Os 20 Blogs cristãos mais influentes

Há centenas de blogs e sites de grandes ministério para ler. Você já se perguntou quais deles a igreja mais está acessando? Eu já, é por isso que compilei essa lista de blogs cristãos [em inglês].

Alguns se concentram exclusivamente no ministério, enquanto outros são mais como fontes para material teológico ou notícias. Independentemente de como você queira classificá-los, são blogs escritos por muitos dos cristãos mais influentes: pastores, líderes , jornalistas, teólogos ou apenas seguidores de Cristo. Você pode seguir quase todos eles no Twitter, se quiser!

Como a lista é feita

  • Centenas de blogs são visitados, em uma análise preliminar para determinar se o número de visitas é grande o suficiente para ser classificado.
  • 210 blogs são selecionados
  • Dados são coletados para cada blog, usando-se os cinco principais critérios de medida da blogosfera (Alexa, Compete,  PageRank do Google , número de assinantes do Google Reader e Yahoo SiteExplorer).
  • Para cada um dos cinco critérios de medida, o blog entra em uma classificação, que é comparada com a dos outros.
  • A classificação geral de cada blog é determinado pela média da avaliação nos 5 critérios de medida.
  • A lista final apresenta os 1oo blogs mais populares e atualizada regularmente. Veja a lista completa AQUI

NOME AUTOR alexa rank compete visitors PR

google pagerank

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1 Desiring God Vários 46,431 154,207 5 11,341 141,423
2 Between Two Worlds Justin Taylor 53,928 70,480 5 3,413 147,507
3 Michael Hyatt Michael Hyatt 58,343 44,135 5 4,241 160,738
4 GetReligion Vários 159,550 25,864 6 2,074 436,203
5 Tim Challies Tim Challies 88,624 28,335 5 7,748 357,250
6 Stuff Christians Like Jon Acuff 67,834 58,537 5 4,053 92,591
7 Dr. Albert Mohler Albert Mohler 194,123 41,886 5 1,632 317,453
8 Internet Monk Chaplain Mike 313,873 17,561 6 2,016 239,768
9 Pyromaniacs Vários 187,275 13,282 5 2,839 180,121
10 DeYoung, Restless, and Reformed Kevin DeYoung 53,548 70,480 5 1,255 66,202
11 Church Relevance Kent Shaffer 287,245 16,425 5 2,517 78,797
12 Reformation 21 Vários 455,520 14,066 5 2,425 148,025
13 Faith & Reason Cathy Lynn Grossman 430 9,670,524 7 671 27,393
14 Swerve Vários 62,642 5,973 5 2,046 99,620
15 Don Miller Don Miller 107,038 33,006 4 9,259 74,344
15 Jesus Creed Scot Mcknight 36,789 132,008 6 584 24,882
17 Josh Harris Josh Harris 225,467 23,585 4 3,758 73,669
18 Ligonier Ministries Vários 91,272 79,540 4 2,629 45,114
18 Ragamuffin Soul Carlos Whittaker 264,835 22,803 4 1,584 110,168
20 Pure Church Thabiti Anyabwile 54,195 70,480 5 386 46,173

LEGENDA

Alexa
O ranking da Alexa é baseado nos padrões de uso de internautas que instalaram a barra de ferramentas da empresa. São reunidos os resultados dos três últimos meses.  Faz-se uma separação dos acessos únicos e dos pageviews (número de páginas dentro de um mesmo domínio). Quanto maior foi a combinação de usuários únicos e número de páginas visitadas do mesmo domínio, mais alta a classificação.

Compete
O site Compete mês a mês faz um levantamento dos visitantes únicos de cada blog.

PageRank do Google
O sistema do Google registra a quantidade de links que uma página possui em outras páginas, ou seja a quantidade de pessoas que indicam outro blog. As páginas mais “populares” tem um peso diferente na fórmula que as páginas com menor expressão.

Número de assinantes do Google Reader O Google Reader cataloga usuários que se inscrevem em um blog para serem notificados de novas postagens.

