Sem mistério?

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publicado no IdeaFixa

Não, ele não é de outro planeta. Ele é terráqueo, sim. Encontrado dia 19/10/2003 por Oscar Muñoz, próximo à uma igreja abandonada em uma cidade fantasma chamada La Noria no Chile, o humanoide considerado um cadáver com padrões estranhos demais para ser humano, foi localizado no deserto do Atacama, medindo no máximo quinze centímetros.

Mais de uma década depois, após todas especulações, pesquisadores de Stanford alegam que com certeza o humanoide encontrado não é de um alienígena. No entanto, o porquê do tamanho do esqueleto ser tão pequeno, e o motivo da morte tão precoce, ainda está sem resposta.
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Eles fingiram ser gordos para encontrar seus ‘matches’ do Tinder pessoalmente

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publicado no BrasilPost

O que acontece quando as fotos que estão no perfil do Tinder não mostram como é a aparência real da pessoa? A reação de homens e mulheres são drasticamente diferentes – e com certeza um pouco sexista.

No mundo do namoro virtual, as mulheres têm medo de se envolver com um serial killer enquanto os homens temem encontrar uma pessoa gorda, pelo menos foi o que revelou uma pesquisa citada no documentário produzido pela HBO em 2011 chamado “When Strangers Click: Five Stories From the Internet” (Desconhecidos: Cinco Histórias Da Internet). Os site Simple Pickup, voltado para o público masculino e “dedicado à delicada arte de pegar garotas”, decidiu fazer um experimento social para testar essa teoria.

A ideia por trás do experimento social do site era capturar as reações tanto de homens quanto de mulheres que encontram uma pessoa do Tinder que pesa “um pouco mais do que aparenta na foto [dele ou dela]”.

Primeiro, eles acharam alguns pretendentes para uma amiga no aplicativo, usando fotos em que ela parece ser magra. Depois, antes do encontro, usaram uma fantasia especial e maquiagem que a deixaram com uma aparência mais “encorpada” do que ela tinha nas imagens divulgadas. Uma câmera escondida foi colocada no lugar do encontro para registrar o que aconteceu com cada um dos cinco homens que ela conheceu ao longo do dia.

Os resultados foram simplesmente horríveis. As reações foram da confusão à raiva. Um dos homens disse que era casado. Outro disse que ia ao banheiro, mas nunca voltou. “Você tem uma aparência mais voluptuosa… Você está grávida?” perguntou outro antes de dizer: “Eu realmente não gosto quando as pessoas mentem para mim” e ir embora.

“Isso é muito chato”, disse outro. “Estou meio chateado. Eu gastei tempo e combustível para vir aqui, não dá para fazer isso”. Dos cinco pretendentes, apenas um ficou o tempo inteiro – apesar de ter perguntado a ela em certo momento: “Você gosta de comer?”.

Um homem não precisa simplesmente estar atraído por uma mulher para respeitá-la, mas é exatamente isso que acontece no vídeo. Só porque uma mulher é gorda não significa que ela não é sexy – e se deparar com uma mulher gorda ao invés de uma magra não é desculpa para deixar de lado o respeito pelo ser humano.

O site Simple Pickup fez o mesmo experimento invertendo os papeis, usando um participante masculino e algumas pretendentes do Tinder e os resultados foram dramaticamente diferentes.

Quando as pretendentes encontravam o homem que tinha a aparência mais robusta pessoalmente, a reação delas foi bem mais discreta do que a dos homens. Apesar de cada uma reconhecer que ele tinha uma aparência diferente, a maioria foi gentil. Três estavam dispostas a ficar no encontro ou marcar um novo encontro e uma até o beijou.

Assista os vídeos abaixo e veja como foi o resultado do experimento com homens e mulheres e tire suas conclusões:

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Empresa japonesa desenvolve ‘cadeira do abraço’ para combater solidão

Funcionária da UniCare mostra "cadeira do abraço" na Feira Internacional de Reabilitação e Assistência no Lar de Tóquio (foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)
Funcionária da UniCare mostra “cadeira do abraço” na Feira Internacional de Reabilitação e Assistência no Lar de Tóquio (foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)

Publicado por EFE [via F5]

Combater a solidão e encontrar um abraço amigo será mais fácil a partir de agora graças à “cadeira da tranquilidade”, um assento especialmente desenhado para “dar abraços”, obra da companhia japonesa UniCare.

