O Buzz Feed preparou uma lista espertíssima com 25 capas de discos em formato GIF. Pink Floyd, Nirvana, Radiohead, Michael Jackson e David Bowie são alguns dos artistas selecionados pelo site.
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Pesquisa indica que a humanidade ficou mais burra
Os cientistas analisaram 14 estudos sobre a inteligência desenvolvidos entre os anos de 1884 e 2004 e constataram que a população ficou mais burra
Publicado originalmente no Terra

Nobel de Física, Albert Einstein tinha um QI estimado de 160. A média para a população (estimativa do Reino Unido) é de 100 pontos (Foto: Getty Images
Um provocativo estudo publicado recentemente na revista Intelligence sugere que, enquanto a tecnologia avança, a inteligência humana está em declínio. A pesquisa aponta que o quociente de inteligência (QI) dos ocidentais caiu 14 pontos desde o final do século 19. As informações são do Huffington Post.
Segundo o professor da Universidade de Amsterdam Jan te Nijenhuis, co-autor do estudo, as mulheres mais inteligentes tendem a ter menos filhos do que aquelas com menor inteligência, o que poderia ser um dos fatores para esse declínio.
Nijenhuis e alguns colegas analisaram os resultados de 14 estudos sobre a inteligência desenvolvidos entre os anos de 1884 e 2004, incluindo um feito por Francis Galton, antropólogo inglês primo de Charles Darwin. Cada pesquisa levou em conta o tempo que os participantes levaram para pressionar um botão em resposta a um estímulo. O tempo de reação reflete a velocidade de processamento mental de um indivíduo, e por isso é considerado uma indicação da inteligência.
No final do século 19, o tempo de reação visual era em média de 194 milésimos de segundo. Já em 2004, esse tempo havia aumentado para 275 milésimos de segundo. Ainda que a máquina utilizada para medir o tempo de reação do final do século 19 fosse menos sofisticada que a usada nos últimos anos, Nijenhuis afirmou ao Huffington Post que os dados antigos são diretamente comparáveis aos modernos.
Outros estudos recentes têm sugerido um aumento aparente no QI a partir da década de 1940. Porém, o especialista sugere que esses levantamentos refletem a influência de fatores ambientais – como melhor educação, higiene e nutrição –, que podem mascarar o verdadeiro declínio na inteligência herdada geneticamente no mundo ocidental.
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Só o amor tem poder de transformar

O ator australiano Hugh Jackman interpretou Jean Valjean na versão cinematográfica de “Os Miseráveis”
Ricardo Gondim
Victor Hugo tem uma genialidade assombrosa. Em Os miseráveis, Jean Valjean, um egresso das galés, talvez conste como uma das personagens mais bem construídas da literatura.
Livre da cadeia há quatro dias, Jean Valjean não encontra quem o acolha. O passado o persegue. Ele é um proscrito. Cansado, tremendo de frio e faminto, precisa de um lugar para descansar. Sabendo que o prenúncio de uma nova chuva o matará, Valjean tenta achar um albergue. Em vão. Ninguém o quer. Os cachorros o enxotam. Desesperado, se depara com uma mulher que indica a casa do bispo D. Bienvenu como única possibilidade de acolhimento. A anônima diz que o homem de Deus seria capaz de hospedar-lhe.
Ao bater na porta da casa do bispo, Jean Valjean não esconde a vida pregressa. Mesmo assim, D. Bienvenu o recebe, convida para dividir a ceia e ainda oferece bons lençóis para a noite de sono. O ex-presidiário, entretanto, ainda padece os efeitos de sua história. Ele tem um estigma; é um sentenciado embora não tenha cometido o crime banal que o levou à cadeia. Valjean age como um animal encurralado e agredido, que procura se defender.
Resolve então fugir da casa do bispo. Nas caladas da madrugada, antes de sair, rouba os talheres de prata. Contudo, não vai muito longe. Os guardas o pegam, reconhecem as insígnias do bispo na prataria e o conduzem de volta à casa que o acolheu. A sina é retornar ao cárcere.
Surpreendentemente, D. Bienvenu não só perdoa como o salva. Diante da prata roubada, o desconcerta com uma pergunta e uma oferta: Estimo tornar a vê-lo. Mas eu não lhe dei também os castiçais? São de prata como os talheres e poderão render-lhe bem duzentos francos. Por que não os levou também?
Diante do gesto nobre de não levar em conta o roubo e ainda oferecer castiçais, Jean Valjean arregalou os olhos e contemplou o venerando Bispo com tal expressão que nenhuma língua humana poderia descrever.
O perdão e o amor gratuito de D. Bienvenu impactam Valjean de tal maneira que sua vida muda. O bispo o livra da acusação da lei, mas o torna, daí em diante, escravo da bondade. A gentileza – a Graça – esmaga Jean Valjean. Ele nunca mais foi a mesma pessoa. Ao liberá-lo, o bispo o torna servo de um gesto magnânimo.
Na carta aos Romanos, Paulo afirma que Deus conduz as pessoas ao arrependimento por sua bondade. Ou será que você despreza as riquezas da sua bondade, tolerância e paciência, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento? (Romanos 2.4).
Victor Hugo acerta no alvo ao fazer o bispo encarnar a Graça. Sua atitude estabelece uma verdade que percorrerá Os Miseráveis: só o amor tem poder de transformar. Ninguém muda sob ameaça. Arrazoamentos teológicos são impotentes para convencer. Jesus esperou que seus discípulos fossem conhecidos por amar, nunca por doutrinar. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros (João 13.35).
