Cinco maneiras de cuidar do coração

Publicado em O Globo

Cuide da alimentação

Segundo o médico Sérgio Timerman, do Incor-SP, o ideal é fazer refeições leves e balanceadas, evitando excesso de gordura, sal e exagero no consumo de álcool. Grandes doses de álcool por tempo prolongado provocam lesões no coração, causando arritmias e outros problemas.

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Pratique exercícios físicos

Pelo menos três vezes por semana faça alguma coisa: o sedentarismo é um dos grandes vilões dos problemas cardíacos. Um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, com mais de 30 mil mulheres do país nascidas nas décadas de 20, 40 e 70 constatou que a falta de exercício é o maior fator de risco para doenças cardíacas em mulheres acima.

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Mantenha o controle emocional

Associado a outros fatores de risco, o estresse pode aumentar a probabilidade de doença coronariana. Um dos mais completos estudos já realizados sobre o tema, feito pela Universidade McMaster, no Canadá, avaliou 24 mil voluntários em 52 países e revelou que a prevalência de estresse crônico é maior entre vítimas de infarto.

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Faça exames periódicos

Para quem tem histórico familiar de doenças cardiovasculares, exames e testes periódicos são recomendados para acompanhamento da saúde do coração. Já há aparelhos de monitoramento da coagulação que permitem o uso pelo próprio paciente em casa, segundo Timerman.

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Fique atento aos sintomas

Ao sentir dor no peito ou mal estar, ligue para o 192 ou procure um hospital. Pessoas fumantes, com sobrepeso, ritmo de vida estressante, sedentárias ou que sofrem de hipertensão e diabetes devem ficar ainda mais atentas.

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Após dez anos, Google encerra atividade do Orkut nesta terça-feira

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Publicado no UOL

O Google vai encerrar, definitivamente, o Orkut nesta terça-feira (30) após dez anos de atividade. O anúncio do fim da rede foi feito em 30 de junho e, na ocasião, a companhia disse que vai se concentrar em outras plataformas sociais.

Para quem quer recuperar as informações contidas na rede social, o Orkut disponibilizou uma ferramenta chamada Takeout. Com ela, é possível guardar álbuns de fotos, scraps (recados) e depoimentos.

Histórico
Fundado pelo turco Orkut Büyükkökten, que trabalhava no time de engenharia do Google, o projeto da rede social fazia parte de uma iniciativa da gigante das buscas, que disponibilizava 20% do horário do expediente para funcionários trabalharem em um projeto novo.

Orkut Buyukkokten visitou o Brasil em 2005, no auge do sucesso da rede
Orkut Buyukkokten visitou o Brasil em 2005, no auge do sucesso da rede

A rede social fez sucesso, basicamente, em dois países: Brasil e Índia. Isso fez com que o Google em 2008 transferisse a responsabilidade pela plataforma entre os engenheiros do Google nessas duas localidades.

No Brasil, o Orkut foi por bastante tempo a rede mais acessada no país. Com a popularidade, também vieram os problemas. Em função da disseminação de pornografia infantil no site, em 2 de julho de 2008, o Google assinou um TAC (termo de ajustamento de conduta) com o MPF (Ministério Público Federal), comprometendo-se em cooperar com a Justiça para localizar infratores.

A primeira experiência de rede social do brasileiro foi escancarada no Orkut. Não faltavam conteúdos esquisitos postados por usuários. Houve até sites especializados em reunir esse tipo de conteúdo, como o “Pérolas do Orkut”.

Outro aspecto da rede social é que ela foi também palco de uma das primeiras webcelebridades brasileiras: Katilce Miranda. Após ser beijada por Bono Vox, do U2, durante um show de 2006, a carioca recebeu em sua área de scraps (recados) mais de 1 milhão de mensagens. A iniciativa ficou conhecida como “Chat da Katilce”.

Declínio
Em 2011, ano que marcou o início da queda da rede, o Orkut afirmou que não temia a ameaça do Facebook — então com 600 milhões de usuários no mundo (hoje o número de usuários ultrapassa 1 bilhão). Em setembro daquele ano, o Ibope confirmou que a rede social de Mark Zuckerberg havia passado a rede do Google em número de usuários no Brasil.

Além da popularização do Facebook, outra mudança que contribuiu para a queda do Orkut foi a o lançamento do Google+ em julho de 2011. No ano seguinte, a plataforma passaria a conectar os perfis do Orkut à rede, unificando postagens.

