Fotógrafos colocam animais no metrô de Paris

publicado no Plugcitários

Metrô, por mais que todos os dias algo de diferente esteja acontecendo, a sensação de rotina nas estações e nos trens se torna inevitável com o passar do tempo. A grande questão é: como driblar isso?

Dois fotógrafos, Thomas Subtil e Clarisse Rebotier, tiveram a ideia de trazer algo inusitado para esse cenário tão rotineiro. Animais! Sim, animais selvagens. Coisa que você com certeza nunca havia visto dessa forma em um metrô. E assim, criaram a exposição “Animetrô”. Um conjunto de fotos bastante divertidas, que colocam os animais ali, junto das pessoas no metrô. “Queremos que as pessoas sonhem e pensem que estão em outro lugar”, disse a fotógrafa em entrevista à BBC Brasil.

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aiio88p276gw6tdejkp173bpr (contando claro, com o grande talento dos fotógrafos.) Confira abaixo:

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Por que existem tipos de sangue diferentes, e o que acontece se você recebe o sangue errado

publicado no GizModo

O sangue é um dos tecidos mais importantes do corpo humano: ele leva nutrientes, oxigênio, hormônios, anticorpos e muito mais para as células, e retira delas os excretas (metabólitos) e o gás carbônico.

Mas cada tipo sanguíneo possui características únicas, que podem causar estragos se estiverem no corpo errado; por isso, é muito importante que você conheça os tipos sanguíneos – e o que eles significam.

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Por que existem tipos de sangue diferentes?

Cientistas acreditam que os diferentes tipos que conhecemos surgiram à medida que os primeiros humanos se adaptaram a doenças infecciosas. Por exemplo, a malária pode estar por trás do tipo O:

… [o tipo O] é mais predominante na África e em outras partes do mundo que sofrem com a malária, sugerindo que o tipo sanguíneo possui algum tipo de vantagem evolucionária. (…) Nesse caso em particular (…) células infectadas com malária não se unem direito às células de sangue dos tipos O ou B (…) Por isso, pessoas com o tipo O ficam menos doentes quando são infectadas pela malária”.

Como os tipos de sangue são classificados?
Hoje, os tipos são classificados de acordo com “a presença ou ausência de dois antígenos, A e B, na superfície dos glóbulos vermelhos”.

Além disso, o sangue também é descrito como positivo ou negativo, de acordo com a presença ou ausência do fator Rh.

Antígenos e anticorpos

De uma forma geral, antígenos são “qualquer substância à qual o sistema imunológico pode responder“. No que diz respeito ao sangue, “a membrana de cada glóbulo do sangue contém milhões de antígenos que são ignorados pelo sistema imunológico (…) [apesar disso,] o sistema imunológico irá atacar quaisquer células vermelhas doadas que contenham antígenos que sejam diferentes dos seus próprios”.

Os elementos que atacam essas células vermelhas também estão no sangue: “o plasma contém anticorpos anti-A ou anti-B, dependendo do grupo sanguíneo (…) Anticorpos são moléculas importantes que nosso sistema imunológico produz para ajudar a nos proteger contra invasores, como vírus e bactérias, [... e] também podem ser formados em resposta a diferentes grupos sanguíneos”.

Fator Rh

A maioria das pessoas (cerca de 85%) possui uma proteína especial em suas células sanguíneas, chamada de fator Rh, o que que as torna Rh positivo; as outras, que não possuem o fator Rh, são chamadas Rh negativo.

Mulheres que já ficaram grávidas devem lembrar do teste de Rh, que procura por qualquer incompatibilidade: “Se [a mãe] é Rh negativo e (…) o bebê é Rh positivo, o corpo [da mãe] vai reagir ao sangue do bebê como sendo um invasor. O corpo [da mãe] vai criar anticorpos (proteínas) contra o sangue Rh positivo do bebê (…) É mais provável que a incompatibilidade de Rh cause problemas na segunda gravidez ou nas seguintes, [quando] os anticorpos contra o Rh podem cruzar a placenta e atacar as células vermelhas do bebê (…) levando o bebê a uma anemia hemolítica”.

