Camisinha que mata vírus da Aids deve começar a ser vendida nos próximos meses

Gel pode matar também outros vírus como o da herpes e HPV (Foto: Paul Keller/flickr/creative commons)publicado na Galileu

Opreservativo é um método seguro para evitar as doenças sexualmente transmissíveis, mas não oferece uma proteção completa – falhas e infecções ainda podem ocorrer. Pensando em reduzir ainda mais estes riscos, a empresa farmacêutica australiana Starpharma desenvolveu um produto chamado Vivagel, capaz de neutralizar 99,9% dos vírus da Aids, herpes e HPV.

A substância foi recentemente aprovada pelo governo da Austrália, e uma parceria com a fabricante de preservativos Ansell promete, dentro dos próximos meses, colocar no mercado do país uma linha de camisinhas com o Vivagel incluído no lubrificante.

“Quanto maior o número de partículas virais a que se é exposto, isso tipicamente se traduz em uma chance maior de infecção”, disse a doutora Jackie Farley, executiva da Starpharma, em entrevista à rede australiana ABCNews.

Além do mercado australiano, a farmacêutica também já firmou parceria no Japão: a Okamoto, maior fabricante de preservativos do país, deve começar a produzir em breve uma linha com o gel. No Brasil, a Ansell marca presença com a marca Blowtex, portanto também tem a opção de vender camisinhas com o Vivagel por aqui.

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Artista genial mostra como seria o mundo caso pudéssemos enxergar o WiFi

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Publicado no Tecmundo

WiFi, Bluetooth, 3G, 4G, TV digital… Vivemos em um ambiente recheado de ondas e sinais responsáveis por transmitir dados entre nossos dispositivos móveis sem o auxílio de fios. E isso já é algo tão normal que sequer paramos para pensar a bagunça que seria caso pudéssemos enxergar o fluxo dessas redes durante o nosso cotidiano. De fato, não conseguiríamos ficar um único minuto sem ver ondas de rádio onde quer que seja: no trabalho, na rua, no quarto e até mesmo no banheiro.

Foi filosofando sobre tal assunto que o fotógrafo Luis Hernan, aluno do curso de pós-graduação em Design Arquitetônico e Interativo da Universidade de Newcastle (na Inglaterra), resolveu trabalhar em um ensaio sensacional batizado como “Fotografia de espíritos – Espectro Wireless”, cujas imagens constituintes estão reunidas na galera logo abaixo. A ideia de Hernan é simples: registrar ambientes comuns que fazem parte do dia-a-dia de todos nós, mas preenchidos com feixes de luz que representam a intensidade do sinal de WiFi em cada área do ambiente.

Para criar tais fotografias, o inglês utilizou um dispositivo inventado por ele mesmo e que recebe o nome de Kirlian. Trata-se de uma pequena caixa de madeira, equipada com LEDs e uma placa Arduino, capaz de “ler” a intensidade de sinal de uma rede SSID previamente configurada e reagir a essa informação acendendo luzes de determinada cor. Tons mais quentes (como vermelho e laranja) significam maior recepção, enquanto as mais frias (verde e azul) se referem a zonas de baixa recepção.

Hernan simplesmente pendurou diversos Kirlians ao longo dos cenários e permitiu que eles se movessem enquanto registrava a cena usando técnicas de longa exposição. O resultado é sensacional, não concorda?

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Seis dias depois, Dilma Bolada volta às redes sociais

publicado no estadão

A personagem Dilma Bolada está de volta às redes sociais. Criada pelo estudante de publicidade Jeferson Monteiro, a página famosa pelas sátiras feitas à presidente Dilma Rousseff foi tirada do ar na quarta-feira passada, mas foi reativada pelo próprio dono do perfil nesta terça-feira, 29. No Facebook, o perfil de Dilma Bolada tem mais de 1,4 milhão de seguidores; e no Twitter, mais de 28 mil.

“Ela voltou! Dilma Bolada está de volta e se reclamarem, crio um fake do Lula! vlw flws”, escreveu Monteiro em sua página pessoal do Facebook na manhã desta terça.

Em entrevista ao Estado, Monteiro afirmou usou o tempo em que o perfil ficou desativado para pensar de valia a pena ou não correr os riscos de ser acusado de favorecer a petista e ser alvo de processos judiciais. Ele, porém, disse que optou por manter o apoio explícito à presidente e, por isso, reativou a personagem.

“Como eu disse dezenas de vezes, sou a favor da Dilma e estou com ela e não abro, isso deveria servir de exemplo para todos os blogueiros e ‘influenciadores’ da internet, porque tem um monte de gente fechado com partidos por aí, falando mal da Dilma, inventando mentiras e pagando de imparcial, apartidário, isso é absurdo. Se está apoiando alguém, fale abertamente, declare”, disse o estudante.

Ele também negou vínculos com o PSDB ou o PT quando decidiu em tirar Dilma Bolada do ar e quando optou em “ressuscitá-la”.

“Quando a Dilma Bolada saiu do ar, teve gente que disse que foi porque o PSDB comprou. Quando voltou, tem gente que fala que foi porque o PT que comprou. Tudo que eu faço agora vira teoria da conspiração, complicado”, afirmou.

Desde que desativou o perfil na quarta passada, Monteiro já dizia que a decisão não era definitiva. Ele resolveu tirá-la temporariamente do ar depois de avaliar que poderia ser acusado de “fazer a diferença” a favor da presidente que satiriza em Dilma Bolada agora que a campanha está nas ruas.

