Imagens criativas usando alimentos

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Publicado no Marte é para os fracos

Usar alimentos como fonte de inspiração para fazer algum trabalho artístico traz sempre um resultado bacana, por terem formatos conhecidos, sempre é uma grata surpresa ver o que as mentes criativas conseguem fazer com seu trabalho.

Já trouxemos alguns trabalhos em que os alimentos foram fonte de inspiração para os artistas, dentre os mais bacanas destaco Minimize Food de William Kass, onde um mundo em miniatura foi criado com a utilização de diversos alimentos, as maçãs foram brindadas também com uma divertida série.

Hoje trazemos uma série com 40 trabalhos que usam os alimentos como inspiração e criam os mais diversos tipos de imagens, sejam os pães que foram transformados em uma cabana africana ou o os cocos que foram transformados em uma família galinácea. Divirta-se com esse show de criatividade e explore um pouco mais do trabalho dos artistas através do link de suas imagens.

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Girafa confunde moto com parceiro e tenta acasalar

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publicado no Extra

Um vídeo hilário está bombando na internet em todo o mundo. Trata-se de uma girafa. Ela teria confundido uma moto com um potencial parceiro, e aparece montando no objeto, como se quisesse acasalar. O momento aconteceu na África do Sul.

Randy, como foi batizada, aparece perto da moto, enquanto seu dono ainda estava montado nela. Depois, ele levanta e começa a filmar a cena. É aí que o bicho tenta montar no objeto. Depois que percebe que não se trata de outra girafa, o animal desiste e se afasta.

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A criação dos bichos

publicado no IdeaFixa

O ilustrador Ricardo Solis imaginou a criação dos animais e de seus padrões e cores de pele de uma forma lúdica e fantasiosa – e transformou tudo em ilustração.
Ricardo Solis nasceu em Guadalajara, México. Desde jovem Ricardo se sentia atraído pela a arte e pela natureza. Agora, como um artista profissional, ele tenta expressar em sua obra a beleza e a perfeição de ambos, juntamente com sua crença na existência de um criador.

Ricardo vive atualmente em Guadalajara com sua esposa e quatro filhos, que eles ensinam em casa.

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Racismo de torcedora choca amigos negros. Família ‘foge’ de Porto Alegre

Casa onde mora Patrícia Moreira, que praticou por atos racistas contra Aranha (foto: Marinho Saldanha/UOL)
Casa onde mora Patrícia Moreira, que praticou por atos racistas contra Aranha (foto: Marinho Saldanha/UOL)

Marinho Saldanha, no UOL

Patrícia Moreira era, até a última quinta-feira, mais uma torcedora do Grêmio que mora no bairro Passo das Pedras, zona norte de Porto Alegre. Com 23 anos, a loira jamais tinha dado qualquer indício do motivo pelo qual se tornaria nacionalmente conhecida: atos racistas. Tinha uma vida tranquila, trabalhava prestando serviço à Brigada Militar, com amigos negros e brancos. Até ser flagrada, aos gritos, chamando o goleiro Aranha de ‘macaco’, no duelo com o Santos pela Copa do Brasil. Hoje, sua casa está fechada, a família ‘fugiu’ da capital gaúcha, e os mais próximos se dizem chocados.

Mas o perfil de Patrícia desenhado pelos vizinhos e amigos em nada remete a jovem que vociferava contra Aranha. Os gritos de ‘macaco’, ‘macaco’, ‘macaco’, evidentes pelas imagens das câmeras da ESPN, vistas repetidamente no Brasil inteiro, jamais foram direcionados, por exemplo, a seu Pedro, vizinho que mora na casa da frente. A residência amarela, de madeira, da filha, esconde a casa de material construída nos fundos. Local em que Patrícia já esteve, amigavelmente, rodeada por amigos cujo tom da pele é idêntico ao do goleiro do Santos.

“Fiquei chocado [ao ver as imagens], no início não quis acreditar que era ela. Mas vendo que era, eu fiquei muito triste. Ela não é assim. Nunca foi. Conheço desde criança”, disse o senhor de 63 anos, que há 60 reside no local. “Comigo nunca teve nenhuma atitude racista. É minha vizinha da frente. Nos cumprimentamos, conversamos, nunca foi aquela da televisão”, completou.

Na casa da família, mais uma vez o destino prega uma peça em Patrícia. O vermelho, cor do arquirrival gremista, Internacional, está estampado. E o clube colorado também foi alvo de atos discriminatórios da jovem. Em foto publicada nas redes sociais, já deletadas rapidamente, ela aparecia segurando um macaco de pelúcia, que vestia a camisa do Inter. E na foto, segurando o macaco, ela fazia cara de nojo.

