Restitui: jovens norte-americanos querem a virgindade de volta

Adolescentes querem sua virgindade de volta.

Dois terços dos adolescentes gostariam de ser virgens novamente, segundo pesquisa da OneHope, ministério jovem fundado em 1987 pelo missionário Bob Hoskins. Situada na Flórida, a OneHope calcula que já atingiu 700 milhões de jovens em 125 países através de revistas infantis, filmes, espetáculos musicais, aplicativos de smartphones, jogos interativos, entre outros meios de comunicação.

Segundo o ministério, foram entrevistados 5.108 jovens, com idade entre 13 e 18 anos e selecionados aleatoriamente. A pesquisa também levou em consideração a formação e a espiritualidade dos entrevistados. Os resultados divulgados são:

  • 61% dos adolescentes gostariam de se casar virgens
  • 50% consideram um casal (homem e mulher) como uma família, mesmo que não sejam casados.
  • 82% acreditam que o plano de Deus era que o casamento durasse a vida toda
  • 76% aprovam o divórcio quando há crianças envolvidas
  • 80% citam os pais como fonte de forte influência em seus pensamentos e ações
  • Porém, 34% passam menos de 15 minutos por semana discutindo assuntos importantes com seus pais.
  • 57% acreditam que apenas ser uma pessoa boa e fazer boas ações pode levá-los ao céu
  • Ainda assim, 52% acreditam que desenvolvimento espiritual não é algo necessário para obter uma vida satisfatória.
  • 65% acreditam que a verdade é relativa
  • 69% assistem MTV todas as semanas

“Existem muitas pesquisas a respeito dos jovens, mas quando nós ouvimos diretamente deles?”, questiona Chad Causey, vice-presidente do ministério. “É por isso que a OneHope faz pesquisas ao redor do mundo perguntando aos próprios jovens o que mais os influencia. Usamos esse levantamento para entender melhor as necessidades que têm, conhecer o que os incomoda e proporcionar esperança através de experiências na mídia transmitindo o amor de Deus”.

Eles também disponibilizam sua pesquisa gratuitamente para organizações sem fins lucrativos e governos de todo o mundo através no site  SpiritualStateoftheChildren.com.  O estudo científico contém relatórios específicos das pesquisas realizadas em cada país, além de análises, fotos e outras informações sobre o condição espiritual de crianças e jovens. Já foram feitas pesquisas em 36 países, mas o Brasil ainda não participou. O material da OneHope já está disponível em português e pode ser recebido gratuitamente pelo site da missão AMME (AQUI).

Agência Pavanews, com informações de Orlando Sentinel e OneHope.

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Serviço de faxina ‘sexy’ faz sucesso na França

Daniela Fernandes

Um site francês que oferece serviços de faxineiras que usam roupas sexy está provocando polêmica no país. Prefeitos e associações pediram a proibição do site, alegando que ele representa “um insulto à imagem das mulheres”.

O site Sensual Clean Service oferece à clientela masculina serviços que têm como única finalidade “a limpeza da casa e o divertimento visual”. O site mostra imagens de mulheres com espanadores ou ferros de passar roupa usando saias ultracurtas, decotes, lingerie e salto alto.

As faxineiras que realizam esse serviço, chamadas de “lady clean”, cobram 75 euros (cerca de R$ 170) por hora de trabalho, cerca de cinco vezes mais do que as tarifas, pagas também por hora, a profissionais que fazem limpeza em Paris.

“Nossas Lady Clean tiram o pó, passam o aspirador, arrumam a cama, varrem e podem ser úteis para pequenas tarefas comuns”, diz o site, afirmando ainda propor “os serviços de uma faxina impecável, acompanhados de um intenso toque de sensualidade”.

Sem direito a toque

O criador do site, Johann Blazy, de 29 anos, afirma que os serviços oferecidos por sua empresa não são de prostituição.

“Está escrito no contrato que os clientes não têm direito de tocar a lady clean nem filmá-las”, afirmou Blazy ao jornal Le Parisien.

A “lady clean” é “sociável, divertida e muito sexy. O que pedir mais?”, diz o site.

A empresa provocou indignação em particular entre autoridades do sexo feminino e organizações feministas. “É escandaloso, consternador e sexista”, afirma em um comunicado a prefeita de Vénissieux, nos arredores de Lyon.

A prefeita-adjunta de Montpellier, Françoise Prunier, diz que a Sensual Clean Service “faz uma mercantilização inaceitável das mulheres”.

A diretora da associação Osez le Féminisme (Ouse o Feminismo) lançou um alerta contra “a multiplicação de sites que exploram e degradam a imagem das mulheres para se tornar conhecidos”.

‘Degradação feminina’

A empresa, sediada em Toulouse, no sudoeste da França, foi criada há algumas semanas e já oferece serviços em Paris, Lyon, Bordeaux (também no sudoeste), Montpellier (no sul) e Lille (no norte do país).

“Nossa ideia é nova, talvez ela provoque inveja. Há inúmeras empresas que propõem strip-teases a domicílio, em aniversários, e não são alvo de polêmica”, diz Blazy.

Ele conta ter tido a ideia do site ao ouvir um amigo dizer que preferia “que uma mulher de biquíni viesse fazer faxina na sua casa”.

“Ele ousa explorar a miséria feminina de estudantes e mulheres desempregadas que buscam uma fonte de renda”, afirma a prefeita de Vénissieux.

Ao que tudo indica, os serviços, apesar da polêmica, estariam fazendo sucesso.

O site indica que “em razão da forte demanda”, Lara, “lady clean” de Paris, não está disponível atualmente e informa que as reservas dessa faxineira só podem ser feitas a partir de 21 de fevereiro.

Fonte: BBC

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