opinião + reflexão

Neste Natal, abrace a diferença

Neste Natal, abrace a diferença
Isabella tem cinco anos, uma doença de pele não contagiosa, e uma definição sobre igualdade que os adultos precisam aprender Cristiane Segatto, na Época Linda é o presente de Natal antecipado que tem feito a menina Isabella dos Santos Pereira, de 5 anos, saltitar pela casa nos últimos dias. É assim que a família chama a cachorrinha vira-lata que ela ganhou depois de muita insistência. O nome foi sugestão da […]

Quero ser mais humano

Quero ser mais humano
Ricardo Gondim É curioso como, com o passar dos anos e o aproximar da velhice, nossos valores mudam. Posições que ambicionávamos, conquistas que valorizávamos e pessoas que nos impressionavam perdem seus encantos. Atrás de nós, vamos fechando portas para euforias juvenis e idealismos inconsequentes. Já não invejamos o triunfo dos insolentes ou o sucesso dos ufanistas. Hoje, ainda sem ser velho, já consigo sentir indiferença para os sonhos mirabolantes dos […]

A graça do amor

A graça do amor
Que ela retorne a todos os que a perderam – como uma luz, como uma palavra, como um abraço inesgotável Ivan Martins, na Época Na China antiga, quando as coisas começavam a dar errado em larga escala, concluíam que o governo perdera a graça do Céu. Era uma forma peculiar e mística de democracia. Funcionava. Permitia a remoção de imperadores desastrados ou azarados demais. Outro dia, movido pela comoção do […]

O preconceito é invencível por definição

O preconceito é invencível por definição
Contardo Calligaris, na Folha de S.Paulo Desde agosto, nos Estados Unidos, três homens negros foram vítimas de uma reação violenta e letal da polícia. Nos três casos, os policiais responsáveis não foram indiciados. Eles passarão por uma sindicância interna e talvez sejam afastados do serviço ativo, mas não serão criminalmente responsáveis pelas mortes que causaram. Os três casos são: um garotão que intimidava pelo seu tamanho, um menino de 12 […]

Dar cabo

Dar cabo
Antonio Prata, na Folha de S.Paulo Aos oito anos de idade, descobri que o ser humano não prestava. Estava no banco de trás do carro, descendo a 23 de Maio, li “Abaixo a ditadura!” num muro e perguntei pro meu pai o que significava aquilo. Meu pai, cuja particularíssima pedagogia baseava-se no princípio de que as crianças deviam ser tratadas como os adultos, sem filtros, me deu uma resposta bem […]