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Um Deus que sofre
7 de junho de 2009
Pavarini
Elienai Jr.
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7 de junho de 2009
Pavarini Na esperança de melhorar suas performances nesta temporada, os dois pilotos em atividade que mais pontos conquistaram na F-1 apelaram para inovações curiosas.
Enquanto Rubens Barrichello circula pelo paddock de Istambul com três adesivos em partes diferentes do corpo, Fernando Alonso anda com meias pretas que se parecem com as sociais, de náilon.
No caso do piloto brasileiro, a novidade é uma tecnologia desenvolvida por uma empresa norte-americana em forma de holograma e que promete proporcionar mais força, equilíbrio, flexibilidade e bem-estar.
A explicação é que esse holograma emite frequências encontradas na natureza e que, em contato com o corpo, reagem de maneira positiva.
Para melhorar sua ação, Barrichello tem usado duas pulseiras do “Power Balance”, uma em cada pulso, e um adesivo colado em seu colar. “Isso cria um triângulo de força e potencializa os efeitos”, explica ele. “É impressionante como tenho me sentido bem mais forte e flexível quando me exercito”, completa o piloto da Brawn.
Já Alonso, que causou gargalhadas no paddock ao surgir com as meias pretas combinadas com uma bermuda xadrez e uma camiseta da Renault ontem, afirma que sua intenção é melhorar a circulação nas pernas.
Além das meias pretas, que servem para descansar os músculos, o espanhol ainda tem em sua gaveta pares brancos, que recuperam as pernas após exercícios físicos, e vermelhos, usados durante atividades físicas.
“Sei que sou muito bonito, posso usar o que quiser”, brinca o espanhol.
fonte: Folha de S.Paulo
dica do Luciano Cavani
7 de junho de 2009
Pavarini Vi ontem a pré-estreia de A Mulher Invisível, o novo filme do Selton Mello e da Luana Piovani. É uma delícia de comédia romântica. Roteiro engraçado, direção criativa do Cláudio Torres, acabamento de cinema americano. As pessoas riam muito no cinema, o que sugere um sucesso de bilheteria.
Uma frase me chamou atenção logo nos primeiros minutos. O marido chega em casa com flores e encontra a mulher de mala pronta. “Nossa vida é boa, gostosa, tranquila, mas eu preciso de perigo”, diz ela. “Mulher, pra ser feliz, não pode estar feliz”. Essa é a frase.
Antes que alguém diga, digo eu: é só uma frase de efeito, uma tirada cômica sem conseqüências. Mesmo que o roteirista de A Mulher Invisível seja mulher – Adriana Falcão – não se deve imaginar que esse rompante de Nelson Rodrigues revele alguma coisa sobre a alma feminina.
Mesmo assim, quero falar sobre a ideia por trás da frase: a de que as mulheres não convivem direito com o amor assegurado. Ou, dito de outra forma, elas não lidam bem com homens que gostam demais delas. Pelo menos no início da relação.
Estou tentado a acreditar que às mulheres, mais que aos homens, se aplica a frase de Groucho Marx: não entro em clubes que me aceitem como sócio.
Outro dia, conversando com uma amiga no bar, sugeri que fosse assim. Ela negou. Pedi que me contasse como foi com o marido ela. Aí veio: eles saiam, mas ele não se definia. Ela não sabia se era ou não era namorada. Sofreu com a indefinição, por meses. Às vezes ele ligava, outras vezes não. Sumia e voltava. Um dia ela pôs o cara na parede: ou a gente namora, ou você vai embora. Ele ficou. Estão juntos. Felizes.
Esse enredo não é exatamente uma exceção.
Tenho um amigo – todo mundo tem um – que costumava maltratar as mulheres, embora fosse um perfeito cavalheiro. A técnica de cativeiro era simples, e de forma alguma premeditada.
Depois de uma ou duas transas perfeitas, quando a moça estava de pernas bambas e coração mole, ele avisava: não se apaixone, eu não estou disponível. Não quero namorar, amo outra mulher, preciso do meu espaço, ele dizia. Tudo verdade, tudo sincero, tudo às claras, e o efeito era o contrário do que ele (supostamente) pretendia: as moças alucinavam. Na impossibilidade de ter, queriam.
Na impossibilidade de estar com ele, não desejavam mais ninguém. Ficavam obcecadas. Ele deixava as mulheres histéricas e, paradoxalmente, felizes.
O contrário dessa história é a do babão. Todas as mulheres falam dele. É o sujeito meloso que telefona, presenteia, cuida, se declara repetidas vezes. Isso sufoca, dizem as moças. É como se esse homem estivesse fora do seu lugar natural, digo eu. Ele não cria dificuldade. Ele não causa dor nem confusão. Ele não serve.
Uma passada de olhos na literatura vai mostrar que desde Julien Sorel, de O Vermelho e o Negro, os grandes sedutores são homens incontroláveis, quase inacessíveis, a quem as mulheres se submetem felizes. E seu oposto é o homem apaixonado que corteja inutilmente a heroína.
Esses clichês devem ter alguma correspondência na realidade. Sua existência sugere que a cultura feminina idealiza um macho arisco e conturbado. E uma fêmea expectante, insegura. Será assim? Não sei. Mas sei que as minhas amigas, sistematicamente, parecem sofrer com homens que não as desejam. E dão pouca atenção aos homens que sonham com elas. Se a minha amostragem não é muito ruim, é a receita perfeita da infelicidade.
Ivan Martins, no site da Época.
7 de junho de 2009
Pavarini O ator americano David Carradine, encontrado enforcado na quinta-feira (4) em seu quarto de hotel em Bangcoc, talvez tenha morrido devido a um ato sexual que terminou em tragédia, indicou nesta sexta (5) a Polícia tailandesa.
“Uma corda estava presa em torno do seu pescoço e uma outra em seu órgão sexual. As duas estavam ligadas uma à outra e penduradas no armário”, declarou o general Worapong Siewpreecha da Polícia Metropolitana de Bangcoc.
“Nestas circunstâncias, não podemos estar seguros de que tenha cometido um suicídio, pois ele pode ter morrido (em um acidente) de masturbação”, afirmou.
David Carradine, de 72 anos, herói da série de TV “Kung Fu” e da sequência cinematográfica “Kill Bill”, de Quentin Tarantino, foi encontrado enforcado, nu, em seu quarto de hotel na quinta-feira de manhã em Bangcoc, onde a Polícia, inicialmente, mencionou um possível suicídio.
fonte: G1
dica do Rodolfo Ortiz
7 de junho de 2009
Pavarini A polícia de Santa Catarina procura um homem, já condenado pela Justiça do Paraná por assalto, visto em um vídeo caseiro em que ensina duas crianças – o próprio filho, de 4 anos, e uma sobrinha, 3 -, a roubar.
No vídeo, uma boneca é usada para representar uma vítima e um revólver de brinquedo é colocado nas mãos de uma menina de 3 anos. A criança é sobrinha do homem procurado, que é também suspeito de liderar uma quadrilha que sequestrou por 32 horas uma mulher e o filho dela, de 3 anos, depois de serem levados de um hotel na cidade de Penha, litoral norte de Santa Catarina. Leia +.
fonte: G1