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O clipe musical que custou US$ 100 bilhões para ser produzido

Por Stephanie D’Ornelas, no Hype Science

Com mais de 50 anos de experiência em desenvolver tecnologias e programas de exploração do espaço, a NASA parece agora ter agregado um novo ramo de atuação: produtora musical. Diretamente da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), o astronauta canadense Chris Hadfield gravou um cover de “Space Oddity” (“esquisitice espacial”, na tradução livre), um dos maiores sucessos do britânico David Bowie.

Em atividade desde 1964, Bowie já lançou 24 álbuns só de estúdio. Mas nem mesmo ele deixou aos fãs um clipe como o que a NASA produziu. Ao som dos versos “Ground Control to Major Tom”, um violão flutua suavemente às mãos de um bigodudo astronauta que, por sua vez, também está flutuando. Nenhum problema para fazer este efeito especial: eles (astronauta e violão) estavam realmente pairando no ar.

O clipe musical mais caro da história foi “Scream”, de Michael Jackson, levado ao público em 1995: custou US$ 10 milhões (cerca de R$ 20 mi). Para que o vídeo gravado por Hadfield fosse uma realidade, a NASA desembolsou um valor muito maior: 100 bilhões de dólares (cerca de R$ 200 bi).

O tom da canção de Hadfield é mais triste do que parece: ele estava se despedindo do espaço. Na última segunda-feira, o astronauta voltou à Terra através da cápsula Soyuz, deixando como legado uma multidão de 850 mil seguidores no Twitter e outros 250 mil no Facebook. Sua jornada de 20 dias no espaço foi fechada com chave de ouro após o sucesso do clipe na internet.

Investigação expõe irregularidades na campanha de candidato do grupo de Garotinho

Um esquema que envolve o deputado Anthony Garotinho no Rio de Janeiro é enrolado como a trama de um filme policial – cujo final pode estar próximo

O deputado Anthony Garotinho e sua mulher, Rosinha, prefeita de Campos, em evento doméstico. Enquanto eles se divertem, o Ministério Público trabalha.

O deputado Anthony Garotinho e sua mulher, Rosinha, prefeita de Campos, em evento doméstico. Enquanto eles se divertem, o Ministério Público trabalha.

Hudson Corrêa, na Época

A família Garotinho gosta de criar um mundo de faz de conta em festas à fantasia. Há dois anos, o deputado e líder do PR na Câmara, Anthony Garotinho, vestiu-se de Zorro no baile de aniversário de sua filha, a deputada estadual Clarissa Garotinho (PR) (confira a foto). No vídeo da festa, ele se ajoelha aos pés de sua mulher, a prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho, também do PR. Ela sorri orgulhosa em seu vestido de melindrosa. No início deste mês, Rosinha completou 50 anos. Lá estava Garotinho, agora fantasiado de Elvis Presley, com uma peruca de topete avantajado e costeletas. Rosinha trajava um vestido cor-de-rosa com bolinhas lilás, no estilo broto dos anos 1960. Enquanto Garotinho se divertia, o Ministério Público do Rio de Janeiro trabalhava, investigando as contas do partido de Garotinho. O que o MP encontrou nessas investigações não é nada divertido.

No centro do imbróglio está uma empresa com nome de grife de moda, que entrega mercadorias de natureza diferente e bastante variada: a GAP Comércio e Serviços Especiais. Ela já foi contratada em circunstâncias suspeitas pelo gabinete de Garotinho na Câmara, tem contratos no valor de R$ 32 milhões com a prefeitura de Campos e aparece na campanha do PR, em 2010, quando Garotinho tentou eleger o desconhecido Fernando Peregrino. ÉPOCA descobriu notas fiscais de mais de R$ 1 milhão da campanha de Peregrino com indícios de falsidade. Elas passam, ainda que indiretamente, pela GAP.

