Pastor é arrastado por correnteza de rio durante batismo no DF

Acidente foi no Rio Descoberto, em local sinalizado como sendo perigoso
Mergulhadores dos Bombeiros vasculhavam margem à procura do homem

Mergulhador do Corpo de Bombeiros faz busca por pastor desaparecido no Rio Descoberto, no Distrito Federal (foto: Marcos Silva/TV Globo)

Mergulhador do Corpo de Bombeiros faz busca por pastor desaparecido no Rio Descoberto, no Distrito Federal (foto: Marcos Silva/TV Globo)

Publicado no G1

Um pastor de uma igreja evangélica foi arrastado pela correnteza de um rio no Distrito Federal na manhã deste sábado (5) quando batizaria um grupo de fiéis. Mergulhadores do Corpo de Bombeiros procuram o corpo do religioso, identificado como Almir Marques de Carvalho, de 52 anos.

O acidente ocorreu no Rio Descoberto, próximo à divisa do DF com Goiás. O trecho do rio onde o pastor desapareceu tem cerca de 30 metros de largura de uma margem à outra. A correnteza no local é forte e há várias pedras submersas e vegetação nas margens

O local é sinalizado com placas alertando banhistas para o risco de afogamento. Apesar disso, há vários registros de acidentes no local, disse o major Silva Neto, do Corpo de Bombeiros.

O major informou que Carvalho fazia parte da Igreja Poço de Água Viva, de Ceilândia. Ele se preparava para batizar um grupo de cerca de dez pessoas quando perdeu o equilíbrio na água e caiu. Um fiel ainda tentou segurá-lo, mas o pastor foi levado pela correnteza e desapareceu na água.

No início da tarde, mergulhadores vasculhavam a vegetação nas margens do rio à procura do corpo do pastor. A equipe de buscas era composta por 37 homens dos Bombeiros. Em terra, as buscas são feitas com cães farejadores. Um helicóptero também foi usado na tentativa de localizar o corpo do pastor.

Até as 18h, quando as buscas deveriam ser encerradas por causa da falta de luz natural, os bombeiros não haviam localizado o corpo.

Acidente
A equipe do Corpo de Bombeiros que atendeu a ocorrência sofreu um acidente quando se deslocava para o local. Um carro em alta velocidade bateu na traseira do veículo dos Bombeiros. Ninguém ficou ferido.

Comentários

Quantas vezes eu devo tentar o sucesso antes de desistir definitivamente? Stallone tentou 1,5 mil

Publicado no Estadão

Começar uma empresa, buscar o sucesso…fracassar! Essa rotina é mais comum do que parece. No Brasil e no mundo. Por isso, muitas pessoas envolvidas com pequenos negócios perguntam: quantas vezes eu devo tentar antes de desistir?

Infelizmente, não há uma resposta precisa. Segundo especialistas, o sucesso de um empreendimento depende de uma série de fatores. E o pior: não necessariamente uma proposta boa vai dar certo. Mas persistência parece ser o caminho para quem pretende chegar lá.

ROCKY_MATERIA

E isso fica claro em recente levantamento feito pelo blog Funders e Founders, iniciativa norte-americana que pretende abordar o universo do empreendedorismo e das startups de maneira visual. De uma maneira muito simples, o blog listou as tentativas e erros de diversas pessoas em suas cruzadas rumo ao sucesso.

Sylvester Stallone, por exemplo, foi rejeitado 1,5 mil vezes quando tentou vender ao mercado o roteiro do filme Rocky, que seria um dos maiores sucessos de todos os tempos. Para ficar no empreendedorismo, o post cita também que o Coronel Sanders, que havia acabado de inaugurar o KFC, foi rejeitado mil vezes quando tentou vender sua receita de frango frito – famosa no mundo inteiro, menos no Brasil, onde o negócio não deu certo.

