Recém-eleita, Miss Brasil 2014 sofre ofensas na internet por ser nordestina

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Publicado no UOL

Melissa Gurgel, 19, foi criticada ao ganhar o concurso de Miss Brasil 2014, no último sábado (27), por ser nordestina. Na manhã desta segunda-feira (29), a OAB-CE (Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará) assinou representação e notícia-crime junto ao MPF (Ministério Público Federal) para “responsabilizar os autores que teceram comentários de cunho racista ao povo cearense em virtude da eleição da Miss Brasil 2014″.

No Twitter, houve postagens sobre o sotaque cearense, em que uma internauta o define como “sotaquezinho sofrível”, além da comparação dos padrões de beleza do Estado aos de outras regiões do país. Após a repercussão negativa, os perfis apagaram as postagens e um deles restringiu o acesso ao público em geral.

“Não podemos tolerar qualquer discriminação contra o povo do Ceará”, defende o presidente em exercício da OAB-CE, Ricardo Bacelar.

A Miss Ceará 2014, Melissa Gurgel, venceu o concurso realizado em Fortaleza (CE). Melissa vai representar o Brasil no Miss Universo 2014, que vai ser realizado na cidade de Doral (Flórida), Estados Unidos, em 18 de janeiro de 2015. Além da coroa, a bela ainda ganhou um carro no valor de R$ 40 mil por vencer o concurso.

A bela é modelo e estudante de design e moda. Ela se considera uma pessoa esportista, amante de cinema e de livros.

Em segundo lugar, ficou Fernanda Roberta Leme (Miss São Paulo) e em terceiro lugar, Deise Benício (Miss Rio Grande do Norte). Cada uma ganhou uma viagem para o Caribe.

A nova Miss Brasil vai tentar quebrar um jejum de 45 anos sem títulos brasileiros. As duas únicas brasileiras que levaram a coroa de mais bela do mundo foram a gaúcha Ieda Maria Vargas, em 1963, e a baiana Martha Vasconcellos, em 1968.

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Montanhistas gravam erupção vulcânica que deixou 31 mortos no Japão

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publicado no iG

O momento da inesperada erupção foi registrada pela câmera de celular de um dos montanhistas que estavam no local.

Assista clicando no link abaixo:

Montanhistas gravam erupção de vulcão que matou 31 no Japão

Centenas de pessoas caminhavam pela montanha quando o vulcão entrou em erupção. A maioria conseguiu sair com segurança, mas muitos foram atingidos pela chuva de rochas e cinzas e nuvens de gás tóxico lançadas pelo vulcão.

O número de pessoas que ainda estão na região é incerto. Fumaça continuava saindo do vulcão nesta segunda-feira (29). Mais de 1.100 homens trabalham na operação de busca.

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Candidatos reagem, com atraso, às declarações homofóbicas de Levy Fidelix

Aécio e Marina alegam que não podiam se manifestar na hora devido às regras do debate

charge: Carlos Latuff
charge: Carlos Latuff

Marcio Beck, Silvia Amorim, Leonardo Guandeline e Letícia Lins, em O Globo

Os candidatos à Presidência da República reagiram nesta segunda-feira ao discurso homofóbico feito pelo candidato do PRTB, Levy Fidelix em debate realizado pela Rede Record, que não foi contestado imediatamente por nenhum dos adversários. Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL) e Marina Silva (PSB) condenaram a postura de Fidelix, que, ao responder a uma pergunta de Luciana Genro sobre união homoafetiva, defendeu “tratamento psicológico” para homossexuais, declarou não querer os votos de pessoas que não são heterossexuais e disse ainda que a “maioria” deveria “enfrentar a minoria”. Os candidatos do PV e do PSOL pediram punições a Fidelix.

O primeiro a se manifestar foi Eduardo Jorge. Pouco após o fim do debate, ainda de madrugada, ele postou no Twitter sua crítica.

Em tom de brincadeira, ele ainda compartilhou em seu perfil oficial uma imagem postada por um perfil falso seu, também condenando as declarações.

