Nasa divulga no SoundCloud áudios como ‘Houston, we’ve had a problem’

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Foguete com comida e roupas decola dos EUA rumo à Estação Espacial. Veículo lançador partiu na tarde desta quarta-feira, de base da Nasa. (Foto: NASA/Bill Ingalls/AP)

Publicado no G1

A Agência Espacial Americana (Nasa) criou uma conta no serviço de música por streaming SoundCloud para publicar áudios famosos de astronautas em missões fora da Terra (Veja a página aqui).

Lançada na semana passada, a reunião de 62 áudios é descrita pela agência como uma “coleção da Nasa de sons de voos históricos ao espaço e de missões em andamento”. Inclui por exemplo o comunicado do astronauta Jack Swigert, da Apollo 13: “Houston, we’ve had a problem” (Houston, tivemos um problema)

Ao criar o canal no SoundCloud, a Nasa permite que os usuários baixem as trilhas sonoras e as utilizem como quiserem, já que os arquivos publicados na ferramenta automaticamente entram em domínio público, assim como o conteúdo da agência.

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O astronauta Edwin “Buzz” Aldrin na Lua, com Neil Armstrong refletido em seu visor. Os dois, além de Michael Collins, foram os primeiros homens a pousar na Lua, em 1969 (Foto: Divulgação/Nasa)

A própria Nasa dá sugestões do que fazer. “Você pode ouvir o rugido do lançamento de um ônibus espacial ou a frase ‘Um pequeno passo para um homem, um gigante salto para a humanidade’, de Neil Armstrong, todas as vezes que você pegar o seu celular se você fazer dos nossos sons os seus toques de ligação”, propõe a organização

“Ou você pode ouvir as memoráveis palavras ‘Houston, we’ve had a problem’ toda vez que você cometer um erro no computador”, brinca a Nasa. Segundo Jason Towsend, diretor de redes sociais da Nasa, afirmou ao site “The Verge”, o áudio mais popular até agora é o da construção do próximo foguete que irá ao espaço.
Bastante usado por produtores musicais, o SoundCloud é um dos parceiros do Twitter na iniciativa de permitir que os tuiteiros ouçam música sem precisar deixar o microblog

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Colgate faz recall de enxaguante bucal por risco de infecção respiratória

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Publicado no UOL

A Colgate-Palmolive está promovendo um recall de alguns lotes do enxaguante bucal Colgate PerioGard.

Segundo a empresa, os produtos têm presença bacteriana acima dos limites permitidos, e sua inalação pode prejudicar as pessoas que têm o sistema imunológico debilitado, que podem ficar mais suscetíveis a infecções respiratórias.

O produto alvo de recall é o Colgate PerioGard sem Álcool Solução Bucal de 250 ml, fabricado entre 21 e 26 de fevereiro de 2014. Os lotes envolvidos nesse recolhimento são os seguintes:

(L) 4053BR122C
(L) 4054BR121C
(L) 4054BR122C
(L) 4055BR122C
(L) 4056BR122C
(L) 4057BR121C
(L) 4057BR122C

O número do lote está localizado no frasco do produto, e não na caixa.

“A utilização do produto dentro dos parâmetros e indicações descritas em sua embalagem não apresenta riscos ao consumidor, mas a inalação acidental desse produto pode ser prejudicial para pessoas com sistema imunológico severamente debilitado, que podem estar mais suscetíveis a infecções respiratórias”, diz a Colgate-Palmolive, em comunicado.

Consumidor deve contatar a empresa
Quem comprou o produto deve guardar o frasco e entrar em contato com a empresa para pedir a troca, que é gratuita.

O telefone da Central de Atendimento da empresa é o 0800-703-9366, e o atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

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Site lista 13 coisas que pessoas de sucesso fazem nos últimos 10 minutos do expediente

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Publicado no Extra

Muitos profissionais passam os últimos minutos do expediente olhando para o relógio, contando os segundos até a “liberdade”. Outras pessoas trabalham duro até os últimos instantes e, quando o ponteiro marca a hora de partir, pegam as coisas e vão embora, sem nem se despedir dos colegas. Segundo o site “Business Insider”, se esses hábitos fazem parte da rotina de um funcionário, está na hora de uma reavaliação.

