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Ginasta russa tem ‘a vagina mais forte do mundo’ e levanta até 14kg

Russa já levantou 14kg com a vagina Foto: Reprodução - The Sun /

Russa já levantou 14kg com a vagina Foto: Reprodução – The Sun /

publicado no Extra

Esqueça todas as formas de malhação que você conhece. Uma ginasta russa resolveu inovar. Ela entrou no Guiness World Record com o título de “levantamento de peso com as regiões inferiores”. Sim, Tatyana Kozhevnikova levanta pesos com a vagina.

A russa explicou como consegue levantar objetos com a genitália.

- Eu insiro um equipamento de madeira no formato oval. Então eu simplesmente aperto os músculos e levanto.

Ela conquistou o recorde mundial do Guinesss depois de levantar 14kg. A moça foi a um programa de TV para provar a “façanha”.

O site britânico “The Sun” mostrou Tatyana movendo pesos equivalentes a dois melões, usando somente os músculos do órgão genital.

- Eu tinha os músculos vaginais normais como qualquer outra mulher, e só alcancei isso depois de 20 anos treinando.

Se você se interessou pela prática da russa, Tatyana ensina como fazer o levantamento com vagina. Ela mantém um site onde oferece ajuda pra treinar pessoas “a arte da ginástica íntima”.

“Candy Crush” ultrapassa “Angry Birds” e se torna jogo mais popular do mundo

Game "Candy Crush"

Game “Candy Crush”

publicado no F5

O jogo “Candy Crush Saga”, que virou mania na internet e nos smartphones, acaba de alcançar o topo das listas de jogos mais populares no Facebook, na Apple Store e no iOS.

O “Candy Crush” ultrapassou o até então jogo mais popular do mundo, “Angry Birds”.

A empresa King, desenvolvedora do game, bateu a Zynga, criadora do “Farmville”, e é atualmente a mais popular empresa de games sociais. As informações são do site “Daily Mail”.

Sediada em Londres, a King já registra mais de 66 milhões de usuários no mundo inteiro, dos quais 15 milhões jogam “Candy Crush” diariamente.

Já a Zynga está atrás, com 52 milhões de usuários. No auge de sua popularidade, o “Farmville” teve 82 milhões de usuários jogando diariamente.

Desde o lançamento do Candy Crush, os usuários já passaram o total de 103 mil anos jogando e mais de 1 trilhão de doces foram esmagados.

O presidente da King, Riccardo Zacconi, atribui o sucesso do jogo à facilidade de o usuário entender como funciona. “É o passatempo perfeito”, elogiou, em entrevista ao “The Sun”.

Segundo Zacconi, mais de 90% dos jogadores que zeraram o Candy Crush nunca gastaram dinheiro com o jogo e conseguiram zerar sozinhos ou com a ajuda dos amigos.

 

Costa brasileira pode abrigar continente submerso

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publicado na INFO

Rio de Janeiro – Uma expedição inédita ao fundo do Atlântico Sul descobriu rochas continentais em uma montanha submersa que era tida como de origem vulcânica, o que abre a possibilidade de haver um continente submerso a cerca de 1.500 quilômetros do litoral brasileiro, informaram nesta segunda-feira cientistas do Brasil e Japão.

A expedição, a primeira realizada em águas profundas do Atlântico Sul com a ajuda do único submarino tripulado do mundo capaz de descer a até 6.500 metros de profundidade, recolheu amostras de rocha na montanha submersa conhecida como Elevação do Rio Grande.

“A Elevação do Rio Grande sempre foi considerada uma montanha submersa de origem vulcânica semelhante às que há em frente à costa da África, mas vimos agora que suas rochas não são vulcânicas mas continentais”, afirmou o presidente da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) do Brasil, Roberto Ventura, em entrevista à imprensa no Rio de Janeiro.

“É como se um continente tivesse afundado na época em que a América do Sul se separou da África. Não sei o que isso envolve juridicamente, mas do ponto de vista cientista e técnico, encontrar um continente perdido é uma grande novidade”, acrescentou.

Segundo os geólogos, como consequência de movimentos tectônicos, uma massa de terra pode ter afundado durante a separação da chamada Pangeia, como era conhecida a gigantesca massa continental que existiu no final da era Paleozoica e cuja divisão formou os continentes hoje conhecidos.

