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Americanas preferem comida saudável a romance

foto: Thinkstock

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Márcia Garbin, no Virgula

Muitas mulheres priorizam uma alimentação saudável, até mesmo mais do que um romance e um relacionamento feliz em suas vidas. É o que afirma uma pesquisa realizada nos EUA com 1,5 mil entrevistadas, 61% delas admitiram que preferem refeições equilibradas a um romance estável.

Segundo informações do “Daily Mail”, o estudo também descobriu que 70% das mulheres afirmaram que preferem que seu filhos se alimentem bem a terem bons resultados na escola.

Além disso 60% também escolhem dar prioridade a alimentos saudáveis em vez de se concentrarem em uma poupança.

Os 40 ranchos abandonados mais bonitos e bucólicos

Publicado no Metamorfose Digital

No interior existe uma espécie de construção para uso coletivo e colaborativo, normalmente conhecida como “rancho”. Na realidade é uma cabana de taipa de mão (pau a pique), que serve de pouso e guarida a pescadores, aventureiros, trilheiros, praticantes de campismo, entre outros. O bacana é que existe um código de conduta, entre pessoas que talvez nunca se conhecerão, de jamais deixar o rancho desabastecido (lenha, víveres e alimentos) e bagunçado.

Quando jovem, conheci muitos ranchos como estes quando ia acampar ou pescar e, em nenhuma oportunidade, nunca encontrei um rancho marginalizado. O mais incrível é que estes ranchos não têm um dono em específico. Muitas vezes ficam dentro da propriedade de alguém, que nunca lhes cobram pertinência. Falar a verdade? Nem sei se ainda existem.

Neste post mostramos uma compilação de ranchos e cabanas abandonados pelos 4 cantos do mundo. Não há como garantir que quando eram funcionais tinham as mesmas características coletivas dos ranchos do interior de Minas Gerais, mas gosto de pensar que sim, gosto de imaginar a lenha estalando no fogão de barro, enquanto as palavras soltas e os acordes de um violão vazam pelas frestas da taipa de terra batida, um ambiente tão rústico quanto aconchegante.

As fotografias, que infelizmente não contemplam créditos ou localização, são ao mesmo tempo bonitas e tristes, parecem esperar por seus donos que já não mais virão.rancho_abandonado_40 rancho_abandonado_39 rancho_abandonado_38 rancho_abandonado_37 rancho_abandonado_36 rancho_abandonado_35

Me lembrei de um episódio muito curioso e engraçado, de quando tinha mais ou menos uns 13 anos e junto a mais usn 10 amigos, todos crianças, fomos “escalaminhar” o Pico do Itaguaré, o “Gigante Adormecido”. O cume está a quase 2.500 metros de altitude, seu platô é inóspito, gelado e venta o tempo todo. O plano era acampar na sua base e fazer a escalaminhada de mais ou menos 1,2 km até o pico num dia de sol.

Quando chegamos próximos à base, para a alegria geral da molecada, encontramos um rancho recém-construído. Beleza, não precisaríamos construir as cabanas com folha de sapé e caeté (nós não tínhamos barracas então). Para a surpresa o rancho tinha de tudo, até goiabada cascão encontramos. Fizemos uma festa.

Para encurtar a história: no outro dia de noite quando cantávamos em volta da fogueira, chegou um senhor muito bravo, era o ermitão que morava ali há pouco. Na manhã do dia seguinte, 3 de nós, depois de um par ou ímpar bem disputado, voltamos até a cidade (16 km de caminhada) para repor o que havíamos usado da dispensa do Seu Serapião. emoticom

Fonte: Perfect Nature

Insetos são alimento para 2 bilhões de pessoas, segundo ONU

Besouros são inseto mais consumido; Nações Unidas destacam necessidade pela preservação da fonte alimentar

Minhocas com fritas são servidas no restaurante nova-iorquino Brooklyn Kitchen durante degustação especial (foto: Latinstock)

Minhocas com fritas são servidas no restaurante nova-iorquino Brooklyn Kitchen durante degustação especial (foto: Latinstock)

Publicado originalmente em O Globo

ROMA- O diretor da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), José Graziano, declarou nesta segunda-feira que insetos, como grilos e formigas, são essenciais para combater a fome no mundo.

Graziano colocou os insetos no mesmo patamar da preservação de matas e florestas para a segurança alimentar, durante a apresentação de uma recente pesquisa realizada pela FAO em colaboração com a Universidade de Wageningen, na Holanda. Segundo o estudo, mais de 1,9 mil espécies de insetos são consumidas por pessoas em todo o mundo.

Pelo menos dois bilhões de pessoas no mundo têm insetos em sua dieta. Os principais são os besouros (31%), as minhocas (18%), as abelhas, vespas e formigas (14%), os gafanhotos e grilos (13%).

