10 dicas simples para fazer as coisas durarem mais

Publicado no Catraca Livre

Com alguns truques fáceis, você consegue fazer alimentos, objetos da casa e até sapatos durarem por mais tempo. Além de fazer bem para o bolso, também ajuda a diminuir o desperdício e a preservar o planeta. Confira:

1. Coloque um guardanapo sobre as folhas de alface para mantê-las frescas ao longo da semana.

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2. As bananas no cacho duram cerca de seis dias. Separe-as para que elas durem mais de duas semanas.

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3. Compre leite orgânico. Ele dura mais e é melhor para a saúde!

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4. Coloque a meia calça no freezer durante 24 horas. O congelamento ajuda a fortalecer as fibras do tecido e faz com que a meia não desfie com tanta facilidade.

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5. Use apenas um pouco de pasta quando escovar os dentes. Tem o mesmo efeito que usar um monte.

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6. Alterne os pares de sapato. Assim você permite que a sola se descomprima e que ele seque bem antes de usar de novo. Isso é ainda mais importante com tênis de corrida.

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7. Quando não estiver usando o computador, desconecte o carregador. Isso faz com que a vida útil da bateria seja maior.

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8. Coloque uma tampinha de vodka e um pouco de açúcar no vaso para que as flores durem mais.

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9. Deixe a vela no freezer 24 horas antes de usá-la. Isso endurece a cera e faz com que ela queime mais devagar.

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10. Corte a esponja ao meio – o tamanho é suficiente e você economiza na hora das compras.

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11 maneiras de recusar alimentos indesejados e seguir na dieta

Publicado no Catraca Livre

Certamente, a parte mais difícil das dietas é presenciar alguma festa com comidas deliciosas e não poder se deliciar à vontade. Além disso, para piorar a situação, sempre há algum amigo ou familiar que tenta “empurrar” alimentos indesejados para a continuação da dieta.

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Mesmo que a motivação para seguir o regime persista, é importante manter o controle sobre o que você vai comer. O melhor é ser sempre honesto com aqueles que tentam “empurrar” alguma comida, mas há maneiras mais agradáveis de recusar o alimento.

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Pensando nisso, o Hype Science selecionou algumas ideias para sair dessas situações. Confira:

1) “Pode deixar, já já eu experimento!”

Essa tática da “enrolação” pode ser a ideal para evitar certas comidas que alguém fala para você experimentar. Dizer que vai comer depois é ótimo, pois não é uma recusa e, provavelmente, a pessoa não vai te perguntar ou oferecer de novo.

2) “Já comi, estava mesmo ótimo!”

Essa tática “da mentirinha branca” pode funcionar muito bem em certas situações. Mesmo que você não possa comer, ainda elogia o que provavelmente é mesmo um prato delicioso.

3) “Eu vou viver mais tempo e comemorar mais feriados se seguir minha dieta”

Sempre há alguém que, ao empurrar alguma comida, diz: “É só uma vez por ano!”. Para não gerar discussão, é mais fácil argumentar que comer direito é uma meta para ter uma melhor saúde e uma vida mais longa.

4) “Não estou obcecado com o que como, apenas consciente do que como”

Nessas festas, sempre alguém diz que você está exagerando com a dieta. Mas, não deixe que isso desvia sua perseverança e reconheça que suas escolhas alimentares podem influenciar outras pessoas a serem mais conscientes também.

5) “Desculpe, mas eu não gosto (ou não posso comer) tal ingrediente”

É ainda mais difícil argumentar contra as preferências alimentares de alguém caso ela tenha alguma condição ou alergia. Com esse motivo, dificilmente a pessoa insista para você experimentar algum alimento.

6) “Confie em mim, eu não preciso de nada, na verdade, está tudo sobrando”

Com essa frase bem humorada, você afasta aquele que quer insiste em argumentar sobre você recusar comer algum alimento.