— A posição do PV todos já conhecem, somos a favor de equiparar a homofobia a crime de racismo. Para nós, mesmo sem essa legislação explicitamente aprovada no congresso, julgamos que cabe o processo por incitação à violência e preconceito. O Jurídico do PV também está estudando para amanhã (terça-feira) uma ação no TSE — afirmou Eduardo Jorge, no comunicado.

A candidata do PSOL, Luciana Genro, fez uma representação ao TSE, junto com o deputado Jean Wyllys, do mesmo partido, pedindo que Fidelix “seja punido, nos termos da legislação eleitoral, por ter incitado o ódio e a violência contra a população LGBT em seu pronunciamento no debate”.

“A nossa candidatura é a única que está pautando constantemente a defesa dos direitos LGBT. E a fala odiosa do candidato Levy Fidelix chamou a atenção do Brasil inteiro para o silêncio dos três candidatos mais bem colocados nas pesquisas a respeito da homofobia e da necessidade de se garantir, em lei, o casamento civil igualitário e de se combater, a partir da educação nas escolas, qualquer tipo de discriminação”, disse Luciana Genro, em comunicado.

DILMA: ‘STF FOI DEFINITIVO’

A presidente Dilma Rousseff voltou a defender que a homofobia seja criminalizada no Brasil.

— O meu governo e eu, pessoalmente, sou contra a homofobia e acho que o Brasil atingiu um patamar de civilidade que nós, a sociedade brasileira e o governo, não podemos conviver com processos de discriminação que levem à violência — disse a presidente. — No que se refere às relações estáveis entre pessoas do mesmo sexo, o Supremo Tribunal Federal foi claro e definitivo. Leis, neste país, e decisões do Supremo existem para serem cumpridas. E nós temos de cumprir esta que declarou que a união estável entre pessoas do mesmo sexo garante às pessoas todos os direitos civis, tais como herança, adoção e todos os demais — acrescentou.

Dilma, que ainda nesta segunda-feira deve se reunir com lideranças defensoras dos direitos homossexuais, no entanto, não rejeitou um eventual pedido de apoio a Fidelix em um segundo turno:

— Meu palanque ainda não foi concluído. Estou no primeiro turno e não vou fazer aquela precipitação, que é achar que tudo já foi resolvido. Eu respeito o voto. Então, só falo em segundo turno depois do voto depositado na urna e computado, contadinho. Aí a gente discute o que vocês quiserem.

AÉCIO: ‘SEM SENTIDO E EQUIVOCADA’

Antes de fazer uma caminhada no centro comercial de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, Aécio Neves classificou a fala de Fidélix como “lamentável”.

— Quero expressar nosso repúdio absoluto àquela declaração. Como já disse, qualquer tipo de discriminação é crime. Homofobia também — disse.

Em atividade de campanha em seu estado natal, Minas Gerais, em Uberlândia, pela tarde desta segunda-feira, o tucano voltou a responder sobre a polêmica. O tucano disse não considerar que as ofensas aos gays proferidas por Fidelix tenham dado a tônica ou tenham interferido no conteúdo dos demais concorrentes no penúltimo debate presidencial neste primeiro turno.

— Foi uma participação (de Levy Fidelix) sem sentido e equivocada, mas é exagero dizer que ofuscou o debate. Reitero o que já disse: homofobia é crime, como qualquer outro tipo de discriminação, e assim deve ser tratada.

O candidato Aécio Neves afirmou que não teceu críticas aos comentários do adversários, logo após as afirmações de Levy Fidelix, devido ao formato do debate. Questionado pela reportagem de O Globo, ele também indagou sobre como poderia ter se manifestado durante o debate.

— Como? Me sugere. Me fala como? Não era a minha vez de falar, eu não podia falar. Estou manifestando aqui agora.

MARINA: ‘DECLARAÇÃO INACEITÁVEL’

Durante evento em Caruaru, onde foi reforçar a campanha de Paulo Câmara (PSB), Marina Silva também alegou que não pode interferir no momento devido às regras do debate.