Por sorte, se uma incompatibilidade for descoberta cedo, há um tratamento pré-natal (imunoglobulina anti-Rh) que vai prevenir os problemas antes mesmo que comecem.

Quais são os tipos sanguíneos?

Tipo A

No Brasil, os tipos sanguíneos mais comuns são o O e o A, que abrangem 87% da população. O tipo A é caracterizado pela presença do antígeno A em seu glóbulos vermelhos e do anticorpo B em seu plasma.

Ele é seguro para ser doado para outros com o tipo A e para os que tiverem o tipo AB. Além disso, pessoas com o tipo A também podem receber transfusões de sangue tipo O.

Tipo B

Esse tipo é relativamente raro (só ganhando do AB), presente em 10% dos brasileiros. Ele contém o antígeno B nos glóbulos vermelhos e o anticorpo A (para atacar antígenos A) em seu plasma.

Pessoas com o sangue tipo B podem doar com segurança para outras com o mesmo tipo, assim como para as com sangue AB. Quem tem o tipo B também pode receber sangue do tipo O com segurança.

Tipo AB

Incomum, apenas 3% dos brasileiros possuem o sangue tipo AB. Ele é caracterizado pela presença tanto de antígenos A quanto B em suas células vermelhas, e nenhum anticorpo em seu plasma (ou seja, nada irá atacar o sangue recebido de fora).

Por essa razão, aqueles com o tipo AB são às vezes chamados de receptores universais, porque podem receber sangue de qualquer um. Mas, devido à presença de ambos os antígenos nos glóbulos vermelhos AB, as pessoas com esse tipo só podem doar para outras com o mesmo tipo.

Tipo O

Como dissemos, os tipos sanguíneos O e A são os mais comuns no Brasil. O tipo O não tem nem antígenos A nem B em suas células vermelhas, mas possui anticorpos tanto do tipo A quanto do tipo B em seu plasma.

Por isso, aqueles com o sangue tipo O só podem receber esse tipo em transfusões, já que os anticorpos em seu plasma atacariam qualquer outro tipo; porém, aqueles com o tipo O podem doar sangue para qualquer um, já que o tipo O é livre de antígenos que agridam o sistema imunológico. Por isso os com tipo O são chamados “doadores universais”.

O que acontece se você recebe o sangue errado?
Antes de qualquer transfusão de sangue, o hospital faz um teste para determinar seu tipo sanguíneo. Ou seja, não é um problema se você não souber qual é o seu tipo: na verdade, o hospital fará o teste de qualquer maneira.

Afinal, caso você receba o tipo errado, podem acontecer coisas muito ruins, como explica o National Institute of Health:

Ocorre uma reação transfusional hemolítica aguda, seja durante a transfusão ou até 24 horas depois. Estranhamente, o paciente pode relatar uma “sensação de morte iminente“. Ele também pode reclamar de queimação no lugar da infusão, junto a calafrios, febre, dor nas costas e nos flancos (…).

As reações mais severas envolvem hemólise intravascular; as células vermelhas doadas são destruídas ainda nos vasos sanguíneos pelos anticorpos de quem recebeu o sangue. (…)

A hemoglobina é liberada e excretada na urina (…) deixando-a marrom escuro (…).

A bilirrubina (…), normalmente secretada na bile pelo fígado, em vez disso se acumula no sangue, causando icterícia.

A ativação maciça do sistema complemento [que ajuda os anticorpos a limpar patógenos do corpo] pode causar insuficiência cardiovascular. A grande quantidade de tromboplastina liberada pelos restos de glóbulos vermelhos, que ativa um efeito cascata incontrolável de coagulação, também pode causar estado de choque.