A expedição oceânica foi fruto de uma associação entre Japão e Brasil e contou com a participação de um geólogo da CPRM, que pôde realizar uma viagem de oito horas no submarino, até uma profundidade de 4.200 metros, no qual viu as rochas continentais e recolheu amostras.

As sete viagens até agora realizadas ao Atlântico Sul a bordo do minisubmarino japonês Shinkai 6.500, com capacidade para três tripulantes (dois pilotos e um cientista) e equipado com braços mecânicos e câmeras de alta resolução, permitiram observar pela primeira vez as costas da Elevação do Rio Grande.

Trata-se do mais importante complexo de montanhas submersas no Atlântico Sul, com alturas que chegam a 3.200 metros desde o leito do oceano e que, juridicamente em águas internacionais, separa a margem continental brasileira das grandes profundidades oceânicas.

Ventura anunciou que a CPRM lançará ainda este ano uma licitação para selecionar uma empresa de perfuração que possa coletar mais amostras de rochas na Elevação do Rio Grande que confirmem sua possível origem continental, assim como o potencial mineral na região.

A montanha submersa foi inspecionada como parte da expedição Iata-Piuna, realizada a bordo do navio de pesquisa oceanográfica japonês Yokosuka, que reúne cientistas do Brasil e Japão, e cujo objetivo é explorar a margem continental brasileira e a parte adjacente do oceano, incluindo a Elevação do Rio Grande e o Dorsal de São Paulo.

A expedição faz parte de um projeto ainda maior, batizado de “Busca pelos Limites da Vida” (Quelle 2013) e com o qual a Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec) se propõe a explorar em 2013 parte dos ambientes mais profundos de todo o mundo, principalmente no hemisfério sul.

A embarcação japonesa já passou pela zona central do Oceano Índico e, após sua expedição pelo Atlântico Sul, se dirigirá ao Mar do Caribe e ao Oceano Pacífico na região de Tonga.

Na viagem pelo Atlântico Sul, que começou em 13 de abril e se estenderá até 27 de maio, foram convidados quatro cientistas brasileiros, assim como um geólogo da CPRM e outro da Petrobras.

Frequentar igreja uma vez por semana pode acrescentar até dois ou três anos de vida

título original: Antropólogo realiza observações científicas a respeito do impacto da religião na vida das pessoas

T. M. Luhrmann, no The New York Times [via UOL]

Mario Tama/Getty Images/AFP

Mario Tama/Getty Images/AFP

Uma das descobertas científicas mais impressionantes sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara.

O apoio social é sem dúvida uma parte da história. Nas igrejas evangélicas que estudei como antropólogo, as pessoas realmente parecem cuidar umas das outras. Elas apareciam com o jantar quando os amigos estavam doentes e se sentavam com eles quando estavam tristes. A ajuda às vezes era surpreendentemente concreta. Talvez um terço dos membros da igreja pertencia  a pequenos grupos que se encontravam semanalmente para falar sobre a Bíblia e suas vidas. Uma noite, uma jovem de um grupo no qual eu tinha entrado começou a chorar. Seu dentista tinha dito que ela precisava de um procedimento de US$ 1.500, e ela não tinha o dinheiro. Para meu espanto, nosso pequeno grupo – cuja maioria era de estudantes – simplesmente cobriu os custos, com doações anônimas. Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor.

O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros.

Isso corresponde às minhas próprias observações. Numa igreja que eu estudei no sul da Califórnia, a história de conversão mais comum parecia ser ter encontrado Deus e nunca mais ter tomado metanfetaminas. (Uma mulher me disse que ao esquentar sua dose, ela desencadeou uma explosão no apartamento de seu pai que estourou as portas de vidro. Ela me disse: “Eu sabia que Deus estava tentando me dizer que eu estava indo pelo caminho errado.”) Na igreja seguinte, lembro-me de ter ido a um grupo que ouvia uma mulher falar sobre um vício que ela não conseguia largar. Assumi que ela estava falando sobre sua própria batalha contra a metanfetamina. No fim, ela achava que lia romances demais.

