É possível construir qualquer coisa com Lego, diz designer

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publicado na Exame

Com os tijolinhos de plástico da Lego, é possível construir qualquer coisa que passe pela imaginação. Quem afirma isso é Marcos Bessa, designer da empresa desde 2010, responsável, entre outros projetos, pela casa d’Os Simpsons, pelo carro dos Ghostbusters (Caça-Fantasmas), por itens das linhas Super Heroes e pelo filme “Uma Aventura LEGO”.

Bessa é português e esteve no Brasil para participar do EXPO LUG Brasil 2014, evento voltado para os fãs da marca, que aconteceu em São Paulo. Amante dos blocos de montar desde a infância, o designer afirmou, em entrevista concedida a EXAME.com, que, usando a criatividade, tudo é possível para o brinquedo, criado em 1932 na Dinamarca.

Claro que algumas adaptações são, às vezes, necessárias. “Quando eu era criança e queria fazer meus heróis favoritos, muitas vezes eu não tinha a peça exatamente igual à que eu precisava, então eu tomava a liberdade para substituir por outra. Mas, com pequenos ajustes, é possível construir qualquer coisa”, afirma.

Isso vale inclusive para os conjuntos de peças temáticos e os licenciados, como Star Wars e Harry Potter, que, para ele, não são como meros quebra-cabeças e podem alimentar a criatividade desde que haja interesse. Bessa conta que, quando participou do processo seletivo para trabalhar na Lego, em 2010, uma das tarefas que teve que encarar foi usar as peças de uma nave espacial para construir algo completamente diferente.

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Processo de criação

Depois de contratado, o profissional passou a trabalhar em diversos projetos, mas seu foco principal é a linha de super-heróis. Segundo Bessa, o tempo necessário entre a idealização e a chegada ao mercado de uma nova linha de brinquedos é de aproximadamente um ano.

Primeiro, a equipe de designers tem várias sessões de “brainstorming”, além de fazer uma intensa pesquisa sobre os temas levantados. Depois, é a vez do grupo de marketing avaliar as chances de sucesso na praça, filtrando os produtos até chegar ao projeto final.

Quando se trata de produto licenciado, quem cuida das parcerias com as outras empresas é uma equipe de diretores, que avalia estrategicamente se os personagens e as histórias têm relação com a marca Lego. Para a equipe de designers, que fica por conta de construir o visual dos produtos, o maior desafio é correr contra o tempo para entregar o brinquedo no prazo definido, muitas vezes ligado ao lançamento de um filme.

Brinquedo X Tecnologia

Apesar de o foco principal da Lego ainda ser os blocos de montar, o designer afirma que o avanço da tecnologia não vai tirar a empresa dos trilhos. “Mas é importante estar sempre atualizado. É um desafio tentar sempre manter o interesse no jogo de construção”, diz.

De acordo com Bessa, os videogames da Lego levam as crianças do mundo virtual para o real, e vice-versa. O Lego Fusion (ainda indisponível no Brasil), por exemplo, proporciona interação entre as construções feitas no mundo real e o cenário virtual representado em um aplicativo de smartphone ou tablet.

A presença da Lego nos cinemas também aproxima esses dois mundos segundo ele. O longa-metragem “Uma Aventura Lego”, do qual Bessa participou, é outra demonstração disso. O sucesso da animação já garantiu uma sequencia nas telonas, que deve focar no personagem Batman e está prevista para 2017.

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Petição quer que Polícia Federal negue a entrada de ‘professor de pegação’ no Brasil

Em seu curso, americano Julien Blanc ensina homens a coagirem mulheres a praticar sexo

Publicado em O Globo

Uma petição no site Avaaz.org pede que a Polícia Federal barre a entrada do “expert em pegação” Julien Blanc no Brasil. O americano está com viagem agendada ao país, onde participará de um evento organizado pelo coletivo de “pick up artists” (algo como “artistas da pegação”, em tradução livre) Real Social Dynamics, entre os dias 22 e 31 de janeiro, no Rio e em Florianópolis. O curso de três dias, que conta com dinâmicas in loco em shoppings, cafeterias e bares, custa US$ 800 (cerca de R$ 2 mil).

O abaixo-assinado foi criado pela usuária Jazz Motta e pela página Ozomexplicanista, que denuncia publicações machistas no Facebook.

Blanc foi deportado da Austrália e teve seus eventos no país cancelados após uma petição on-line que reuniu 40 mil assinaturas. No Brasil, o protesto contra a vinda do americano já tem mais de 120 mil nomes. Ele ainda teve eventos cancelados no Reino Unido e em outros países porque suas polêmicas aulas ensinam homens a “pegar mulheres” ou simplesmente a manipulá-las a fazer sexo com eles. Segundo ativistas que trabalham com proteção da mulher, suas técnicas “exaltam a cultura do estupro, crimes de agressão emocional e física contra mulheres, o racismo e o profundo desrespeito pelas mulheres”.

“Nós, mulheres brasileiras, viemos lutando incansavelmente contra a cultura do estupro e da violência contra nossos corpos em nosso país. Esse homem não é apenas um criminoso, mas um disseminador da cultura de todas as formas de violência contra a mulher”, diz o texto da petição.

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Agenda publicada no site do coletivo Real Social Dynamics mostra palestras agendadas no Rio e em Florianópolis, em janeiro – Reprodução

Em alguns vídeos de palestras ministradas por Blanc, ele ensina aos homens táticas que incluem ignorar quando mulheres dizem não à aproximação sexual, conseguir um beijo forçado sufocando-as com as mãos ou empurrar a cabeça de uma mulher em direção ao pênis para induzir a prática de sexo oral. O “professor” ainda demonstra que atacar a autoestima de uma garota pode ser extremamente útil para “conquistá-la”.

“Se você é um homem branco, você pode fazer o que quiser. Eu só estou brincando pelas ruas, pegando as cabeças das meninas e colocando no meu pênis”, diz Blanc em um registro de uma palestra no Japão, enquanto seus alunos soltam gargalhadas.

No entanto, a Polícia Federal informa que só é possível proibir a entrada de Blanc no país caso seu visto esteja com algum problema ou haja um alerta da Interpol em seu nome.

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Mulher associa energético ao Satã e vira piada na internet

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Publicado por Yahoo! Brasil

Não são poucas as teorias da conspiração que buscam associar marcas famosas a entidades espirituais malignas. A Coca-Cola, por exemplo, é “vítima” desse tipo de pensamento em várias oportunidades. Nos EUA, agora, viralizou na internet um vídeo com esse teor sobre o energético Monster.

Usando argumentos como o alfabeto hebreu, ela tenta provar que a embalagem tem várias referências ao Satã. Segunda ela, por exemplo, a formação da letra “M” na latinha tem relação com esse alfabeto, fazendo com que a imagem forme um 666, conhecido como número que faz referência ao demônio.

Por conta do modo como a mulher faz sua exposição, o vídeo virou piada nos Estados Unidos. Muitos usuário das redes sociais promoveram memes com outras embalagens e associações ao satanismo.

Assista ao vídeo (com áudio em inglês) e veja como ela explica a situação:

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Discovery Kids é canal mais assistido da TV paga em 2014 graças a ‘Peppa Pig’

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publicado no Administradores

Sucesso sem precedentes entre os desenhos infantis, “Peppa Pig” continua rendendo boa audiência ao Discovery Kids.

Com a estreia de novos episódios da animação em outubro, o canal infantil alcançou a liderança entre as crianças de 4 a 11 anos na TV paga, e se manteve como o canal por assinatura mais assistido em 2014.

As informações são da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta terça-feira (11).

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