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Após quatro anos, zoo percebe que tentava cruzar dois machos

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Um zoológico de Sapporo (Japão) admitiu que nos últimos quatro anos tentou fazer com que dois machos de hiena cruzassem em suas instalações. Os funcionários do zoo achavam que um dos animais do “casal” era uma fêmea, adquirida da Coreia do Sul.

Isso explica porque Kami e Kamutori não procriaram. Após a demora, bioólogos decidiram fazer um teste de gênero sob anestesia. Kami, que todos achavam ser uma fêmea de 5 anos, é também um macho. Ou seja: não era timidez.

Em nota oficial, a direção do Maruyama Zoo explicou o motivo da gafe animal: “A genitália externa de machos e fêmeas é similar”.

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Deputado eleito racista do ano é mais votado no RS

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Publicado no Terra

O deputado federal Luiz Carlos Heinze (PP) eleito em março deste ano pela ONG inglesa Survival como racista do ano foi o postulante a uma vaga na Câmara de Deputados mais votado do Rio Grande do Sul.

O título surgiu de declarações feitas pelo parlamentar, que no final de 2013, durante audiência pública sobre demarcação de terras indígenas, se referiu a índios, quilombolas e homossexuais como “tudo que não presta”.

Em sua atuação na Câmara de Deputados, Heinze se posiciona contra demarcação de terras e costuma atuar em prol da agricultura, como o cultivo de fumo, o que lhe rendeu muitos votos da população rural.

Engenheiro agrônomo e membro da igreja luterana, ele começou sua carreira política como prefeito da cidade de São Borja, pelo PDS, mas também teve passagens pelo PPB e se filiou ao PP em 2003.

Heinze assume seu quinto mandato como deputado federal.

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Facebook Messenger está prestes a ganhar novo recurso: enviar dinheiro para seus amigos

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Publicado no Gizmodo

O Facebook Messenger possui um recurso de pagamento para amigos, e ele já está existe no app – só não está ativado para o público em geral. Isso permitiria enviar e receber dinheiro através do Facebook usando um cartão de débito.

Andrew Aude, estudante de ciência da computação na Universidade Stanford, descobriu o recurso oculto usando o Cycript, uma ferramenta de exploração de app para desenvolvedores.

“Eu o encontrei inicialmente há um mês, através da pesquisa de Jonathan Zdziarski sobre a segurança do Facebook Messenger”, Aude disse ao Gizmodo. Ele começou a procurar mais detalhes depois de ver um screenshot de Zdziarski que apontava para pagamentos móveis. Ele então descobriu um app pronto, só esperando para se tornar público.

A versão que Aude viu não aceitava cartões de crédito nem contas bancárias, mas permite que você coloque um código PIN para maior segurança. E as transações são privadas, ou seja, seu feed de notícias não será atualizado quando você pagar R$ 20 para um amigo, por exemplo.

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O Facebook recentemente contratou David Marcus, ex-presidente da PayPal, como o chefe do Messenger, o que faz sentido. O código do aplicativo menciona o PayPal, mas Aude ainda não viu uma opção para pagar com o serviço.

Não vemos muito empecilho para o recurso ser ativado no Brasil: afinal, o Facebook aceita pagamentos no país via cartão de crédito, boleto bancário, MercadoPago, PayPal, entre outros.

Aude disse ao Gizmodo que o Facebook pode ativar ou desativar o recurso dependendo do usuário, e suspeita que alguns funcionários da empresa já têm acesso a ele. O universitário também encontrou uma nota indicando que o app terá pagamentos entre múltiplas pessoas; por enquanto, só é possível realizar transações entre duas pessoas.

Perguntamos à rede social sobre o novo recurso, mas eles se recusaram a comentar. Há sempre uma chance de que o Facebook poderia cancelar o projeto, mas parece que eles estão mais interessados do que nunca em seu dinheiro. [TechCrunch]

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