Ônibus bate em carro e invade Templo de Salomão

Ônibus bate em carro e invade Templo de Salomão, na zona leste de SP
Ônibus bate em carro e invade Templo de Salomão, na zona leste de SP

publicado na Folha de S. Paulo

Um ônibus invadiu na madrugada desta terça-feira (19) o Templo de Salomão, na zona leste de São Paulo. O ônibus destruiu o portão de entrada do prédio da Igreja Universal.

De acordo com informações da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o coletivo bateu em um carro Peugeot na avenida Celso Garcia perto da rua João Boemer, perdeu o controle e entrou no imóvel. O acidente aconteceu por volta das 4h e deixou o motorista do carro ferido. O estado de saúde e a identidade da vítima não foram divulgados.

A via só foi liberada por volta das 8h45. Antes, duas das faixas da avenida Celso Garcia, no sentido bairro, ficaram bloqueadas o que prejudicou o trânsito na região.

Fieis da igreja e funcionários estavam no local desde cedo e chegaram a replantar a árvore que foi derrubada pelo ônibus. Tapumes começaram a ser colocados no local e o portão já começou a ser arrumado.

As causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

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Crianças reinterpretam capas de discos em Tumblr

Publicado no Brainstorm9

Aqui no B9 a gente já viu capas de disco recriadas com personagens dos quadrinhos e outras vistas “por trás”. Agora, alguém teve a brilhante ideia de criar um Tumblr onde as capas de discos são reinterpretadas por crianças. E quer saber? O resultado é muito bom!

Album Covers by Kids é um projeto que visivelmente ainda está no começo, mas é sempre legal ver iniciativas que incentivem não apenas o talento artístico da garotada, mas também sua formação musical.

Para quem tem crianças em casa, o Tumblr recebe colaborações. Projeto bacana, que vale a pena conhecer e acompanhar.

The Who
The Who
Pink Floyd
Pink Floyd
Pink Floyd
Pink Floyd
The Velvet Underground & Nico
The Velvet Underground & Nico
The Beatles
The Beatles
U2
U2

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MP-ES pede à Justiça que bloqueie o Secret no Brasil e tire app de celulares

Promotor aciona Google, Apple e Microsoft por apps de posts anônimos.
Consultor paulista já havia pedido à Justiça para barrar aplicativo no país.

App de mensagens anônimas 'Secret' vira hit no Brasil. (foto: Foto:G1)
App de mensagens anônimas ‘Secret’ vira hit no Brasil. (foto: Foto:G1)

Publicado no G1

O Ministério Público do Espírito Santo entrou na Justiça com uma ação civil pública para que Google e Apple retirem de suas lojas o aplicativo de mensagens anônimas “Secret” e que a Microsoft suspenda o “Cryptic”, de funcionamento similar. O pedido foi protocolado na última sexta-feira (15).

Além de pedir que a Justiça exija que essas empresas removam esses apps de suas lojas, o MP-ES pede que “removam remotamente os aplicativos dos usuários que já os instalaram em seus respectivos smartphones”. O promotor Marcelo Zenkner que assina a ação pede que tudo isso ocorra em um prazo de 10 dias. Ele ainda pediu uma indenização de R$ 90 mil

Como o nome diz, o Secret permite que segredos sejam contados, sem que a identidade do autor da mensagem seja revelada. O caráter anônimo do app abre uma brecha para que não só os segredos mas também mentiras sejam espalhadas pela rede.

A ação que do MP-ES argumenta que o Secret infringe pelo menos dois fundamentos da Constituição Federal: o que assegura a livre manifestação do pensamento, mas que veda o anonimato e o de que a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas são invioláveis e que a violação desses direitos geram indenização pelo dano material ou moral.

Bullying Virtual
“O anonimato mostra-se absolutamente incompatível com tais premissas balizadoras de nosso sistema, assim como o aviltamento, in casu gratuito, despropositado e desmedido, à honra e à imagem de qualquer pessoa”, escreve o promotor Zenkner. “O aplicativo ‘Secret’ fornece o instrumento apto ao cometimento daquilo que, corriqueiramente, tem sido chamado de ‘bullying virtual’.”

Para o promotor, “as exigências constitucionais o direito à imagem, à privacidade, à intimidade, à honra e, principalmente à dignidade da pessoa humana, estão sendo acintosamente violadas” por Google e Apple “ao disponibilizarem aos usuários o aplicativo ‘Secret’”.

Direito difuso
O pedido do promotor é similar ao feito pelo consultor de marketing Bruno Machado, que entrou na Justiça de São Paulo. O rapaz se sentiu ofendido por ser citado em postagens que considerou ofensivas no aplicativo. No caso dele, porém, a Justiça de São Paulo entendeu que o pedido dele, para suspender o Secret, interferia no direito de outras pessoas.

Em decisão da semana passada, o juiz Roberto Luiz Corcioli Filho, no entanto, considerou pertinente a argumentação da advogada de Machado, Gisele Arantes, do escritório Mendes e Assis. Além do citado apelo ao anonimato apontado inconstitucional pelo MP-ES, Gisele apontou que o app infringe o Código de Defesa do Consumidor (por não ter termos em português) e o Marco Civil (por não ter representação no Brasil e não estar em consonância com a legislação brasileira apesar de ter usuários do país).

