Preservativos pequenos atrapalham luta contra Aids em Uganda

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publicado na INFO

Os legisladores de Uganda receberam uma enxurrada de reclamações de que os preservativos vendidos no país do leste da África são muito pequenos, e advertiram que este problema é um obstáculo na luta contra a Aids.

O deputado Tom Aza, membro do Comitê Parlamentar para HIV/AIDS, insistiu que apenas um tamanho não é adequado para todos, e em uma recente viagem pelas zonas mais afetadas pelo vírus revelou que alguns homens “têm órgãos sexuais maiores e, portanto, deveriam receber preservativos maiores”.

“Quando se trata da ação, quando eles têm atividade sexual, naturalmente, com a pressão, explode”, declarou à NTV Uganda.

“Alguns jovens se queixam de que as camisinhas que recebem são muito curtas, seus órgãos não cabem nelas”, disse Merard Bitekyerezo.

Outra integrante do comitê, Sarah Netalisile, afirmou que o problema do tamanho “expõe nossos homens e mulheres mais jovens, e todos os que utilizam preservativos, a contrair HIV”.

A NTV afirmou que os legisladores pedirão camisinhas melhores e maiores.

A Aids aumentou em Uganda depois de anos de retrocesso, provocando a morte de 80.000 pessoas a cada ano.

Cerca de 1,8 milhão de pessoas vivem atualmente em Uganda com o vírus do HIV, e um milhão de crianças ficaram órfãs depois que seus pais morreram devido à Aids.

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Mãe realiza sonho de dançar no casamento do filho três dias antes de morrer de câncer

 

Publicado no Extra

Nem mesmo a batalha contra um câncer de mama fez a americana Mary Ann Manning desistir de realizar um de seus maiores sonhos: dançar com o filho Ryan na festa de casamento dele, no último dia 5 de setembro. Já debilitada, a senhora de 61 anos emocionou todos os presentes na festa ao se apresentar com o noivo, seu filho, ao som de “Over the rainbow”, trilha do filme Mágico de Oz. Três dias depois de ter seu desejo atendido, Mary Ann morreu, devido a complicações da doença. As informações são do Daily Mail.
A dança foi registrada pela outra filha de Mary Ann, Kristie, em vídeo publicado no YouTube. Na publicação, ela escreve que a mãe “aguentou firme para dar ao filho esse último presente” e chama o acontecido de uma “síntese do que é o amor de mãe”. Kristie diz ainda que Mary Ann se juntou a seu outro filho, que morreu há quatro anos.

Mary Ann, de vestido com brilhantes ao lado da noiva, e a família Manning Foto: Reprodução / Facebook
Mary Ann, de vestido com brilhantes ao lado da noiva, e a família Manning Foto: Reprodução / Facebook

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Motoqueira “justiceira” faz sucesso no Youtube com a missão de devolver o lixo para quem suja as ruas

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Publicado no Hypeness

Uma mulher está sendo chamada de “justiceira” na Rússia, pois ela começou a fazer algo que intimamente já desejamos fazer alguma vez: devolver o lixo que alguém acabou de descartar de dentro do carro.

Em um vídeo publicado no último dia 15 deste mês, e que até o momento já tem quase 10 milhões de views, mostra a motoqueira parada em lugares estratégicos, esperando que alguém descarte algo pela janela do veículo. Ela então vai atrás do carro e devolve o lixo que a pessoa jogou fora ou ainda pega algum outro lixo e joga para dentro do carro.

Como o vídeo não tem descrição, não sabemos se é algo ensaiado ou espontâneo, ou ainda se alguma ação de marketing (hoje em dia não dá pra saber), mas, apesar de politicamente incorreto e um tanto bruto o fato de jogar de volta o lixo em cima da pessoa, o ato é muito simbólico e faz com que a pessoa, pelo menos, pense duas vezes antes de voltar a descartar algo.

Dá uma olhada no vídeo:

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Trilha mostra que Jesus era mochileiro e tinha boa forma

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Diogo Bercito, na Folha de S.Paulo

Jesus Cristo era mochileiro e, ademais, estava em boa forma. A ideia, quiçá profana, me acompanhou durante três dias -enquanto caminhava 60 quilômetros, escalando montanhas e cruzando rios secos na região da Galileia.

Eu seguia o trajeto de Cristo entre Nazaré e Cafarnaum. A trilha de Jesus, idealizada em meados de 2007 por dois viajantes, atrai hoje aventureiros e peregrinos ao norte de Israel.

É um trajeto por entre locais mencionados no Evangelho, com episódios relacionados a Jesus. Por exemplo, Tabgha, a praia onde ele teria multiplicado os peixes.

Caminhei sozinho, com a mochila nas costas e carregando em meu Kindle uma versão comentada da Bíblia. Já em cima da primeira montanha, poucas horas depois de deixar Nazaré, pensei no preparo físico de Cristo. Porque o caminho não seria fácil.

1º DIA – Cenário urbano fica para trás e entro no mato

A trilha começou às 7h em um hotel na cidade antiga de Nazaré. Os vendedores ainda dormiam, e as ruas estreitas eram flanqueadas pelas grades de ferro que cobriam as entradas das lojas. A caminhada seguiu por 460 longos degraus até o topo da montanha, de onde se via a paisagem. Destinos distantes. Mas o ponto final, Cafarnaum, não estava à vista.

O cenário urbano logo ficou para trás. A estrada desceu a ribanceira, cruzou uma rodovia e me jogou no mato. Às 9h, cheguei às ruínas de Séforis, possível berço de Ana, avó de Jesus Cristo.

