Nigella Lawson é banida dos Estados Unidos por ter confessado usar cocaína

Nigella Lawson é persona non grata nos Estados Unidos Sang Tan/AP

Nigella Lawson é persona non grata nos Estados Unidos Sang Tan/AP

Apresentadora do programa de culinária “Nigella” foi impedida de embarcar em um voo que ia de Londres para Los Angeles no último domingo

Publicado em O Globo

A chef e apresentadora britânica Nigella Lawson foi banida dos Estados Unidos quatro meses após confessar ter usado cocaína. Ela foi impedida de embarcar em um voo de Londres a Los Angeles no último domingo segundo informações do jornal The Guardian.

No ano passado, Nigella, de 54 anos, foi forçada a confessar no trubunal que ela consumia cocaína e fumava maconha na frente de seus dois filhos, Bruno, hoje com 17 anos, e Cosima, de 19.

A apresentadora do “Nigella”, programa de culinária exibido no Brasil pelo GNT, e jurada do “The taste”, reality culinário exibido pela rede americana ABC, chegou a fazer o check in no terminal 5 do aeroporto de Heathrow para o voo da British Airways. Mas, antes de embarcar, foi abordada por funcionários da companhia aérea, que a pediram para recolher suas bagagens.

“Ela não disse nada, mas não parecia satisfeira”, contou uma testemunha que não quis se identificar.

Agora espera-se que Nigella acione seus advogados para garantir trânsito livre para os |Estados Unidos a passeio e a trabalho. O Departamento de Segurança de Fronteiras dos Estados Unidos afirmou que não tem autorização para comentar casos individuais. No entanto, uma fonte interna revelou que estrangeiros que admitem o uso de drogas em solo americando ou não são considerados “inadimissíveis.

Em julho do ano passado, a chef e apresentadora se divorciou do então marido Charles Saatchi, a quem acusou de agressão. Foi Saatchi quem revelou à corte que Nigella era dependente química.

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Vídeo hipnótico mostra a deslumbrante vida secreta de esponjas e corais

Publicado no HypeScience

O fotógrafo Daniel Stoupin produziu um trabalho de extrema beleza e delicadeza. A ideia dele foi capturar a essência da vida marinha, exótica para nós, por meio de fotos de alta ampliação. Stoupin busca mostrar a vida secreta dos chamados “animais marinhos lentos” – corais e esponjas.

“Estas são criaturas muito móveis, mas seu movimento é apenas detectável em escalas de tempo diferentes em comparação com a nossa e requer um período longo para ser observado. Estes animais constroem recifes de coral e desempenham um papel crucial na biosfera, mas não sabemos quase nada sobre suas vidas diárias”, afirma.

O clipe acima, batizado pelo artista de “Slow Life” (Ou seja, “Vida Lenta”), foi produzido compilando aproximadamente 150 mil fotografias diferentes. Stoupin explica que cada quadro do vídeo é na verdade uma montagem que consiste em 3 a 12 fotografias distintas, em que os focos das imagens foram mesclados.

O fotógrafo destaca que organismos vivos que desempenham funções-chave na biosfera podem não parecer empolgantes quando se trata de movimento, mas, da mesma forma que todos os seres vivos, são dinâmicos, móveis e, fundamentalmente, têm as mesmas propriedades de movimento que nós.

“Eles crescem, se reproduzem, se espalham, se movimentam em direção a fontes de energia e fogem de condições desfavoráveis. No entanto, o detalhe é que suas velocidades estão fora de sincronia com a nossa percepção reduzida. Nossos cérebros estão programados para compreender e acompanhar melhor acontecimentos rápidos e dinâmicos, especialmente aqueles raros que acontecem em velocidades às quais estamos acostumados. Temos mais dificuldades de entender situações que envolvem predadores incrivelmente rápidos ou presas camufladas que levam minutos, horas ou dias para que uma pessoa note qualquer alteração”, explica.

Stoupin afirma que a vida marinha lenta é particularmente misteriosa. Sabemos um pouco sobre a bioquímica e ciclo de vida de corais e esponjas, mas é só isso. “Infelizmente, é difícil ter certeza sobre os demais assuntos, em particular a interação com outros organismos, que acontece ao longo de grandes períodos de tempo”.

É neste contexto que a obra de Stoupin é relevante não apenas como arte, mas também como ciência. A técnica fotográfica de “time lapse” – em que a frequência de cada frame por segundo de filme é muito menor do que aquela em que o filme será reproduzido, dando a impressão de que o tempo está passando muito rápido – revela um mundo totalmente diferente. “Minha ideia era fazer com que a vida no recife de coral parecesse mais espetacular e, desta forma, mais próxima de nossa percepção”, esclarece.

O resultado final é uma curiosa e exótica dança realizada por criaturas longe de nosso contato diário, mas que nem por isso passam desapercebidas por fotógrafos de tino apurado como Daniel Stoupin.

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Os novos cabos USB reversíveis poderão ser encaixados de qualquer lado

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Publicado no Gizmodo

Em um futuro não muito distante, você não precisará tentar encaixar o cabo USB diversas vezes até perceber que ele está na posição errada. Como anunciado em dezembro passado, os novos cabos USB Type-C serão reversíveis, e agora temos as primeiras imagens de como devem ser os novos modelos.

Com esses cabos USB 3.1 Type-C, você não precisará mais se preocupar com a orientação do plug ao conectar na porta USB do seu computador. Como já acontece com os cabos Lightning da Apple, eles funcionam de qualquer forma, poupando-nos assim da frustração de tentar encaixar na orientação errada.

Os novos plugs terão tamanho parecido com os Micro USBs, e não deverão ser compatíveis com as portas USB que temos atualmente. O design dessas imagens foi feito pela Foxconn para dar uma ideia de como serão os novos cabos, mas ainda não é a versão final. A USB3.0 Promoter Group espera finalizar tanto design quanto específicações técnicas – velocidade de transferência de dados, por exemplo – do novo padrão até julho. A partir daí, ele deve começar a dar as caras em novos dispositivos. [The VergeTecnoblogTechCrunch]

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Amor transforma você em mentiroso

foto: flickr.com/xlivexalivex

foto: flickr.com/xlivexalivex

Carol Castro, na Superinteressante

Talvez seja questão de sobrevivência para o casal. Não dá para ser sincero em todos os momentos, aí você se pega mentindo. E cada vez mais. É isso? Nada, a desculpa é bem melhor: hormônios.

Pesquisadores israelenses e holandeses precisaram de 60 homens para entender como a ocitocina, hormônio do amor liberado durante um beijo ou abraço, pode deixar você mais mentiroso. Metade deles recebeu doses do hormônio e a outra parte ganhou doses de placebo. Eles foram separados em equipes e tinham de adivinhar, num jogo de computador, se uma moeda viraria cara ou coroa.

Quem tinha tomado ocitocina mentia mais. E com menos pudor. Segundo a pesquisa, o pessoal do hormônio dizia ter acertado bem mais vezes. Aí a equipe ganhava mais dinheiro (40 centavos por acerto). “Para proteger e promover o bem-estar dos outros, humanos podem trapacear e esquecer a ética”, explica Shaul Shalvi.

Ou seja, é por amor. Um indivíduo cheio de ocitocina sente um afeto maior pelos outros. E vai fazer de tudo para vê-los bem. Mesmo se for preciso mentir para que isso aconteça.

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