Esgotamento mental não é frescura; saiba como combater o problema

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Chris Bueno, no UOL

Depois de andar para lá e para cá o dia inteiro, trabalhar, ir à academia, fazer compras no mercado, seu corpo está esgotado e precisa de um descanso. Seu cérebro também. Muitas vezes não nos damos conta que, após um intenso trabalho intelectual, o cérebro também fica “cansado”, e também precisa de um tempo para relaxar. Ignorar essa necessidade pode causar uma série de problemas.

No mundo moderno, em que uma grande parcela da população trabalha em frente a um computador, e em que cada vez mais se exige pensamento rápido, criatividade e empreendedorismo, é muito fácil deixar o cérebro “cansado”. Além disso, muitas vezes exige-se que ele trabalhe com energia total por períodos muito longos. “Podemos dizer que o excesso de demanda da química necessária para manter o corpo e a mente ativados se ‘esgotam’ em algum momento”, alerta Sergio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano de São Paulo.

Ele explica que essa química é composta por hormônios e neurotransmissores como cortisol (um dos grandes responsáveis pela preparação do organismo para os enfrentamentos dos desafios do dia a dia e das situações de perigo) e  noradrenalina (neurotransmissor responsável pela sensação de motivação e também da atenção).

“Vários estudos mostram queda nessas substâncias durante esses períodos de estafa”, diz. Por isso, as consequências mais imediatas são falta de atenção, dificuldade de memória, perda de concentração, pensamento mais lento, desânimo, alterações no sono e, é claro, cansaço – excessivo e crônico.

Às vezes o cansaço é tanto que é sentido fisicamente, com dores no corpo, dores de cabeça e até problemas gastrointestinais, como gastrites e úlceras. Por isso muitos pesquisadores afirmam que o esgotamento mental pode ser até mesmo mais grave do que o físico, pois pode causar danos tanto corporais como emocionais. Outro perigo é que muitas vezes ele é ignorado; então o cansaço se acumula e as consequências se agravam.

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5 maneiras científicas de criar um hábito

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Guilherme de Souza, no HypeScience

Começar a frequentar uma academia, fazer aulas de espanhol, aprender a tocar piano… certas práticas parecem difíceis de encaixar na rotina, enquanto outras simplesmente passam a fazer parte dela sem que você sequer perceba. Para ajudar os leitores a terem mais controle sobre os hábitos que desejam criar, confira cinco dicas baseadas em estudos científicos sobre motivação e disciplina.

1. Grandes metas, pequenos passos

Ciotti sugere, citando um artigo publicado em 2006 no Journal of Personality and Social Psychology, que você tenha objetivos grandes, “abstratos” (como “ter inglês fluente” ou “ser um excelente goleiro”), contrabalanceados por passos pequenos (ou, nas palavras dele, “pequenas cotas” a serem preenchidas).

“Suas ‘metas’ devem ser os grandes objetivos que você deseja alcançar algum dia, e as suas ‘cotas’ são o mínimo de trabalho que deve ser feito diariamente para ajudar os grandes objetivos a se tornarem realidade”.

Ele cita o caso do escritor Nathan Barry, que se propôs a escrever pelo menos mil palavras por dia e, em menos de um ano, conseguiu publicar três livros, que foram sucesso de vendas.

2. “Correntes” de comportamentos

Se você puder aproveitar hábitos que você já tem, será mais fácil inserir novidades na sua rotina. “Por exemplo, ao invés de ‘vou manter a casa limpa’, você pode propor ‘quando eu chegar em casa, vou trocar de roupa e então limpar meu quarto/escritório’”. Essa estratégia aproveita a energia que você já gasta normalmente.

3. Sem excesso de opções

O atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, criou o hábito de sempre vestir ternos cinza ou azuis (mais ou menos como o cantor Roberto Carlos, mas por um motivo prático, e não por questões de crença). “Eu tento eliminar decisões”, explica. “Não quero tomar muitas decisões sobre o que vou comer ou vestir, porque tenho muitas outras decisões a tomar”.