— A declaração dele foi inaceitável do ponto de vista da completa intolerância com a diversidade social e cultural que caracteriza o nosso país.

Para ela, o candidato faltou com o respeito que se deve ter com as pessoas independentemente de condição social, de cor e orientação sexual. A candidata do PSB disse ainda que a Rede está avaliando as declaração com os advogados e está estudando entrar com representação na Justiça.

— As declarações são de fato homofóbicas e inaceitáveis em qualquer circunstância — disse, acrescentando que ninguém deve aceitar a incitação ao desrespeito e à violência contra integrantes da comunidade LGBT ou contra qualquer pessoa.

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Ensaio da vida selvagem africana produzida nos jardins zoológicos

publicado no Mistura Urbana

Ao primeiro olhar nessas belas fotografias do mundo selvagem, parecem terem sido feitas no habitat natural desses animais, mas não! As imagens da fotógrafa alemã Manuela Kulpa foram clicadas de dentro do jardim zoológico.

As fotos foram registradas em zoológicos da Alemanha, Bélgica, República Theca e Holanda, e traduzem os trabalhos de sete anos dela juntamente com seu marido, o também fotógrafo Stefan.

Ela revelou os desafios enfrentados durante a captura de animais do jardim zoológico, como indivíduos que não cooperam, cercas e grades ficando no caminho, má iluminação e pontos de vista limitados. Ela também acrescentou que a edição das imagens às vezes pode demorar até semanas ou mesmo meses.

Kulpa leva esses obstáculos no tranco, dizendo que ela aprendeu a ser paciente e que a maioria de suas melhores fotografias foram o resultado de momentos espontâneos. Lindo :)

African souls: V

African souls: XVII

African souls: II

African souls: IV

African souls: III

African souls: XVI

African souls: VI

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Personagem de “Os Simpsons” morre na estreia da 26ª temporada

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publicado no UOL

Alerta de spoilers: se você não quer saber quem morre, não continue a ler o texto

A série “Os Simpsons” se despediu de um de seus personagens na estreia norte-americana de sua 26ª temporada, que aconteceu no último domingo (28).

A vítima da vez na animação foi o rabino Hyman Krustofsky (dublado por Jackie Mason), pai do Palhaço Krusty. A morte veio quase um ano após ser revelado que um personagem da série morreria na nova temporada. Nesse meio tempo, fãs especularam sobre quem iria se despedir, com os nomes de Krusty e de Homer aparecendo como possíveis vítimas.

Al Jean, produtor executivo de “Os Simpsons”, afirmou em entrevista à revista “Hollywood Reporter” que não esperava que o mistério em torno da morte tivesse uma grande repercussão: “Foi algo que não prevíamos de qualquer forma como algo possível. Eu havia sugerido que fizéssemos um episódio em que o pai de Krusty morre e a última palavra dele para Krusty é ‘eh’. Pensei que seria engraçado e triste lidar com essa sendo a última coisa que seu pai lhe diz”.

O produtor ainda contou que a intenção era criar um episódio “emocionante”. “Queria ter certeza de que as pessoas soubessem que estávamos tentando criar um episódio emocionante sobre alguém que perde seu pai”, declarou.

Jean ainda disse que não acredita que os fãs ficarão desapontados com a morte – por conta do nome do episódio, “Clown in the Dumps” (Palhaço triste, em tradução livre), muitos esperavam que Krusty fosse a vítima.

“As pessoas queriam que Krusty morresse? Eu acho que não. Nós tomamos muito cuidado. Tudo o que dissemos foi muito verdadeiro em relação a quem morreria. Então, se você pensou sobre isso, você vai acertar e acho que você não vai ficar surpreso ou decepcionado. A forma como fizemos Krusty e seu pai se reconciliarem, mesmo que eles não possam… Fiquei muito feliz com a forma que conseguimos o sentimento que queríamos”.

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