“Eu conheço a Patrícia sim. Ela nunca teve nenhuma atitude racista comigo ou com qualquer pessoa da minha família. É muito amiga do meu filho. Se conhecem há anos. Já veio aqui em casa”, disse Miguel Chaves, também negro, vizinho de Patrícia. “Nunca imaginamos aquilo”, completou.

Assustada pela repercussão do caso, a família de Patrícia optou por fechar a casa. Segundo relataram vizinhos, estão fora de Porto Alegre para ‘fugir’ de qualquer contato com a imprensa, mas retornarão para o depoimento. Chamada a prestar esclarecimentos, ela só falará na presença de um advogado, mas estará na 4ª Delegacia de Polícia na segunda-feira, tentando justificar os atos.

Os relatos de depredação da casa da moça são confusos. Entre os populares, ninguém viu o local ser apedrejado, não há registro policial ou mesmo marcas nas paredes. “Eu vi algumas pedras, mas não sei. Não vi atirarem”, contou um vizinho que solicitou anonimato. “É uma covardia o que estão fazendo com ela. Estão colocando como se ela fosse um monstro. Não é verdade. Ninguém aqui em casa vai falar nada. Estamos do lado dela”, completou.

O bairro, a rua, a vizinhança de Patrícia é, como todo o país, a cara da miscigenação. Brancos, negros, mulatos, índios, pardos, toda etnia possível está presente no local, onde dividem espaço casas de classe média com barracos bastante pobres.

Nenhuma voz se levantou lá contra Patrícia. Amigos negros, são muitos. Todos surpresos, tristes, mas ao mesmo tempo buscando mostrar que ela não é aquela da imagem. “Ela foi pelo momento, no embalo dos outros”, finalizou Pedro.

Após confrontarem as imagens do sistema de câmeras da Arena com Patrícia e mais um acusado, a polícia gaúcha poderá abrir inquérito, que prevê julgamento da jovem. A pena para injúria racial vai de 1 a 3 anos de reclusão.

E antes disso as repercussões na vida pessoal já foram fortes. Xingada na internet, ela deletou todos perfis em redes sociais. Foi afastada do emprego como prestadora de serviço ao Centro Médico Odontológico da Brigada Militar. E carregará para sempre o peso do ocorrido naquela noite. Doeu em Aranha, envergonhou os gremistas, mas certamente não passou em branco na vida de Patrícia.

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Juiz legaliza parcialmente a poligamia em estado americano

Juiz legaliza parcialmente a poligamia em estado americano
Kody Brown pode viver legalmente com suas quatro esposas – Reprodução

Mórmons fundamentalistas de Utah podem ter quantas esposas quiserem, desde que não casem formalmente

Publicado em O Globo

UTAH – Os mórmons fundamentalistas que praticam a poligamia em Utah conseguiram uma vitória legal na última quarta-feira, quando um juiz federal deu razão a uma conhecida família em seu litígio contra o Estado. As leis estaduais proíbem o matrimônio múltiplo e a coabitação, mas o juiz Clark Waddoups decidiu que poligamia é legal, desde que não exista o casamento formal, informa o “El País”.

A decisão encerra uma batalha legal de três anos entre o estado de Utah e Kody Brown, conhecido por protagonizar o programa de TV “Sister Wives”, que mostra como Brown vive com suas quatro esposas e 16 filhos. Quando o programa começou, em 2010, a família vivia na cidade de Lehi, em Utah, e o estado iniciou uma investigação contra Brown. Apesar de nunca ter sido denunciado, o mórmon fundamentalista processou o estado por impedir a prática de sua religião.

Em sua decisão, Waddoups determina que a proibição da coabitação vai contra a proteção das liberdades individuais, presente na Constituição americana. Com isso, Brown pode continuar vivendo com suas quatro mulheres, desde que não casem formalmente.

Em dezembro do ano passado, Brown já havia conseguido sentença favorável, mas ela estava suspensa até a decisão do valor a ser pago pelo estado pelos danos causados. Entretanto, a família renunciou ao direito de ser ressarcido, cobrando apenas os custos processuais.

A promotoria do estado de Utah informou que irá recorrer à Corte de Apelações, mas até o momento nada foi feito. Em comunicado, a família Brown agradeceu o trabalho dos advogados e pediu respeito à prática religiosa.

Os casamentos múltiplos são ilegais nos EUA desde o século XIX. Os próprios mórmons condenam a prática há mais de um século, mas alguns membros da comunidade mórmon fundamentalista em Utah continuam com a prática. As estimativas apontam que 38 mil mórmons pratiquem a poligamia no estado.

– Agora não somos criminosos. É um grande alívio. Não precisamos temer que alguém bata na porta e leve os seus filhos. Espero que esta decisão elimine o estigma de viver sobre um princípio que é uma forte crença religiosa – disse Anne Wilde, cofundadora do grupo Principle Voices, que defende a poligamia, à agência AP.

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