Chocolate excita mais que beijo? Pesquisa diz que sim. Eu digo que não!


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Laura Lopes
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Recebi um release sobre um estudo que provou que o “chocolate excita mais que beijo”. Eu acho esse tipo de afirmação ultrajante, de uma mentira desmiolada! Como assim chocolate excita mais que beijo? O sexo começa no beijo – porque se o beijo não for bom, o sexo vai ser uma droga. Quer dizer, isso costuma ser uma regra…

Agora eu vou (tentar) provar que a pesquisa está totalmente equivocada. Se você come um pedacinho de chocolate, fica com vontade de mais um. Se você dá um beijinho, idem. Se você come uma barra inteira de chocolate, além de peso na consciência, é provável que você tenha dor de barriga. Se você beija uma pessoa interessante por um bom tempo, no famoso “amasso”, é bem possível que o beijo termine na cama, se a ocasião e os pudores assim permitirem.

Não quero discutir os benefícios do chocolate, sobretudo os com alto teor de cacau (ricos em flavonóides, os antioxidantes “da moda”), muito menos o prazer que eles podem trazer aos comensais, mas dizer que é mais excitante que o beijo é bem difícil de acreditar, né? Esse beijinho aí tem que ser bem mequetrefe.

O tal estudo foi feito por uma equipe de cientistas britânicos da Universidade de Sussex, coordenada pelo psicólogo David Lewis, e revelou que “o chocolate excita mais que um beijo apaixonado”. Aqui no site da BBC tem uma notícia sobre a pesquisa, de 2007 (!!). Espero que em quatro anos eles já tenham descoberto que se trata de um engano.

Vamos à ela: os pesquisadores fixaram eletrodos na cabeça de casais e ligaram monitores cardíacos ao tórax. Os participantes deixavam que pedaços de chocolate com 60% de cacau derretessem na boca e, em seguida, deveriam se beijar com paixão. O chocolate dobrou os batimentos cardíacos dos 12 voluntários (DOZE é pouco, né minha gente?), todos na faixa dos 20 anos. Enquanto o chocolate derretia, o cérebro era estimulado de forma mais intensa e mais duradoura do que na hora do beijo, e isso aconteceu com mulheres E homens. O que levou os cientistas a concluírem que a excitação provocada pelo chocolate é maior do que a gerada pelo beijo.

Pra mim esses casais aí deviam ser daqueles bem brigados, que mal se falam – muito menos são apaixonados. rs

fonte: Sexpedia

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Redes sociais que você não conhecia (2)

Nem só de Facebook e Orkut vivem as redes sociais. Existem dezenas de sites que se propões a reunir pessoas com afinidades e que desejam dividir suas experiências, além de interagir com outras pessoas. Separamos algumas redes sociais pouco conhecidas do grande público, mas que atendem a nichos específicos dentro do ciberespaço.

SmallWorld

Rede social com acesso restrito, voltada para pessoas de alto poder aquisitivo. Uma espécie de “clube virtual dos ricos, bonitos e famosos”. Como funciona eu não sei, pois não sou nem rico, nem bonito e nem famoso. Porém, é sabido que algumas marcas de luxo tem investido num marketing direto dentro do site, oferecendo presentes aos membros.

Fubar


Só podem acessar o Fubar usuários com mais de 18 anos. Essa espécie de pub virtual, permite que seus membros mandem drinques virtuais e possui uma moeda própria, os ‘fuBucks’. Happy hour 24 horas por dia!

REMCloud

R.E.M. é a sigla em inglês do movimento que os olhos fazem quando alguém está sonhando. A rede é uma espécie de Twitter para quem gosta de compartilhar seus sonhos e saber com o que seus amigos andam sonhando.

Respectance

Um tributo eletrônico a pessoas que já partiram. Os parentes e amigos dos mortos podem deixar depoimentos e adicionar fotos da pessoa homenageada. Cada usuário possui espaço em sua página pessoal para uma biografia, fotos, vídeos e mostra quem visitou e que “homenagem” prestou.

StarDoll

Uma comunidade online voltada especificamente para meninas. Possibilita a criação de bonecas de papel virtuais e a compra de acessórios para elas usando o cartão de crédito (dos pais). Além disso, oferece jogos e material adicional de interesse da faixa etária. E possível também criar e negociar seus próprios acessórios. Uma recente matéria do New York Times atesta o sucesso da iniciativa. A loja da StarDoll já oferece produtos de marcas famosas no mundo real, como Target, Pretty in Pink e Voile.
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Agência Pavanews, com informações de HuffingtonPost . Se quiser conhecer outras redes sociais “diferentes”, clique AQUI

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Restitui: jovens norte-americanos querem a virgindade de volta

Adolescentes querem sua virgindade de volta.

Dois terços dos adolescentes gostariam de ser virgens novamente, segundo pesquisa da OneHope, ministério jovem fundado em 1987 pelo missionário Bob Hoskins. Situada na Flórida, a OneHope calcula que já atingiu 700 milhões de jovens em 125 países através de revistas infantis, filmes, espetáculos musicais, aplicativos de smartphones, jogos interativos, entre outros meios de comunicação.

Segundo o ministério, foram entrevistados 5.108 jovens, com idade entre 13 e 18 anos e selecionados aleatoriamente. A pesquisa também levou em consideração a formação e a espiritualidade dos entrevistados. Os resultados divulgados são:

  • 61% dos adolescentes gostariam de se casar virgens
  • 50% consideram um casal (homem e mulher) como uma família, mesmo que não sejam casados.
  • 82% acreditam que o plano de Deus era que o casamento durasse a vida toda
  • 76% aprovam o divórcio quando há crianças envolvidas
  • 80% citam os pais como fonte de forte influência em seus pensamentos e ações
  • Porém, 34% passam menos de 15 minutos por semana discutindo assuntos importantes com seus pais.
  • 57% acreditam que apenas ser uma pessoa boa e fazer boas ações pode levá-los ao céu
  • Ainda assim, 52% acreditam que desenvolvimento espiritual não é algo necessário para obter uma vida satisfatória.
  • 65% acreditam que a verdade é relativa
  • 69% assistem MTV todas as semanas

“Existem muitas pesquisas a respeito dos jovens, mas quando nós ouvimos diretamente deles?”, questiona Chad Causey, vice-presidente do ministério. “É por isso que a OneHope faz pesquisas ao redor do mundo perguntando aos próprios jovens o que mais os influencia. Usamos esse levantamento para entender melhor as necessidades que têm, conhecer o que os incomoda e proporcionar esperança através de experiências na mídia transmitindo o amor de Deus”.

Eles também disponibilizam sua pesquisa gratuitamente para organizações sem fins lucrativos e governos de todo o mundo através no site  SpiritualStateoftheChildren.com.  O estudo científico contém relatórios específicos das pesquisas realizadas em cada país, além de análises, fotos e outras informações sobre o condição espiritual de crianças e jovens. Já foram feitas pesquisas em 36 países, mas o Brasil ainda não participou. O material da OneHope já está disponível em português e pode ser recebido gratuitamente pelo site da missão AMME (AQUI).

Agência Pavanews, com informações de Orlando Sentinel e OneHope.

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