A fantástica árvore de 143 anos que se tornou atração turística no Japão

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Jaque Barbosa, no Hypeness

Fica no Ashikaga Flower Park, em Tochigi, e é conhecida assim mesmo, como a glicínia (uma trepadeira que dá umas flores lindas) mais bonita do mundo. Se é a mais bonita do planeta, não sabemos, mas ela é  a maior e mais antiga dessa espécie no Japão e a principal atração turística do parque. Tem 143 anos e parece um guarda-chuva em forma de flor.

O efeito é possível graças às vigas que sustentam os ramos da trepadeira. Datada de 1870, é incrivelmente bonita quando floresce totalmente. Isso acontece entre abril e maio, por isso já sabe: se pensa visitar o Ashikaga Flower Park, faça-o nessa altura.

Se não tem essa chance, veja algumas imagens e aprecie mais um desses bonitos caprichos da natureza.

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O homem que fotografou os anos 60

Eloise Martins, no IdeaFixa

THE MAN WHO SHOT THE SIXTIES from CHRIS DUFFY on Vimeo.

O documentário Duffy: The Man Who Shot the  Sixties, de Linda Brusasco, conta a história de um dos mestres da fotografia, o inglês Brian Duffy.

Duffy foi um dos pioneiros da fotografia de moda, por apresentar uma estética nova que se consagrou pela cultura pop britânica dos anos 60. Dentre suas fotografias mais famosas, estão as imagens icônicas de John Lennon, Michael Caine, David Bowie, Twiggy, entre outras figuras importantes do mundo do rock ‘n’ roll, da moda e da arte.

O documentário apresenta relatos de David Bowie, Angela Bowie, Mick Ronson e David Bailey, demonstrando ser um filme obrigatório para fãs de fotografia e interessados na efervescência cultural da época.

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Hugh Laurie – Didn’t It Rain?

Muito do fascínio pelo primeiro trabalho vinha da força do personagem de Laurie nas televisões do mundo, o Doutor House, mas não dá pra negar a competência dele em arregimentar músicos competentes e reproduzir um climão empoeirado e misterioso no disco.

Fonte: Internet

Fonte: Internet

Por Carlos Eduardo Lima, no Monkey Buzz

A maioria dos britânicos tem profunda fascinação pela América. É um grande playground cultural, um pedação de terra que fugiu do controle da Velha Ilha e adquiriu vida e mitologia próprias. Sempre haverá um branquelo inglês cantando como negro, tocando como negro, embasbacado pelo caldeirão do Blues/R&B/Soul/Funk/Country e o que mais vier. Com Hugh “House” Laurie não é diferente.

Se valeu da paixão ancestral por Blues e som de Nova Orleans, sobretudo pelo standard de Professor Longhair, “Tipitina”, e caiu na farra. O êxito foi tamanho, que Laurie não teve outra escolha a não ser gravar um punhado de canções que mostravam o imaginário folclórico-musical da região da Lousiana.

Let Them Talk, lançado em 2011, fez bonito nas paradas de sucesso inglesas, chegando a empatar com Adele. Claro que muito do fascínio pelo primeiro trabalho vinha da força do personagem de Laurie nas televisões do mundo, o Doutor Gregory House, mas não dá pra negar a competência dele em arregimentar músicos competentes e reproduzir um climão empoeirado e misterioso no disco.

Esse mesmo time de músicos, inclusive o produtor Joe Henry, estão presentes em Didn’t It Rain. Após um 2012 agitado, passado o tempo todo na estrada em uma agenda de shows invejável, Laurie retornou ao Ocean Studios para ampliar seu espectro sobre a música americana, incluindo generosas porções de Blues e R&B, chegando na sonoridade que os manuais de música gostam de chamar de Heartland Sound.

Ao longo do caminho, com os serviços da Copper Bottom Band (a banda, devidamente batizada) e a presença charmosa da cantora e compositora guatemalteca Gaby Moreno, Laurie convida o ouvinte para uma viagem pelos rincões imemoriais dos USA, através de belezas como Junkers Blues (gravada por Champion Jack Dupree em 1940), o dueto belíssimo com Gaby Moreno em Kiss Of Fire (um tango originalmente chamado El Choclo, que teve sua versão para o inglês em 1952, com Louis Armstrong e Connie Francis nos vocais), Unchain My Heart (cavalo de batalha da melhor fase de Ray Charles), Vicksburg Blues (gravada por Little Brother Montgomery em 1930), num total de 15 cartões postais musicais para uma dobra temporal em que o mundo não é atrapalhado pela modernidade pós-segunda guerra mundial.

Mais que um disco, Didn’t It Rain é quase uma viagem por um museu e, se você tem algum problema em ser conduzido por um inglês, não esqueça que Laurie nunca foi um habitante comum da Velha Ilha. Imperdível.

 

 

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As 4 irmãs que tiraram uma foto por ano durante 36 anos

As irmãs Brown – Heather, Mimi, Bebe e Laurie – tiraram uma foto por ano até 2010. Para tornar a série mais coerente, as quatro sempre posaram na mesma ordem.

