Fotógrafo usa seu celular para mesclar personagens da cultura pop com cenas da vida real

publicado no Pop! Pop! Pop!

Como seria se o Rei Leão acontecesse em uma montanha perto de você? Ou se Thor estivesse apenas usando seu martelo para pregar direito um prego? Pois é esse o principio do trabalho do fotógrafo francês François Dourlen: usando apenas seu celular, ele mistura cenas de filmes e séries com situações e lugares cotidianos.

Entre os personagens já retratados por ele nesta série estiveram desenhos, heróis de filmes de ação e até personagens de séries de drama, como Breaking Bed. Abaixo, selecionamos algumas das imagens mais legais do fotógrafo — mas você pode acompanhar seu trabalho completo em sua página no Facebook

Confira: 

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Se foi, o João

Publicado por Fabricio Cunha

Ontem acordei cedo.

Eu acordo cedo (quase) todos os dias. Por ofício, não por gosto.

Ontem acordei mais cedo.

Era um burburinho incômodo. Falavam baixo, mas bastante e ao mesmo tempo, todas ao mesmo tempo. O sexo feminino é assim.

Lembrei do verso do Byron, que decorei para impressionar meu professor mais erudito, que escrevia poesias (devia ter decorado pra impressionar as meninas da época): “entre a noite e a manhã, sobre a fímbria do horizonte, a vida paira como uma estrela”. Tristemente, não era a vida que pairava no assunto.

Fiquei atento ao que diziam, ou melhor, a quem eram.

Eram as palavras, conversando entre si.

Citavam e recitavam o João Ubaldo. O conheço bem. Li dezenas de suas crônicas. O palavreado sergipano/nordestino, a malandragem carioca, a velocidade baiana, todas colocadas num liquidificador, temperadas com beleza e o requinte da baixa erudição, – uma erudição latente, que se mostra discretamente presente, o suficiente para sabermos que o escritor é um erudito, mas que aquilo que escreve é vivo, entendível, assimilável e, até, aplicável – resultando em histórias inventadas, de personagens vivos, que podem ser eu ou você, ou um amigo, ou um inimigo, com o texto mais leve e corrente nossa literatura já produziu.

Pois então… As palavras estavam perdidas. Estavam ali, mas confusas, feito sindicalistas sem líder, microfone e carro de som.

Prestei mais atenção, tentando entender o que se passava. Já haviam me acordado mesmo, então, que me deixassem saber o porquê.

João havia partido. Dessa vez, de verdade. Já tentara partir uma ou duas vezes, entretanto, homem de letras, fora seguro aqui na terra por elas. Amante de um pouquinho de uísque e das madrugadas, ao assustar-se com a possibilidade de migrar dessa vida para a outra, desconhecida, adquiriu hábitos mais benfazejos, como acordar bem cedo, caminhar no calçadão do Leblon, uma ida e uma vinda, resistindo à tentação de fazer a volta antes do latão de lixo que delimitava exatamente a metade do caminho.

Ao vê-lo mais saudável e determinado, as palavras deram-lhe uma folga. Creram em sua notável mudança e resiliência em continuar por aqui mesmo, nesta terra estranha.

E não é que foi exatamente num desses interlúdios, “entre a noite e manhã, sobre a orla do horizonte”, que ele decidiu partir?!

Partiu, como parte a brisa, quando chega o Sol.

As palavras nem perceberam.

Foi-se o João Ubaldo Ribeiro. Homem da vida e das letras. Pastor vagabundo das palavras. E elas, perdidas, me acordaram mais cedo do que eu precisava (acordo cedo por ofício, não por gosto, que fique claro) e, acordado, fui caminhar no calçadão do Leblon, uma ida e uma vinda, resistindo à tentação de fazer a volta antes do latão de lixo que delimitava exatamente a metade do caminho, esperando, talvez, encontrá-lo para saudá-lo ainda uma vez mais, derradeira agora, por aqui, por esta terra estranha.

 

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SBT lança nova logomarca em agosto; veja

publicado no SBT

Mas antes da grande estreia da marca para o público – agendada para 17 de agosto – o SBT escolheu uma das mais importantes datas de seu calendário interno anual – o Encontro de Rede – para apresentar a novidade. Na tarde desta sexta-feira (18), em Salvador (Bahia), executivos das emissoras afiliadas e regionais irão conhecer em primeira mão a logomarca, em uma apresentação da agência Publicis Brasil, que assina a criação do novo logo em parceria com o departamento de Criação Visual do SBT.

No novo logo, os brilhos e os volumes em 3D dão lugar a uma composição 2D, que sobrepõe várias elipses coloridas, simbolizando a agilidade, a modernidade e o constante processo de evolução da emissora. “Estamos seguindo a tendência de hoje, em linha com o que há de mais moderno no design mundial”, afirma Kevin Zung, diretor-executivo de criação da Publicis. “Adotamos um aspecto mais clean, mas com a mesma fonte de letra criada por nós. É uma evolução do logo anterior”, declara Fernando Pelegio, diretor de planejamento artístico do SBT.

“O consumidor e o mercado já têm a percepção de um SBT mais jovem e atual. Por isso, acreditamos que este é o momento ideal para fazer com que essa modernização no conteúdo do SBT aconteça também no símbolo da emissora”, acrescenta Hugo Rodrigues, COO&Chief Creative Officer da Publicis.

O SBT é um dos principais ícones da indústria da comunicação no país. E nos últimos anos, a emissora tem se empenhado para acompanhar a evolução tecnológica e da sociedade, investindo em uma programação ágil e atual com um dinamismo que também tem impacto em sua comunicação institucional.

Na lista dos projetos que ajudam a construir esse sucesso estão as novelas Carrossel eChiquititas; a série Patrulha Salvadora; a reformulação dos programas jornalísticos; os lançamento de diversos reality shows como Máquina da Fama e, em breve, Esse artista sou Eu; além dos programas The Noite com Danilo Gentili e Okay Pessoal!!!.

Veja a evolução da logomarca do SBT:

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Led Zeppelin: clássico é usado em campanha da Igreja Universal

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Publicado no Whiplash

O bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, aprontou mais uma em campanha publicitária para divulgar uma de suas maiores obras, em promoção ao Templo de Salomão.

Desta vez, ele usou trecho do clássico “Kashimir”, do LED ZEPPELIN, com um quê de canto gregoriano, para dar ênfase à construção do local de adoração e louvor, que pretende ser uma réplica do citado no Velho Testamento.

No vídeo institucional, o pastor diz: “Você tem que sacrificar tudo, tudo… para alcançar!”. Engajado, Edir Macedo parece não saber dos flertes do guitarrista JIMMY PAGE com o ocultismo outrora.

A canção, presente no sexto álbum de estúdio da banda, Physical Graffiti, lançado em 1974, seria chamada de “Driving to Kashimir” (Viajando para Kashimir, em tradução livre) e fala de um suposto viajante do espaço e do tempo, onde relata que um dia “tudo será revelado”.

Veja a campanha abaixo.

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