Juntos há 62 anos, casal morre com quatro horas de diferença nos EUA

Don e Maxine Simpson morreram de mãos dadas em Bakersfield, na Califórnia (foto: Kero/The Huffington Post)
Don e Maxine Simpson morreram de mãos dadas em Bakersfield, na Califórnia (foto: Kero/The Huffington Post)

Publicado no UOL

Don e Maxine Simpson morreram no mesmo dia, mas deixaram uma história de amor digna de Hollywood para ser contada. Segundo o jornal norte-americano “The Huffington Post”, os dois eram casados havia 62 anos e, deitados em camas lado a lado, deram as mãos momentos antes de morrerem.

De acordo com Melissa Sloan, neta do casal, Maxine morreu primeiro. Enquanto o corpo era retirado do quarto, ela diz ter percebido a respiração do avô diminuir. Quando ela voltou, Don também havia morrido. Médicos afirmam que o intervalo entre as mortes foi de quatro horas.

A neta ficou emocionada com a demonstração de amor dos avós mesmo após tantos anos de casamento. Segundo ela, era possível ver o avô sorrindo logo após a mulher ser colocada ao seu lado. “Foi incrível, uma verdadeira história de amor”, diz.

O drama começou duas semanas antes, quando Don caiu e quebrou a bacia. A família o levou para um hospital de Bakersfield, na Califórnia, mas seu estado de saúde piorou rapidamente.

Ao mesmo tempo, Maxine – que lutava contra um câncer – teve de ser internada por conta do avanço da doença.

Foi então que, sabendo do forte laço entre os dois, a família decidiu colocá-los lado a lado, no mesmo quarto, para que um desse forças ao outro. “Minha avó abriu os olhos e viu meu avô. Eles deram as mãos e sabiam que estavam próximos”, diz Sloan.

A neta fala, ainda, sobre o amor que o avô tinha pela companheira. “Tudo o que Don queria era estar com sua linda mulher. Ele adorava minha avó, amava-a mais do que tudo.”

Comentários

Leia Mais

Família suspeita de fraude com milhas no RJ responderá em liberdade

Movimentação foi de quase R$ 40 milhões, segundo a polícia.
Técnico em eletrônica comandaria esquema com 11 pessoas.

advenPublicado no G1

Uma família de Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio, é suspeita de movimentar R$ 39 milhões em transações ilegais com cartões de crédito e milhas. Segundo a polícia, os parentes usavam o dinheiro pra levar uma vida de luxo: com carros, compras e viagens pelo mundo todo. A reportagem foi exibida pelo Fantástico neste domingo (3).

Segundo o delegado Flávio Porto, os suspeitos podem responder em liberdade por formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro. Procurados pela reportagem do Bom Dia Rio, os suspeitos não quiseram gravar entrevista.

O retrato de uma família feliz. Em Hollywood. Nos mais belos cartões postais dos Estados Unidos, da Europa, da América do Sul e até da China. Foram muitos os passeios e aventuras. Nos últimos anos, essa família brasileira realizou o sonho de conhecer o mundo. Mas a polícia suspeita que todas essas viagens foram realizadas graças a um golpe.

Uma armação cheia de criatividade digna de cinema, cujo roteiro começa nessa rua pacata de Padre Miguel, na Zona Oeste. Na manhã da última quinta-feira, as forças especiais da polícia bateram à porta. O técnico em eletrônica Bruno Will, de 27  anos, suspeito de comandar o esquema, e a mulher Evellin, foram surpreendidos ainda de pijama.

Na casa em frente, Jeverson e Ester, os pais de Bruno, foram acordados  por homens de fuzil na mão. Mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça foram cumpridos ali, e também em casas da família em Bangu, São Gonçalo e Niterói. Dezenas de cartões de crédito, extratos, passagens aéreas, reservas, boletos bancários, relatórios financeiros e computadores foram apreendidos.

O dinheiro movimentado por Will e outras 10 pessoas da família chamou a atenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Fazenda. O gasto com carros, casas, patrimônio e viagens, segundo a polícia, é uma fortuna incompatível com a renda declarada por eles. Bruno, por exemplo, tem renda de R$ 1,7 mil.

O esquema
De acordo com o delegado chefe do Núcleo de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro, o esquema funcionava a base do acúmulo de milhas, utilizando de boletos bancários falsos.

Com o propósito de ganhar milhas, cartões de crédito eram usados em sequência para pagar contas e faturas de outros cartões. O valor de algumas faturas era altíssimo. Só uma delas custava R$ 32 mil. Bruno, a mulher e os pais dele, tiveram dezenas de cartões de crédito válidos apreendidos. Um cartão cobria a despesa de outro cartão e assim sucessivamente, o que não é crime. O problema é que o grupo decidiu cometer uma fraude e fabricar boletos falsos para acelerar o ganho de milhas. Bruno e a mulher emitiam boletos no nome deles. E eram pagos por eles mesmos.

Segundo a polícia, não havia qualquer produto ou serviço vinculados aos pagamentos. Os investigadores descobriram que as milhas acumuladas eram vendidas para uma agência de viagem em Minas Gerais, que depositou milhares de reais em contas da família. Outras teriam sido trocadas por passagens aéreas.

As empresas aéreas e cartões de crédito proíbem em contrato a venda de milhas. Mas na internet há dezenas de sites e empresas que compram as milhas por valores que variam de acordo com a demanda.