Com base nos estudos publicados pelo professor Hidetada Sasaki, a companhia japonesa desenvolveu este móvel, exibido esta semana junto a mais de 20 mil produtos na Feira Internacional de Reabilitação e Assistência no Lar de Tóquio.

A cadeira, que tem como principal atrativo um punho em tamanho real composta principalmente de algodão, que abraça seus usuários com a ajuda de um velcro ajustável nas mãos, é vendida no site da empresa por 49.680 ienes (cerca de R$ 1.125), e foi pensada para dar segurança aos mais velhos e pessoas que vivem sozinhas.

O punho se parece aos de “uma mãe” e seus abraços fazem os mais velhos lembrarem o que se sentiam ao receber seu “afetuoso abraço”, algo que, com o passar do tempo, “tende a ser esquecido”, disse à agência de notícias Efe um representante de Unicare na feira. O produto conta com uma versão para cadeira de rodas (que não vem incluída), que custa 41.040 ienes (R$ 929).

Está cientificamente provado que dar e receber abraços ajuda o corpo a produzir oxitocina, um hormônio natural relacionado a conduta sexual, a felicidade e o sentimento mãe-filho, que acalma o sistema nervoso e estimula as emoções positivas.

A Unicare apresentou a “cadeira da tranquilidade” junto a um ensaio clínico que sustenta que a maioria dos pacientes que testaram o assento durante um tempo prolongado, experimentou uma redução da ansiedade, do medo e da ira.

O Japão, com um quarto da população com mais de 65 anos, conta com uma ampla gama de produtos especialmente pensados para satisfazer as necessidades da terceira idade e facilitar o dia a dia dessas pessoas. Robôs para a limpeza doméstica, “animais de estimação” terapêuticos capazes de interagir com seu dono ou roupas robóticas para melhorar a mobilidade são alguns dos principais produtos para a terceira idade japonesa.

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‘O mundo não está tão ruim quanto o Brasil’, afirma Arturo Porzecanski

Arturo Porzecanski, diretor do Programa de Relações Econômicas Internacionais da American University (foto: Vitor Salgado - 11.jun.2013/Folhapress)
Arturo Porzecanski, diretor do Programa de Relações Econômicas Internacionais da American University (foto: Vitor Salgado – 11.jun.2013/Folhapress)

Raul Juste Lores, na Folha de S.Paulo

“O mundo está colocando o polegar para baixo ao pensar no Brasil e quem se eleger vai ter muito trabalho em mudar essa percepção”, diz o economista Arturo Porzecanski, 65, que há 37 anos estuda a América Latina.

O uruguaio foi economista-chefe dos bancos J. P. Morgan, ABN-Amro e Ing-Barings por quase três décadas e desde 2005 dirige o Programa de Relações Econômicas Internacionais da American University.

Ele acha que o Brasil “andou para trás” em inflação e protecionismo, considera que o BNDES “não tem nada a ver com a escolha de campeões nacionais da Coreia” e que o país precisa “desesperadamente achar novos mercados”. “O Brasil está jogando na terceira divisão”, diz.

Porzecanski diz que o sucesso do Bolsa Família só será verificado “quando menos gente precisar dele, o número de famílias atendidas precisaria cair”. Ele recebeu a Folha em seu escritório, em Washington.

Confira abaixo a íntegra da entrevista, em tópicos:

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BRASIL DESAPRENDEU

O Brasil desaprendeu a fazer mudanças e está andando para trás. O Brasil diz gostar de gradualismo, mas fez mudanças muito rápidas no passado. O Plano Real foi economia vodu, ortodoxa e heterodoxa ao mesmo tempo, e em dois anos controlou a inflação. O Bolsa Família e os planos sociais do Lula ficaram em pé já nos primeiros dois anos. A abertura econômica de um país que tinha um mercado fechado até para computadores foi bem rápida. Quem vencer as eleições vai ter que reaprender a fazer mudanças rápidas.