Dali, o caminho era logo coberto pelas árvores de uma floresta de coníferas. Por ali passava, na Antiguidade, um importante aqueduto romano. Passei também. Às 11h30, estava em Mash’had, terra do profeta Jonas –aquele que, diz o texto bíblico, foi engolido por um grande peixe.

Começava, ali, um longo trecho de casebres árabes. Um vale adiante, visitei Caná, onde a Bíblia relata a transformação da água em vinho –para mim, em vez de um milagre, ali foi lugar do calvário do Sol e da fome.

Na saída de Caná, já diante de uma trilha de terra, encontrei minha própria revelação: um pequeno camaleão de olhos esbugalhados que consegui segurar nas mãos. Pensei em levá-lo comigo. Ocorreu-me que seria ilegal. Nós nos despedimos ali.

O primeiro dia acabou cedo. Às 15h, visitando a comunidade israelense de Ilaniya, já não tinha forças. Hospedei-me em uma fazenda de cabras e dormi à tarde, em uma cabana coberta por ramos de um pé de maracujá.

*

2º DIA – Em trecho sem sombra, oliveiras me protegem do sol

O segundo dia foi a demonstração de uma natureza cruel. Depois de subir as montanhas do kibutz Lavi, vi finalmente o mar da Galileia, ao longe. Descansei nos Chifres de Hattin, onde os exércitos de Saladino derrotaram os cruzados europeus, em uma das batalhas mais épicas da região. Então veio o sol de 35°C. Sem sombra.

Deitei em um banco no santuário de Nabi Shuaib, túmulo do sogro de Moisés. Os drusos, povo de uma antiga e inacessível religião monoteísta, peregrinam até ali. Eu só pensava nos sintomas de uma insolação e em quando seria a hora de pedir ajuda.

Com esforço, e me escondendo embaixo de oliveiras, cheguei à comunidade de Arbel às 16h. Amir, de quem aluguei um quarto –fiz a reserva por telefone, no mesmo dia–, me recebeu com água gelada. Um banho frio finalmente me acalmou. Jantei às 18h. Dormi.

*

3º DIA – Após trilha quase suicida, larguei a mochila e mergulhei no lago

Apavorado pelo sol, acordei no terceiro dia às 5h. O primeiro raio de luz me colocou na estrada, me levando ao topo da montanha de Arbel –quebrada ao meio por um terremoto. A trilha, quase suicida, levava precipício abaixo entre pedras e a vertigem. Às 8h, estava no sopé.

Reabasteci as garrafas com três litros da água do vale da Pomba, que corre entre as duas faces da montanha rachada. Um pouco adiante, andando nas margens do mar da Galileia, já não temia o calor. Larguei a mochila e mergulhei no lago.

Então, um sorriso. Vi, atrás de um monte, a igreja da multiplicação dos peixes. Depois dela, uma placa para Cafarnaum. Mesmo sob a luz das 12h, os últimos quilômetros foram rápidos para mim.

Apenas um arranhão na perna, causado por plantas espinhentas, e uma dor muscular generalizada me lembravam aquela primeira ideia: Jesus estava em forma.

foto: Arquivo pessoal
foto: Arquivo pessoal

O paulistano Diogo Bercito, colaborador da Folha

Melhor vista
De cima do monte Arbel, vendo o mar da Galileia

Pior momento
Deitado sob uma oliveira, com sede e medo de insolação

Alívio
Nadar no mar da Galileia em um dia quente, após caminhada

Sorriso no rosto
Ver Cafarnaum aproximando-se

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Rapaz é recebido por três namoradas no aeroporto e termina sozinho

As três mulheres descobriram a traição e armaram uma vingança contra o namorado

Publicado no Correio Braziliense3namoradas

Charlie Fisher, 20 anos, estava namorando três mulheres ao mesmo tempo, mas elas não sabiam da traição. Depois de voltar de férias na Alemanha, para Hertfordshire, no leste da Inglaterra, Charlie não imaginava a surpresa que o aguardava no aeroporto.

De acordo com o jornal Daily Mail, o trio de namoradas traídas, Becky Connery, 17, Lizzie Leeland-Cunningham, 19, e outra garota que não quis revelar o nome, resolveu armar uma vingança contra o rapaz.

As mulheres se conheceram previamente, descobriram que estavam sendo traídas e marcaram um encontro em um bar. Quando estavam reunidas, Lizzie sugeriu, em tom de piada, que todas fossem esperar Charlie no desembarque, quando ele retornasse. No primeiro momento, a ideia foi encarada como absurda, mas depois as outras duas namoradas aceitaram e resolveram humilhar o rapaz.

Reunidas e à espera do namorado, as três registram o momento no aeroporto com um selfie e divulgaram no twitter com a legenda: “Indo ao aeroporto encontrar o namorado traidor”. “Ele saiu da alfândega e viu as três. A cara dele caiu. Eu disse a ele: Você não tem nada para nos dizer?”, disse Lizzie para o Daily Mail. A jovem que namorava Charlie há sete meses conta como foi o encontro: “começamos a gritar e chamá-lo de traidor e mentiroso bem alto”. Charlie não deu explicações, foi embora do local acompanhado da avó e sem nenhuma namorada.

O rapaz ainda não se pronunciou sobre o assunto. E quanto às namoradas traídas, elas afirmam que “estão felizes por terem o confrontado” e o tirado de suas vidas.

dica do Gerson Caceres Martins

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