7) “Melhor não experimentar, tenho certeza que está delicioso e que eu não serei capaz de parar”

Essa tática é perfeita para recusar o famoso “só um pedacinho” ou “só uma mordida”.

8) “Já comi tanto [esse prato] que estou enjoado e preciso dar um tempo”

Seus parentes e amigos com certeza sabem qual o seu prato preferido, e vão insistir ainda mais para que você coma ou repita, mesmo que você recuse. Por isso, essa tática é infalível em situações como essa.

9) Se alguém colocar comida no seu prato sem que você tenha pedido, empurre o alimento ao redor com seu garfo, para fazer parecer que você comeu pelo menos um pouco

10) “Não posso beber, estou dirigindo”

Bebidas alcoólicas engordam bastante e podem prejudicar a dieta. No entanto, ninguém vai argumentar se você vai dirigir e precisa estar sóbrio.

11) “Obrigado, mas já estou com a geladeira cheia e assim você tem o que comer amanhã”

Se você não quer levar uma “marmita” para casa e ter que lidar com mais uma tentação, recuse o que o anfitrião oferecer dessa maneira. Se ele insistir, você fala que a comida pode até estragar.

Após todas essas dicas é importante ressaltar que não há problema algum comer o que você quiser com moderação. O importante é não se privar e aprender a ter autocontrole para manter uma boa saúde.

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Ministério da Saúde lança guia com as 10 regras da alimentação saudável

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Publicado no Extra

Com o objetivo de combater a obesidade e o avanço das doenças crônicas no Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira, o novo Guia Alimentar para a População Brasileira. A publicação aponta caminhos para se alcançar uma dieta saudável: deve-se priorizar alimentos frescos e minimamente processados, além de limitar o consumo dos processados e evitar os ultraprocessados.

De acordo com o texto, alimentos processados devem ser utilizados, preferencialmente, apenas como ingredientes ou parte de refeições.

— Ao longo dos anos, o consumo regular de industrializados pode levar a doenças como diabetes e hipertensão — alerta o nutricionista esportivo e funcional Rafael Góes.

O guia não traz recomendações de porções a serem ingeridas. Em vez disso, incentiva a adoção de comportamentos saudáveis relacionados à alimentação, como envolver a família e os amigos no preparo da comida.

— Cozinhar trabalha o paladar e o tato. O compartilhamento das habilidades culinárias favorece a adesão à dieta equilibrada — completa.
O Ministério da Saúde ressalta que o guia não proíbe o consumo de qualquer alimento e busca apenas indicar o que deve ser priorizado.

— O segredo da saúde e, consequentemente, da estética, é o equilíbrio — diz Góes, lembrando que moderação é a palavra de ordem.
Sessenta mil cópias do guia alimentar serão entregues em unidades de saúde e escolas. Será disponibilizada ainda uma versão para download no site do ministério.

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CONHEÇA A CLASSIFICAÇÃO DOS ALIMENTOS
- Alimentos in natura: são partes de plantas ou de animais, como carnes, verduras, frutas e legumes.
– Processamento mínimo: alimentos minimamente processados passam apenas por processos como limpeza, moagem e pasteurização, que não agregam substâncias. Exemplos: arroz, feijão, lentilhas, cogumelos, farinha de mandioca e massas frescas.
– Alimentos processados: recebem adição de sal ou açúcar para se tornarem mais duráveis e atraentes, como conservas em salmoura, compotas de frutas, carnes salgadas e defumadas, queijos, sardinha e atum em lata e pães.
– Alimentos ultraprocessados: contêm pouco ou nenhum alimento inteiro e muitos aditivos, como corantes e conservantes. Exemplos: salsicha, biscoitos, sorvete, molhos prontos, misturas para bolo, macarrão instantâneo, refrigerantes e congelados.