A Justiça determinou o bloqueio das contas bancárias e das milhas dos 11 investigados. O delegado diz que a quebra do sigilo bancário deve mostrar quanto dinheiro foi obtido de forma ilegal. A polícia aguarda o resultado de perícia para saber como foram usados os milhões de reais que circularam nas contas do grupo. E espera entender por que uma família de classe média, religiosa, aparentemente e unida e feliz, atravessou a fronteira da criatividade para fazer uma viagem bem mais cara ao mundo do crime.

Comentários

Leia Mais

Silvio Santos cede espaço de programa para matéria sobre Templo de Salomão

Publicado no UOL

Pela segunda semana consecutiva, o apresentador Silvio Santos cedeu parte do espaço do seu programa para exibir reportagem sobre a inauguração do Templo de Salomão. A sede mundial da Igreja Universal do Reino de Deus, localizada no bairro do Brás, em São Paulo, foi inaugurada na última quinta-feira com a presença da presidente Dilma Rousseff (PT) e do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

A matéria, com cerca de quatro minutos e exibida na noite deste domingo (3), foi feita por Simone Queiroz, do departamento de Jornalismo do SBT. Na reportagem, a emissora ressalta a mensagem de tolerância religiosa e entrevista estrangeiros, que destacam a exuberância do Templo. Na semana anterior, o próprio Silvio Santos já havia classificado o projeto como “extraordinário” e que “vai se tornar o ponto turístico número 1 de São Paulo”.

A informação de que o SBT gravaria este material foi dada com exclusividade por Flávio Ricco, colunista do UOL. Na ocasião, Ricco afirmou que a ideia da reportagem foi recebida com simpatia pelos bispos da Igreja Universal do Reino de Deus. “Fala-se até que será uma retribuição a uma homenagem que foi feita a ele, em 2010, no “Domingo Espetacular”, em reportagem feita pelo Marcelo Rezende”, antecedeu.

Comentários

Leia Mais

7 pessoas que fizeram fama e bilhões sem ter um diploma

publicado na QG

O trajeto para uma carreira de sucesso é quase sempre o mesmo: frequentar uma boa escola, estudar para passar no vestibular de uma universidade pública ou ir para a melhor faculdade privada que o dinheiro puder pagar. Depois, a depender da área, pós-graduações, especializações e MBAs. É quase sempre assim. Quase: há pessoas incontestavelmente bem sucedidas que sequer têm diploma de ensino superior.

A área da tecnologia talvez seja a mais impressionante. Bill Gates, bilionário que reveza com Carlos Slim o posto de homem mais rico do mundo, teria se graduado em Harvard em 1977, mas saiu após dois anos para criar a Microsoft. Eis uma comparação curiosa feita pela Forbes: Gates tem uma fortuna de US$ 80 bilhões, mais do que o dobro dos US$ 32 bilhões de patrimônio de Harvard, universidade mais rica do mundo.

181741494

Mark Zuckerberg também pisou na universidade, mas, como foi mostrado no filme A Rede Social, subjulgou o diploma e preferiu se dedicar à própria companhia. O faturamento do Facebook, de US$ 33 bilhões, também supera o de Harvard. Michael Dell, fundador da fabricante de computadores, é outro da indústria de tecnologia que se notabilizou sem ter se formado. Outra curiosidade: a empresa dele emprega 100 mil funcionários, enquanto a Universidade do Texas, na qual ele chegou a estudar, 14 mil.

No ramo do entretenimento, Oprah Winfrey e Ellen DeGeneres são exemplos de mulheres bem sucedidas que ganharam fama e dinheiro antes do diploma. DeGeneres apresentou o Oscar duas vezes, assinala audiências cada vez maiores na televisão americana e tirou a selfie mais tuitada da história — mas largou a Universidade de New Orleans na década de 80. Já Winfrey se tornou ícone da TV muito antes de se formar na Universidade Estadual de Tennessee. Fato curioso: mesmo sem “precisar”, a apresentadora voltou à instituição e se formou. “Meu pai continuava me dizendo que eu não iria a lugar algum sem aquele diploma”, contou ela anos atrás em Stanford.

No entretenimento, há ainda Kanye West. O rapper estudou por três semestres na Universidade Estadual de Chicago antes de sair para se dedicar à música. Outra comparação excêntrica feita pela Forbes: enquanto o primeiro álbum de West, disco The College Dropout, vendeu 441 mil cópias apenas na primeira semana, há cerca de 500 mil volumes na biblioteca da universidade que ele estudou.

Não quer dizer que você deva largar a universidade. Vá atrás do teu diploma. Mas que há mais de um caminho para o sucesso profissional, há.

Comentários

Leia Mais

Assista Jimmy Fallon e Julia Roberts jogando bola na cara do outro

oro

publicado no eu devito

HAHAHAHAHA! Melhor ideia! Melhor jogo.

A brincadeira é: um vai jogar uma bola de plástico transparente na cara do outro e super câmeras de slow motion vão captar as reações faciais… É COISA DE RETARDADO, MAS É INCRÍVEL! Kkk

Julia Roberts teve a melhor explicação possível no vídeo: “É tipo a versão comédia de 50 Tons de Cinza” é isso mesmo.

Comentários

Leia Mais