1975

1975

Por Natasha Romanzoti, no Hype Science

Em 1975, o fotógrafo americano Nicholas Nixon tirou uma foto de sua esposa Bebe ao lado de suas três irmãs. A partir disso, eles tiveram a ideia de tornar a fotografia uma tradição anual.

Desde então, as irmãs Brown – Heather, Mimi, Bebe e Laurie – tiraram uma foto por ano até 2010. Para tornar a série mais coerente, as quatro sempre posaram na mesma ordem.

Isso resultou em um registro incrível de 36 anos. A mais nova das irmãs, Mimi, tinha apenas 15 anos na primeira foto, e a mais velha, Bebe, estava com 61 anos na última. Quando Nixon começou a tirar os retratos, as irmãs Brown tinham entre 15 a 25 anos.

Mesmo que as imagens não sejam deslumbrantes do ponto de vista artístico, elas certamente tocam o coração. Ver como as estações, a moda e os cortes de cabelo mudaram ao longo da série, enquanto uma coisa permaneceu a mesma – o forte vínculo familiar -, traz uma sensação boa e nostálgica.

A série, intitulada “As Irmãs Brown” (The Brown Sisters) foi exibida na Galeria Nacional de Arte (Washington D.C., EUA) e no George Eastman House (Rochester, NY, EUA). Além disso, dois conjuntos foram vendidos em leilões de fotografia em Nova York (EUA).

1976

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1977

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1980

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1990

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2000

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2010

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Depois de polêmica, Lobão e Mano Brown decidem tocar juntos na Virada Cultural de SP; Mano Brown não confirma

Publicado originalmente no UOL

foto: Caio Duran/AgNews

foto: Caio Duran/AgNews

Depois da polêmica sobre declarações de Lobão dadas à “Folha de S.Paulo”, o cantor disse no Twitter, na tarde desta sexta-feira (3), que conversou com o rapper Mano Brown e que eles “conseguiram se entender”. “Atenção, enfim, uma linda notícia,o Mano Brown acabou de me ligar, tivemos uma conversa franca e decidimos que vamos fazer um som juntos”. E acrescentou: “Vamos nos encontrar e vamos tocar juntos na Virada. Queremos mostrar pra galera que podemos divergir e ao mesmo tempo caminhar juntos”.

Mano Brown estará na Virada Cultural de São Paulo com o Racionais MCs no domingo (19) às 15h, no Palco Júlio Prestes. Já Lobão se apresenta no Palco São João, no sábado (18) às 18h.

O perfil oficial dos Racionais no Twitter, no entanto, desmentiu e ironizou durante a madrugada a afirmação de Lobão. “O Lobinho agora está falando que conversou com Brown. Mentiroso!”, escreveram em tuíte que foi compartilhado por Mano Brown na rede social.

Entenda o caso

Na entrevista, Lobão alfinetou o novo rap e disse que o ritmo faz parte de “anseios de intelectuais petistas”. Logo depois, recebeu diversas mensagens de artistas reclamando do conteúdo de suas declarações e de seu novo livro “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”. “Você segura o Lobão que vai ter uma fila pra bater! Kkkk até eu fui esculhambada! Vamos cobrar royaltes desse livro!”, escreveu a empresária Paula Lavigne para o rapper Mano Brown, escreveu no Twitter nesta quinta-feira (2).

“Conheci o Lobão em 1996. Cumprimentei e depois disso nunca mais o vi. Sinceramente não tenho o que falar da pessoa dele. Estranho o Lobão falar de mim sem nunca ter me conhecido. Não entendo a postura dele agora. Ele que pregava a ética e rebeldia, age como uma puta para vender livro. Nos anos 80 as ideias dele não fizeram a diferença para a gente aqui da favela. Ninguém é obrigado a concordar com ninguém, nem ele comigo. O Lobão está sendo leviano e desinformado. Tô sempre no Rio de Janeiro, se ele quiser resolver como homem, demorô! Do jeito que aprendi aqui”, escreveu Mano Brown em uma série de publicações.

Outros músicos também foram citados e também se defenderam via rede social.

Depois de atingir a marca de 150 mil exemplares vendidos com sua autobiografia, Lobão volta às livrarias com um livro no qual se propõe a falar sobre o “estado de paralisia” em que acredita que o Brasil se encontra.

dica do Ronaldo Junior

afinal, vão ou não tocar juntos? :-)

Atualização:

O UOL publicou um comunicado de Mano Brown desmentindo a informação passada por Lobão. Segue: 

“Informamos que o Mano Brown não ligou e não conversou com o Lobão. Eles não irão tocar juntos na Virada Cultural como está sendo noticiado na imprensa. Pedimos que os veículos de comunicação que estão noticiando esse fato esclareçam a questão com a verdade, pois o Lobão mentiu e não haverá esse show do Racionais com o Lobão”.

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