Twitter passa a remover imagens sobre pessoas falecidas

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Publicado no Olhar Digital

O Twitter passará a remover determinadas fotos de pessoas falecidas, caso receba pedidos dos falimiares.

A ação vem logo após Zelda Williams, filha do ator Robin Williams, anunciar que deixaria a plataforma por estar recebendo montagens de fotos que seriam do corpo de seu pai.

Em comunicado, a rede de microblogs informa que os familiares podem enviar as solicitações para o e-mail privacy@twitter.com especificando o tipo de conteúdo que desejam ver removido. Entram na mira fotos de momentos antes ou após a morte e os que mostrem ferimentos críticos.

O Twitter avisou, entretanto, que nem todos os casos serão atendidos. Será levado em conta, por exemplo, o interesse público em torno da imagem.

Para mais informações, há um artigo sobre como lidar com a conta de pessoas falecidas aqui.

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MP-ES pede à Justiça que bloqueie o Secret no Brasil e tire app de celulares

Promotor aciona Google, Apple e Microsoft por apps de posts anônimos.
Consultor paulista já havia pedido à Justiça para barrar aplicativo no país.

App de mensagens anônimas 'Secret' vira hit no Brasil. (foto: Foto:G1)
App de mensagens anônimas ‘Secret’ vira hit no Brasil. (foto: Foto:G1)

Publicado no G1

O Ministério Público do Espírito Santo entrou na Justiça com uma ação civil pública para que Google e Apple retirem de suas lojas o aplicativo de mensagens anônimas “Secret” e que a Microsoft suspenda o “Cryptic”, de funcionamento similar. O pedido foi protocolado na última sexta-feira (15).

Além de pedir que a Justiça exija que essas empresas removam esses apps de suas lojas, o MP-ES pede que “removam remotamente os aplicativos dos usuários que já os instalaram em seus respectivos smartphones”. O promotor Marcelo Zenkner que assina a ação pede que tudo isso ocorra em um prazo de 10 dias. Ele ainda pediu uma indenização de R$ 90 mil

Como o nome diz, o Secret permite que segredos sejam contados, sem que a identidade do autor da mensagem seja revelada. O caráter anônimo do app abre uma brecha para que não só os segredos mas também mentiras sejam espalhadas pela rede.

A ação que do MP-ES argumenta que o Secret infringe pelo menos dois fundamentos da Constituição Federal: o que assegura a livre manifestação do pensamento, mas que veda o anonimato e o de que a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas são invioláveis e que a violação desses direitos geram indenização pelo dano material ou moral.

Bullying Virtual
“O anonimato mostra-se absolutamente incompatível com tais premissas balizadoras de nosso sistema, assim como o aviltamento, in casu gratuito, despropositado e desmedido, à honra e à imagem de qualquer pessoa”, escreve o promotor Zenkner. “O aplicativo ‘Secret’ fornece o instrumento apto ao cometimento daquilo que, corriqueiramente, tem sido chamado de ‘bullying virtual’.”

Para o promotor, “as exigências constitucionais o direito à imagem, à privacidade, à intimidade, à honra e, principalmente à dignidade da pessoa humana, estão sendo acintosamente violadas” por Google e Apple “ao disponibilizarem aos usuários o aplicativo ‘Secret’”.

Direito difuso
O pedido do promotor é similar ao feito pelo consultor de marketing Bruno Machado, que entrou na Justiça de São Paulo. O rapaz se sentiu ofendido por ser citado em postagens que considerou ofensivas no aplicativo. No caso dele, porém, a Justiça de São Paulo entendeu que o pedido dele, para suspender o Secret, interferia no direito de outras pessoas.

Em decisão da semana passada, o juiz Roberto Luiz Corcioli Filho, no entanto, considerou pertinente a argumentação da advogada de Machado, Gisele Arantes, do escritório Mendes e Assis. Além do citado apelo ao anonimato apontado inconstitucional pelo MP-ES, Gisele apontou que o app infringe o Código de Defesa do Consumidor (por não ter termos em português) e o Marco Civil (por não ter representação no Brasil e não estar em consonância com a legislação brasileira apesar de ter usuários do país).

O promotor do Ministério Público do Espírito Santo afirma que a ação civil pública, por outro lado, tem efeito coletivo.

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Aplicativo avalia 45 marcas e lojas de roupas quanto a trabalho escravo

Publicado por Leonardo Sakamoto

Foi ao ar, nesta segunda (18), a atualização do aplicativo Moda Livre. Disponível gratuitamente para download em versões para iPhone e Android, ele avalia as ações que as principais marcas e varejistas de roupas no país vêm tomando para evitar que as peças de vestuário de suas lojas tenham sido produzidas por mão de obra escrava. O Moda Livre é também uma das primeiras reportagens feitas no Brasil em formato de aplicativo.

Como baixar:iphone
Ele está disponível na loja da Apple e no Google Play e roda nos sistemas operacionais iOs 5+ e Android 4+.

Nesta nova atualização, a base de empresas avaliada pelo Moda Livre foi ampliada para incluir mais nomes consagrados no mercado nacional da moda, atingindo 45 marcas e varejistas. É o caso das holdings Inbrands – que controla grifes refinadas como Ellus, Richards, Mandi e Bobstore – e do grupo AMC Têxtil, responsável por marcas conhecidas do público brasileiro, como Forum, Colcci e Triton.