No entanto, acho que pode haver outro fator. Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica, você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom.

Quero sugerir que esta é uma habilidade e que pode ser aprendida. Podemos chamá-la de absorção: a capacidade de se envolver em sua imaginação, de uma maneira que você goste. O que eu vi na igreja como um observador antropológico foi que as pessoas eram incentivadas a ouvir a Deus em suas mentes, mas apenas para prestar atenção às experiências mentais que estavam de acordo com o que elas considerassem ser o caráter de Deus, que elas consideram bom. Vi que as pessoas eram capazes de aprender a vivenciar Deus dessa forma, e que aquelas que eram capazes de vivenciar um Deus amoroso de forma vívida, eram mais saudáveis – pelo menos, julgando por uma escala psiquiátrica padronizada. Cada vez mais, outros estudos confirmam esta observação de que a capacidade de imaginar um Deus amoroso vividamente leva a uma saúde melhor.

Por exemplo, num estudo, quando Deus era experimentado como algo mais remoto não  amoroso, quanto mais alguém rezava, mais sofrimento psiquiátrico parecia ter; quando Deus era experimentado como próximo e íntimo, quanto mais alguém orava, menos doente ficava. Em outro estudo, numa faculdade cristã particular no sul da Califórnia, a qualidade positiva de um apego a Deus diminuiu significativamente o estresse e fez isso de forma mais eficaz do que a qualidade das relações da pessoa com outras pessoas.

Eventualmente, isso pode nos ensinar como aproveitar o efeito “placebo” – uma palavra terrível, porque sugere uma ausência de intervenção em vez da presença de um mecanismo de cura que não depende de produtos farmacêuticos nem de cirurgia. Nós não entendemos o efeito placebo, mas sabemos que é real. Ou seja, temos cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de “curas simbólicas” têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom.

Mas nem todos se beneficiam da cura simbólica. No início deste mês, o filho mais novo do famoso pastor Rick Warren se suicidou. Sabemos poucos detalhes, mas a perda nos lembra que sentir desespero quando você quer sentir o amor de Deus pode piorar a sensação de alienação. Necessitamos com urgência de mais pesquisas sobre a relação entre doença mental e religião, não só para que possamos compreender mais intimamente essa relação – as formas pelas quais elas estão ligadas e são diferentes –, mas para reduzir a vergonha daqueles que são religiosos e ,no entanto, precisam buscar outros cuidados.

*T. M. Luhrmann, professor de antropologia na Universidade de Stanford e autor do livro “When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship With God” [algo como: "Quando Deus Responde: Entendendo a Relação dos Evangélicos Norte-Americanos com Deus"] é um colunista convidado.

Tradução: Eloise De Vylder

Ana Maria Braga é atropelada em programa ao vivo e vira hit na web

Reprodução/TV Globo

Reprodução/TV Globo

Publicado originalmente no MSN

Ana Maria Braga passou por apuros durante o programa “Mais Você”, desta segunda-feira (22).

A apresentadora levou um tombo daqueles ao ser atingida pela porta de um carro automático que estava sendo testado na área externa do Projac.

Tudo começou quando Ana Maria pilotou o veículo no início da atração. Até aí, tudo correu bem.

Depois, com o carro já estacionado, a apresentadora conversou com alguns especialistas e comentou sobre as curiosidades do veículo automatizado.

No entanto, por um descuido, o carro começou a andar sozinho para trás, atingindo parte da produção do programa e a apresentadora, que estava próxima da porta do veículo.

“Segura, segura, gente!”, disse ela, já caída no chão.

Logo após o susto, Ana Maria se levantou com a ajuda da produção, mas precisou chamar o intervalo para se recompor.

De volta à transmissão, Louro José precisou seguir a atração matinal sem a loira.

“A Ana Maria já volta, ela está bem, foi um tombão, mas ela já volta. E vamos rir um pouco para passar o susto!”, disse ele, exibindo alguns VTs genéricos da atração.

A gafe foi parar no Trending Topics do Twitter.

Logo que voltou a comandar o “Mais Você”, Ana Maria Braga afirmou que tudo não passou de um acidente.

 

gif: Morri de Sunga Branca

dica do Gerson Peçanha