Yahoo Site Explorer
Registra o número de links entre um site e outro, excluindo os links do próprio site. Usa uma

Fonte: Church Relevance

Em português não uma lista atualizada regularmente. Mas existe o prêmio Topblogs, que tenta identificar os 100 melhores sites do Brasil. Não votou ainda? Votem em nós AQUI

Uma coisa é certa: os leitores que acessam o Pavablog estão em primeiro lugar na lista dos mais ligados :)

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Saudade feiticeira

Ricardo Gondim

Há algum tempo, escrevi que saudade é uma feiticeira que mistura a poção mágica da lembrança; uma bruxa especializada em ressuscitar o passado. Ontem, eu não conseguia dormir, e não é que ela veio para me assombrar? Deu-me um gole e, de repente, comecei a rever lugares, pessoas e momentos que encheram a minha infäncia de felicidade. Ah, como a bruxa me torturou!

Tomei caldo de cana com pastel de carne no Leão do Sul, que ficava do lado direito da Praça do Ferreira;

Joguei pedra nas árvores da Gentilândia. Contente, comi mangas verdes, que de tão azedas deixaram os meus dentes sensíveis;

Peguei “carretilha” (surf de barriga) na Ponte Metálica com prancha de madeira e depois voltei para casa esfomeado. Senti a cama subir e descer no movimento da maré;

Paquerei na frente da Escola Normal com a farda do Liceu. Tímido, fiquei contente em dizer que ela “olhou para mim”;

Enfrentei duas horas de fila no Cine São Luis. Quis sentir o mesmo entusiamo em ver o Elvis Presley;

Voltei ao mesmo Cine São Luis com a carteira falsa que me dava dezoito anos. Desejei ter o mesmos olhos que contemplaram a Barbarela (Jane Fonda) nua;

Fui à Igreja Nossa Senhora dos Remédios, mas não entrei para a missa até a hora da Elevação da Eucaristia; busquei reconhecer a namorada que esqueci o nome;

Pulei o muro do Clube dos Estudantes Universitários (CÉU) para torcer contra a Faculdade de Medicina no Futebol de Salão;

Sentei na “coxia” da Avenida Duque de Caxias no carnaval e ri de homem vestido de mulher e do “Bloco dos Sujos”. Aguardei o Maracatu desfilar numa cadência lenta e cheia de encanto;

Fui para a frente da televisão da casa da vovó e assisti aos “Os Intocáveis”, “Quarta Dimensão” e “Bat Masterson”. Não esqueci, é claro, do Emiliano Queiroz, na novela do Canal 2.

Saí de casa em casa recolhendo jornal velho e vendi para os vendedores de carne e de peixe na feira da Gentilândia. Voltei a precisar de uns trocados para a Coca-Cola da praia;

Joguei bola até ficar escuro no campinho de areia da pracinha;

Fiquei horas vendo camelôs na Praça José de Alencar. Por alguns trocados, eles comeram lâmpada fluorescente, deram saltos mortais, anunciaram emplastro de óleo de peixe elétrico e prometeram que chá de catuaba é milagroso “para curar homem brochado”.

Retornei à quermesse do Maguary; e chorei!

Chorei porque sabia que essa Fortaleza não existe mais. Ela se degradou com a mania de todo o mundo querer morar na Aldeota, o bairro chique. Meus verdes anos desapareceram junto com a morte dos programas de auditório na rádio, junto com o imperialismo da televisão importada do Rio de Janeiro e junto com o aumento da bandidagem.

A Fortaleza que fez vários meninos e meninas felizes só volta ao presente quando a feiticeira decide distribuir sua beberagem em noites insones. Mas, depois, a bruxa vai embora e deixa a gente cansado, moído de saudade.

Soli Deo Gloria

fonte: Ricardo Gondim

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Felicidade = momento presente

Mauricio Serafim

Os resultados desta pesquisa sugerem que o sentimento de bem-estar (ou felicidade) está relacionado com a capacidade de vivermos o momento presente, ou seja, de termos consciência total de nós mesmos no único instante em que existimos. Não deixa de ser interessante que esta premissa é valorizada por várias religiões e filosofias de vida, com destaque para o catolicismo e budismo.