Oficialmente, o Google cita que Google+, YouTube e Blogger acabaram “canibalizando” o Orkut, na medida que não valia mais a pena manter a rede social idealizada pelo engenheiro turco.

“Foram dez anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além”, escreveu Paulo Golgher, diretor de engenharia do Google, em post sobre o fim do Orkut.

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Satanás é grande benfeitor da música, diz estudo

1411920431Vanda Marques, no site Luso Informação [via Whiplash]

Se o Diabo ouvisse música – lamentamos, mas não conseguimos averiguar a veracidade desta informação até ao fecho da edição – de certeza que teria na playlist Black Sabbath, Rolling Stones, Robert Johnson, Wagner ou Jimmi Hendrix. Até o tema dos Simpsons poderíamos encontrar. Tudo por causa do trítono, um intervalo musical que atravessa três tons. Satanás criou o seu acorde musical, entre várias coisas más no mundo.

O trítono foi batizado pela Igreja Católica, na Idade Média, como música do Diabo que incita a sentimentos sexuais. “Era o som usado para chamar a besta. Há qualquer coisa sexual no trítono. Na Idade Média quando as pessoas, ignorantes e assustadas, ouviam algo assim e sentiam o corpo a reagir pensavam: “Uh oh, vem aí o Diabo”, explicou o produtor de rock, Bob Ezrin à BBC.

Mas não é só a música que é obra do Diabo. Os filmes de terror são uma imagem de marca e a moda também pode roçar obra de Belzebu. A literatura, claro, não podia ficar de fora. O Vaticano inventou até uma coisa para simplificar: o Index. A lista de coisas culturais a evitar se não querem ter uma indigestão espiritual foi abolida em 1966. Hoje já não faz mal.

O rock”n”roll, o jazz, os blues são músicas demoníacas. Robert Johnson, lenda dos blues, revelou até que fez um contrato com o Diabo e por isso é que tocava tão bem. Isso já sabemos. Mas desde a Idade Média que a Igreja avalia criteriosamente o tipo de música que ouvimos. É que o Diabo não descansa e adora os prazeres da carne, logo, a música que nos põe a dançar.

O trítono, o tal intervalo musical que atravessa três tons que podemos ouvir em exemplos como a quinta diminuta ou quarta aumentada, é fruto do Demónio e a Igreja proibiu todos esses sons. Agora, já não se fala tanto nisso, e são muitas as bandas que abraçam essa herança. Os Black Sabbath são os advogados do trítono e há mais nomes como Beethoven, Wagner, Jimi Hendrix, o musical “West Side Story” e até o tema dos “Simpsons”.

Das primeiras vezes que se viu uma minissaia no cinema foi nos anos 50 no filme: “Devil Girl from Mars” (Rapariga do diabo de Marte). A quantidade de perna mostrada era um escândalo. Nos anos 60, a coisa mudou. Londres era a capital da minissaia, uma invenção atribuída a Mary Quant que resolveu subir a bainha das saias acima dos joelhos. Entretanto, evoluímos, há mais liberdade de costumes, mas os preconceitos permanecem. A minissaia continua a ser acusada de pacto com o Diabo. Em janeiro deste ano, na cidade de Toronto, uma polícia aconselhou as mulheres a não se vestirem de forma provocante, com minissaias, se querem evitar ser violadas.

A literatura seria bem mais chata sem nomes como Balzac, Victor Hugo, J. S. Mill, Stendhal, Emile Zola, Gustave Flaubert ou Alexandre Dumas. Estes autores estiveram todos na lista dos proibidos. Mas há mais. As obras de não ficção de Jean-Paul Sartre, René Descartes, Galileo Galilei, David Hume, Jean-Jacques Rousseau, Immanuel Kant também lá estavam. Dá vontade de perguntar: o que é que se podia ler afinal? Restava alguma coisa?

