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Pai faz um desenho por dia nos saquinhos de lanche dos filhos

David começou tentando desenhar no próprio pão, com um material próprio, mas acabou preferindo os saquinho

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publicado no Blog Criativo

Há quase 5 anos, o pai David LaFerriere inventou uma técnica para que os lanches dos seus filhos se tornassem inconfundíveis: ele ilustra, todos os dias, os saquinhos de sanduíche que os meninos levam para a escola. “Eles amam, e nada me faz mais feliz do que ouvir reação deles no final do dia”, conta ao Flickr.

O pai é designer gráfico e teve esta ideia quando os meninos tinham apenas 9 e 10 anos. Evan, agora com 15 anos, e Kenny, com 14, levam os lanches caseiros até hoje, e a graça é que eles não podem ver os desenhos até a hora do intervalo.

David começou tentando desenhar no próprio pão, com um material próprio, mas acabou preferindo os saquinhos. Além de ser um agrado aos filhos, a ação do pai é uma forma de estimular sua própria criatividade, essencial no seu ambiente de trabalho.

No total, ele já fez mais de 1100 ilustrações. Veja boa parte delas em sua galeria no Flickr.

 

Bisavó viúva de 68 anos turbina seios e arruma noivo de 29 no Facebook

Após ideia do falecido marido, Joan decide recuperar o tempo perdido - Reprodução/Daily Mail

Após ideia do falecido marido, Joan decide recuperar o tempo perdido – Reprodução/Daily Mail

Publicado originalmente no Virgula

Pode parecer mentira, mas não é. Joan Lloyd, de 68 anos, uma simpática bisavó viúva do norte do País de Gales está noiva de um homem 39 anos mais jovem. Ela o conheceu no Facebook, após publicar fotos mostrando o resultado de sua cirurgia que colocou próteses de silicone nos seios. O mais curioso é que seu falecido marido que deu a ideia, pouco antes de morrer.

Depois de 15 anos com doenças crônicas como mal de Alzheimer, diabetes e cirrose, David, o primeiro marido de Joan sabia que não tinha muito tempo pela frente. Gentilmente amparado por sua devotada esposa, percebeu que ela ainda poderia refazer sua vida depois de sua “partida”. Aí recomendou que ela turbinasse os seios e procurasse um rapaz jovem, para recuperar o tempo perdido durante a convalescência do cônjuge.

E não é que deu certo? Phil Absolom, um jovem de 29 anos, viu suas fotografias e afirmou ter se apaixonado imediatamente. Agora, estão procurando uma bela igreja para se casar. “No meu casamento com David foi tudo muito rápido e não tivemos tempo de fazer uma grande cerimônia. Agora, quero um grande casamento com um lindo vestido de noiva”, disse Joan ao “Daily Mail”.

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Yahoo! paga US$ 30 milhões por startup de garoto de 17 anos

NICK D’ALOISIO: Jovem criou o aplicativo Summly aos 15 anos (Reprodução)

NICK D’ALOISIO: Jovem criou o aplicativo Summly aos 15 anos (Reprodução)

Mariana Congo, no Radar Tecnológico

O Yahoo! anunciou nesta segunda-feira, 25, a aquisição do aplicativo Summly, criado por Nick D’Aloisio, um jovem empreendedor de 17 anos, de Londres.

Summly foi lançado em dezembro de 2011 somente para dispositivos da Apple. O app faz o resumo de notícias em 400 caracteres com base em um algoritmo que define quais são os trechos mais relevantes de um texto.

Os termos da aquisição não foram divulgados. Mas o site AllThingsD diz que o Yahoo! pagou US$ 30 milhões pelo aplicativo (90% em dinheiro, 10% em ações), segundo fontes do Vale do Silício, nos Estados Unidos.  O site avalia que foi um preço alto, considerando o nível de maturidade do aplicativo, que foi baixado cerca de 1 milhão de vezes e gerou 90 milhões de resumos de notícias. E, como é comum, até então não tinha um plano de negócios bem definido.

