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Casal escolhe nome de filha baseado em sugestões de internautas

Publicado no UOL

O casal canadense Alysha e Stephen McLaughlin teve uma ideia que tinha tudo para dar errado: criaram um site, chamado NameMyDaughter, para que os internautas sugerissem e escolhessem o nome da sua filha por meio de votação.

E se não fosse a intervenção dos pais, teria dado errado mesmo. Isso porque o nome escolhido pela maioria foi “Cthulhu”, que representa um monstro das histórias de terror “The Call of Cthulhu”. Nos contos, o personagem é tido como sinônimo de mal extremo e horror.

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Os McLaughlin preferiram, no entanto, o nome “Amelia”, que foi o segundo mais votado pelos internautas. O nome completo da pequena menina ficou Amelia Savannah Joy McLaughlin (um final feliz, ufa).

O nome do meio (Savannah Joy) também podia ser escolhido pelos usuários, mas as decisões dos internautas foram descartadas pelos pais. Uma atitude sábia, uma vez que os nomes do meio preferidos da web foram coisas como Salad (salada) e Pond (lagoa).

Eu, no entanto, não entendo como ficaram de fora do topo nomes como “Princesa Leia” (“Star Wars”), “Penny” (“The Big Bang Theory”) ou tenente Uhura (“Star Trek”).

De qualquer forma, a sorte da pequenina Amelia foi não ter nascido menino. Se fosse, com certeza teria grandes chances de se chamar “Goku”, dada a popularidade do anime “Dragon Ball”.

Veja o que a internet já produziu sobre essa ideia de chamar um filho de “Goku”:

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E se hoje fosse o último dia ao lado do seu pai?

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Publicado no Obvious

Primeiramente, é preciso deixar claro que esse não será um texto fácil, talvez pelo tema, ou pelas imagens que serão apresentadas, mas acredito que principalmente por que todos temos mães e pais, e independentemente de qualquer adversidade da vida, é impossível não nos colocarmos no lugar de Phillip Toledano, com seu pai nos seus últimos anos de vida.

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O projeto fotográfico começa quando a mãe de Phillip falece no ano de 2006, deixando-o incumbido da tarefa de cuidar de seu pai, na época com 97 anos e portador da perda de memória recente, o sofrimento pela morte da esposa era revivido várias e várias vezes, até que chegaram os dias em que a melhor opção era dizer que sua amada estava em viagem a Paris. O idoso escrevia em um caderno as lacunas de lembranças e questionamentos que nunca foram e serão preenchidos: “Onde está todo mundo?”, “O que está acontecendo?”.

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Os Registros feitos por Phillip Toledano ao longo desses três anos foram agrupados e transformados no livro Days With My Father ou na sua versão traduzida “Dias Com Meu Pai”, que registram a simplicidade do convívio cotidiano e das adversidades enfrentadas por ele nesse período. Onde existiam dias, que o simples ato de ir ao banheiro era uma missão e que poderia levar o dia inteiro, já que a perda da memória recente fazia com que ele dispendesse uma enorme quantidade de tempo e logo ao colocar as calças dizer: “Espere um segundo, eu tenho que ir”.

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Mas também existiam dias bons, onde o pai de Toledano relembrava da sua juventude, de como era belo quando jovem e de como o humor sempre esteve presente em sua vida, nos breves trechos de texto do livro, momentos como esses eram descritos como um curto espaço de tempo onde tudo volta a ser como era antes.

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Mas como tudo na vida em algum momento ela chegaria ao fim, e depois de três anos de convívio diário e batalhas vencidas, o pai de Phillip Toledano falece, e na última página do livro uma foto sua logo após a morte, e a frase que encerra esse que é um dos mais belos ensaios reais retratando o amor entre pai e filho: “Eu me sinto um sortudo por ter passado os últimos três anos. Por não ter mais nada pra dizer. Por saber que nós amamos um ao outro nus, sem constrangimento. Por ter sentido seu orgulho por minhas realizações. E ter descoberto o quanto engraçado ele era.”

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Depois de ler o livro e rever imagem por imagem e nos colocarmos no lugar desse fotógrafo, quem é capaz de dizer que essas relações e ligações familiares não tem um laço mais forte? É obvio que diferenças vão surgir, e é natural que em dado momento pais e filhos se afastem, mas ao nascermos estamos presentes um na vida do outro. O que podemos tirar de lição desse ensaio fotográfico real, é que ao fim da vida, estaremos unidos novamente.

