alguns drinques sua ansiedade desaparecerá”, disse ele. “Em curto prazo, sim, talvez desapareça, mas em longo prazo pode ser um caminho para a dependência. É perigoso em longo prazo porque essas substâncias podem reforçar a ansiedade.”

7. “Eu fiz alguma coisa errada?”
Pode ser difícil quando uma pessoa amada está constantemente sofrendo e às vezes pode até parecer que seus atos de alguma forma estão provocando isso. Humphreys diz que é importante lembrar que os transtornos de pânico e ansiedade derivam de algo maior do que apenas uma instância particular. “Aceite que você não pode controlar as emoções da outra pessoa”, ele explica. “Se você tentar isso, se sentirá frustrado, a pessoa que você ama e que está sofrendo pode se sentir rejeitada e vocês dois se ressentirão. É importante não levar a ansiedade do outro para o plano pessoal.”

Humphreys diz que também é crucial deixar a pessoa amada saber que há uma maneira de superar qualquer transtorno de ansiedade ou pânico — e que você está lá para ajudar. “Há maneiras de ser mais feliz e mais funcional”, diz ele. “Existe com certeza uma razão para ter esperança.”