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13 Coisas inusitadas e bizarras que com certeza você já fez!

publicado no Criatives

Todos já passamos por algum momento inusitado no qual precisamos resolver as coisas de uma maneira rápida e prática não é mesmo? Assim como também já reaproveitamos alguma coisa em algum momento por pensar “ah é um disperdício isso ir para o lixo”.

Alias, QUEM NUNCA? Bem na verdade o ser humano é muito diferente, porém certos costumes todos temos em comum. Quem quer desperdiçar dinheiro? Acho que ninguém… Então você pode pensar: compro um copo de vidro e um requeijão, ou… Um requeijão de vidro que depois vira copo HAHA. O

lha que tão mais prático! E as pets então, quem nunca reaproveitou, nem que fosse a garrafa de água mineral comprada mesmo? O fato é que todos já usamos a nossa criatividade para algo que fique engraçado, seja por simplesmente querer reaproveitar algo ou então por tentar solucionar um problema incomodo. E você, com qual se identificou?

Restaurante Siri Cascudo, do “Bob Esponja”, ganha réplica perfeita

publicado no Papel Pop!

Já imaginou poder ir ao restaurante do seu desenho animado favorito? O famoso restaurante Siri Cascudo, do desenho “Bob Esponja” está prestes a abrir uma filial na Palestina.

Os investidores de um grupo local chamado Salta Burger decidiram construir um estabelecimento fiel ao famoso restaurante do desenho da Nickelodeon.

O legal é que o próprio “Seu Sirigueijo” dá as boas vindas na entrada do restaurante e os donos do restaurante já confirmaram o hambúrguer de siri, prato mais consumido na animação, como especialidade certa no menu da casa.

Olha as fotos:

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Resta saber se a ideia vai funcionar na prática. Um restaurante inspirado no estabelecimento já havia sido construído na Costa Rica, mas não conquistou o público e fechou as portas.

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A gente só sabe que quer muito conhecer isso.

Bilionário Carlos Slim defende jornada de 3 dias por semana. O que você acha da ideia?

O segundo homem mais rico do mundo acredita que uma jornada de trabalho menor pode tornar os empregados mais produtivos

Publicado na Época

O bilionário mexicano Carlos Slim, em foto de 2013 (foto: LatinContent/Getty Images)

O bilionário mexicano Carlos Slim, em foto de 2013 (foto: LatinContent/Getty Images)

O mexicano Carlos Slim sabe fazer dinheiro. Aos 74 anos, ele é dono de uma das maiores empresas de telecomunicação e figura na lista da Forbes como o segundo homem mais rico do mundo – uma fortuna de US$ 79,2 bilhões, atrás apenas de Bill Gates. É natural, portanto, que suas opiniões sobre a organização no trabalho atraiam a atenção. Na semana passada, Slim deu uma palestra em Assunção, no Paraguai, e defendeu uma mudança completa na forma como encaramos nossa jornada de trabalho. Para o magnata mexicano, três dias de trabalho por semana são o suficiente.

Slim participou da conferência Growing Together – States and Enterprises, ao lado de empresários e lideranças de toda a América Latina. De acordo com o Financial Times, Slim disse na conferência que uma jornada de trabalho menor pode gerar riquezas e tornar os empregados mais produtivos. “Com três dias de trabalho por semana, nós poderemos ter mais tempo para relaxar, mais qualidade de vida. Ter quatro dias de folga seria muito importante para criar novas formas de entretenimento e outras maneiras de se manter ocupado”, disse.

Slim não defende a mudança por acaso. Ele está preocupado com os desafios que o aumento da expectativa de vida traz para a economia. Atualmente, as pessoas começam a se aposentar aos 50 ou 60 anos, dependendo do país. Mas com o aumento da expectativa de vida, elas poderiam trabalhar por mais tempo. Slim sugere que as pessoas trabalhem menos dias, mas que se aposentem mais tarde. Sua sugestão de jornada é a seguinte: de 10 a 11 horas por dia, mas apenas três dias por semana, e esticar a idade da aposentadoria para 75 anos.

O bilionário mexicano pode colocar suas ideias na prática e ver se elas realmente funcionam. Segundo ele, a Telmex, empresa onde é CEO, criou um tipo de contrato específico para que pessoas trabalhem quatro dias por semana. No entanto, ele não pretende seguir a risca seu conselho sobre a idade de aposentadoria. Aos 74 anos, ele não pensa em parar de trabalhar.

‘Até a maçã não teremos mais, não pode personagem na embalagem’

<br /> Monica de Souza , filha do cartunista Mauricio de Souza, que inspirou a personagem dos quadrinhos. Com ela, seus “amigos” Cascão e Magali.<br /> Foto: Marcos Alves

Publicado em O Globo

A resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente que considera abusiva publicidade dirigida a crianças é alvo de elogios de alguns e críticas de outros. Entre estes, a filha de Mauricio de Sousa, que pede um debate mais racional sobre a questão.