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Ataques de blogueira ao Starbucks provocam revolta por ‘vender medo’

Fenômeno viral por cyberativismo é criticada por distorcer informações sobre alimentos

Vani Hari, a blogueira “Food Babe”, no Green Festival in Los Angeles, California: cyberativismo contra ingredientes impróprios nos alimentos (foto: Jonathan Alcorn / Bloomberg)
Vani Hari, a blogueira “Food Babe”, no Green Festival in Los Angeles, California: cyberativismo contra ingredientes impróprios nos alimentos (foto: Jonathan Alcorn / Bloomberg)

Publicado por Bloomberg News [via O Globo]

Food Babe chega inesperadamente a uma estação pública de rádio de Charlotte, na Carolina do Norte, segurando um frasco de US$ 10 de suco natural e vestida com a roupa da ginástica matinal: regata da Lululemon, botas Uggs pretas com lantejoulas e um charmoso colar abençoado na Índia.

Food Babe é o pseudônimo da blogueira Vani Hari, uma consultora bancária de 35 anos de idade que se transformou em ativista alimentar e que construiu uma audiência on-line fiel, desafiando empresas como Starbucks e Chick-fil-A, por causa de ingredientes que ela considera prejudiciais. Hari tem aproveitado a crescente inquietação dos americanos a respeito de alimentos processados com uma pergunta simples e abrangente: e se todas as pequenas quantidades de ingredientes artificiais e sintéticos que ingerimos constituírem algo que pode nos fazer mal? Se é verdade que a dose faz o veneno, “não sabemos a dose”, diz ela.

Naquele dia do início de fevereiro, Hari estava saboreando seu golpe mais recente, humilhando a rede de sanduíches Subway por causa de um elemento químico em seu pão que é encontrado também em tapetes de ioga. Com seu blog atraindo até quatro milhões de visitantes por mês, Hari se acostumou a distribuir críticas, não a desviar delas. Na rádio pública, naquele dia, isso estava prestes a mudar.

Após uma amistosa introdução e um esquete de Jon Stewart, do The Daily Show, fazendo uma paródia com o pão-tapete de ioga do Subway, o apresentador da rádio pública disse:

— Bom, você não é cientista.

— Bem, eu sou cientista da computação, tive que fazer vários cursos de Engenharia para isso — respondeu Hari, com uma risada esquisita.

Ele se aborreceu:

— Mas você não é cientista de alimentos. Você não é química. Você não é cientista nesse aspecto.

E então ele citou um editorial no qual um neurologista da Faculdade de Medicina de Yale chama a acusação dela ao Subway de “o pior exemplo de comercialização pseudocientífica do medo que vi em muito tempo”.

VENDENDO MEDO

Os pés de Hari se mostravam inquietos sob a mesa. Quando o apresentador perguntou se na prática ela estava ameaçando o Subway, a voz dela mudou.

— Na verdade, o único que ameaça alguém aqui é o Subway ao dizer que estamos comendo alimentos frescos — disse ela.

Hari pertence a uma tribo crescente de ativistas da internet que usa métodos chamativos — alguns dizem extravagantes — para pressionar as empresas a efetuarem mudanças. Em Mississippi, a adolescente Sarah Kavanaugh contestou com sucesso os ingredientes do Gatorade, da PepsiCo. Do Texas, Sharon Wilson administra o Bluedaze.com, um site dedicado a acabar com o fracking hidráulico.

Embora seja legítimo perguntar se as campanhas, às quais se pode aderir com o clique de um mouse, têm poder de permanência e profundidade, os blogueiros ativistas têm colocado os holofotes sobre assuntos controversos do dia. Em alguns casos, eles forçaram as empresas a responderem. Após ser pressionada por Kavanaugh, a PepsiCo removeu o óleo vegetal bromado do Gatorade. Wilson, amplamente reconhecido por incentivar o movimento anti-fracking, forçou o setor a se defender.

CORANTES ARTIFICIAIS

A Kraft Foods Group removeu os corantes artificiais de algumas de suas massas Macaroni Cheese depois que Hari depositou 270.000 assinaturas exigindo a mudança na porta da sede da empresa, em Chicago. A rede de fast-food Chick-fil-A disse que removeria os antibióticos de seu frango depois que Hari disse ter encontrado mais de 100 ingredientes no sanduíche principal da rede.

