Facebook adiciona o botão de “doar” para campanha contra Ebola

A contribuição irá para qualquer uma das três instituições com fins não lucrativos envolvidas com o combate à doença – a Cruz Vermelha Americana, o International Medical Corps e o Save The Children.

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O Facebook está acrescentando mais um item ao feed de notícias de seus usuários: um botão de “doe agora” para contribuir na campanha contra o Ebola. A inclusão acontece a partir desta quinta-feira (06) na versão em inglês da rede social e provavelmente estará presente em seus idiomas alternativos. A contribuição irá para qualquer uma das três instituições com fins não lucrativos envolvidas com o combate à doença – a Cruz Vermelha Americana, o International Medical Corps e o Save The Children.

A atitude de Mark Zuckerberg para contribuir no combate à doença não é o único gesto tomado pelo CEO em relação ao assunto. No dia 15 de outubro, ele e sua esposa, Priscila Chan, doaram U$25 milhões para o Centers for Disease Control Foundation, para tentar pôr um fim ao alastramento do Ebola durante o mês passado.

Além do botão de “doe agora,” o Facebook incluirá uma parceria com a UNICEF para espalhar informações mais precisas sobre a situação da doença no oeste da África. As mensagens aparecerão no feed de notícias dos usuários da rede social que moram nas regiões afetadas, explicando como funciona a detecção, a prevenção e o tratamento. Segundo a equipe de engenheiros do Facebook, metade dos 200 milhões de usuários da internet do continente africano estão na rede social.

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Veja o que acontece quando astronautas colocam uma GoPro numa bolha em gravidade zero

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publicado na INFO

Três astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional fizeram uma GoPro flutuar dentro de uma bolha de água.

Além do registro da câmera portátil, Reid Wiseman e Steve Swanson (ambos da NASA), além de Alexander Gerst (da Agência Espacial Europeia) filmaram a experiência com a câmera 3D equipada na estação espacial.

O vídeo foi filmado em julho de 2014. Desde então, Swanson já voltou para Terra, enquanto Wiseman e Gerst continuam na estação espacial.

Assista ao experimento:

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Praias chinesas

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publicado no IdeaFixa

Quase impossível acreditar que as pessoas poderiam ter tal desrespeito um pelo outro e pela natureza. A galera não ia curtir mais a praia se ela não estivesse coberta de lixo?

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Em um dia, a Praia Dameisha, em Shenzhen, província de Guangdong, no sul da China, ganha 362 toneladas de lixo. Os 160.000 metros quadrados de areia se transformam em um lugar caótico em meio a embalagens de alimentos e bebidas descartadas, esteiras de sol danificadas e brinquedos infláveis​​.

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O lixo foi deixado para trás por cerca de 480.000 visitantes que compareceram ao feriado Dragon Boat Festival, em junho de 2014.

Triste, né?

 

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Cientistas suíços revelam por que acreditamos em fantasmas

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publicado no O Globo

Em 29 de junho de 1970, o montanhista Reinhold Messner teve uma experiência incomum. Ao contar a descida do cume Nanga Parbat (no lado ocidental dos Himalaias) com seu irmão, congelando, exausto, e na vasta paisagem árida sedento de oxigênio, ele relembra: “De repente, houve um terceiro alpinista com a gente … um pouco à minha direita, um alguns passos atrás de mim, apenas fora do meu campo de visão”. Pacientes que sofrem de problemas neurológicos ou psiquiátricos também relatam com frequência sentir uma “estranha presença”. Exploradores, sobreviventes, pessoas que ficam viúvas descrevem uma presença invisível, semelhante a um anjo da guarda ou um demônio. Inexplicável, ilusória e persistente.

Agora, a equipe de pesquisa de Olaf Blanke na da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), na Suíça, revelou o que é esse fantasma. Ao recriar a ilusão de uma presença semelhante no laboratório, eles mostraram que o “sentimento de uma presença” é, na verdade, uma alteração dos sinais cerebrais sensomotores, que estão envolvidos na geração de autoconhecimento através da integração de informações de nossos movimentos e posicionamento do nosso corpo no espaço.

No experimento, a equipe de Blanke interferiu na entrada sensomotora dos participantes de uma maneira que seus cérebros não pudessem identificar esses sinais como pertencentes ao corpo, e sim interpretá-los como externos. O trabalho está publicado na revista “Current Biology”.

