Vídeo questiona uso excessivo de cosméticos

publicado no Catraca Livre

Se maquiar é fácil. Difícil mesmo é remover tudo, com o maior cuidado, evitando lesionar a pele.

Caso tenha batido aquela preguicinha na hora de mandar a maquiagem ralo abaixo, preste atenção no vídeo dirigido por Lernert & Sander para a revista Nowness. Talvez ele seja um bom inspirador com relação aos cuidados com a pele.

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Batizado, ironicamente, de “Natural Beauty” (“Beleza Natural”, em português), ele traz a modelo belga Hannelore Knuts recebendo sessões de maquiagem (base, sombra e batom) durante 9 horas seguidas, somando 365 camadas de aplicação.

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O resultado assustador das sessões suscitam uma interessante discussão acerca o uso excessivo de cosméticos e o quantoprejudicial para a saúde do rosto eles podem ser caso as pessoas não os removam.

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Ilustrações inteligentes dividem o mundo em dois tipos de pessoas

publicado no Hypeness

Você prefere Coca ou Pepsi? É do tipo que come a pizza inteira ou deixa a bordinha? Morde o chocolate inteiro ou quebra o tablete? Ketchup ou Mostarda? O aplicativo Zomato, que funciona como um sistema de buscas de restaurantes e lanchonetes na região em que você está, criou uma divertida campanha que divide o mundo em dois tipos de pessoas.

As rivalidades existem em todo o mundo e não são restritas à gastronomia. Afinal, qual usuário de iPhone nunca entrou em uma acalorada discussão com um usuário Android para tentar provar que seu celular é melhor? Além de ser divertida, a brincadeira ganhou um simpático design minimalista, que dispensa legendas.

E então, qual tipo de pessoa é você?

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Hannah Arendt, Freud, Lacan: conheça os pensadores que fazem a cabeça de Marina Silva

Candidata lança mão de filósofos, psicanalistas, escritores e dramaturgos para justificar escolhas políticas e pessoais

Marina Silva na Bienal do Livro SP (foto:  Alexandre Cassiano / Agência O Globo)
Marina Silva na Bienal do Livro SP (foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)

Mariana Sanches, em O Globo

Hannah Arendt, Freud, Lacan, Edgar Morin, Zygmund Bauman, Shakespeare. Todos eles sobem ao palanque junto com Marina Silva. Cotidianamente, a candidata do PSB lança mão de conceitos de grandes pensadores para justificar suas escolhas políticas e trajetória pessoal.

Para explicar como Eduardo Campos passou de ilustre desconhecido das massas a uma morte chorada nacionalmente em poucas horas, por exemplo, Marina aplica o conceito de “sentido” do psicanalista francês Jacques Lacan. Para Lacan, o significante surge muito antes do sentido. E o sentido surge antes da compreensão:

— As pessoas só foram conhecer as ideias de Eduardo depois que ele estava morto — diz Marina, concluindo a analogia entre a realidade e a psicanálise.

Ela define sua candidatura à Presidência a partir de uma citação do escritor francês Victor Hugo: “Nada mais poderoso do que uma ideia cujo tempo chegou”. E explica os termos de sua oposição a Dilma e Aécio apoiando-se em Shakespeare:

— Shakespeare disse que o contrário de injustiça não é justiça, é amor. Porque toda justiça que não se faz por amor é vingança. Ser oposição, ter uma candidatura concorrente, não é combate, é debate.

De Hannah Arendt, a autora do conceito de “banalização do mal” em análise do comportamento dos alemães no regime nazista, Marina toma de empréstimo a noção da vida feita em ciclos para justificar suas decisões de sair do PT e de tomar um remédio experimental, que poderia matá-la, para tratar sua contaminação por metais pesados. Em um artigo sobre a filósofa alemã de origem judia, Marina escreveu ano passado: “Hannah nos sussurra a coragem de seguir a nossa consciência sem nos deixar ensurdecer pelos que profetizam a ausência de futuro e nos querem fazer acreditar que a história termina neles. ‘A Condição Humana’, expressa sua esperança, nosso legado: ‘Os homens, ainda que devam morrer, não nasceram para morrer, mas para recomeçar.’

— A Marina adquire palavras, ela gosta de construções sintáticas, das frases — explica Jane Vilas-Boas, assessora da candidata há 16 anos.

Marina é descrita por aliados como workaholic. Não desgruda dos livros nos voos (até porque a distraem do medo de voar). Para ler na cama sem prejudicar a coluna, mandou fazer uma almofada especial. É comum que passe a noite acordada.

— Aconteceu várias vezes de eu chegar para buscá-la às 7 da manhã e ela perguntar: ‘Já amanheceu?’ — diz Jane.

Depois que aprendeu a ler, aos 16 anos, Marina não parou mais. Chegou a burlar as ordens da madre superiora do convento onde passou pouco mais de um ano da juventude para ficar acordada até tarde com seus livros.

O teatro lhe trouxe o primeiro substrato teórico de esquerda, com o Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, Morte e Vida Severina, do João Cabral de Melo Neto, além de várias obras do dramaturgo alemão marxista Bertold (sic) Brecht.