ANDANDO PARA TRÁS

Em várias coisas, a Dilma fez o Brasil andar para trás. Em 1999, Armínio tinha um plano ambicioso de metas e muito rapidamente respondeu à crise cambial. O Lula em meses dissipou a dúvida que havia sobre ele e deu luz verde para o Henrique Meirelles.

Com Dilma, o Banco Central andou para trás. O BC foi incentivado a fechar os olhos para a inflação, bem acima da meta, dá para passar um ônibus por essa meta agora. A Petrobras perde muito dinheiro para mascarar a inflação real. As contas públicas pioraram e a qualidade dos dados com manipulação contábil. Sem falar no abuso do BNDES.

BNDES E COREIA

Acho engraçado compararem a política industrial do BNDES com a escolha de campeões nacionais pela Coreia do Sul. A Coreia ofereceu subsídios para as empresas que produziam carros, eletrônicos e afins que conseguissem exportar para os mercados americano e europeu. Ela não substituiu importações, ela promoveu exportadores. Mas havia metas e prazos. O governo ajuda a empresa por “x anos” e depois ela tem que devolver essa ajuda.

Essa política hoje seria impossível, pois a OMC [Organização Mundial do Comércio] proíbe subsídios para exportações. Esse modelo é de outra época. Mas não dá para comparar o BNDES com a Coreia. Quais foram as metas para o Eike Batista? E para os frigoríficos?

INTERVENCIONISMOS

O Obama subvencionou empresas de energia solar, sem muito sucesso, mas era algo para a economia do século 21. O BNDES subvencionou a economia do século 19.

Existem intervencionismos e intervencionismos. O Tesouro americano emprestou para a indústria automobilística de Detroit e para a seguradora AIG quando ninguém queria emprestar, e recebeu de volta com muitos juros. O que o BNDES vai receber do Eike? É como se o FMI [Fundo Monetário Internacional] emprestasse para países quebrados como Argentina e Venezuela sem nenhuma contrapartida.

MUNDO SEM ESTAGNAÇÃO

A maioria dos países do mundo anda crescendo menos do que já cresceu. Fato. Não é mais bonança. Mas o Brasil desacelerou bem mais que os demais. O mundo não está tão ruim quanto o Brasil. O mundo não está em recessão, nem estagnado.

CÁLCULO DO BOLSA FAMÍLIA

México, Argentina, Brasil fizeram seus Bolsas Família. No início, uma marca de sucesso é ampliar as famílias cobertas. Mas o verdadeiro sucesso, que não vejo no modelo brasileiro, é quando o número de famílias que precisam dessa ajuda cair de fato. Se elas acham emprego, se têm salários melhores, esse número deveria cair. Isso não está acontecendo.

FED EM 2015

O Fed [o Banco Central americano] está fazendo o seu trabalho, sem ser brusco. Em maio de 2013, Ben Bernanke [ex-presidente do Fed] disse que os estímulos seriam reduzidos. O roteiro está sendo seguido pela Janet Yellen [atual presidente] paulatinamente. A inflação está abaixo da meta e os juros vão subir um pouco. Não acho que o Brasil será afetado bruscamente. 80% do destino do Brasil está no Brasil, não está nos EUA ou na China.

MERCOSUL E 3ª DIVISÃO

O Brasil precisa correr para achar novos mercados. A aposta na OMC com o Azevedo ainda não rendeu. O regionalismo e o Mercosul não rendem mais. A negociação com a União Europeia é brecada pela Argentina. Até quando o Brasil vai esperar pela Argentina? Não quer negociar com o império, com os EUA? Ok, mas procura outros. China, Índia e outros emergentes até menores têm suas agendas e querem achar mais mercados. Não dá para entrar para jogar só se for ganhar. Parece que o Brasil tem medo e se contenta ficar jogando na terceira divisão.

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