Os pesquisadores primeiro analisaram os cérebros de 12 pacientes com distúrbios neurológicos – a maioria epilepsia — que tinham vivido esse tipo de “aparição”. Análises de ressonância magnética por imagem dos cérebros desses pacientes revelaram interferência em três regiões corticais: córtex insular, córtex parietal-frontal e córtex temporo-parietal. Essas três áreas são envolvidas no autoconhecimento, movimento e senso de posição no espaço. Juntas, elas contribuem para o processamento do sinal multisensorial, importante para a percepção do próprio corpo.

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Os cientistas então fizeram um experimento “dissonante” no qual participantes vendados fizeram movimentos com as mãos na frente do corpo. Atrás deles, um dispositivo robótico reproduzia os movimentos, tocando as pessoas nas costas em tempo real. O resultado foi uma espécie de discrepância espacial, mas por causa do movimento sincronizado do robô, o cérebro do participante foi capaz de adaptar e corrigir.

Depois, os neurocientistas introduziram um atraso temporal entre o movimento do participante e toque do robô. Nestas condições assíncronas, distorcendo a percepção temporal e espacial, os pesquisadores foram capazes de recriar a ilusão fantasma.

Os participantes não sabiam do propósito do experimento. Depois de cerca de três minutos do atraso do toque, os pesquisadores perguntaram o que os participantes tinham sentido. Instintivamente, vários voluntários responderam “uma forte presença” e contaram até quatro fantasmas onde nenhum existia.

— Para alguns a experiência foi tão forte que eles pediram para parar — disse Giulio Rognini, um dos pesquisadores do projeto.

— Nossa experiência induziu a sensação de uma presença estranha em laboratório pela primeira vez. Isso mostra que ela pode surgir em condições normais, simplesmente através de sinais sensório-motores conflitantes — explica Blanke. — O sistema robótico simula as sensações de alguns pacientes com transtornos mentais ou de indivíduos saudáveis sob circunstâncias extremas. Isso confirma que ela é causada por uma percepção alterada de seus próprios corpos no cérebro.

Além de explicar um fenômeno que é comum a muitas culturas, o objetivo desta pesquisa é entender melhor alguns dos sintomas de pacientes que sofrem de esquizofrenia. Esses pacientes muitas vezes sofrem de alucinações ou delírios associados à presença de uma entidade alienígena cuja voz eles podem ouvir ou cujas ações eles podem sentir. Muitos cientistas atribuem essas percepções a um mau funcionamento dos circuitos cerebrais que integram informações sensoriais em relação aos movimentos do nosso corpo.

— Nosso cérebro possui várias representações do nosso corpo no espaço — acrescentou Giulio Rognini. — Em condições normais, é capaz de montar uma autopercepção unificada dessas representações. Mas quando o mau funcionamento do sistema devido a doença. – ou, neste caso, um robô – às vezes isso pode criar uma segunda representação do próprio corpo, que não é mais percebido como ‘eu’, mas como alguém, a ‘presença’ — explicou.

É pouco provável que estes resultados irão impedir ninguém de acreditar em fantasmas. No entanto, para os cientistas, é ainda mais evidências de que eles só existem em nossas mentes.

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Levar cachorro para passear pode se tornar crime no Irã

Iraniana abraça cadela de estimação num bairro de Teerã (foto: Behrouz Mehri - 28.mai.2013/AFP)
Iraniana abraça cadela de estimação num bairro de Teerã (foto: Behrouz Mehri – 28.mai.2013/AFP)09

Publicado na Folha de S.Paulo

Um grupo de legisladores iranianos propôs classificar como delito criminal a posse de cachorros ou levá-los para passear em público. Infratores estariam sujeitos a pena de 74 chibatadas ou multa entre R$ 800 e R$ 8.000.

O jornal reformista iraniano “Shargh” reportou nesta quinta (6) que 32 legisladores, em sua maioria parte da bancada conservadora, apresentaram um projeto que será votado pelo órgão legislativo.

“Levar animais como cachorros e macacos para passear, e brincar com eles em lugares públicos, é prejudicial à saúde e paz de outras pessoas, especialmente crianças e mulheres, e é contra nossa cultura islâmica”, afirma o projeto.

De acordo com os costumes islâmicos, cachorros são considerados impuros. Os iranianos em geral não têm cachorros em casa, ainda que uma minoria, especialmente nos bairros ricos do norte de Teerã, goste de manter animais de estimação.

A polícia moral do Irã, cujos integrantes ficam postados em lugares públicos, já vinha reprimindo os proprietários de cachorros, advertindo-os ou confiscando seus animais.

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