Já Thomas Edison criou 10 mil protótipos diferentes antes de inventar a lâmpada elétrica. Clique na imagem para conferir o infográfico (em inglês)

INFO

 

Comentários

Audiência compulsiva de séries cria etiqueta virtual

Publicado na Folha de S. Paulo

Nem o presidente dos Estados Unidos está livre de um mal que assola os fãs de série: o spoiler, revelação sobre a trama dos episódios, do qual é difícil de fugir na web.

No lançamento da segunda temporada de “House of Cards”, série política do Netflix, do Twitter de Barack Obama saiu a mensagem: “Sem spoilers, por favor”.

O problema é que a maioria dos viciados em série (47,34%) é viciada também em comentar o que está assistindo, mostra uma pesquisa com mil pessoas feita pela divisão de consumo da Ericsson.

A nova realidade gerou uma etiqueta virtual. É elegante alertar, no começo de mensagens, se há spoilers no texto. É preciso controlar a ansiedade para não ler.

Nos últimos 12 meses, “The Walking Dead” foi a série mais mencionada por usuários no Twitter brasileiro (2,5 milhões de tuítes). Na sequência vêm “Glee” (1,4 milhão), “Revenge” (606 mil), “Breaking Bad”(479 mil) e “Game of Thrones” (423 mil).

Os dados são da Sysomos, empresa de análise de dados do Twitter.

“Muitas equipes de criação de séries já têm uma pessoa especializada em redes sociais”, diz Carlos Moreira Jr., diretor de desenvolvimento de mercados internacionais do Twitter no Brasil.

Séries fora da TV aberta e que são assistidas em “binge” (consumo excessivo e acelerado) alcançam menos repercussão. É o caso das produções do Netflix “Orange Is the New Black” (47 mil) e “House of Cards” (34 mil).

14094612

Comentários

O cão que ficou famoso na web como o mais feliz do mundo, agora adotou uma família de pintinhos

Vicente Carvalho, no Hypeness

Lembram do Champ, o cachorro mais feliz do mundo? Pois é, como se não bastasse toda a doçura desse Golden Retriever de 11 anos de idade, agora ele ‘adotou’ uma ninhada de pintinhos.

Sua dona, a jovem fotógrafa de 21 anos Candice Sedighan, conheceu um homem que havia colocado os filhotes em uma incubadora, mas depois disse que não conseguiria mais mantê-los. Candice então os levou pra casa com a intenção de encaminhá-los para um local mais seguro depois. Ela então apresentou a família de pintinhos ao seu cachorro Champ, um dócil cão já na melhor idade, e ele foi muito carinhoso quando Candice colocou um filhote em sua mão e mostrou pro cão. Ele o cheirou e ela percebeu que ele não faria nenhum mal. “Cães idosos também são inegavelmente doces e cheios de sabedoria, um dos meus maiores objetivos através de minhas fotos, é mostrar aos outros que cães idosos pode ser bonitos, também!” disse a jovem fotógrafa.

E com a repercussão das fotos deles, bem em breve a ninhada será adotada por uma fazenda que possa criá-los em um ambiente natural. Veja algumas das fotos e vídeos:

champbirds01 champbirds02 champbirds03 champbirds04 champbirds011 champ champ2 champ3 champ4


Todas as fotos © Candice Sedighan,

Comentários

‘Detox digital’ começa a ganhar adeptos no mundo

Viciados em tecnologia procuram programas para se desconectar e desintoxicar

 Larissa, de 23 anos, raramente desgruda os olhos do celular. Ela usa o aplicativo Whatsapp para conversar com amigos, ver vídeos, ler e o utilizou até para dar entrevista (foto:  João Laet / Agência O Dia)


Larissa, de 23 anos, raramente desgruda os olhos do celular. Ela usa o aplicativo Whatsapp para conversar com amigos, ver vídeos, ler e o utilizou até para dar entrevista
(foto: João Laet / Agência O Dia)

Beatriz Salomão, em O Dia

Desintoxicar o organismo é função associada, normalmente, a dietas que pretendem eliminar substâncias nocivas ingeridas. Recentemente, porém, o termo ganhou outra aplicação. Trata-se do ‘detox digital’, programa em que o paciente se desconecta do mundo virtual e abandona qualquer tipo de tecnologia: celular, carregador e até relógio.

