Personagem de “Os Simpsons” morre na estreia da 26ª temporada

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publicado no UOL

Alerta de spoilers: se você não quer saber quem morre, não continue a ler o texto

A série “Os Simpsons” se despediu de um de seus personagens na estreia norte-americana de sua 26ª temporada, que aconteceu no último domingo (28).

A vítima da vez na animação foi o rabino Hyman Krustofsky (dublado por Jackie Mason), pai do Palhaço Krusty. A morte veio quase um ano após ser revelado que um personagem da série morreria na nova temporada. Nesse meio tempo, fãs especularam sobre quem iria se despedir, com os nomes de Krusty e de Homer aparecendo como possíveis vítimas.

Al Jean, produtor executivo de “Os Simpsons”, afirmou em entrevista à revista “Hollywood Reporter” que não esperava que o mistério em torno da morte tivesse uma grande repercussão: “Foi algo que não prevíamos de qualquer forma como algo possível. Eu havia sugerido que fizéssemos um episódio em que o pai de Krusty morre e a última palavra dele para Krusty é ‘eh’. Pensei que seria engraçado e triste lidar com essa sendo a última coisa que seu pai lhe diz”.

O produtor ainda contou que a intenção era criar um episódio “emocionante”. “Queria ter certeza de que as pessoas soubessem que estávamos tentando criar um episódio emocionante sobre alguém que perde seu pai”, declarou.

Jean ainda disse que não acredita que os fãs ficarão desapontados com a morte – por conta do nome do episódio, “Clown in the Dumps” (Palhaço triste, em tradução livre), muitos esperavam que Krusty fosse a vítima.

“As pessoas queriam que Krusty morresse? Eu acho que não. Nós tomamos muito cuidado. Tudo o que dissemos foi muito verdadeiro em relação a quem morreria. Então, se você pensou sobre isso, você vai acertar e acho que você não vai ficar surpreso ou decepcionado. A forma como fizemos Krusty e seu pai se reconciliarem, mesmo que eles não possam… Fiquei muito feliz com a forma que conseguimos o sentimento que queríamos”.

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Artistas provocam polêmica ao criar Barbie Virgem Maria e Ken Jesus Cristo

publicado no O Dia

Uma dupla de artistas plásticos está causando polêmica na Argentina por transofrmar 33 símbolos regiliosos em versões inusitadas de bonecos de plástico. Entre eles, estão as versões Barbie Virgem Maria e Ken Jesus Cristo. Buda, Iemanjá e Maria Madalaena também ganharam as suas. As obras fazem parte da série “Barbie – A religião de Plástico”, dos argentinos Pool & Marianella.

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“Em um mundo que nos valoriza por pensar, agir e sentir de forma igual, Marianella e Pool se rebelam, mostrando-se ao mundo de forma diferente. Eles usam o humor para enfatizar a sua desconexão com o universo histórico, político e religioso”, diz a apresentação da dupla em sua página no Facebook, revelando um caráter questionador.

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O trabalho dos artistas, no entanto, já é criticado em redes sociais por diversos religiosos, que apontam para a característica e crítica da obra.

Os maiores ícones das mais tradicionais religiões mundiais, como cristianismo, islamismo, budismo e outras, estarão em exposição ao público a partir de outubro, na galeria Popa, em Buenos Aires.

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Pessoas religiosas não são mais boazinhas do que as outras

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publicado no Ciência Maluca

Se você acredita que pessoas religiosas são mais boazinhas, você está um pouco enganado. A religião parece não ser o caminho para, necessariamente, transformar alguém em um ser humano mais caridoso. Segundo uma pesquisa, os religiosos fazem tantas boas ações quanto qualquer outra pessoa (seja ela ateia ou só um pouquinho religiosa).
Os pesquisadores chegaram a esta conclusão depois de convidar 1,2 mil adultos, de diferentes religiões e com distintas visões políticas, para um desafio. Durante três dias, eles tiveram de relatar todas as ações boas e ruins que haviam praticado ou testemunhado no dia. Em média, as pessoas passam por uma dessas experiências por dia. A religião ou visão política não fazia a menor diferença.
Na verdade, duas coisas mudavam entre os religiosos: eles se sentiam muito mais culpados ou chateados ao cometer algum erro e se sentiam ainda mais orgulhosos quando faziam o bem do que as outras pessoas. Mas nem essa intensidade maior de sentimentos fazia com que eles praticassem mais boas ações no dia…

