Templo de Salomão é pichado às vésperas da inauguração

templo de salomão

Publicado em O Tempo

Faltando apenas 2 dias para sua inauguração, o Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, foi vandalizado na manhã desta quarta-feira (30). Operários responsáveis por realizar os acabamentos finais da obra se depararam com a frase “Atos 17:24″ na fachada do templo.

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Minutos após a chegada dos funcionários, a pichação já havia sido removida.

Um atendente de uma das lojas da região fotografou o ocorrido e publicou a imagem no Instagram, que foi excluída a pedido dos funcionários da segurança do templo. Nenhum funcionário Igreja Universal quis comentar sobre o assunto.

Crítica

A delegada responsável pelo caso afirmou que, com base no que foi escrito, a pichação pode ser uma crítica aos gastos gerados para construção, além das condições impostas aos fieis para ingressar no templo. A passagem bíblica Atos 17:24 diz: “O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens”.

Atualização 

A notícia é falsa. A “matéria” reproduzida em O Tempo foi criada no site Jornal VDD. Segundo eles “Um site de humor que publica notícias que deveriam ser verdade, ou não.”

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10 imagens que farão quem tem TOC respirar melhor

publicado no Caos Bravo

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) assombra muitas pessoas, inclusive esse blogueiro que vos escreve.
Cores, linhas, objetos, comida: estamos sempre tentando colocar tudo em ordem.

Confira 10 imagens que aliviarão a tensão de qualquer um que tenha TOC.

1) As prateleiras arrumadinhas desse supermercado:

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2) O encaixe perfeito dessas caixas:

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3) Fevereiro de 2015:

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4) Essa cobra:

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5) Quem organizou essas roupas:

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6) Essas árvores:

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7) As linhas do nó dessa gravata:

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8) Quem dobrou esse papel de presente de Natal:

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9) Essa foto:

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10) Esse estacionamento: 

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Oito em cada 10 mulheres editam fotos antes de compartilhar

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Publicado no Terra

Oito em cada 10 mulheres editam as fotos que tiram durante as férias antes de postá-las nas redes sociais e mais da metade (58%) apagam as clicadas pelos maridos e namorados para garantir que apenas as boas irão “sobreviver”. A informação é de uma nova pesquisa feita pela empresa Forza Supplements e divulgada pelo Daily Mail.

De acordo com o estudo, o principal motivo pelo qual as mulheres editam suas fotos é se sentirem intimidadas por celebridades que exibem curvas impecáveis de biquíni, como Elle Macpherson e Gwyneth Paltrow.

A pesquisa também apurou os cinco tipos de imagens que mais incomodam as mulheres e a primeira da lista é aquela em que aparecem sentadas e com a barriga de fora. Aquela foto que mostra um look justo demais, que evidencia os quilos em excesso, aparece em segundo lugar, seguida por cliques que exibem o “queixo duplo”. As imagens em que aparecem bêbadas estão em quarto lugar e, na última colocação, a maioria das mulheres elegeu as fotos em que acabaram de sair da piscina ou mar e estão com os cabelos molhados e despenteados.

Ainda de acordo com o estudo, 76% das mulheres afirmaram que já se sentiram constrangidas depois que um amigo ou parente compartilhou uma foto da qual não gostaram, enquanto 57% pediram que as imagens pouco favoráveis fossem excluídas. A a razão para a remoção das fotos é a já tradicional “estou gorda”.

Entre os casais, são as mulheres que se encarregam de postar fotos nas redes sociais em 74% dos casos. O levantamento ainda mostrou que 95% das pessoas que compartilham imagens de férias o fazem por meio do Facebook, do Instagram, do Twitter ou simplesmente as enviam por e-mail pelo celular.

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Universal burlou licença de templo, diz parecer

O Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, localizado no bairro do Brás, região central de São Paulo, é iluminado na madrugada desta quarta-feira (30). O templo tem inauguração programada para esta quinta (foto: Avener Prado/Folhapress)

O Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, localizado no bairro do Brás, região central de São Paulo, é iluminado na madrugada desta quarta-feira (30). O templo tem inauguração programada para esta quinta (foto: Avener Prado/Folhapress)

Rogério Pagnan e Eduardo Gerarque, na Folha de S.Paulo

A Igreja Universal usou informações falsas para burlar a legislação municipal e, assim, construir a nova sede conhecida como o Templo de Salomão, segundo parecer técnico apresentado à Prefeitura de São Paulo.

De acordo com documentos anexados ao processo de licenciamento obtidos pela Folha, a igreja apresentou, em 2006, pedido de reforma de prédio que havia sido demolido ao menos dois anos antes. O templo será inaugurado nesta quinta-feira (31) com a presença, dentre outras autoridades, da presidente Dilma Rousseff (PT).

14210696As irregularidades apontadas pela CTLU, uma comissão independente destinada a avaliar autorizações da prefeitura, foram ignoradas pelo município e a construção, aprovada com a ajuda de decisões do ex-diretor da prefeitura Hussain Aref Saab.

O ex-diretor, que comandava o Aprov (departamento municipal que liberava construções), é suspeito de comandar esquema de corrupção na aprovação de obras na capital, na gestão Gilberto Kassab (PSD).

As informações apontadas como falsas na comissão foram detectadas em 2006 quando a igreja pediu autorização à prefeitura para levantar o templo na região do Brás. A sede suntuosa custou R$ 680 milhões, segundo a Universal, e terá 74 mil metros quadrados de área construída (3,2 vezes maior a Basílica de Aparecida).

A igreja afirmou na época que queria reformar um grupo de imóveis e, entre eles, uma fábrica construída em uma área superior a 18 mil metros quadrados.

Como o terreno está localizado numa área especial de interesse social, chamada de Zeis, uma construção nova em áreas demolidas acima de 500 m² obrigaria a igreja a destinar 40% do terreno para moradias populares. Já em casos de reforma, não há essa exigência legal.

FOTOS AÉREAS

O arquiteto Eduardo Nobre, representante da USP na comissão técnica pediu para analisar o pedido por achar, segundo ele, “algo estranho”. O próprio arquiteto visitou a suposta reforma e descobriu que a fábrica fora demolida, diferentemente do que dizia o processo. Havia um terreno vazio, usado como estacionamento.

Em sua defesa, a Universal apresentou documentos dizendo que o prédio havia sido adquirido em 2005 “com toda edificação aprovada e existente no local”.

Disse, porém, que o imóvel foi demolido depois de 2006 quando engenheiro detectou que o prédio estava condenado. “Decidimos, então, pela demolição parcial em face dos riscos apontados pelo engenheiro”, diz trecho do documento.

Nobre recorreu, então, aos arquivos da prefeitura e encontrou fotos aéreas feitas entre 2003 e 2004 que registravam o prédio já demolido.

Além disso, o parecer de Nobre mencionou que o patrimônio cultural demonstrou, em 2004, interesse em tombar tal fábrica, mas não conseguiu preservá-la porque ela foi derrubada antes.

Apesar dos indícios de fraude apresentados pelo arquiteto, a reforma foi aprovada na comissão após parecer da principal assessora de Aref no Aprov, Lúcia de Sousa Machado.

Procurado pela Folha, o Ministério Público disse considerar o caso gravíssimo, com fortes indícios de fraude, e passível de uma ação demolitória contra o templo.

De acordo com o promotor Maurício Ribeiro Lopes, o fato de a CTLU ter aprovado a reforma não afasta a ilegalidade do ato.

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