Garotinho pavimenta o caminho para se candidatar a governador em 2014. Sua estratégia tem dois pilares. O primeiro é consolidar seu PR como força nacional. Garotinho assumiu, em fevereiro, a liderança do PR na Câmara. A legenda tem um bloco de 42 deputados, a quinta maior bancada, e comanda o Ministério dos Transportes, Pasta com orçamento de R$ 10 bilhões. Como líder de um partido de médio porte, Garotinho pode dificultar a vida do governo em votações no Congresso Nacional. Por isso, o Palácio do Planalto prefere não contrariá-lo. Antes de anunciar, no começo deste mês, a nomeação do novo ministro dos Transportes, César Borges (PR-BA), a presidente Dilma Rousseff telefonou para Garotinho. Queria saber se havia alguma objeção ao nome.

O segundo pilar de Garotinho é montar uma base sólida no Rio de Janeiro, que envolveu o lançamento, em 2010, da candidatura de Peregrino. As novas investigações do MP, somadas à reportagem de ÉPOCA, apontam irregularidades justamente na campanha eleitoral de 2010. Se Garotinho é famoso pelas pantomimas em suas festas à fantasia, as suspeitas envolvendo o PR flertam com outro ramo das artes cênicas: o thriller policial. No caso, um movimentado filme em três atos.

PRIMEIRO ATO: O ESTRANHO CASO
DO POSTO DE GASOLINA QUE ALUGA CARROS

A análise minuciosa das contas de Peregrino revela várias estranhezas. Primeira estranheza: Peregrino declarou à Justiça Eleitoral pagamentos de R$ 1,2 milhão a quatro postos de gasolina de uma mesma rede. Se todo esse dinheiro tivesse sido empregado em combustível, daria para percorrer duas vezes toda a malha rodoviária do Estado do Rio de Janeiro. Segunda estranheza: uma parcela expressiva desse valor – R$ 873 mil – foi para uma mesma estação de combustível, o Posto 01, no município de Itaboraí, propriedade da empresária Jacira Trabach Pimenta. Terceira estranheza: uma das notas emitidas pelo posto, no valor de R$ 700.500, não se referia a gasolina, mas à locação de carros. A nota discriminava a locação, para campanha eleitoral, de uma gigantesca frota de 170 veículos. Ficavam à disposição do candidato 100 Kombis, 50 carros populares, 15 vans executivas e cinco caminhões no período de 15 de julho a 31 de agosto.

ÉPOCA foi até Itaboraí verificar como um posto de gasolina se transformou em locadora de veículos. O Posto 01 fica quase fora da cidade, numa daquelas ruas em que, aos poucos, o comércio começa a rarear. Lá, um funcionário informa, estranhando a pergunta, que nunca houve uma locadora de carros funcionando no posto. “O senhor tem de voltar para o centro da cidade”, disse. Não havia pátio que indicasse espaço para 170 veículos, incluindo os caminhões alugados por Peregrino. Os documentos das inscrições estadual e municipal do posto também só falam de venda de combustível e alguns serviços relacionados ao ramo. Não aparece nada sobre locação de veículos.

A pedido de ÉPOCA, o perito Ricardo Molina analisou as cinco notas fiscais referentes a gastos com combustível, anexadas à prestação de contas de Peregrino, no Posto 01 e em outros estabelecimentos. Aí aparece uma quarta estranheza. Ao verificar o documento que deveria se referir à locação de veículos, Molina apontou “inconsistência, estranheza e indícios de irregularidade”. Para emitir notas fiscais à moda antiga – atualmente tudo é feito por meio eletrônico –, a empresa precisaria encomendar os documentos a uma gráfica autorizada, que imprimiria uma série de talões. Cada nota deveria ser emitida em sequência, assim que os serviços fossem prestados. O documento fiscal referente à locação de carros para Peregrino pertencia a um talonário impresso em setembro de 2008, que tinha 250 notas fiscais. A emissão da nota para a campanha de Peregrino ocorreu em 6 de setembro de 2010, dois anos depois da impressão. “Aparentemente, os talonários foram entregues pela gráfica ao posto em 2008 e, dois anos depois, já muito próximo da data de expiração dos talões, teriam sido emitidas apenas quatro notas em todo o conjunto”, diz Molina. Continue lendo

Mágico do Rio grita e ofende menino de 6 anos em vídeo postado na web

Família registrou queixa na polícia contra Rodrigo Valadares.
Sindicato dos Artistas diz que vai cassar registro profissional do mágico.

