Restaurante norte-americano lança pulseira de frango

publicado no Extra

A rede de restaurantes norte-americana KFC apresentou, na última semana, uma novidade em seu menu: uma pulseira de frango. O acessório, na verdade, é um corsage, uma pulseira feita com flores verdadeiras que, por tradição, nos Estados Unidos, é dada pelo acompanhante para a menina na noite de formatura. A versão mais suculenta custa US$ 20, cerca R$ 50.

O acessório de frango custa US$ 20, cerca de R$ 50

Lançado em parceria com uma florista de Kentucky (estado de origem da rede especializada em frango frito), vem com um ramo de flores brancas e um voucher de US$ 5 para gastar no KFC. Apesar de parece brincadeira de 1º de abril, o acessório está à venda pela internet, apenas nos Estados Unidos.

A menina devora a pulseira de frango, no vídeo promocional

Nas redes sociais, muita gente adorou a ideia e resolver brincar com a novidade. Um casal chegou a posar com a pulseira no Twitter. O KFC ainda lançou um vídeo em que simula o ritual de entrega do corsage e a emoção da presenteada. Mas, na hora de trocar um beijo… Nhac!

Um casal posou com um corsage de frango

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Aluna evangélica é proibida de estudar por usar saia em escola

Publicado em O Globo

Um impasse envolvendo o uso de uniforme está causando polêmica na escola estadual Caic Euclides da Cunha, em Rio das Pedras. Com o sonho de se formar no ensino médio, a diarista Ana Cristina Silva Torres, de 37 anos, contou que, há cerca de duas semanas, foi impedida de frequentar as aulas do curso de Educação Para Jovens e Adultos (EJA), à noite, porque a direção da unidade proibiu o uso de saia para as alunas. Nos últimos dias, Ana Cristina conseguiu voltar a estudar, mas ainda não sabe como sua situação será resolvida. A Secretaria estadual de Educação informou que existe um padrão de uniforme escolar na rede pública de ensino, composto por calça, camisa e tênis, que deve ser respeitado por todos os alunos.

— Sou evangélica e a saia é a vestimenta que eu costumo utilizar no meu dia a dia. Não é nem que a religião me obrigue a só usar saia, mas é como eu me sinto bem. A direção da escola foi trocada e o novo diretor disse para mim que não podia abrir mão do (uso) do uniforme, e que iria cortar o meu nome da lista de alunos matriculados no colégio. E ele nem quis conversar, ouvir meus argumentos. Foi uma situação que me deixou muito magoada — contou a diarista.

Ana Cristina era analfabeta até seis anos atrás, quando começou a estudar, pensando principalmente em poder acompanhar os estudos das duas filhas. Depois de completar a alfabetização, a diarista resolveu fazer o curso supletivo do ensino fundamental e agora se esforça para conseguir o diploma do ensino médio.

— Essa decisão me pegou de surpresa. (O diretor) falar que iria cortar meu nome da lista (dos matriculados) foi um golpe num sonho que eu tenho desde criança, de conseguir me formar. Os meus pais não me deixaram estudar. Hoje, é um objetivo não só meu como também das minhas filhas. É como se tivessem jogado um balde de água fria na gente — acrescentou Ana Cristina.

Em nota, a secretaria argumentou que “todas as escolas, (das redes) pública ou privada, têm que possuir regras, como o uso do uniforme, para garantir a segurança de toda a comunidade escolar. Os direitos e deveres são para todos, independentemente da religião que professem”.

Sobre o caso específico da diarista, a secretaria disse ainda que “caso o diretor abra exceção, terá que liberar para todos, acabando com o uso do uniforme”. E concluiu afirmando que a estudante foi a única pessoa que se recusou a frequentar a escola com o padrão exigido de calça, camisa e tênis.

Caso é comparado à proibição do uso de burca por alunas na França

Especialistas ouvidos pelo GLOBO foram unânimes em questionar a postura da escola e da secretaria. Consideram que o exercício da manifestação religiosa, refletido na roupa, não pode ser tolhido. O coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, compara a restrição de que a aluna foi vítima à situação das estudantes muçulmanas na França, que foram proibidas de usar a burca para ter acesso às escolas:

— É uma luta entre o sistema de ensino, querendo impor regras de comportamento, versus uma opção religiosa. A restrição é equivocada, e tanto a identidade individual quanto sua cidadania estão sendo desrespeitadas.

O educador destaca que a escola é laica, o que não significa que ela tenha que obrigar um padrão de comportamento e impedir a manifestação religiosa.