Deus elogia mesmo na expectativa de arrependimento e mudança; quando quer humilhar, exalta; quando deseja constranger, abandona o rigor da lei e perdoa. Deus recebe com festa ao invés de repreender. Entre vasculhar o passado e apostar no futuro, prefere o futuro. Um dos efeitos da Graça é fazer com que o bem não fique extrínseco, distante, da alma. Conta-se que Plutarco tentou colocar um cadáver em pé. Por mais que procurasse uma maneira de fazer o morto se manter ereto, o corpo caía. Finalmente, concluiu: Falta alguma coisa dentro dele. Metaforicamente, somente através da autoestima se consegue manter uma pessoa em pé. Sem ela, a dignidade fica abalada, a coragem, minada e o entusiasmo, perdido.
Jesus descreveu o amor do Pai pelo Pródigo nesses termos. O filho volta para casa ainda sujo, sem sequer mostrar obras dignas de arrependimento. O pai, contudo (a parábola narra um raríssimo exemplo de Deus com pressa), abraça o filho, coloca anel no dedo, calça os pés e agasalha os seus ombros. O rapaz ensaiou pedir para ser apenas um dos empregados da casa. O velho, porém, interrompe a fala meticulosamente ensaiada e ordena que preparem uma festa. A partir daquele dia, o filho se torna escravo da bondade. O amor, mesmo depois de tudo o que fez, tem força de constrangê-lo e transformá-lo.
O mundo mostra sinais de cansaço com a religião que exclui, condena, guerreia. O bispo Bienvenu continua proclamando a alvissareira notícia do evangelho: Deus não fecha portas. Ele ainda hospeda os que ninguém quer; ainda acolhe sem ameaçar com castigo; e ainda se deleita em conjugar os verbos dignificar e libertar.
Soli Deo Gloria
fonte: site do Ricardo Gondim
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E se Jesus encontrasse Freud para um drink?
Por Bia Amorim, no Mixologynews
O canal History Channel lançou uma série de vinhetas chamada “E se os mais importantes personagens da história se encontrassem para um drinque?!” com personagens históricos conversando em um balcão de bar.
Aqui no Mixology News nós já escrevemos sobre As Personalidades Que Gostaríamos De Ter Servido Um Drinque. Acompanhe.
Quando você imaginaria Jesus Cristo conversando com Sigmund Freud, o pai da psicanálise?
E que tal imaginar o pacifista indiano Mahatma Gandhi se encontrando em um pub londrino com o Jack Estripador?!
E se a mandona rainha do Egito Cleópatra encontrasse com o capitão Napoleão Bonaparte, choramingando por aí.
Thomas Edison, o grande inventor bate um papo com o imperador doidão Nero, que queimou Roma.
Pra terminar, olha o que deu quando Robin Hood, que roubava dos ricos para das aos pobres, encontrou o filósofo chinês Confúcio.
Parabéns à Tortuga Studios, que realizou todo projeto de animação. Todos os vídeos podem ser encontrados na página do designer Fabio Corazza no vimeo.
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Springfield, a cidade dos Simpsons, terá uma versão de verdade em Orlando
Série eleita pela Time como o melhor programa de TV do Século XX vai virar atração turística
Publicado originalmente no Estadão
MIAMI – Os criadores da série Os Simpsons, a mais popular da Fox, sempre evitaram dar pistas exatas sobre a localização da cidade de Springfield, apesar da grande pressão dos inúmeros fãs.
Agora, finalmente, os seguidores das aventuras de Homer, Marge Bart, Lisa e Maggie Simpson, que já mereceram 27 prêmios Emmy, finalmente poderão visitar a cidade onde vivem os personagens ir à taberna do Moe e tomar uma Duff e comer um Krusty Burger.
No próximo verão abrirá as portas na Flórida a primeira réplica da cidade por enquanto fictícia, anunciou o estúdio Universal, em Orlando.
A data de abertura ainda não foi confirmada, mas a empresa promete que este será o único lugar do mundo onde os seguidores da famosa série que está há mais tempo em exibição nos Estados Unidos poderão passear por todas as ruas da ‘verdadeira’Springfield.
“Pela primeira vez na história, todos vão poder entrar no mundo que só é visto na televisão”, afirma o presidente da Universal Creative, Mark Woodbury.
Desde maio de 2008, em Orlando e em Hollywood, já existe uma atração dedicada expressamente aos populares personagens amarelos de Matt Groening, a “The Simpsons Ride”, mas nos próximos meses a Flórida ganhará uma cidade inteira cheia de atrações como restaurantes, lojas, brinquedos e também os personagens da conhecida cidade de 30 mil habitantes.
“E, sim, também haverá a famosa cerveja Duff, fabricada exclusivamente para a Universal em Orlando, assim como o Krusty Burgers”, promete o responsável pelo projeto.Também não faltarão o restaurante marinheiro do Capitão Horatio McCallister, a pizzaria do Luigi e a loja de donuts.
O presidente da Fox Consumer Products, Jeffrey Godsick, diz que a ideia de converter lugares icônicos como Springfield em realidade é uma decorrência do sucesso absoluto dos Simpsons. O desenho foi considerado o melhor programa de televisão do Século XX pela revista Time.
dica do Etewaldo Junior