Hotéis e campings de países como Estados Unidos, Irlanda e Ilhas Cayman já contam com diárias de desintoxicação digital. No Renaissance de Pittsburgh (Pennsylvania), por exemplo, na hora do check in o ‘hóspede detox’ deixa todos os eletrônicos na recepção, incluindo carregadores. No quarto, não há internet, TV, nem relógio, e o telefone só liga para a recepção.

Também nos Estados Unidos, existem os retiros ‘detox digital’: desconectar para reconectar’, organizados por Levi Felix, inventor do movimento. “Ajudamos pessoas a terem uma relação equilibrada com a tecnologia. Pessoas de oito países além dos americanos participam dos retiros”, conta o americano. No Brasil, serviço semelhante será oferecido no Hotel Le Canton, em Teresópolis, no próximo final de semana. As mulheres serão convidadas a desligar celulares e aparelhos eletrônicos, para que possam relaxar e aproveitar atividades como yoga e curso de maquiagem

A psicóloga Sylvia van Enck, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), explica que o excesso de informações e estímulos típico da rede geram estresse, ansiedade, cansaço, além de dificuldade de concentração. “Chega um momento em que a pessoa não assimila, nem memoriza o que está lendo. Acostumadas com coisas instantâneas, as pessoas perdem a capacidade de concentração”.

A estudante Larissa Ferreira, 23 anos, está sempre conectada ao Iphone, especialmente ao Whatsapp — ela fez questão inclusive de dar entrevista ao DIA através do aplicativo. A jovem já cogita baixar um outro aplicativo, do Unicef, que força as pessoas a ficarem longe do celular. A cada dez minutos sem tocar no aparelho, uma empresa doa água a crianças pobres.

“Acho que pode me ajudar a fazer minha monografia. Converso com muitos amigos, vejo vídeos, blogs e às vezes passo da hora de dormir”, conta, acrescemtnando que teria dificuldade em participar de um Detox. Para a psicóloga, o ‘detox digital’ pode ser o primeiro passo para estabelecer uma relação mais saudável com a tecnologia. “É bom para perceber que é possível viver desconectado, mas é preciso dar continuidade depois”.

 Danny: seis meses trancado (foto:  Reprodução)


Danny: seis meses trancado
(foto: Reprodução)

Obssessão pelo selfie perfeito

A busca pelo ‘selfie perfeito’ e o vício em tirar autorretratos quase levaram o jovem Danny Bowman, 19 anos, à morte, em março. Obcecado por postar retratos em rede social, ele chegou a passar mais de dez horas tentando capturar a imagem ideal, fazendo mais de 200 ‘selfies’.

Danny perdeu quase 30 quilos, abandonou a escola e não saiu de casa por seis meses para tentar encontrar a foto perfeita. Frustrado com suas tentativas, o britânico tentou o suicídio, mas foi salvo pela mãe. “Estava constantemente em busca do selfie perfeito. Quando percebi que não podia, queria morrer. Perdi meus amigos, minha educação, minha saúde e quase minha vida”, disse ao jornal ‘Daily Mirror’.

Danny iniciou terapia para controlar o vício em tecnologia e para tratar o Transtorno Dismórfico Corporal, um tipo de ansiedade excessiva com a aparência pessoal. Na Espanha, o problema foi com o Whatsapp. Uma gestante de 34 anos foi a primeira mulher diagnosticada com ‘WhatsAppitis’, lesão no dedão e no punho devido ao uso excessivo do aplicativo.

A mulher passou cerca de seis horas digitando no celular. O tratamento incluiu abstinência do aparelho. No teste do site ( http://bit.ly/QMKiIs ) é possível saber se a pessoa é dependente digital.

Comentários