Tathiane e o enteado, agredido verbalmente por mágico. (Foto: Arquivo Pessoal)

Tathiane e o enteado, agredido verbalmente por mágico. (Foto: Arquivo Pessoal)

Priscilla Souza, no G1

Uma apresentação de mágica em uma festa de aniversário, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, se tornou um show de horror para os convidados, e para uma família em especial. Contratado pela aniversariante, que completava 50 anos, o mágico Rodrigo Valadares aparece na filmagem da festa agredindo verbalmente um menino de 6 anos, na frente de toda a plateia – composta também por pelo menos outras cinco crianças, entre elas, a irmã dele, de 2 anos. O caso foi registrado na 37ª DP (Ilha) e está sendo investigado pela polícia.

Procurado pelo G1, Rodrigo Valadares não retornou as ligações até a publicação desta reportagem. Em uma das chamadas, uma mulher – que se identificou como Aline – disse que o mágico estava reunido com advogados e que daria o recado a ele.

Além de registrar a ocorrência na delegacia, a madrasta da criança, Tathiane Cristine Pereira Passos, de 31 anos, publicou o vídeo de 2 minutos e 34 segundos na web no dia 11 de abril e o compartilhou em redes sociais. Menos de uma semana de exposição na internet foi o suficiente para que os 12 segundos de descontrole do mágico resultassem em mais de 250 comentários de pessoas chocadas com a atitude de Rodrigo Valadares. Até terça-feira (15), o vídeo teve mais de 13,5 mil visualizações.

“Você nunca vai imaginar que num show de mágica alguém vá fazer isso com o seu filho. Porque nós convivemos há quatro anos e ele é como um filho para mim. Eu fiquei revoltada. Toda nossa família está abalada”, disse a organizadora de eventos.

Gritos e palavrões
No vídeo, o mágico Valadares pede a uma mulher da plateia que o ajude em um truque com cartas, que ele chama de “premonição”. A jovem levanta e vai até o mágico, que prossegue com o show.

Aos 2 minutos e 13 segundos, o menino de 6 anos, que está na plateia, tenta pegar a irmã de dois anos. Incomodado com o “barulho” causado pelas crianças, o mágico dispara dois palavrões. Depois, ele se aproxima do menino, demonstrando irritação, e grita no ouvido da criança outro palavrão, seguido de: “Moleque! Senta aí!”. Assustado, o menino reage, respondendo: “Ela é minha irmã, seu bobo!”. Enquanto o menino sai, o mágico sorri e diz para o público: “Psicologia infantil! Sempre funciona”.

Enquanto algumas pessoas riem, é possível ouvir a voz de um homem reclamando da atitude do mágico, que responde ironicamente: “Me processa, parceiro. Fica à vontade. Não tô nem aí”. A sugestão de reportagem foi enviada para o VC no G1.

Caso veio à tona dois meses depois
O evento aconteceu no dia 2 de fevereiro em uma casa de festas na Ilha, mas Tathiane e o marido, pai das crianças, souberam das agressões apenas dois meses depois, quando tiveram acesso a um trecho da filmagem da festa.

“Tinha dois ambientes na festa. Nossa família estava num ambiente e o show de mágica acontecia no outro, mas as crianças pediram para ver a apresentação. Deixei as crianças lá, sentadinhas, e não vimos o que aconteceu. Só soubemos que algo de errado havia acontecido, quando a irmã do mágico veio me pedir desculpas pelo comportamento dele”, contou Tathiane, acrescentando que a mãe do mágico – que era a anfitriã da festa – também se desculpou com a família através de uma rede social.

Com as imagens em mãos, a família, que mora em Olaria, no Súburbio, procurou a 22ª DP (Penha). No entanto, o caso foi remetido à delegacia da área onde ocorreu: a 37ª DP (Ilha). O registro foi feito com base no artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente: “Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento”. A pena prevista é de seis meses a dois anos de detenção.

“Ele grita palavrões, não pode tratar uma criança assim. Tem que respeitar. É um constrangimento à criança e ele vai responder pela infração a esse artigo do ECA porque eu vou remeter o caso à Justiça”, afirmou ao G1 o titular da 37ª DP (Ilha), José Otílio Bezerra.