O sociólogo e diretor do Iuperj, Geraldo Tadeu Monteiro, chama atenção para semelhanças entre a situação carioca e a polêmica nas escolas francesas, em que “uma norma religiosa colide com uma outra norma, secular”:

— A estudante não está pedindo nada de mais, ela não quer ficar nua, por exemplo. E a obediência às normas religiosas não traz prejuízo aos outros alunos. Pelo que temos visto em termos de decisão judicial nos últimos tempos e pela nossa cultura, é possível que a Justiça se posicione favoravelmente à aluna.

Ao ser informada pelo GLOBO sobre a polêmica, a Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ ofereceu amparo jurídico à estudante. O vice-presiente da comissão, Aderson Bussinger, defende que, frente a uma situação de convicção religiosa “profunda”, tem que haver flexibilidade. Diz que o caso deve ser tratado como algo de caráter excepcional, para que ela use a roupa que quiser.

— Considerando o preceito da liberdade religiosa como causa pétrea da nossa Constituição e uma questão internacional de direitos humanos, a escola tem que se adequar a essa realidade religiosa.

Saia e vestido rosa choque

Em fevereiro deste ano, sem ar-condicionado no local de trabalho e proibido de entrar de bermuda, o funcionário público André Amaral Silva foi trabalhar de saia no Rio e virou notícia.

Em 2009, Geisy Arruda foi hostilizada por causa de um vestido rosa choque, considerado curto demais por outros alunos de sua faculdade, em São Paulo, e tornou-se uma celebridade.

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Jovem inova e cria ovo de Páscoa de bacon para celebrar a data

Combinação inusitada mistura o salgado e o doce.
Mixologista ensina como fazer o ovo de bacon.

Ovo também conta com tiras de bacon banhadas no chocolate (Foto: Mariane Rossi/G1)Ovo também conta com tiras de bacon banhadas no chocolate (Foto: Mariane Rossi/G1)

Mariane Rossi, no G1

Os ovos de Páscoa caseiros deixaram de ser tradicionais e estão cada vez mais incrementados. Um mixologista de São Vicente, no litoral de São Paulo, desenvolveu uma receita bastante inusitada. Misturando o doce do chocolate e o salgado do toicinho defumado, Bruno Caldeira Mendes criou o ‘Ovo de Páscoa de Bacon’.

Mendes explica que estava procurando novas receitas na internet. “Resolvi testar o bacon fatiado coberto com chocolate, que foi o que eu tinha encontrado na internet”, explica. Depois, ele encontrou uma receita simples de ovo. “A primeira vez que apareceu uma receita parecida na busca foi de um francês. Testei algumas vezes e deu certo”, conta ele.

Segundo Bruno, para fazer um ovo de bacon é preciso ter cerca de dez tiras de bacon e 210 gramas de chocolate ao leite. Além disso, é necessário ter a forma para ovo de páscoa e também um pincel utilizado em cozinha.

Confira as etapas para fazer o ovo de páscoa de bacon:
1. Coloque as tiras de bacon para fritar na panela, sem óleo.
2. Retire o bacon da frigideira e coloque em um papel toalha para escorrer o óleo e deixar esfriar.
3. Quebre as tiras de bacon fritas em pequenos pedaços.
4. Pegue o chocolate em barra e derreta no fogão ou no micro-ondas. Depois de estar derretido, mexa o chocolate até ele ficar bem fino e leve.
5. Utilizando um pincel de cozinha, espalhe o chocolate na forma do ovo de páscoa. Feche a forma e deixe na geladeira durante 15 minutos.
6. Retire o ovo da geladeira, abra a forma e salpique os pedaços de bacon em cima do chocolate.
7. Passe mais uma camada de chocolate ao leite. Feche a forma e coloque novamente na geladeira.
8. Quando o chocolate já estiver duro, retire-o da forma e o ovo de páscoa está pronto.

O ovo de bacon não tem recheio. “A casca dele é que tem o bacon. O crocante é o bacon, que dá uma diferença bacana. Para quem gosta de comida agridoce é bem legal. No fundo, dá um gosto de salgado com o gosto do bacon. É o salgado com o doce”, explica.

Bruno sugere colocar tiras de bacon banhadas com chocolate dentro do ovo. Para isso, basta pegar o bacon feito e pincelar com o chocolate usado para fazer o ovo de páscoa. Cada ovo recebe, em média, três tiras de bacon e é vendido por R$ 56.