O promotor do Ministério Público do Espírito Santo afirma que a ação civil pública, por outro lado, tem efeito coletivo.

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Aplicativo avalia 45 marcas e lojas de roupas quanto a trabalho escravo

Publicado por Leonardo Sakamoto

Foi ao ar, nesta segunda (18), a atualização do aplicativo Moda Livre. Disponível gratuitamente para download em versões para iPhone e Android, ele avalia as ações que as principais marcas e varejistas de roupas no país vêm tomando para evitar que as peças de vestuário de suas lojas tenham sido produzidas por mão de obra escrava. O Moda Livre é também uma das primeiras reportagens feitas no Brasil em formato de aplicativo.

Como baixar:iphone
Ele está disponível na loja da Apple e no Google Play e roda nos sistemas operacionais iOs 5+ e Android 4+.

Nesta nova atualização, a base de empresas avaliada pelo Moda Livre foi ampliada para incluir mais nomes consagrados no mercado nacional da moda, atingindo 45 marcas e varejistas. É o caso das holdings Inbrands – que controla grifes refinadas como Ellus, Richards, Mandi e Bobstore – e do grupo AMC Têxtil, responsável por marcas conhecidas do público brasileiro, como Forum, Colcci e Triton.

Outra companhia detentora de marcas valiosas (como Siberian, Crawford e Memove), a Valdac Global Brands também integra o hall de companhias analisadas pela equipe da Repórter Brasil. Há também varejistas presentes de norte a sul do Brasil, como as Lojas Americanas, e fabricantes de roupas bastante tradicionais no mercado nacional – como Malwee e Marisol.

O Moda Livre avalia os principais grupos varejistas de moda em atividade no país, além das empresas em que a produção de roupa foi marcada por casos de trabalho escravo flagrados por fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Repórter Brasil convidou todas as companhias a responder a um questionário-padrão que avalia basicamente quatro indicadores:

1. Políticas: compromissos assumidos pelas empresas para combater o trabalho escravo em sua cadeia de fornecimento.

2. Monitoramento: medidas adotadas pelas empresas para fiscalizar seus fornecedores de roupa.

3. Transparência: ações tomadas pelas empresas para comunicar a seus clientes o que vêm fazendo para monitorar fornecedores e combater o trabalho escravo.

4. Histórico: resumo do envolvimento das empresas em casos de trabalho escravo, segundo o governo.

As respostas geram uma pontuação e, com base nela, as empresas são classificadas em três categorias de cores: verde, amarelo e vermelho. Aquelas que não responderam ao questionário, apesar dos insistentes convites, foram automaticamente incluídas na categoria vermelha. A razão é simples: considerou-se que elas zeraram o questionário.

O Moda Livre não recomenda que o consumidor compre ou deixe de comprar roupas de determinada marca. Apenas fornece informação para que faça a escolha de forma consciente. O aplicativo é fruto da apuração da equipe de jornalismo da Repórter Brasil e do design e desenvolvimento da agência PiU Comunica.

Passei anos ouvindo que o consumidor é o culpado pelas desgraças do mundo ao não adotar um comportamento mais responsável ao escolher os seus produtos. Esse discurso, é claro, tira parte do peso da cobrança de cima das costas de empresas e de governos e ignora um elemento básico: falta informação de qualidade para que a maioria das pessoas possa tomar sua decisão. Daí surgiu a ideia do aplicativo, que tive o prazer de coordenar.

O aplicativo, que também conta com uma seção de notícias sobre trabalho escravo e o setor de vestuário, atualizada quando ocorrem resgates de trabalhadores e surgem outras informações relevantes, também pode ser encontrado na loja da Apple e no Google Play com os termos de busca “moda livre” e “moda livre repórter brasil”.

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Assim é a picada de uma água-viva em slow motion microscópico

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publicado no Giz Modo

Se você já foi picado por uma água-viva, sabe como isso é incrivelmente doloroso. Os tentáculos deste cnidário estão cobertos de células explosivas, que agem como pequenas seringas hipodérmicas cheias de veneno. E no vídeo abaixo, você pode ver como isso funciona em câmera lenta microscópica.

As células, chamadas cnidoblastos, disparam uma estrutura carregada com toxinas, chamada de nematocisto. É mais ou menos como disparar um dardo envenenado, ou espetar uma agulha hipodérmica na pele:

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Outras células nos tentáculos da água-viva sentem que uma presa está por perto ao detectar seu movimento, ou ao notar a presença de certas substâncias químicas. Isso causa um efeito cascata que obriga os cnidoblastos a absorver tanta água que eles liberam o veneno.

Você pode ver isso em mais detalhes no vídeo abaixo, do canal Smarter Every Day do YouTube. Nele, Destin conta com uma câmera de alta velocidade, um microscópio e um pesquisador da James Cook University, na Austrália, para mostrar como acontecem as picadas de medusas.

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