Família vai entrar na Justiça
A mãe do menino, Camila Marques, contou que, desde o dia da festa, ele se recusa a falar sobre o que aconteceu. Ela é advogada e afirmou que pretende processar Rodrigo Valadares também na área cível.

“A atitude desse mágico foi descabida. Ele vive disso [mágica] e não merece. É uma humilhação para a criança, um trauma, e ele, certamente, já deve ter feito isso outras vezes. Não queremos dinheiro, mas que ele nunca mais faça isso com ninguém”, disse Camila, acrescentando que, ainda nesta semana, deve entrar com uma ação indenizatória.

Não foi a primeira vez
O Sindicato de Artistas e Técnicos de Espetáculos do Rio de Janeiro(Sated-RJ) informou que já havia recebido uma reclamação, em outubro de 2012, em relação ao comportamento de Rodrigo Valadares. Segundo a entidade, o mágico foi contratado para animar uma festa e a madrinha da aniversariante relatou ter sido alvo de piadas de mau gosto feitas por ele.

Ainda segundo o sindicato, Rodrigo Valadares teve o registro profissional concedido em 2007, depois de uma ex-diretora da entidade atestar sua capacidade – processo considerado normal, já que, nestes casos, os artistas precisam passar por testes de habilidade.

No entanto, de acordo com o sindicato, ele não poderia estar exercendo a função desde 2009, quando foi desligado dos quadros do Sated-RJ por estar inadimplente com a contribuição sindical. Depois de assistir ao vídeo, a pedido do G1, o presidente da entidade, Jorge Coutinho, lamentou o fato e disse que o mágico terá o registro cassado.

“É lamentável esse caso. Nós fazemos um apelo para que, numa situação como essa, as pessoas não só denunciem à polícia, mas também ao sindicato para que tenhamos conhecimento. Vamos consultar o jurídico e cassar o registro desse mágico porque ele não pode fazer uma coisa dessas e não representa a categoria”, disse o ator.

Shows para crianças
Em sua página a internet, Rodrigo Valadares diz que faz shows para adultos, crianças e empresas, levando a arte da mágica para que as pessoas “acreditem em seus sonhos”. No último parágrafo de sua apresentação pessoal, diz o texto: “Com isso, o mágico Valadares tem se destacado no mercado onde atua, pois acredita que trabalhando com seriedade, dignidade e responsabilidade os caminhos que levam aos objetivos finais se encurtarão”.

Procurado pelo G1, o presidente do Círculo Brasileiro de Ilusionismo, Mauro Cataldi, confirmou que Valadares recebeu certificado da entidade, mas não comentou o caso porque disse que ainda não tinha visto o vídeo.

O ator e mágico profissional, Nizo Neto, filho do humorista Chico Anysio, foi diretor do Círculo Brasileiro de Ilusionismo por dois anos e considerou o caso “absurdo”. “O público é sagrado e deve ser tratado com o maior respeito. Nada justifica essa atitude com uma criança. O comportamento foi totalmente inapropriado, absurdo.”

A história secreta ilustrada da Coca-Cola

Um livro bonito e subversivo: Ricardo Cortés explora as histórias das três substâncias mais consumidas no planeta – a Coca-Cola, a cafeína e a cocaína.

Margarete MS, no Obvious

 

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© Ricardo Cortés.

Grande parte das pessoas sempre acreditaram que a cocaína fazia parte dos ingredientes da “Coca-Cola”. Pois é, desde 1914 a cocaína faz, sim, parte de sua fórmula secreta (algo que a empresa tenta negar de todas as formas). A Coca-Cola foi criada pelo farmacêutico Dr. John Pemberton, que terá deixado cair vinho na fórmula original e adicionou a cafeína e a noz de cola. A Coca-Cola está há mais de um século tentando guardar o segredo sobre a extração da essência da planta da coca.

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© Ricardo Cortés, Dr. John Pemberton.

A Coca-Cola completou seu 125º aniversário em 2011. No mesmo ano, o Tratado Internacional de Controle de Drogas, que permite que a Coca-Cola possa aceder em exclusivo ao plantio da coca, completou 50 anos.