Aos 22 anos, quando entrou no curso de História, na Universidade Federal do Acre, teve que se esforçar para superar a defasagem de sua Educação, feita no Mobral e no supletivo. Em conversa recente com empreendedores, Marina contou que ficava até altas horas da noite tentando entender o conflito epistemológico entre Marx e Hegel, com um filho no colo, e na companhia do amigo Binho Marques. Segundo Binho, ex-governador do Acre, Marx ganhou o conflito na cabeça dos dois e serviu para justificar o engajamento político de ambos.

Sua militância marxista, no entanto, seria continuamente suavizada até que ela rejeitasse a bipolarização social entre proletários e proprietários, excluídos e incluídos, no fim da década de 1990. Para tanto, ideias do francês Edgar Morin, com quem ela cultiva relação pessoal, foram fundamentais.

Morin cunhou as noções de “Pensamento Complexo” e de “Diálogo dos Saberes” para explicar que é preciso reagrupar os conhecimentos e as pessoas para entender o universo. O pensador procura se distanciar da divisão do mundo em classes ou em noções maniqueístas, recusa oposições clássicas. São essas ideias que permitem a Marina dizer que Chico Mendes, sindicalista e seringueiro de origem humilde, também é elite e congregar, em um mesmo programa de governo, ideias de economistas de polos ideológicos opostos, como Eduardo Gianetti e José Eli da Veiga.

Depois de sua conversão, além da Bíblia, Marina passou a ler o best-seller americano Philip Yancey. Com 14 milhões de cópias vendidas e obras traduzidas para 25 idiomas, Yancey é um hit entre os evangélicos com seus livros “Decepcionado com Deus” e “Maravilhosa Graça”, já incluídos entre os cerca de cinco mil livros que compõem a biblioteca de Marina, em Brasília.

Quando não lê, Marina escreve. Em 2007, em uma visita a um museu na Noruega, se impressionou com o clássico de Edvard Munch, “O Grito”. Gastou aquela madrugada escrevendo um poema sobre ele.

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Homem ‘testa’ as dores do parto e aguenta duas horas

Publicado na Catraca Livre

Para acabar de vez com o estigma de que os homens não tem ideia do que é passar pelas dores de um trabalho de parto, o jornalista irlandês Henry McKean, decidiu tentar, mas aguentou apenas duas horas. Ligado a seis eletrodos em torno de seu abdômen, recebeu impulsos elétricos na região pélvica e abdominal.

Ele suportou as dores durante cerca de um terço do tempo que leva, em média, o trabalho de um parto normal.

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Guitarrista do AC/DC está internado em casa de repouso com demência

Malcolm Young (foto: Divulgação)
Malcolm Young (foto: Divulgação)

Publicado por EFE [via UOL]

Malcolm Young, guitarrista, letrista e cofundador da lendária banda AC/DC, e que havia anunciado sua saída do grupo nesta semana, foi internado em uma casa de repouso em Sydney, na Austrália, com demência, informou nesta sexta-feira (26) a imprensa local.

“Se você está em um quarto com Malcolm, sai um momento e retorna minutos depois, ele já não te reconhece. Perdeu completamente a memória imediata. Sua mulher, Linda, o pôs sob cuidado em período integral”, disse uma fonte próxima à família do músico ao jornal “Sydney Morning Herald”.

No último mês de abril foi anunciado que o músico de 61 anos sofria uma doença séria, mas sua natureza se manteve em segredo, e por isso não participaria da gravação do álbum “Rock or Bust”, que será lançado em novembro deste ano.

Seu sobrinho Steve, que o substituiu nessa gravação, ocupará o lugar de Malcolm Young na turnê mundial que o AC/DC realizará em 2015 e na qual estarão os outros membros do grupo: Angus Young, Brian Johnson, Phil Rudd e Cliff Williams.

Próxima turnê pode ser a última

Em abril, o vocalista do AC/DC, Brian Johnson, falou pela primeira vez sobre os rumores ao jornal “The Telegraph”. Sem citar nomes, ele confirmou que um integrante estava com uma “doença debilitante”, mas voltou a confirmar que a banda iria se reunir para compor um novo álbum.

“Nós definitivamente vamos nos reunir em maio em Vancouver”, disse Brian na época. “Vamos pegar nas guitarras, dedilhar, e ver se alguém tem alguma música ou ideias. Se acontecer alguma coisa , vamos gravar”.

“Eu não gostaria de dizer qualquer coisa sobre o futuro. Eu não estou descartando nada. Um dos meninos tem uma doença debilitante, mas eu não quero falar muito sobre isso. Ele é muito orgulhoso e privado, um cara maravilhoso. Nós somos amigos por 35 anos.”

Mesmo descartando o fim, Brian sinalizou que a próxima turnê, marcada para este ano em comemoração aos 40 anos da banda, pode ser realmente a última da carreira. “Isso seria uma ótima maneira de dizer adeus”, disse Johnson. “Nós gostaríamos de fazê-lo. Mas está tudo no ar no momento”.

 

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