Cadela que ajuda jovem com mal genético recebe prêmio no Reino Unido


 

Publicado por BBC [via UOL]

A inglesa Lucy Watts, de 20 anos, é portadora de uma doença genética rara, a síndrome de Ehlers-Danlos (que afeta articulações, músculos, ligamentos e vasos sanguíneos), e está em estado terminal.

Mas ela conta que sua cocker spaniel Molly lhe dá forças e esperança, além de ajudá-la com tarefas cotidianas.

“Ela é minha melhor amiga, minha companheira. A luz da minha vida”, diz Lucy. “Quando tenho um dia difícil – e acredite, isso acontece com frequência -, olho para Molly e penso que tenho que continuar vivendo.”

Sua história ganhou destaque na Grã-Bretanha após as duas serem premiadas em um show anual de cães, o Crufts, com o troféu “Amigos para toda a vida”.

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Série de fotos mostra como era a vida no Afeganistão dos anos 60, antes das guerras e do Talibã

Publicado no Hypeness

O Afeganistão por outros olhos. Olhos do passado e de quem viveu uma época distante da revolução religiosa e o nascimento do movimento talibã. É o que mostra essa incrível série de 30 fotos do Afeganistão dos anos 60.

As imagens são do arquivo pessoal do professor Bill Podlich, um americano do Arizona. No verão de 1967, Bill e a família trocaram as férias na América para uma aventura excêntrica, lá no Oriente Médio. Mais precisamente, Cabul, a capital do Afeganistão, objeto de estudo do professor já há alguns anos.

O encantamento com a cidade foi rápido. Dois anos depois, Bill juntou-se ao Unesco e foi trabalhar numa escola de Cabul, levando seus filhos e esposa. Entre seus projetos, estava retratar o processo de modernização que tomava conta daquele país. O registro da época em tons pacíficos é surpreendente. E causa um agoniante constaste quando relembramos das mais recentes cenas de abandono e destruição causadas pelas guerras.

Vale a pena seguir esse olhar:

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A importância dessas fotos é enorme. Os fatos que levaram até a situação atual do país, bom, isso é uma outra discussão. Mas entre tantos anseios de prever o futuro, as vezes nos sequemos de lembrar que houve um passado – e não tão distante.

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“Essas fotos podem incentivar as pessoas a verem o Afeganistão como era e como poderia ser. É importante saber que eles têm mais em comum com o mundo do que aquilo que nos separa”, diz Peg Podlich, filho de Dr. Bill.

todas as fotos © Bill Podlich

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O artista Nickolay Lamm projeta a anti Barbie, uma boneca com proporções e curvas reais

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Publicado no Clave de Sul

A boneca Barbie sempre foi criticada por sua magreza e por não respeitar as proporções consideradas reais das mulheres. por isso, o  pesquisador e artista Nickolay Lamm decidiu projetar a Lammily , uma boneca que poderia ser considerada a “anti Barbie” porque pretende respeitar essa proporções para se parecer mais real.

“Como seria a Barbie se se parecesse uma mulher real?”, pergunta Lamm em seu blogue. Ele lançou uma campanha para angariar fundos e criar a boneca comercialmente.

Lammily tem punhos, joelhos e pés dobráveis, com proporções do corpo de uma jovem de 19 anos de idade média, com dados fornecidos pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA.

Além disso, a boneca promoverá entre as meninas um estilo de vida saudável, com pouca maquiagem. Suas roupas são diferentes dos trajes típicos das bonecas: ela tem um estilo bem simples. Lamm criou um protótipo digital em 3D muito detalhado de Lammily.

 Segundo o USA Today, a boneca estará à venda em novembro deste ano. Veja vídeo abaixo.

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Os 15 comportamentos mais irritantes para se ter no trabalho

Confira as atitudes e os comportamentos que mais incomodam o expediente dos profissionais, segundo especialista em etiqueta

rritação: fofoca, indiscrição, arrogância, atrasos frequentes e oportunismo são alguns dos comportamentos que mais incomodam (foto: SXC.hu)

Irritação: fofoca, indiscrição, arrogância, atrasos frequentes e oportunismo são alguns dos comportamentos que mais incomodam (foto: SXC.hu)

Camila Pati, na Exame

Conviver bem em grupo no ambiente de trabalho é uma arte em que nem todo mundo têm maestria.

É raro encontrar um profissional que não tenha uma história de difícil convivência e de atitudes irritantes de colegas de trabalho.