De acordo com os especialistas ouvidos pelo site, os profissionais bem-sucedidos têm uma série de hábitos nos últimos 10 minutos da jornada de trabalho. Esses costumes ajudam a organizar o próximo dia útil e permitem que eles saiam do trabalho com a sensação de dever cumprido.
Confira a lista:

1 – Eles atualizam sua lista de tarefas

Os profissionais bem-sucedidos sempre atualizam uma lista com seus afazeres. No fim do dia, eles verificam se finalizaram algumas funções e atualizam com as tarefas que devem ser feitas no dia seguinte.

2 – Eles organizam sua mesa e computador
Os projetos demoram muito mais tempo para serem concluídos quando não estão organizados. Por isso, profissionais eficientes organizam a mesa e os arquivos no computador, salvando os documentos em pastas corretas.

3 – Eles analisam o que eles fizeram
Além de se concentrar no que ainda precisa ser feito, é importante olhar para trás e ver o que já foi feito. Esse momento de reflexão pode deixar o funcionário com um sentimento de realização, mesmo que o dia tenha sido difícil e agitado. Uma pesquisa indica que um hábito simples desse pode aumentar o nível geral da felicidade do profissional.

4 – Eles tiram um momento para refletir sobre o dia
As pessoas de sucesso buscam ver por quais motivos os projetos deram certo ou errado durante o expediente.

5 – Eles identificam as mensagens urgentes
Mesmo nos últimos minutos do expediente, e-mails, telefonemas e demandas variadas continuam sendo recebidos. Profissionais eficientes sabem o que exige uma resposta imediata e o que pode esperar até o próximo dia de trabalho.

6 – Eles mantêm o foco
As pessoas bem-sucedidas não se distraem com atividades que não são relacionadas com o trabalho nos últimos momentos do dia de trabalho.

7 – Eles determinam os seus principais objetivos para o dia seguinte
Os profissionais de sucesso têm uma lista diária de tarefas e sabem identificar os principais objetivos para o dia seguinte. Quanto mais organizada for essa agenda, mais a pessoa pode ser capaz de se concentrar no resto da sua vida com tranquilidade e ficar pronto para trabalhar no dia posterior.

8 – Eles permitem que os colegas de trabalho saibam como entrar em contato até o dia seguinte
As pessoas eficientes avisam se estarão ou não disponíveis, fora do expediente, pelo e-mail ou celular para seus chefes e colegas de trabalho. Não há uma resposta correta e não necessariamente o profissional deve ficar checando o e-mail corporativo fora do trabalho.

9 – Eles checam sua agenda do dia seguinte
Não há nada pior do que chegar no escritório e descobrir que você tem uma reunião em cinco munitos. As pessoas de sucesso tentar visualizar como o dia seguinte vai se desenrolar. Isso permite que elas cheguem para o próximo dia útil mais confiantes e menos estressados.

10 – Eles dizem obrigado a alguém
Grandes empresas são construídas com uma base de gratidão e reconhecimento. O hábito de agradecer quem lhe ajudou durante o dia, no fim da jornada de trabalho, é uma forma extremamente eficaz de aumentar o seu nível de felicidade e de ganhar pontos com os colegas de trabalho.

11 – Eles se despedem
Desejar uma “boa tarde” ou “boa noite” de forma amigável é uma atitude subestimada e requer pouco esforço. O cumprimento lembra ao seu chefe e equipe que, além de profissional, você é um ser humano educado.

12 – Eles vão embora otimistas
Sair do escritório sorrindo deixa um clima mais agradável para os colegas de trabalho. Os líderes bem sucedidos deixam essa boa impressão no fim do expediente.

13 – Eles realmente vão embora
Os profissionais de sucesso evitam a tentação de ficar no escritório. Eles sabem como é importante o equilíbrio entre o trabalho e a visda pessoal. Por isso, eles tentam sair do escritório em uma hora decente.

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Jovem com ‘síndrome da Bela Adormecida’ dorme 22 h por dia

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publicado no G1

Enquanto muitos de nós sonham com algumas horas extras de sono, para uma adolescente britânica essa ideia é motivo para pesadelos.

Durante os surtos da síndrome extremamente rara de que ela sofre – que podem durar semanas – Beth Goodier se mantém acordada por apenas algumas horas por dia.

A jovem de 20 anos, de Stockport, perto de Manchester, sofre da Síndrome de Kleine-Levin (SKL), também conhecida como a “síndrome da Bela Adormecida”.

A condição afeta apenas 40 pessoas no Reino Unido, a maioria deles, meninos adolescentes. No mundo, os casos conhecidos somam em torno de mil.