Há estudos que mostram que tomar decisões, por mais simples que sejam, gastam “energia mental”. Em texto publicado no site Harvard Business Review, o professor Robert C. Pozen sugere que você “identifique os aspectos da sua vida que considera mundanos e os ‘rotinize’ tanto quanto puder”, para que possa economizar energia para manter uma disciplina.

Se quiser ter hábitos alimentares mais saudáveis, por exemplo, tire algumas “porcarias” do seu cardápio – parece óbvio, mas muita gente prefere simplesmente acreditar que pode “resistir à tentação”.

4. Fantasia objetiva

“O passo que muitas pessoas pulam quando ‘fantasiam’ a respeito de um certo hábito é o de responder com clareza qual a mudança que elas querem que aconteça”, aponta Ciotti.

Em estudo publicado em 1999, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) concluíram que pessoas que incluem passos e objetivos específicos em suas idealizações (como se imaginar estudando para aprender um idioma) têm mais chances de permanecerem firmes do que aquelas que criam idealizações mais “genéricas” (como se imaginar falando fluentemente um novo idioma).

Ao pensar no sucesso, as pessoas conseguem manter o foco, e, ao pensar nos passos necessários, diminuem sua ansiedade.

5. Nada de “ah, dane-se”

“Novos hábitos normalmente são muito frágeis, e é por isso que devemos eliminar qualquer fonte de desgaste que possa nos desviar”. O raciocínio é parecido com o do item 3, só que nesse caso é focado em problemas específicos, não em opções que podem ser benéficas.

Ciotti cita o exemplo do palestrante e escritor Ramit Sethi: “Quando eu parei para analisar por que não estava indo à academia, percebi que meu armário ficava em outro quarto. Isso significava que eu tinha que andar no frio para colocar minhas roupas. Era mais fácil apenas ficar na cama”, explica Sethi. “Quando percebi isso, arrumei minhas roupas e os tênis na noite anterior. Quando acordei na manhã seguinte, eu vi minhas roupas de academia no chão. O resultado? Minha frequência na academia aumentou em 300%”. [99u, Journal of Personality and Social Psychology]

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Panicat sustenta pai em estado vegetativo

Apesar do brilho no rosto no ‘Pânico’, Carol Dias revela que, no ano passado, seu pai sofreu um AVC

Carol Dias já chegou a ter apenas água e pão em sua geladeira
Carol Dias já chegou a ter apenas água e pão em sua geladeira

Publicado originalmente no Diário SP

Há dois meses no “Pânico na Band”, a panicat Carol Dias, 26 anos, vem se destacando na atração, com reportagens externas. Apesar do brilho no rosto durante as gravações,  ela revela que, no ano passado, o pai dela, de 63 anos, sofreu um AVC e ficou em estado vegetativo.  Sendo assim, atualmente, a renda dela é a maior da casa – ela tem a mãe e outros dois irmãos – e o dinheiro é usado para pagar a clínica onde o pai vive e recebe tratamentos de fisioterapia e acompanhamento médico.

“Na verdade, ele é consciente, mas não toma banho, não anda, não faz nada sozinho.  Então, para ele, é melhor ficar por lá. Eu gostaria de ficar mais com ele, mas preciso aproveitar o momento para trabalhar”, diz.

Mesmo assim, a moça não lamenta a vida que leva. “Eu vejo o lado bom e sou muito família. Há seis anos, passamos por uma situação muito difícil”, conta. Na ocasião, a família de Carol tinha uma loja de cama mesa e banho e acabou perdendo tudo. “Cheguei a ter  pão e água na minha geladeira”, conta a morena, que, na época, teve de trabalhar em três lugares diferentes. “Às 5h eu levantava e ia para uma academia. Depois, trabalhava num shopping e à noite fazia eventos numa balada”, lembra-se a moça.

E se surgirem propostas para revistas masculinas ela vai aceitar, sim. “Não vejo problema algum. É um trabalho bacana. Com certeza, um dinheiro muito bem-vindo”, finaliza.