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Mas agora refaço a pergunta título dessa postagem e se hoje fosse o último dia de vida do seu pai? O que você faria? Sinceramente não importa, você pode viver, demonstrar, compartilhar momentos, qualquer ação é válida, só não deixe para o último dia aquilo que poderia ter sido feito ao longo de uma vida inteira de cumplicidade, viva cada dia com seus pais como se fosse o último ou melhor. Aproveite o fato de ainda ter pais, pois um dia eles não estarão mais presentes em nossas vidas e inevitavelmente chegará o último dia, e quando chegar quanto mais coisas foram vividas menos terá a ser dito.

Vocalista fica famoso na web fazendo versões metal para músicas pop

Publicado no Judão

O jovem cantor norueguês Per Fredrik Åsly, que atende pela alcunha de Pellek, vem sendo apontado pelos críticos especializados como uma espécie de queridinho da atual safra do novo heavy metal europeu.

À frente de uma banda que leva seu nome, ele mostra talento executando um power metal altamente influenciado por nomes como Kamelot, Helloween, Masterplan e mesmo pelos brasileiros do Angra. Mas o curioso é que Pellek também tem mostrado sua perícia vocal fazendo curiosas (e, na maior parte dos casos, excelentes) versões heavy metal de canções pop como Get Lucky (Daft Punk), Happy (Pharrell Williams), Smooth Criminal (Michael Jackson) e mesmo a premiada Let It Go, tema do filme animado Frozen.

Além disso, também são bastante divertidas as suas rendições às músicas de abertura de séries e/ou de filmes como Homem-Aranha, Caça-Fantasmas, Duck Tales, Power Rangers, Dragon Ball Z, Game of Thrones, Bleach e por aí vai. Alguns exemplos selecionados podem ser encontrados abaixo – mas você pode dar uma boa fuçada no perfil do sujeito no YouTube.

Estátua de ‘Jesus Sem-Teto’ assusta moradores de bairro rico nos EUA

Publicado no UOL

Uma estátua religiosa na cidade de Davidson, na Carolina do Norte (EUA), é diferente de tudo que você possa ver em uma igreja. A escultura retrata Jesus Cristo como um morador de rua dormindo em um banco de praça. A Igreja Episcopal de St. Alban instalou a obra em sua propriedade no meio de um bairro nobre repleto de sobrados bem conservados.

Jesus está encolhido debaixo de um cobertor com o rosto e as mãos escondidos. Apenas as feridas da crucificação nos pés descobertos denunciam a sua identidade. A reação foi imediata. Alguns adoraram a intervenção, outros ficaram apavorados.

“Uma mulher da vizinhança chamou a polícia quando o viu, pensando ser um morador de rua real”, assinala David Boraks, editor do site DavidsonNews.net. “Isso mesmo: alguém chamou a polícia para prender Jesus!”, exclama o jornalista. Um outro vizinho, que vive a duas casas da igreja, escreveu para a redação pedindo que levassem o indigente para longe do bairro.

A estátua de bronze foi comprada por cerca de 50 mil reais por uma paroquiana, Kate McIntyre, que aprecia a arte em locais públicos. Mesmo assim, alguns vizinhos sentiram que era uma representação insultosa do líder religioso, por parecer mais com um vagabundo enrolado em um cobertor do que com um ícone.

O reverendo David Buck, de 65 anos, se mostra um pouco avesso à polêmica. ”Isso dá autenticidade à nossa igreja”, assinala. “Esta é uma instituição relativamente influente e precisamos lembrar que a nossa fé se expressa na preocupação ativa com os marginalizados da sociedade”, reitera.

A escultura é concebida como uma tradução visual da passagem no Livro de Mateus, em que Jesus diz aos seus discípulos: “como você fez isso a um de meus irmãos, você fez isso para mim”. “Além disso, é uma boa lição da Bíblia para aqueles acostumados a verem Jesus representado na arte religiosa tradicional como o Cristo de glória, entronizado em elegância”, lembra o reverendo. ”Acreditamos que esse é o tipo de vida que Jesus tinha. Ele era, em essência, um morador de rua”, completa.

Apesar das críticas, o reverendo informa que a estátua ganhou mais admiradores do que detratores. “É comum ver as pessoas sentarem no banco e rezarem, com as mãos sobre os pés de Cristo”, aponta.

Esta cidade é a primeira a ter em exibição a obra “Jesus Homeless”. Católicos de Chicagoplanejam instalar também sua estátua, assim como a Arquidiocese de Washington, na capital federal do país. Timothy Schmalz, criador da obra, é um canadense que também é um católico muito devoto. De seu estúdio, em Ontário, Schmalz admite que entende que seu Jesus é provocativo. ”Isso é essencialmente o que a escultura tem de fazer, desafiar as pessoas”, reforça.

