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10 ideias “faça você mesmo” de Páscoa que deram totalmente errado

Publicado no BuzzFeed

1. A ideia: fazer esses lindos pãezinhos em formato de coelho.

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O resultado: bolotas disformes.

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(Gostaria de acrescentar que eu comeria assim mesmo).

O resultado parte 2: um cruzamento de coelhinhos e Jabba the Hutt.

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2. A ideia: uma simpática panqueca com cara de coelho. 

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O resultado: tirem as crianças da sala.

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 3. A ideia: rosquinhas estilizadas de coelho.

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O resultado: A Coisa, aquela massa que se expandia e matava pessoas no filme dos anos 80.

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4. A ideia: cake pops em formato de pintinhos.

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O resultado: um pintinho atropelado.

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5. A ideia: cestinhas de cupcake com miniovinhos de confeito.

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O resultado: caos.

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6. A ideia: morangos decorados como cenouras.

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O resultado: bom, deixa pra lá.

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7. A ideia: docinhos decorados com coelhinhos.

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O resultado: melhor sorte da próxima vez, ok.

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8. A ideia: ovos cozidos recheados com decoração de pintinhos.

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O resultado: fantasminhas com chapéu de ovo.

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9. A ideia: biscoitinhos em formato de galinha.

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O resultado: pintinhos transgênicos.

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10. A ideia: nail art de coelho, ovinho e pintinho.

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O resultado: arte abstrata.  

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10 traduções fabulosas de itens de cardápios

Insetos ao molho e cerveja que late são apenas algumas das maravilhas criadas por tradutores automáticos

Clarissa Passos, no BuzzFeed

1

Twitter: @semfimlucrativo

Twitter: @semfimlucrativo

Quer aprender inglês? Vá a este restaurante e peça uma porção generosa de AMERICAN LANGUAGE.

2

Twitter: @BoerDboer

Twitter: @BoerDboer

Against the brazilian beef, ou contra o filé brasileiro, serve de tradução para o contra-filé.

3

Twitter: @thalescmachado

Twitter: @thalescmachado

E se o contra-filé é à campanha, é só mandar um campaign.

4

Twitter: @followfabio

Twitter: @followfabio

Tem também o contra-filé simples, apenas against filet.

5

Via traduzame.blogspot.com.br

Via traduzame.blogspot.com.br

Cupim, o inseto, é termite em inglês. Mas tenho quase certeza que o restaurante não estava servindo insetos ao molho de laranja.

6

Via blogdobranquinho.blogspot.com.br

Via blogdobranquinho.blogspot.com.br

O verbo matar, em inglês, se traduz como kill. Já o chá, vamos ficar devendo uma tradução apropriada.

7

Via traduzame.blogspot.com.br

Via traduzame.blogspot.com.br

Entre tantas pérolas, um destaque: a agulhinha frita, ou FRIEND NEEDLE — agulha amiga.

8

crisdias.com

crisdias.com

A coxinha virou coxinh (?), folhado é turned pages (literalmente, páginas viradas) e pastel, que maravilhoso, virou crayon — sabe, aquele giz pastel?

9

Via avi.alkalay.net

Via avi.alkalay.net

Cuidado, cerveja que late.

10

Twitter: @gisadeschamps

Twitter: @gisadeschamps

A diferença que um acento não faz…

‘Clone de dinossauro’ engana internautas no 1º de abril

Notícia traz foto de bebê canguru como se fosse de um apatossauro

Foto de bebê canguru que foi divulgada como do filhote de dinossauro clonado (foto: Reprodução)

Foto de bebê canguru que foi divulgada como do filhote de dinossauro clonado (foto: Reprodução)

Cesar Baima, em O Globo

RIO – O Dia da Mentira chegou mais cedo na internet. Ao longo do último fim de semana, a notícia de que cientistas britânicos teriam produzido um clone de um dinossauro extinto há mais de 65 milhões de anos atraiu a atenção de milhares de pessoas, que prontamente a replicaram nas redes sociais. Mas a história, inicialmente publicada pelo site “news-hound.org”, era completamente falsa. A foto do suposto filhote apatossauro, batizado “Spot”, era de um bebê canguru.

De acordo com o artigo no “news-hound.org”, o dinossauro teria sido clonado por pesquisadores da Universidade John Moores a partir de DNA recuperado de um fóssil que estava em exposição o museu de História Natural da instituição (real e sediada em Liverpool) e injetado no útero de uma fêmea de avestruz. “Os avestruzes compartilham muitos traços genéticos com os dinossauros”, justificou ao site o falso professor de biologia da universidade Gerrard Jones, apontado como líder da equipe responsável pelo projeto, numa tentativa de dar legitimidade à história. “As microestruturas das cascas de seus ovos são quase idênticas às dos apatossauros e por isso a clonagem funcionou tão perfeitamente”.

Compartilhada nas redes sociais, a falsa notícia ganhou comentários preocupados dos internautas, como “isso não vai acabar bem”, e comparações com o método fictício para produção de dinossauros mostrado na série de filmes “Jurassic Park”, no qual o DNA dos animais foi obtido do sangue guardado em mosquitos preservados em âmbar, a resina fossilizada de árvores. A possibilidade desta técnica funcionar, no entanto, também já havia sido descartada em setembro do ano passado, quando pesquisadores da Universidade de Manchester publicaram artigo no periódico científico “PLoS One” em que relataram seu fracasso na tentativa de recuperar material genético em amostras de sangue dentro de insetos presos em copal, estágio de fossilização da resina de árvores anterior ao âmbar, com idades entre 60 e 10,6 mil anos. Em comunicado, eles classificaram seu estudo como “o último prego no caixão de Jurassic Park”.

E o pior é que nem mesmo na mentira o “news-hound.org” foi original. Em setembro de 2011, o site americano “Weekly World News” já havia publicado a notícia falsa com quase exatamente os mesmos textos e comentários. As únicas diferenças eram que, neste caso, os cientistas responsáveis pela clonagem e os comentaristas eram da Universidade da Flórida e tinham outros nomes.