Pensando nisso, EXAME.com pediu a Maria Aparecida Araújo, proprietária da Etiqueta Empresarial Executive Manners Consulting, para citar os comportamentos que mais incomodam as pessoas no trabalho.

A lista é longa, confira e veja se você também não corre o risco de ser o chato do escritório:

1. Atrasar (sempre)

É difícil manter uma pontualidade britânica com engarrafamentos bem brasileiros para enfrentar todos os dias nos grandes centros urbanos. Mas, fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.

“A noção de tempo, no Brasil, de maneira geral, não é muito rígida. É mais flexível”, diz a especialista em etiqueta profissional. Mas fazer do atraso a regra pode ser bem irritante para quem precisa ficar esperando.

2. Os indiscretos e os fofoqueiros

“Apesar de já ter ouvido pseudo-consultores dizerem que fofoca é saudável no ambiente de trabalho, porque permite que as novidades corram, geralmente só coisas depreciativas são propagadas”, diz Maria Aparecida.

Divulgar assuntos sigilosos e fazer perguntas deselegantes ou indiscretas também são fonte de desconforto no escritório, de acordo com ela.

3. Falar demais

Nada mais irritante do que estar concentrado em uma atividade e ser interrompido a todo o momento pelo colega que deseja contar os seus feitos e suas histórias deste  e de outros carnavais.

“Há pessoas que falam demais, sem se tocar que estão sendo desagradáveis”, diz Maria Aparecida.

E quando a sua mesa é de frente para o cantinho do café, obrigando-o a conviver com as rodinhas e os animados grupos de bate papo que se formam por ali?

Depois da quarta rodinha em menos de 2 horas, a irritação começa a dar sinais mais claros.

4. Conquistadores de plantão

Roupas insinuantes, atitudes provocantes. Este tipo de comportamento, de apostar na sedução para chegar onde se quer, também é observado pela especialista como um dos que mais incomodam.

5. Bajuladores, oportunistas, falsos e carreiristas

Alguns apostam na bajulação como meio de subir mais rápido na carreira. Nada mais irritante do que conviver com um colega de trabalho assim.

Outros lançam mão de estratégias oportunistas que muitas vezes acabam em homéricas “puxadas de tapete”. “E há os vulgos traíras”, acrescenta Maria Aparecida.

Uma atitude bastante comum do oportunista é manter o radar ligado para os erros, dos outros, é claro. “São pessoas que ficam atentas a qualquer falha e tiram partido disso para se promover”, explica. No mundo corporativo, também não faltam histórias de apropriação indébita de ideias e iniciativas.

E, por fim, os carreiristas, que identificam relações internas de poder e sabem muito bem tirar proveito delas.“Sob o lema ‘os fins justificam os meios’, são pessoas que se valem de expedientes escusos para subir na carreira”, explica Maria Aparecida.

6. Os piadistas

Senso de humor é uma virtude celebrável, mas há sempre aqueles que “perdem a mão” e partem para brincadeiras de mau gosto ou apostam em piadas que ofendem.

Escatologia e preconceito lideram a lista de temas que mais incomodam. “É preciso pensar que o senso de humor varia de pessoa para pessoa”, diz Maria Aparecida. O que faz um amigo “rolar de rir no chão” pode ofender um colega de trabalho.

7. Encher a caixa de e-mails com mensagens desnecessárias

Ainda há quem considere o e-mail corporativo uma espécie de WhatsApp do escritório. Sobrecarregar a caixa de entrada dos colegas com mensagens desnecessárias dentro e fora do expediente tira muita gente do sério.

“Muitas vezes pessoas que não fazem parte do contexto são incluídas nos destinatários”, diz Maria Aparecida.

8. Sobrecarregar o olfato alheio

Incenso, plantas aromáticas, perfumes e odores corporais acentuados incomodam o nariz alheio.

Alimentos com cheio forte também deveriam ser banidos da mesa de trabalho. “Cabe também às empresas prover um local adequado especificamente para refeições dos funcionários”, diz Maria Aparecida.

9. Os barulhentos

Ninguém quer um clima de silêncio sepulcral no escritório. Mas muito barulho por nada é irritante.

Em tempos de espaços amplos e coletivos de trabalho, celulares de tocam alto e insistentemente, conversas no modo viva-voz e gritaria são grandes vilões da concentração.

O mesmo ocorre com aqueles barulhinhos obsessivos. “Tamborilar os dedos, bater a caneta, amassar embalagens e cantar alto”, cita a especialista.

10. Os pegajosos

Tem gente que adora encurtar a distância física. Abraçar, beijar, apostar na proximidade ao falar são hábitos que podem ser aceitáveis para uns e desagradáveis para outros, diz a especialista.