Ele aponta que ofereceu os primeiros moldes para a Catedral de St. Michael, em Toronto, e para a Catedral de St. Patrick, em Nova York. Ambas não tiveram interesse. Um porta-voz da igreja canadense indica que a apreciação da estátua “não foi unânime”. Além disso, a igreja estava sendo restaurada e uma nova obra de arte estava fora de questão. Já o porta-voz da igreja deNova York diz que gostou do Jesus sem-teto, mas a sua catedral também estava sendo reformada e eles não puderam arcar com a despesa.

A próxima instalação do Jesus de bronze em um banco de parque pode ser na Via della Conziliazione, a avenida que conduz à Basílica de São Pedro – se o Vaticano aprovar. Schmalz viajou para lá em novembro passado para apresentar uma miniatura para o próprio Papa Francisco. ”Ele caminhou até a obra e foi simplesmente arrepiante quando ele tocou o joelho da escultura, fechou os olhos e orou”, lembra. “Isso é o que o papa está fazendo em todo o mundo: chegar aos marginalizados”, diz o artista.

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Lista reúne ‘Sr. Cocaína’ e mais casos de pessoas com nomes curiosos

Publicado no G1

‘Sr. Cocaína’ preso com drogas
Um americano deixou um juiz incrédulo durante uma audiência na Flórida, nos EUA, ao se apresentar como Edward Cocaine enquanto era acusado de posse de substâncias controladas. Um oficial do tribunal chegou a verificar a informação a pedido do juiz, e confirmou o dado ao olhar a carteira de habilitação de Edward.

Juiz John Hurley ficou impressionado ao interrogar suspeito com sobrenome 'Cocaína' (Foto: Reprodução/YouTube/Jim Browski)

Juiz John Hurley ficou impressionado ao interrogar suspeito com sobrenome ‘Cocaína’ (Foto: Reprodução/YouTube/Jim Browski)

Cansado de piadas

O jovem chileno Shakespeare Mozart Armstrong Correa Pérez nunca imaginou que cumprir seu dever cívico e votar o trariam tanto constrangimento. Ele entrou com uma queixa na Justiça por causa das piadas feitas com seu nome nas redes sociais

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‘Batman filho do Super-Homem’ é preso

Um homem chamado Batman bin Suparman foi condenado em 2013 a dois anos e nove meses de cadeia em Cingapura. O homem, cujo nome significa Batman filho do Super-Homem no idioma malaio, foi preso por vários crimes, incluindo ter roubado o cartão de seu irmão para realizar saques em caixas eletrônicos

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‘Harley-Davidson’ dirigindo bêbada

Já em outubro de 2013, uma mulher que estava dirigindo bêbada foi parada pela polícia da Flórida (EUA) e, quando os oficiais viram sua habilitação, constataram que a americana tinha o sobrenome de uma empresa norte-americana que fabrica motocicletas. Heather Dawn Harley-Davidson acabou detida por dirigir embriagada e levada à cadeia do condado de St. Johns.

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Sobrenome longo

O Departamento de Transportes do Havaí (EUA) decidiu aumentar o espaço para nomes em carteiras de motorista e identidade depois que uma mulher, Janice Keihanaikukauakahihuliheekahaunaele, ficou revoltada por não ter o nome completo impresso em seus documentos. A americana entrou na justiça ao se negar a voltar a utilizar o nome de solteira, já que o sobrenome longo era do marido, que faleceu em 2008.

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Solo de bateria

Em agosto de 2013, um homem de 32 anos voltou a ser preso nos EUA por posse de drogas, e chamou a atenção novamente por seu nome: Beezow Doo-Doo Zopittybop-bop-bop, com uma pronúncia que se assemelha a um solo de bateria. Segundo a polícia, foi o próprio homem que mudou seu nome para a mistura de onomatopeias. Antes, ele se chamava Jeffrey Drew Wilschke.

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Desfile do Super-Homem

O americano Joseph H. Horn, cujo nome legal é “Superman J.H. Horn”, costuma sair fantasiado de “Super-Homem” e, em abril de 2013, o “Super-Homem” foi fotografado em estádio antes de um jogo beisebol entre Chicago White Sox e Cleveland Indians, em Chicago (EUA)

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‘Bart Simpson’ julgado por ‘Mr. Burns’

No tribunal de Warwick Crown, na Inglaterra, um réu chamado Barton Simpson, de 56 anos, foi julgado por juiz com nome “Mr. Burns”, deixando as pessoas presentes no julgamento espantadas com a semelhança dos nomes com personagens do famoso desenho animado norte-americano.

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Bebê Hashtag

Nos EUA, um casal que aparentemente adorava o Twitter teria batizado em novembro de 2012 a filha de “Hashtag” Jameson, termo utilizado para definir tópicos ou palavras-chave na rede social, que são precedidas por uma cerquilha (#). ““Hashtag Jameson nasceu às 10h da noite passada”, escreveram os pais da criança.

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