Ricardo Cortés é escritor e ilustrador. Seu livro explora as histórias das três substâncias mais consumidas no planeta: a Coca-Cola, a cafeína e a cocaína. Conta um pouco sobre as fábricas de cocaína no Peru e Nova Jersey, os experimentos secretos na Universidade do Havaí e mostra alguns arquivos do Comissário Harry J. Anslinger. Neste artigo, vamos concentrar-nos na Coca-Cola.

Durante a criação do livro o autor visitou plantações de café, uma fazenda de coca, uma fábrica de cocaína em Nova Jersey e os arquivos nacionais. Passou vários dias fotografando documentos e teve acesso à coleção da Pennsylvania State University.

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© Ricardo Cortés.

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© Ricardo Cortés.

As primeiras experiências com a cocaína foram realizadas com finalidades médicas. Em 1884, Sigmund Freud começou a usá-la no tratamento para a depressão. Ficou fascinado com a “substância mágica” e a introduziu a colegas e amigos. O efeito dessa substância havia sido observado primeiro na língua. Logo depois ela foi testada como anestésico nos olhos de animais pelo oculista Carl Koller (amigo de Freud). Koller, não satisfeito, aplicou a substância em seus próprios olhos. Foi uma descoberta revolucionária já que, antigamente, as cirurgias eram realizadas com anestesia geral ou nenhuma mesmo. O éter e o clorofórmio permitiam operações graves sem dor mas a cocaína possibilitou a prática de cirurgias consideradas praticamente impossíveis. A cocaína se tornava então muito popular e seu uso cresceu rapidamente. Ela começou vendida como anestésico para dor de dente, para curar a fadiga e nervosismo, em 1886.

Considerando a dieta líquida dos americanos, os refrigerantes estão em 1º lugar e a Coca-Cola é a mais popular. A cafeína é a substância psicoativa mais amplamente utilizada – neste caso, considerando o consumo mundial. A cocaína vem logo em seguida, até mesmo por causa de seus efeitos já mencionados anteriormente. Ambos são estimulantes naturais. E por que apenas dois (o café e a Coca-Cola) são lícitos e o outro (a cocaína) não?!

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© Ricardo Cortés.

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© Ricardo Cortés.

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© Ricardo Cortés.

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© Ricardo Cortés.

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© Ricardo Cortés.

 

Amigo conta que Tom Cruise foi expulso de seminário após beber

Publicado originalmente no Terra

Tom Cruise e amigos beberam escondidos e foram convidados a se retirar do seminário Foto: BangShowBiz / BangShowBiz

Tom Cruise e amigos beberam escondidos e foram convidados a se retirar do seminário                       Foto: BangShowBiz / BangShowBiz

Tom Cruise, que é agora um dos seguidores mais famosos da Igreja da Cientologia, tinha desejo de se tornar um padre católico quando era adolescente, mas suas ambições foram interrompidas quando ele não retornou ao Seminário de São Francisco, em Cincinnati, após apenas dois anos.

Shane Dempler, amigo do ator, disse ao New York Daily News que Tom entrou escondido em um quarto com álcool: “pegamos cerca de seis, a maioria quebrou, mas conseguimos esconder duas garrafas nas matas próximas. Os sacerdotes nem perceberam até que alguns dos outros meninos descobriram nosso plano de escapar para a floresta para beber. Fomos pegos cambaleando pela estrada para o seminário e forçados a confessar. A escola escreveu uma carta para nossos pais dizendo que gostariam que nós dois não voltássemos”.

Shane – que estudou junto com Tom Cruise, 50 anos, entre 1976 e 1977 – diz que ele e seu colega eram ”muito interessados” no sacerdócio, mas sente que eram jovens demais para terem tomado uma decisão séria sobre suas carreiras.

”Ele tinha uma fé católica muito forte. Nós íamos à missa, passávamos um tempo na capela e gostávamos de ouvir as histórias dos sacerdotes. Achávamos que os sacerdotes tinham um grande estilo de vida e nós realmente estávamos interessados no sacerdócio. Na verdade, éramos jovens demais para tomar essa decisão”.