A presidente do Yahoo!, Marissa Mayer, já afirmou que a empresa está buscando a criação de serviços para celulares que se encaixem nos “hábitos diários” das pessoas, como a leitura de notícias. E Adam Cahan, vice-presidente sênior do Yahoo!, afirmou no blog da empresa que o Summly deixará de funcionar para que uma equipe possa incorporar suas características aos produtos existentes do Yahoo!.

Nick, que fundou o app quando tinha 15 anos de idade, disse em uma nota oficial publicada no site do Summly que nunca imaginou que estaria nessa posição tão rapidamente, e agradeceu a investidores e anunciantes por acreditarem no potencial de seu projeto.

O Yahoo! já fez uma série de outras pequenas aquisições nos últimos meses, incluindo o aplicativo Stamped e o site de leitura de notícias Snip.it. A empresa também negocia a aquisição do controle do site de vídeos da France Telecom, Dailymotion.

O vídeo abaixo (em inglês) mostra como o Summly funciona:

Trabalho de casa

Penha, Rosário e Cida (Foto: Cheias de Charme / TV Globo)

Penha, Rosário e Cida (Foto: Cheias de Charme / TV Globo)

Marina Silva

É necessário distinguir o mero crescimento –efêmero, superficial, reversível– do verdadeiro desenvolvimento econômico e social.

Muitas vezes, o alinhamento político e a busca de resultados imediatos obscurecem a análise de governos e oposições, que se atracam em disputas pelo crescimento em vez de buscarem consenso para estender à sociedade benefícios do desenvolvimento. E não resta dúvida de que, nos últimos 20 anos, mesmo quando o crescimento não foi exuberante, o desenvolvimento econômico do Brasil avançou e vem criando condições para superar fragilidades sociais e históricas.

Tramita agora no Congresso, em fase final de votação, a PEC que equipara os direitos das empregadas domésticas (por que sempre usamos no feminino?) aos dos demais trabalhadores. Sim, temos até hoje um regime trabalhista que divide cidadãos com mais e com menos direitos em função de sua ocupação. Sempre houve um forte apelo para corrigir essa injustiça, mas os mais refratários à ampliação desses direitos sempre evocavam os custos elevados e o receio de que muitos trabalhadores perdessem o emprego. Assim, as conquistas vêm a conta-gotas.

Conheço bem esse drama. Aos 17 anos, quando fui empregada doméstica, não tinha noção do que eram direitos trabalhistas, sentia apenas gratidão pela família que me acolhia em sua casa e me dava emprego. Ainda sou grata, mas sei que milhões de pessoas que realizam o trabalho doméstico não podem constituir um gueto social, numa relação de servidão incrustada no século 21.

Agora temos um contexto favorável. Mais de 15 anos de baixa inflação, com melhoria de distribuição de renda, avanços importantes nos programas de transferência de renda e baixo nível de desemprego são fatores de estabilização do desenvolvimento econômico que fornecem lastro para a conquista de direitos trabalhistas.

Lembro que o senador Suplicy, primeiro a pregar no deserto para convencer a sociedade a adotar programas de renda mínima, já chamava a atenção para esse efeito: o trabalhador, tendo a garantia de uma renda de subsistência, pode rejeitar condições inadequadas de trabalho. Isso vale para o emprego doméstico, mas precisa avançar também em outras situações de extrema precariedade, como carvoarias ilegais e atividades em zonas rurais e remotas. Mesmo nas periferias urbanas persistem situações de trabalho em condições similares à escravidão.

São situações que não deveriam existir mais num país que chega ao século 21 reivindicando o direito de estar no time do Primeiro Mundo.

Transformar o crescimento em desenvolvimento, e dar a esse a sustentabilidade que advém da justiça social, é o trabalho de casa inadiável de nossa sociedade.

fonte: Folha de S.Paulo