Ovo de bacon é fica crocante (Foto: Mariane Rossi/G1)Ovo de bacon fica bem crocante (Foto: Mariane Rossi/G1)

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Quase metade dos usuários do Twitter no Brasil usa rede de microblogs junto com a TV

Brasileiros acham que o Twitter deixa a TV mais legal

Twitter: dos usuários que assistem TV e navegam na rede de microblogs simultaneamente, 76% afirmam que estão em busca de outras perspectivas sobre o programa que está passando, diz executiva (Foto AFP)

Twitter: dos usuários que assistem TV e navegam na rede de microblogs simultaneamente, 76% afirmam que estão em busca de outras perspectivas sobre o programa que está passando, diz executiva (Foto AFP)

Sérgio Matsuura, em O Globo

O Twitter divulga nesta quinta-feira a primeira pesquisa sobre o perfil dos seus usuários no Brasil, com destaque para o crescente uso da plataforma como companheira da TV. Segundo os números, 97% dos tuiteiros assistem à televisão todos os dias, mas a atenção é dividida com o celular: 50% ficam com os smartphones nas mãos em busca de produtos para comprar, informações sobre a programação e conversando pela rede social. (O Twitter tem no mundo mais de 241 milhões de usuários ativos por mês. O Brasil está entre os cinco principais mercados em termos de usuários, mas a empresa não compartilha números por país.)

- Dos usuários que assistem à TV e navegam no Twitter simultaneamente, 76% afirmam que estão em busca de outras perspectivas sobre o programa que está passando. E a experiência compartilhada é um atrativo a mais: 62% afirmam que o Twitter deixa a TV mais legal – comenta Janette Shigenawa, diretora de pesquisas do Twitter para a América Latina.

Os números apontam sobre a importância das marcas para o tuiteiro. Cada usuário segue, em média, 27 marcas que, pelo Twitter, conseguem conversar diretamente com seus consumidores. O principal segmento é o de moda, tema de interesse de 70% dos brasileiros na rede social, seguido por tecnologia (55%), automotivo (54%) e alimentos e bebidas (49%).

E a rede é apontada não apenas como um canal de relacionamento direto com as marcas preferidas, como ambiente para novas descobertas. Segundo a pesquisa, 85% dos usuários do Twitter gostam de experimentar novos produtos. Por outro lado, 80% dizem ser fiéis as marcas que gostam.

Entre os assuntos de interesse, destaque para filmes e cinema (79%), música (77%), ciência e tecnologia (75%), cuidados com a saúde (70%) e, surpreendentemente, livros e leitura, apontados por 69% dos usuários.

- Pelo Twitter as pessoas discutem suas leituras e falam direto com os autores. O Paulo Coelho é uma das personalidades brasileiras com maior número de seguidores – afirma Guilherme Ribenboim, presidente do Twitter no Brasil.

Outro destaque da pesquisa é o percentual de usuários que acessam a rede social pelo celular, que já atinge 60%. Ribenboim destaca que é um fenômeno não apenas no Brasil, mas global, e reforça as principais característica da plataforma: as mensagens rápidas e o tempo real.

- O nosso crescimento em mobile é lógico e estratégico. O usuário entra no Twitter nos momentos de microtédio. Na fila do banco, no transporte público, pega o celular e se informa sobre o que está acontecendo.

O Twitter pretende se tornar a principal plataforma de conversação sobre a Copa do Mundo que se aproxima. Em 2013, a partida final da Copa das Confederações, entre Brasil e Espanha, foi o evento que mais gerou tweets por minuto no país e a expectativa é que a repercussão este ano seja maior.

- A Copa é estratégica para nós. Estamos prontos para atender o mercado de TV, mas também o mercado publicitário. Trabalhamos próximos dos jogadores de futebol, empresas de mídia, portais e com as marcas – diz Ribenboim.

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ExpoCristã é cancelada. De novo

Anna Virginia Balloussier, na Folha de S.Pauloexpo_crista

A ExpoCristã, que por mais de uma década se manteve como maior feira gospel de negócios do Brasil, foi cancelada. De novo.

A Expo prometia voltar “com força total” para sua 12ª edição, que aconteceria em julho no Expo Center Norte, em São Paulo. O site ainda convida fiéis a serem um “líder de caravana” do “evento mais completo para cristãos”.

Entre apoios já anunciados, o banco Bradesco, a universidade Mackenzie, a seguradora Mapfre e a Universal Music Christian Group.

Marcas como Quinta da Glória (moda gospel) e Bom Pastor (editora) também estavam no barco.

Em 2013, a casa caiu após a feira ser despejada no pavilhão do Anhembi, com uma dívida de quase meio milhão de reais.

Neste ano, a ExpoCristã estava sob nova direção: Leo Ganem, ex-CEO de duas empresas da Globo (seis anos na Som Livre e três na Geo Eventos).

A organização diz, em nota à imprensa, que o evento não acontecerá neste ano “devido às dificuldades impostas pelo calendário, com Copa e Eleições”.

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