Outra companhia detentora de marcas valiosas (como Siberian, Crawford e Memove), a Valdac Global Brands também integra o hall de companhias analisadas pela equipe da Repórter Brasil. Há também varejistas presentes de norte a sul do Brasil, como as Lojas Americanas, e fabricantes de roupas bastante tradicionais no mercado nacional – como Malwee e Marisol.

O Moda Livre avalia os principais grupos varejistas de moda em atividade no país, além das empresas em que a produção de roupa foi marcada por casos de trabalho escravo flagrados por fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Repórter Brasil convidou todas as companhias a responder a um questionário-padrão que avalia basicamente quatro indicadores:

1. Políticas: compromissos assumidos pelas empresas para combater o trabalho escravo em sua cadeia de fornecimento.

2. Monitoramento: medidas adotadas pelas empresas para fiscalizar seus fornecedores de roupa.

3. Transparência: ações tomadas pelas empresas para comunicar a seus clientes o que vêm fazendo para monitorar fornecedores e combater o trabalho escravo.

4. Histórico: resumo do envolvimento das empresas em casos de trabalho escravo, segundo o governo.

As respostas geram uma pontuação e, com base nela, as empresas são classificadas em três categorias de cores: verde, amarelo e vermelho. Aquelas que não responderam ao questionário, apesar dos insistentes convites, foram automaticamente incluídas na categoria vermelha. A razão é simples: considerou-se que elas zeraram o questionário.

O Moda Livre não recomenda que o consumidor compre ou deixe de comprar roupas de determinada marca. Apenas fornece informação para que faça a escolha de forma consciente. O aplicativo é fruto da apuração da equipe de jornalismo da Repórter Brasil e do design e desenvolvimento da agência PiU Comunica.

Passei anos ouvindo que o consumidor é o culpado pelas desgraças do mundo ao não adotar um comportamento mais responsável ao escolher os seus produtos. Esse discurso, é claro, tira parte do peso da cobrança de cima das costas de empresas e de governos e ignora um elemento básico: falta informação de qualidade para que a maioria das pessoas possa tomar sua decisão. Daí surgiu a ideia do aplicativo, que tive o prazer de coordenar.

O aplicativo, que também conta com uma seção de notícias sobre trabalho escravo e o setor de vestuário, atualizada quando ocorrem resgates de trabalhadores e surgem outras informações relevantes, também pode ser encontrado na loja da Apple e no Google Play com os termos de busca “moda livre” e “moda livre repórter brasil”.

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Mãe cria aplicativo que obriga filhos a atenderem telefonemas dos pais

Caso não respondam aos chamados, crianças têm o celular bloqueado

Sharon Standifird decidiu criar o aplicativo depois de filhos ignorarem suas ligações (foto: Reprodução/ABC)
Sharon Standifird decidiu criar o aplicativo depois de filhos ignorarem suas ligações (foto: Reprodução/ABC)

Publicado em O Globo

Cansada de ter seus telefonemas ignorados pelos filhos, a americana Sharon Standifird resolveu agir. Em vez de dar broncas ou ameaçar com castigos e punições, ela inovou: criou um aplicativo que obriga as crianças a atenderem ou responderem as chamadas. Chamado Ignore No More, o app bloqueia o aparelho remotamente se o filho resolver ignorar os chamados dos pais.

“Quando você bloqueia o telefone dos seus filhos com Ignore No More, eles só têm duas opções: podem ligar de volta ou chamar um número de emergência. Sem telefonemas para amigos, mensagens de texto, sem jogos, até que te liguem de volta”, explica o site do aplicativo.

Bradley, porta-voz da empresa e filho adolescente de Sharon, deu sua opinião sobre o aplicativo criado pela sua mãe:

- Eu pensei que era uma boa ideia, mas para as outras pessoas, não para mim – disse, em entrevista à emissora CBS.

Disponível para Android, o aplicativo custa R$ 4,51 no Brasil. Segundo a descrição, é “virtualmente impossível” que a criança desabilite o programa do smartphone.

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Google tem relatório com todos os lugares onde você esteve; confira com os seus próprios olhos

30-day-tracking-google-650x315Bruno Garattoni, na Superinteressante

Se você usa um celular Android, o Google monitora a sua localização. Talvez você já soubesse disso. Mas ao ver a lista compilada pelo Google, você provavelmente vai levar um susto. Ela mapeia todos os seus passos, 24 horas por dia, dia após dia, mês após mês, ano após ano – e organiza numa espécie de calendário. Clique aqui para conferir. Inclui absolutamente tudo.

O Google vigia a sua localização para fornecer “serviços relevantes”, como resultados de busca relacionados ao lugar onde você está. É legítimo, e não é exclusividade do Android (desde 2011, sabe-se que o iPhone faz algo similar). Mas também é meio perturbador – pois o celular transmite a sua localização mesmo se você estiver com o Google Maps fechado e o GPS desligado.

Um prato cheio para os robôs do Google (que já têm acesso aos seus emails, chats, buscas e até navegação na internet), e um banquete tentador para os espiões da NSA. Há quem diga que quem não deve não teme. Mas se você acha que isso tem um pouco de “1984″, em tese é possível desligar o monitoramento. Entre nas configurações do Android, abra o item Serviços de local e desmarque as opções “Serviços de localização do Google” e “Localização e pesquisa do Google”. Isso irá deixar o Google Maps mais lento, pois ele passará a depender exclusivamente do GPS (no iOS 7, as configurações relevantes ficam em “Serviços de localização”).

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