Tapinha nas costas, mão ao redor do pescoço e outros tipos de toques, comuns na cultura brasileira, podem incomodar quem não está acostumado ao “calor humano”.

11. Pegar o que é dos outros e não devolver

Voltar de férias pode ser um pesadelo para quem convive com pessoas deste tipo. É a sua cadeira que sumiu, as canetas que desapareceram, o mouse e o teclado que foram trocados na sua ausência.

Pedir dinheiro emprestado e nunca devolver também é um hábito irritante. “Estar sempre sem dinheiro no happy hour, mas comer e beber deixando que os outros paguem, por exemplo”, cita a especialista.

12. Quando adiar é o lema

A reunião que era para hoje, mas foi ficando para amanhã e que vai ser remarcada, depois de amanhã, para a próxima semana.
O projeto que não sai nunca no prazo, o relatório que era para a semana passada, mas será entregue na próxima.

Não é só no que diz respeito aos compromissos e reuniões que o atraso incomoda. Postergar a entrega de tarefa pode prejudicar uma equipe inteira, diz Maria Aparecida, assim como fazer tudo de última hora.

13. O sempre ausente

Quando a ausência não justificada é um hábito, o incômodo fica evidente. Afinal, para que não haja prejuízo nos processos alguém tem que trabalhar mais para que a falta do colega não prejudique a produtividade do setor ou do departamento.

14. O arrogante e/ou dono da verdade

Aquele profissional que se acha o máximo e conta vantagem o tempo inteiro não passa despercebido.

Seu comportamento irrita a todos os que percebem os contornos da sua arrogância. “São pessoas que querem se sobressair a qualquer preço”

Quem insiste em ser o dono da verdade também é notado pela chatice desse comportamento, logo de cara.

“Interrompem as pessoas, geralmente para contradizê-las. Criticam muito, e, na maior parte das vezes, quando têm plateia”, explica Maria Aparecida.

Um comportamento recorrente em pessoas deste tipo é humilhar as outras pessoas, diz a especialista. “Nas reuniões multinível, humilham os colaboradores de escalão mais baixo”, diz ela.

15. Os “caixas de Pandora” e os “profetas do Apocalipse”

Falar apenas coisas negativas, semear discórdia, jogar uns contra os outros. Estes são as principais “atribuições” dos profissionais classificados por Maria Aparecida como “caixas de Pandora” do escritório. “São pessoas muito nocivas e que acabam com o clima interno de qualquer empresa”, explica.

E quem se lembra da hiena Hardy, o símbolo máximo do pessimismo imortalizado nos desenhos Hanna Barbera ? “Ó vida, ó azar” é o seu bordão mais famoso. “Os Hardys do escritório são aqueles que só chegam dando notícia ruim e reclamam de tudo”, diz Maria Aparecida.

Demissões em massa, o novo chefe que é um monstro e a iminência de falência da empresa são algumas de suas notícias preferidas.

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Estádio de Brasília foi superfaturado, aponta Tribunal de Contas

Estádio Mané Garrinha. SergioLima/Folhapress

Estádio Mané Garrincha. SergioLima/Folhapress

Filipe Coutinho, na Folha de S.Paulo

A reforma do estádio Mané Garrincha, a arena mais cara da Copa do Mundo, tem indícios de superfaturamento de R$ 431 milhões, segundo análise do Tribunal de Contas do Distrito Federal.

Segundo levantamento feito por técnicos do tribunal, o superfaturamento é resultado de uma série de irregularidades, como compra indevida de material, cálculo equivocado no custo de transporte, além de abono de multa pelo atraso na entrega da obra e atraso na solicitação de descontos na cobrança de impostos prevista em lei.

Os contratos analisados pela área técnica do tribunal dão pistas de como o custo do estádio dobrou desde o início da obra, passando de R$ 700 milhões, em 2010, para os atuais R$ 1,4 bilhão.

Um dos exemplos para entender o gasto excessivo “sem mais esforços”, segundo os técnicos, é o cálculo de transporte de materiais pré-moldados no canteiro de obras.

A fábrica dessas peças fica a 1,5 km do estádio, na capital federal, mas o custo de transporte foi calculado como se tivessem sido transportados de Goiânia a Brasília, uma distância de 240 km.

O custo de transporte cobrado do governo do DF foi de R$ 592 por metro cúbico desses materiais, quando para os auditores deveria ser de apenas R$ 3,70. Somente neste caso, o prejuízo estimado foi de R$ 879 mil.