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Magnata britânico oferece férias ilimitadas aos funcionários

Empregados do grupo Virgin nos EUA e Reino Unido vão poder tirar dias, semanas ou até meses de férias sem pedir aos chefes

Publicado por BBC Brasil [via Terra]

 Richard Branson, dono do grupo Virgin, conglomerado com mais de 400 empresas. Foto: AP
Richard Branson, dono do grupo Virgin, conglomerado com mais de 400 empresas.
Foto: AP

Imagine trabalhar em um lugar onde é possível tirar férias ou dias de folga quando bem entender. Um magnata britânico decidiu conceder o privilégio aos funcionários. Eles vão poder tirar dias, semanas ou até meses para descansar sem pedir autorização dos chefes.

A iniciativa partiu do bilionário inglês Richard Branson, dono do grupo Virgin, conglomerado com mais de 400 empresas.

Em seu blog pessoal, ele anunciou a mudança e acrescentou que seus 170 funcionários nos Estados Unidos e no Reino Unido poderiam “tirar folga quando quiserem por quantos dias preferirem”.

Branson acrescentou ainda que o funcionário não vai precisar pedir a autorização dos chefes, nem mesmo dizer quando planeja retornar ao trabalho.

No entanto, o multimilionário pediu “bom senso” dos empregados.

“Cabe ao funcionário decidir se e quando precisa tirar algumas horas, um dia, uma semana ou um mês de férias, com a condição de que o faça quando estiver 100% certo de que ele/ela e a sua equipe têm todos os projetos em dia e que a ausência não vai provocar quaisquer danos à empresa”, disse Branson no blog.

Inspiração
A inspiração do magnata para tomar tal atitude foi sua filha, que leu algo sobre uma ação parecida na Netflix, uma empresa que oferece serviço de TV por internet.

A nova medida foi implementada para funcionários nos Estados Unidos e no Reino Unido “onde as políticas de férias podem ser consideradas bastante severas”.

Se der certo, Branson promete levá-la para outras filiais do grupo Virgin.

“Nós deveríamos nos concentrar no resultado do trabalho das pessoas, não em quantas horas ou dias ela trabalhou. Assim como nós não temos uma política de trabalho ‘das 9h às 17h’, nós não precisamos de uma política de férias”, escreveu Branson em seu blog.

O grupo Virgin emprega mais de 50 mil pessoas no mundo inteiro e opera em mais de 50 países. Richard Branson criou a empresa em 1970 como uma gravadora.

Desde então, a companhia evoluiu para um conglomerado que opera em diversas áreas de consumo, como aviação, música e telecomunicações.

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Belfie: foto do bumbum é a nova moda fotográfica nas redes sociais

publicado no Correio Braziliense

Selfie é coisa do passado. A última moda nas redes sociais é a “belfie”, uma selfie do bumbum, que tem conquistado cada vez mais adeptos. Basta um pesquisa em sites como Facebook, Twitter, Tumblr e Instagram para ver centenas de exemplos.

A maioria dos usuários que pratica a nova moda fotográfica é do sexo feminino. Com imagens registradas em academia ou em frente ao espelho, podemos inferir que elas são adeptas da malhação e mostram na Web o resultado dos exercícios físicos.

A origem do termo vem da junção de selfie + butt (bumbum), resultando em belfie. As imagens postadas variam desde closes das partes íntimas do usuário até fotos que mostram o corpo inteiro. Há imagens mais “inocentes” e outras que revelam um pouco mais de ousadia.

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