Qual é a relação da Turma da Mônica com a questão da infância?
Nossa meta sempre foi trabalhar para o bem-estar da criança. Passamos valores como amizade, respeito aos pais, aos mais velhos, uma sociedade mais ou menos equiparada, onde todo mundo tenha pai e mãe cuidando com carinho.

No que a resolução impacta o negócio de vocês?

A resolução quer, de alguma maneira, sumir com todos os personagens infantis. Estende-se a embalagens, que não podem ser coloridas, bonecos, que não podem ter som… É muito radical. Podemos trabalhar em conjunto com as instituições para chegar a um denominador comum. A sociedade está consumindo mais, a doença do século é a obesidade, mas isso tem que ser trabalhado com educação, não proibição.

Proibir não é o melhor para proteger a criança?

Se você proíbe uma criança de ver alguma coisa, a está deixando mais alienada. Ela tem que crescer e saber discernir entre certo e errado. A família tem que passar isso. É simplista proibir comerciais de televisão e personagens. Isso vem de uma sociedade que está com problema emocional. Pais e mães estão substituindo o convívio por dar presentes. Isso não é culpa da publicidade, e sim dessa sociedade, que está carente dessa relação.

A resolução ajuda a lidar com o consumismo exagerado?

Empresas deixaram de anunciar para crianças. Qual foi a consequência? Deixou de existir o espaço infantil nas TVs abertas. quando se proíbe uma publicidade dirigida à criança, esta não deixará de ver televisão e vitrines, vai começar a consumir um produto que não é para ela, mas para um adulto. Produtos voltados para crianças são mais bem preparados para elas. Tiraram todo horário infantil da criança da TV, agora os canais passam receitas.

É a publicidade infantil que garante programas infantis na TV?

Sim. Refrigerante não anuncia mais para criança. Mas os comerciais dele são vistos por elas. Esse tipo de resolução é tapar o sol com a peneira. Não vai melhorar o que está acontecendo, o fato, que é a obesidade. Três fatores fazem a criança comer demais: genético, emocional e exemplo da família. Colocar o governo para proibir qualquer publicidade é muito fácil. Educar é que é mais difícil.

As regras que já existem vão no caminho da resolução?

Existem alguns abusos. Merchandising em programa infantil é absurdo. De alguma maneira, você está colocando um ídolo ali dizendo que usa aquele produto. Mas a Maurício de Sousa tem suas regras. A gente não tem licenciamento de refrigerante e bala, porque mudou a sociedade. Faz 16 anos que trabalhamos com frutas no licenciamento. De alguma maneira, estamos fazendo com que a mãe tenha a força do personagem para incentivar a criança a experimentar frutas e verduras.

A resolução inviabiliza isso?

Tudo. Até a maçã não teremos mais, não pode ter personagem na embalagem.

Algo que promove a boa alimentação não estaria preservado?

Não, porque não pode estar associado ao produto. Miram em uma caixa de marimbondo e pegam todos os passarinhos em volta. Que empresa vai licenciar produto para crianças, se vai ter que se defender o tempo inteiro?

Qual é hoje a ética interna da Mauricio de Sousa Produções?

Os personagens ilustram a embalagem, mas não testemunham sobre o produto. A Mônica não fala “essa minha força vem em função disso!”, nunca fizemos isso.

Por quê?

O Maurício proíbe falta de ética, de maneira que desqualifique a criança. Meu pai, por exemplo, não aceita nem ser júri de desenhos, porque não consegue dizer para uma criança que o desenho dela não está bom. Meu pai é um artista. E quer que a arte dele sobreviva a tudo isso.

Quando um personagem aparece em uma embalagem, ele apoia a compra do produto?

Ele não está fazendo com que (a criança) consuma, mas com que escolha aquele produto entre outros.

Isso não é usar uma relação que ela estabeleceu com o personagem em outro lugar, fora do mercado, para sugerir uma compra?

Não é só isso. Tem o aval do Mauricio, que toma cuidado com quem fabrica o produto dele. A gente se pergunta: você daria esse produto para seu filho? Todo mundo quer licenciar, negamos a maioria. E com propostas boas financeiramente.

O uso de personagens infantis em produtos para adultos é uma forma de se aproveitar da influência da criança na família?

A criança já manda na família, está com força fenomenal. Eu não concordo com isso, no meu tempo quem decidia eram a mãe e o pai. Não tem a ver com o personagem, é o poder que a criança está tendo.

Anunciante se aproveita da vulnerabilidade da criança?

É o contrário, a criança está percebendo a vulnerabilidade dos pais, sabe o que quer vestir ou com o que quer brincar. Não vai deixar de consumir, pois a família está consumindo.

O bombardeio mercadológico não contribui para este problema?

Com certeza.

Mas não é contra isso que a resolução quer atuar?

Nas classes A e B há diminuição de obesidade e de consumo, porque se tem mais informação. Por que não se faz a mesma coisa com o personagem? O personagem promovendo educação familiar, educação de consumo, isso é interessante. Vamos pegar essa força para isso também. Não destruindo os personagens.