Apesar do nome evocativo do conto de fadas, Beth disse ao programa de TV Inside Out, transmitido pela BBC na noite da segunda-feira, que viver com a síndrome é um fardo.
“Não é nada bonito, não é nada romântico, é horrível”, afirmou.

Comportamento infantil

Os especialistas ainda não sabem apontar exatamente as causas da síndrome de Kleine-Levin, cujos sintomas tendem a aparecer na adolescência. No caso de Beth, aos 16 anos de idade.

Além dos episódios de sono prolongado, a condição tipicamente causa mudanças de comportamento e leva os pacientes a um estado quase onírico, agindo de maneira infantil e comendo compulsivamente.

A doença desaparece depois de dez a 15 anos. Mas durante esse período a vida tende a avançar lentamente para os que sofrem da síndrome, enquanto segue normalmente para todos os outros ao seu redor. O resultado pode ser uma forte sensação de isolamento.

Nos momentos em que está bem e ativa, Beth procura se ocupar blogando sobre a SKL e expressando-se em vídeos postados no YouTube. “Quero poder fazer algo produtivo nos momentos em que estou bem”, disse a jovem. “Quero ser produtiva para a sociedade”.

Beth depende quase inteiramente da mãe, Janine, que abandonou o trabalho para cuidar da filha. Ela explica que os períodos de sono prolongado são apenas uma parte do problema. Quando está desperta neste período, a filha se comporta como uma criança e permanece confusa em relação ao que é sonho e o que é realidade.

“Quando ela está acordada, o que faz na verdade é ficar na cama ou no sofá”, conta. “Ela assiste às mesmas coisas na TV repetidas vezes, porque gosta da previsibilidade.”

Mãe e filha tentam aproveitar cada oportunidade entre os surtos da síndrome para fazer coisas juntas. “Quando ela está bem, nunca discutimos o que vamos fazer na semana que vem”, diz Janine. “Fazemos agora porque pode ser o único momento que conseguimos.”

Por causa da síndrome, Beth não foi à universidade nem tem condições de sair da casa da mãe.
“Estou em uma idade em que adoraria sair de casa, porque estou pronta”, conta. “Mas não posso, porque preciso do acompanhamento da minha mãe para os períodos em que estou doente. É muito frustrante.”
Condição ‘devastadora’

O especialista em neurologia Guy Leschziner, que acompanha Beth no Guy’s Hospital, em Londres, diz que a síndrome é uma condição “devastadora” para jovens que já estão vulneráveis na época da vida em que aparecem os primeiros sintomas.

“Eles estão em um ponto crucial da sua educação, da sua vida social, da sua vida familiar e da sua vida profissional”, observa Leschziner. “É uma condição muito, muito devastadora nesse sentido, porque é imprevisível.”
Segundo a organização KLS Support UK – que desde 2011 dá apoio aos portadores da síndrome, e leva em seu nome a sigla da síndrome em inglês – muitas vezes o diagnóstico da doença é retardado pela falta de conhecimento geral da população, e mesmo da classe médica, sobre o problema.

Beth espera que, falando sobre a sua própria condição, possa elevar a conscientização geral, ajudar os afetados e apoiar a pesquisa médica para entender melhor as causas e o tratamento da condição.

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Veja o site que recruta profissionais para trabalhar remoto e viajar o mundo

publicado no Nômades Digitais

Este é o tipo de post perfeito para o Nômades Digitais, porque é feito exatamente para pessoas assim, que acreditam na possibilidade e força do trabalho remoto, viajando mundo afora. Se você quer sair da rotina, vale tentar uma chance no Remote Year, um site dedicado a encontrar oportunidades de trabalho para profissionais viajantes e criativos.

A ferramenta foi criada recentemente, mas já merece muita atenção. O programa cria toda a logística de viagem e hospedagem para os 100 profissionais selecionados, aliando ainda as novas amizades e colaborações entre os participantes, evitando o isolamento, tão comum durante o trabalho remoto. O período é entre duas e cinco semanas, em 18 locais diferentes pelo mundo, o que já resulta numa boa experiência tanto profissional quanto pessoal, e troca cultural.

Os selecionados irão trabalhar para empresas parceiras do site, em qualquer área e para qualquer nível de qualificação, baseados nas habilidades e outras qualidades do currículo. As inscrições para o primeiro grupo estão abertas, com planos para início em junho de 2015, então aproveite!

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