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Vitor Belfort: “O Espírito Santo falou no meu coração: ‘Treina esse chute’”

O lutador brasileiro Vitor Belfort disse que o chute foi toque divino em seu coração e já está pensando em voltar das férias

Yahoo! Esporte Interativo/Carol Correia - Vitor Belfort protagonizou o momento alto da noite ao nocautear Luke Rockhold com um chute rodado no primeiro round. (Foto: Carol Correia)
Yahoo! Esporte Interativo/Carol Correia – Vitor Belfort protagonizou o momento alto da noite ao nocautear Luke Rockhold com um chute rodado no primeiro round. (Foto: Carol Correia)

Publicado originalmente no Yahoo! Esportes

Vitor Belfort venceu Luke Rockhold no UFC Jaraguá com um golpe espetacular e anormalmente visto com eficiência no MMA. Característico de várias artes marciais praticadas por Vitor, como karatê e kickboxing, o brasileiro revelou ter treinado pouco o golpe dessa vez:

“Eu e meus treinadores temos uma conectividade muito boa e treinamos muito esse chute no camp passado (na preparação para enfrentar Michael Bisping).” disse Vitor ao site combate.com.

“(…)Desta vez, esse chute eu só treinei um dia na academia, foi bem pouco. (…). Só que no vestiário eu senti. O Espírito Santo falou no meu coração: “Treina esse chute”. Aí eu falei: “Henri (Hooft, treinador de striking da Blackzilians), segura para mim aquele chute que a gente treinou?” (…) Os meus treinadores me conhecem, e quando pedi essa coisa eles me atenderam. Não sei se todos eles sentiram, mas eu senti muito forte dentro de mim, como se Deus estivesse falando: “Vitor, treina isso aí”. Minha vida é fé. Se você não tiver fé, não chega a lugar nenhum.”, completou Belfort, que é reconhecidamente um lutador religioso.

“O Davi adora esse chute. Ele queria muito que eu nocauteasse assim, aí ficava pedindo. E eu pude dar esse chute para ele e para o Brasil inteiro. Acabei de ver o vídeo, fico até emocionado de lembrar daquela torcida. E eu, com minha idade e com tudo que já fiz pelo esporte, poder estar proporcionando e recebendo também, porque é muito carinho do povo brasileiro” falou o carioca, que está com 36 anos.

“Minha vida é isso, treinamento. Agora vou tirar férias, mas em duas semanas estou na academia treinando de novo. Faço isso porque amo.” falou o “Fenômeno”.

Qual será o próximo desafio de Vitor Belfort depois desse nocaute incrível? Será que o ex-campeão terá mais uma chance de título? Isso, só o tempo (e Dana White) irão nos dizer.

claro que a galera ñ perdoa esse tipo de ~explicação~:

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dica do Sidnei Carvalho de Souza

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Segredo canino

Arte de Keith Haring
Arte de Keith Haring

Publicado por Carpinejar

O cachorro é o nosso verdadeiro teste vocacional. Nossa caixa-preta.

Pelo nome que damos ao nosso cachorro, sabemos quem somos. O que queremos. O que desejamos.

O cão entrega nossa ânsia pela fama, denuncia nossa grandiloquência enrustida.

Você não vai chamar sua cadela de Shakira se não se acha a mais gostosa do bairro.

Você não vai chamar de Tyson se não se acha o mais marombado da academia.

Podemos até disfarçar a onipotência no nome dos filhos, mas acabamos nos entregando nos animais de estimação.

Um amigo pode dizer que não é ganancioso, mas chama seu buldogue de Napoleão. É um aviso, o sujeito deve ser altamente autoritário no trabalho.

Se você diz que odeia os comunistas, mas chama seu boxer de Fidel, algo está errado.

O nome do cachorro revela nossa ambição. Escondemos nossa mais sincera pretensão na homenagem divertida.

São raros os apelidos carinhosos e neutros como Totó, Mel, Bidu, Xodó, Rex, Pipoca. Hoje os cachorros têm certidão de nascimento pomposa. Não são mais cachorros, mas Wikipédia.

Se seus cachorros são Freud e Lacan, já é um caso psiquiátrico.

Se nomeia seu pequinês de Elton John, tem um lado princesa florescendo em você.

Se batizou seu companheiro de parque de Beethoven, é um músico frustrado. Se oferece o nome de Quintana, gostaria de ser poeta.

Diga-me o nome do seu cachorro e te direi quem és.

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