Será que não é possível pensarmos que as religiões e tradições podem nos dizer algo sobre como viver? Ou melhor, será que elas não poderiam ser portadoras de certos princípios de vida – acumulados ao longo de várias gerações e experiências – que nos ajudariam a dar passos mais sábios? Isso é algo que venho pensando ultimamente. É claro que devemos separar o joio do trigo (desculpem a imagem bíblica), mas não tenho certeza que nossos olhos acadêmicos – tão modernos que são – conseguem enxergar além do preconceito de tudo o que se parece com a tradição.

fonte: Mauricio Serafim

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Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica…


Favela do Arará/RJ – foto de Ratão Diniz

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Helena Beatriz Pacitti

Toda criança esperta, em algum momento da vida escolar, tem um insight justamente na época das provas e pergunta aos pais:  ’Mas por que tenho que estudar gramática se vou ser engenheiro/músico/médico/
matemático/artista/bailarina/astronauta/bombeiro?’

As respostas variam, desde: “Porque sim, fica quieto e vai logo estudar, menino!” até tentativas pouco pragmáticas de convencer o pequeno, já traumatizado com sintaxes, morfologias e tempos verbais.

Em casa a gente perguntava e minha mãe usualmente não respondia. Apenas sorria e continuava lendo. O quê? Livros, muitos livros. A sofreguidão, a pressa, a alegria genuína com que ela lia qualquer coisa fazia desvanecer nossa apreensão.

Minha vez também chegou. Um dia fui confrontada com a filha caçula batendo o pezinho por achar tudo aquilo – tempos verbais, análise sintática, interpretação de texto – uma bobagem. Minha resposta foi mais ou menos parecida com este conselho (que encontrei  muitos anos mais tarde em “Oficina de Escritores”) do Stephen Koch:

“Essa (a leitura) é a sua única esperança  de desenvolver um estilo pessoal decente.  Para começar, só a leitura nos treina a usar corretamente as palavras.  Isso não é uma coisa qualquer: a falta de correção implica falta de comunicação.  Se você empregar mal a língua, as pessoas não o entenderão. É preciso saber exatamente o que as palavras significam e como empregá-las…”

Não sou expert no assunto. Tenho, porém, vivido o suficiente para constatar que nenhuma imagem pronta trazida pela mídia tem o poder de uma boa história escrita ou narrada. Normalmente,  imagens são colocadas fora de contexto, seja na TV, na internet, no cinema e nos outdoors, a fim de nos vender algo. Não passam uma mensagem, não transmitem um sentido, não contam uma história. A poesia inexiste: tornou-se tão frágil e delicada que não cabe em uma manchete de telejornal. E, sinceramente, ‘poesia não vende.’

Imagens fortes e carregadas, efeitos cada vez mais espetaculares, trilhas sonoras indutivas  e enredos mais e mais complexos chegam e se vão rapidamente, como flashes.  Nossa capacidade de nos impressionarmos com coisas simples está desaparecendo. Com o exagero de estímulos, paradoxalmente somos levados a nada. Porque ter excessos é o mesmo que não ter nada.

Dizem que nossa geração tem se tornado mais e mais parecida com os homens do Mito da Caverna, de Platão. Vemos sombras o tempo todo, mas, acorrentados no éter virtual, julgamos erronamente que elas constituem o mundo real e a verdade.

Os sábios antigos sentiam grande desconforto ao se darem conta de que toda ilusão é perigosamente sedutora.  Mas sai caro, caríssimo. Ela compromete nossa existência e nossas crenças, e nos esvazia de valores e referenciais.

“Por isso” , como ensina Antonio Cicero, “guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la…guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, admirá-la…iluminá-la e ser por ela iluminado…Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica, por isso se declara e se declama um poema: Para guardá-lo…”

Guarde o que você tem: as memórias genuínas, seus princípios de vida, coisas que você aprendeu com alguém que admirou. Prefira o vento no rosto ao confinamento do falso conforto.  Resgate o encantamento pelo simples, declame suas crenças, leia mais, muito mais, expresse e divida suas idéias.

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