“Entramos no período eleitoral e esse ano não vai ser mole. Há alguns dias foi liberada a campanha e é muito ruim saber que você pode fazer a diferença mas ver que está quase sozinho no meio de uma tormenta que é a internet, e que tem tudo para piorar conforme 05/10 se aproximar”, escreveu Monteiro na ocasião.

Em maio, o perfil de Dilma Bolada esteve envolvido numa polêmica após Monteiro ter dito que foi convidado a trabalhar para a campanha presidencial de Aécio.

Ele afirmou na ocasião que foi procurado por uma agência de publicidade que prestava serviços a campanhas. “A agência tinha um plano de venda de apoio político das suas páginas para as Eleições Presidenciais deste ano”.

“A tal agência, por sua vez, disse que eles queriam que eu assinasse um contrato de exclusividade para garantir uma amarra da Dilma Bolada a eles e que pudessem efetuar a transação com os tucanos. Eu, é claro, não assinei coisa alguma”, segue Monteiro que afirmou ter demonstrado interesse na proposta apenas para ver até onde a agência iria.

 

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Confira 15 práticas de corrupção cotidianas

Publicado em O Globo

A campanha eleitoral já começou. Nesse período, corrupção é tema frequente nos embates entre os candidatos e nas conversas dos brasileiros. A prática, porém, extrapola o campo político. Conheça exemplos lembrados pelo cientista político Alexandre Gouveia que mostram o quanto atitudes corriqueiras se enquadram nesse ato.

Não dar nota fiscal

1notafiscal

Vender ou comprar produtos falsificados e/ou contrabandeados

A Receita Federal apreendeu mais de 200 mil bolas falsificadas em Santos

Não declarar produtos comprados no exterior, evitando o recolhimento de impostos

3imposto

Não declarar rendimentos extras no Imposto de Renda

4impostorenda

Usar o vale refeição para fazer compras no supermercado

5mercado

Estacionar veículos, utilizar filas prioritárias e assentos destinados exclusivamente para idosos e deficientes

6idosos

Vender seu voto ou trocá-lo por algum benefício pessoal, como emprego, material de construção, cesta básica, etc.

7voto

Na escola, dar uma olhada na resposta do colega (a famosa “Cola”)

8cola

Andar com o veículo pelo acostamento

9acostamento

Evitar uma multa oferecendo dinheiro ao policial

10multa

Furar fila

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Fazer ligação ilegal de serviços como TV a Cabo, Energia Elétrica, etc.

12gato

Apresentar atestado médico falso 

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Falsificar carteirinha de estudante para obter descontos e benefícios

14carteirinha

Bater o ponto de trabalho para o amigo

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Por produtividade, Seul permitirá soneca no trabalho

A partir de agosto, funcionários públicos terão direito a cochilos de até uma hora depois do almoço

Funcionários poderão usar salas e outros espaços para soneca (foto: Getty)

Funcionários poderão usar salas e outros espaços para soneca (foto: Getty)

Publicado por BBC [via G1]

A prefeitura de Seul, capital da Coreia do Sul, vai permitir que os funcionários públicos cochilem por até uma hora após o almoço.

A medida faz parte de um esforço para aumentar a produtividade dos trabalhadores durante os meses do verão no hemisfério norte.

A partir de 1º de agosto, os trabalhadores terão a opção de tirar uma soneca entre as 13h e as 18h, contanto que ajustem o horário do expediente, chegando mais cedo ou saindo mais tarde.

É preciso ainda avisar o chefe logo pela manhã sobre suas intenções – e ele precisa concordar com a soneca. “Os funcionários poderão usar salas e outros espaços para descansar”, disse um porta-voz da prefeitura.

“Alguns exemplos pioneiros de dar aos funcionários a possibilidade de cochilar durante o verão mostraram um resultado mais produtivo do que sem ele”, disse à BBC Brasil o pesquisador Kiu Sik Bae, do Instituto Coreano do Trabalho.

Segundo o jornal The Korean Times, é a primeira vez que um esquema como este é introduzido no país.

A justificativa, segundo divulgou a mídia local, é que as pessoas tendem a perder o foco no início da tarde e depois do almoço, principalmente durante o verão.

“Muitos relatórios de saúde mostram que tirar uma soneca à tarde ajuda os trabalhadores a melhorar o desempenho e estimular a criatividade”, escreveu o periódico.

Ceticismo
A ideia implantada pelo governo de Seul não é inédita. Grandes empresas, como Google, Nike, Procter & Gamble e Cisco já encorajam os funcionários a tirar um cochilo.

Na Espanha e em alguns países sul-americanos, a siesta é uma tradição comum.

A mídia sul-coreana e muitos críticos, no entanto, estão céticos quanto aos resultados da medida no país, por causa da cultura empresarial local.

Pedir permissão para tirar uma soneca fora do horário do almoço é considerado quase uma afronta.

“A maioria dos chefes não vai permitir que seus funcionários desfrutem de uma soneca durante o período do trabalho”, acredita Kiu.

“Eles podem pensar que isso vai fazer a pessoa perder o respeito e a moral no trabalho”, acrescentou o pesquisador.

Longa jornada
A Coreia do Sul é conhecida por ter uma das mais longas jornadas de trabalho diária no mundo.

Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os sul-coreanos trabalham em média 2.092 horas por ano. É a terceira maior carga horária entre os países membros.

Porém, a produtividade é de apenas 66% da média entre os membros da OCDE, e menos da metade quando comparada com a dos Estados Unidos.

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