A iniciativa foi criada em 1559 e tinha o nome de Index Librorum Prohibitorum (Índice dos livros proibidos). O objetivo inicial era lutar contra o crescimento do protestantismo, mas depois deixaram-se levar pelo entusiasmo e censuraram poetas e romancistas.

dica do Rogério Moreira

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Relacionamentos que começam na internet duram menos, aponta estudo

A vasta oferta de parceiros em potencial que o território online dificultaria relacionamentos monogâmicos. (foto: Reprodução)
A vasta oferta de parceiros em potencial que o território online dificultaria relacionamentos monogâmicos. (foto: Reprodução)

Publicado no Extra

Sites e aplicativos de relacionamentos se multiplicam na tentativa de fazer seus usuários encontrarem o amor, mas uma pesquisa das Universidades Estaduais de Stanford e Michigan concluiu que relacionamentos que começam online duram menos do que aqueles cujos os envolvidos se conheceram “na vida real”.

O estudo considerou, além de casamentos (principal alvo de análises deste tipo), os namoros que começaram online e também as taxas de divórcio e rompimento entre as 4002 pessoas entrevistadas.

Os pesquisadores apontaram três fatores que poderiam justificar esta diferença na duração nos relacionamentos:

– A vasta oferta de parceiros em potencial que o território online oferece reduziria as possibilidades de firmar relacionamentos monogâmicos estáveis;

– A logística da comunicação na internet faz com que os relacionamentos que surgem na rede levem mais tempo para se desenvolverem;

– Por conta da variedade de perfis e personalidades que podem ser encontrados na web, as pessoas levam mais tempo para confiar nos outros, por medo de não saber o que esperar do possível parceiro.

De acordo com os cientistas, as intenções de cada um são mais importantes para o sucesso do relacionamento do que a forma como o casal se conheceu. “Para os casados, a qualidade do relacionamento garante a longevidade do casamento, enquanto os solteiros românticos acreditam que é o tempo gasto no desenvolvimento da relação que evita os términos”, diz o estudo.

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PM usa rede social para ironizar morte de rapaz no Alemão, RJ

Corpo de Marcos Vinícius será sepultado nesta segunda-feira.
Outro rapaz foi baleado nesta madrugada na comunidade.

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Publicado no G1

A morte do adolescente Marcos Vinícius Heleno, de 17 anos, no Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, durante um confronto entre PMs e criminosos no sábado (27), foi comemorada por um polícial militar. Enquanto várias pessoas lamentável o ocorrido em um rede social, o oficial escreveu: “Acorda diabo, carne fresca chegou. Kkkkkkkk”, postou Jeferson Baquer.

Em nota, a assessoria das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), confirmou que Jeferson é policial militar, mas não revelou o local de trabalho dele. Ainda segundo o setor de comunicação, a conduta do PM foi relatada ao comando das UPPs. O corpo de Marcos Vinícius foi liberado no domingo (28) para a família e o enterro está marcado para o meio-dia desta segunda-feira (29) no cemitério de Inhaúma, no Subúrbio.

Na madrugada desta segunda-feira (29), outro jovem foi baleado na perna no interior da comunidade. Segundo a mãe do adolescente de 16 anos, ele estava em uma lan house  na comunidade, quando começou o tiroteio. O menino foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Souza Aguiar, como mostrou o Bom Dia Rio.

Após a morte de Marcos, PMs e moradores da comunidade Vila Brasília se envolveram num tumulto no final da tarde de sábado. O tumulto aconteceu porque moradores queriam levar o jovem baleado para o hospital em um carro particular, mas os policiais militares que estavam no local interviram e mandaram esperar a chegada de uma ambulância. Devido a isso os moradores protestaram e os PMs reagiram com bombas de efeito moral.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar a morte do adolescente. Segundo a assessoria da corporação, às 17h20 os policiais militares envolvidos no tiroteio que causou a morte de Marcos estavam sendo ouvidos na 22° DP (Penha), onde o caso foi registrado.

As armas dos PMs e uma pistola 9mm, que segundo a UPP foi encontrada perto do local do confronto que matou o jovem, foram encaminhadas à perícia.

A morte  do jovem aconteceu na localidade conhecida como Praça do Terço. Segundo a assessoria de imprensa das UPPs, pouco antes do encontro do corpo, agentes da unidade local e suspeitos de pertencerem ao tráfico de drogas da região trocaram tiros no local. Ainda segundo a polícia, a vítima estava perto do grupo de suspeitos. Ainda segundo a polícia, às 16h22, o corpo passava por perícia para tentar detectar se havia ou não vestígios de pólvora na mão do adolescente – indício de que ele teria atirado.

De acordo com o jornal ‘Voz da Comunidade’, o tiroteio da tarde deste sábado foi intenso, e o funcionamento do teleférico chegou a ser interrompido.

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