“Sem mais esforços, percebe-se que os custos foram superestimados, pois o transporte de pré-moldados ocorre dentro do próprio canteiro de obras. A utilização de custo de transporte ‘Brasília-Goiânia’ é totalmente inadequada para o serviço, não merecendo comentários adicionais para a reprovação do método”, diz o relatório.

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/esporte/folhanacopa/2014/03/1426140-estadio-de-brasilia-foi-superfaturado-aponta-tribunal-de-contas.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.

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O superfaturamento de R$ 431 milhões em discussão pelo tribunal é o somatório das irregularidades apuradas em cinco processos. Os valores apontados na auditoria ainda podem aumentar porque o cálculo foi feito com base em análise de julho de 2013.

Em janeiro, após a apresentação do relatório da área técnica, o tribunal abriu prazo de 30 dias, acrescidos de mais 90 dias, para o governo do DF justificar os gastos.

Depois disso, os auditores vão analisar as explicações e definir o valor final que deve ser considerado excessivo.

O documento será enviado ao relator do processo, conselheiro Manuel de Andrade, que poderá diminuir os valores ou mantê-los ao levar à votação no plenário do tribunal.

Desde que o Mané Garrincha começou a ser reformado para a Copa do Mundo, em 2010, o Tribunal de Contas do DF já conseguiu diminuir os custos da obra –seja com abatimento no contrato ou alterações nas licitações– em exatos R$ 179.754.554,20.

Isso somado ao prejuízo potencial em discussão agora, o valor final que pode ser economizado no processo de reforma do estádio chega a R$ 611 milhões.

DESPERDÍCIO

Na avaliação dos auditores, há casos de escolhas feitas pelos engenheiros da obra, com o aval do governo, que elevaram o orçamento.

Responsável por 19% do custo da obra, serviços relacionados ao fornecimento de aço foram considerados ineficientes pela auditoria.

Na obra, foi aplicado o método convencional de corte e dobra, causando um desperdício de 12% de aço e um prejuízo total de R$ 62 milhões.

Os auditores chamam atenção: a mesma empreiteira, com a mesma técnica, teve um desperdício de apenas 5% no estádio de Manaus. Já em Cuiabá, foi utilizado o método sugerido pelos auditores, e não houve perda de aço.

Há ainda críticas à forma com que o governo do DF gerenciou a obra. Planejado para ser entregue em dezembro de 2012, o estádio só foi inaugurado, com atraso, em 2013.

Segundo os auditores, o consórcio responsável pela obra deveria ser multado em R$ 35 milhões por causa do atraso, mas nada foi feito.

A análise também apontou atraso de 14 meses para serem pedidos ao governo federal descontos em impostos, previstos em lei. Isso fez com que o DF deixasse de economizar outros R$ 39 milhões.

OUTRO LADO

O governo do Distrito Federal negou irregularidades nas obras do Mané Garrincha, diz que é transparente e apoia o trabalho de fiscalização do Tribunal de Contas.

De acordo com a Coordenadoria de Comunicação para a Copa, o relatório do tribunal é preliminar e o governo pediu a prorrogação, por 90 dias, do prazo para apresentar suas justificativas.

“O governo reitera que inexistem irregularidades ou superfaturamento na obra. Esse é um relatório preliminar, usual nos procedimentos do tribunal, que lista itens pontuais para esclarecimentos.”

“O TCDF [Tribunal de Contas do Distrito Federal] faz auditoria permanente e chegou até a contar com uma sala no canteiro de obras, o que comprova comprometimento e transparência do governo com o órgão”, completa.

De acordo com a nota, o valor final do estádio deve ser reduzido com a aplicação retroativa dos benefícios fiscais, ponto citado na auditoria.

“O investimento total no estádio é de R$ 1,4 bilhão, valor que ainda pode ser reduzido para R$ 1,2 bilhão em virtude da previsão de abatimento de créditos. É preciso considerar que a obra começou em julho de 2010 e a aplicação do Recopa (benefícios fiscal) se deu a partir de maio de 2012, o que representa um lapso de 20 meses sem esse crédito tributário.”

O governo diz que a obra não custará R$ 1,9 bilhão -parte das licitações não trata exclusivamente do estádio. “São computados equivocadamente recursos para ‘paisagismo e urbanização’ referentes ao projeto de revitalização da área central de Brasília. O projeto inclui obras de urbanização e viárias.”

O governo ressalta que alcançou o maior índice de transparência entre as 12 cidades-sedes da Copa, de acordo com o Instituto Ethos.

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