Graziano destacou que os insetos deveriam estar “mais integrados com políticas de segurança alimentar e com o uso da terra”.

Os autores ressaltam que os insetos são nutritivos, com alto teor de proteína, gordura e minerais. Eles são “particularmente importantes como um complemento alimentar para crianças desnutridas”, destaca o trabalho científico.

Insetos também são “extremamente eficientes” na transformação de alimentos em carne comestível. Grilos, por exemplo, precisam de 12 vezes menos alimentação que o gado para produzir a mesma quantidade de proteína, de acordo com o relatório.

Brasil lá e cá

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Marina Silva

A eleição do brasileiro Roberto Azevêdo (foto) para a OMC desperta muitas expectativas. Mesmo com poder limitado e os rumos da organização definidos pelos países ricos, a direção de um país emergente é vista como uma renovação necessária e urgente, num momento de crise e paralisia dos órgãos de governança global.

Atribui-se à crise econômica o travamento das negociações internacionais, não apenas na agenda comercial –a Rodada de Doha–, mas também na superação da miséria e até no enfrentamento das mudanças climáticas.

Mas a crise não justifica tudo, apenas revela que a inoperância dos governos vem da sua incapacidade de liderar processos complexos num mundo em transformação. Refugiam-se em protecionismos e acordos bilaterais. Para usar uma metáfora que tenho ouvido dos mais jovens, são governos analógicos num mundo digital.

Vejamos questões centrais nos impasses da OMC, como os subsídios à agricultura nos países desenvolvidos e as dificuldades dos emergentes em abrir setores de serviço e compras governamentais. Em cada país há disputas de interesses específicos, com variados graus de influência política, e as posições externas refletem contradições internas.

É o caso do Brasil: nos últimos anos, vimos um reforço político à tendência de aprofundar nossa inserção internacional com o fornecimento de alimentos e minérios, quase abdicando da capacidade de crescer em conhecimento e inovação. Ou seja, exportamos basicamente recursos naturais.

A isso corresponde o retrocesso na política interna, que passa o trator sobre os direitos das comunidades tradicionais e desregula a gestão do patrimônio ambiental. Como pode o Brasil assumir posições avançadas nas questões em que o comércio internacional defronta-se com mudanças climáticas, energias renováveis, florestas e direitos dos povos?

Todos queremos o Brasil na liderança dos organismos internacionais, mas a pergunta é: qual diferença e avanço os brasileiros trazem? No caso da OMC, como atualizá-la para tratar as interfaces do comércio com a gestão financeira, a tecnologia, as questões socioambientais? Como o novo diretor-geral tratará os critérios de sustentabilidade que devem orientar o comércio internacional?

Temos um bom sinal: ele chefiou os negociadores brasileiros numa grande vitória na OMC, quando a lei brasileira que restringe a importação de pneus reformados foi questionada pela União Europeia. E já declarou interesse em incorporar novos temas ao debate.

Esperemos que seja indicativo de suas convicções e da capacidade de ajudar o Brasil a superar a contradição entre imagem externa e política interna para, assim, construir relações internacionais adequadas aos desafios e mudanças do mundo.

fonte: Folha de S.Paulo

Americano guarda hambúrguer da McDonald’s por 14 anos. Veja o que aconteceu

Apesar do tempo guardado em um armário, o sanduíche não apresenta nenhum sinal de podridão ou mofo. A empresa justificou o fenômeno

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publicado no Administradores

David Whipple, morador da cidade de Utah, nos Estados Unidos afirmou que guardou um hambúrguer da McDonald’s por 14 anos em casa e ele continuou praticamente intacto.

O americano foi ao programa de televisão The Doctorspara falar sobre seu experimento. Ele conta que comprou o sanduíche para guardar durante duas semanas e mostrar aos seus amigos. E então ele simplesmente esqueceu.

Dois anos depois, ele encontrou o alimento junto à nota fiscal em um armário. Apesar do tempo, não existia nenhum sinal de podridão ou mofo. Foi então que ele decidiu guardar o sanduíche até que ele se desintegrasse.

Entretanto, mais de uma década depois, o lanche continua o mesmo. Apenas os picles desapareceram. No programa, Whiple contou que utiliza a experiência para incentivar seus netos a se alimentarem melhor.

Em seu site, a McDonald’s explicou que o fenômeno acontece devido ao processo de fabricação dos sanduíches que os tornam muito secos após serem cozidos e tostados. Segundo a cadeia de alimentos, o hambúrguer perde água na forma de vapor durante o processo de cozimento e o pão é tostado, ficando muito seco. Assim, na ausência de umidade ou alta umidade, o sanduíche simplesmente resseca, ao invés de apodrecer.