A Kraft e o Subway dizem que as mudanças pedidas por Hari já estavam sendo consideradas. A Chick-fil-A informou que depois de discutir sobre os antibióticos com Hari em 2012, uma pesquisa feita na sequência convenceu a empresa de que muitos clientes compartilhavam suas preocupações. A PepsiCo disse que começou a reformular o Gatorade antes de Kavanaugh fazer uma petição à empresa e que decidiu anunciar a mudança depois que ela levantou questionamentos a respeito do óleo vegetal bromado.

Atrair a atenção em uma sociedade fragmentada muitas vezes exige uma dose pesada de hipérbole. Esse é o truque. As acusações de Hari a respeito de aditivos que soam ameaçadores mesmo se pouco utilizados, entre as quais uma que fala do derivado de uma glândula anal de um castor, se tornam virais. Elas também dão munição aos críticos para diluir e até desacreditar sua mensagem.

ATENÇÃO INDEVIDA

Após a entrevista para a NPR, um crítico que escreveu na web para a “Forbes“ acusou Hari de praticar “quackmail” (junção de charlatão, “quack”, com chantagem, “blackmail”). Outro a comparou à amplamente criticada ativista do autismo Jenny McCarthy e um terceiro a incentivou a “engasgar e morrer”. Como Hari vende anúncios em seu site, os detratores dizem que é de seu interesse gerar controvérsia em troca de atenção. A escolha do pseudônimo Food Babe (“Beldade da Alimentação”, em português) para a gestão do blog levou alguns críticos a dizerem que ela usa seu visual para atrair uma atenção indevida.

— Ela vai a todos esses programas de entrevistas em parte por causa do visual — disse Joe Schwarcz, que dirige o Departamento de Ciência e Sociedade da Universidade McGill, em Montreal, dedicado a triar pseudociência. — A formação científica dela é inexistente.

Em uma entrevista, Hari disse que subestimou as reações críticas e perguntou em voz alta se a indústria não estava realizando uma campanha silenciosa. Quando a pressão se intensificou, em agosto, ela desabafou com seus fãs no Facebook:

“Eles estão atacando os mensageiros que espalham a verdade. Eles esperam que eu e outros ativistas, incluindo você, simplesmente desistamos”.

O apelo de Hari é decorrente em parte de seu uso de vídeos na internet. Em um deles, ela começa fazendo um exercício de backbend (curvatura da parte superior do corpo para trás) com um top decotado. Ela cumprimenta o espectador, falando sobre o quanto gosta de ioga e como isso a deixa faminta. E então ela morde uma ponta de seu tapete de ioga. “Humm”, diz ela. “Acorda, gente. Deem uma olhada nos ingredientes do pão de nove grãos do Subway. Você sabia que um deles é o mesmo ingrediente encontrado nos tapetes de ioga?”.

CASTOR MARIONETE

A seguir, nesse vídeo, ela diz que o composto agressor, o azodicarbonamida, está proibido em alguns países como Cingapura, onde aqueles que são pegos usando-o são punidos com multas e prisão. “Sim, esta é uma substância muito perigosa que está ligada a problemas pulmonares em trabalhadores expostos a ela”.

Em outro vídeo, que pode ser confundido com um esquete do Saturday Night Live, Hari brinca e elogia um castor marionete por ajudar o meio ambiente. “Mas eles também dão sabor a uma tonelada de alimentos nos supermercados”, diz ela. “Sim, você faz isso com seu pequeno ânus. Não é mesmo, pequeno castor? Seu ânus”.

Hari se refere ao castóreo, que é retirado de uma bolsa localizada perto do ânus do castor e rotulada nos EUA como um condimento natural.

Steven Novella, o pesquisador de Yale mencionado na entrevista de rádio, diz que Hari distorce os fatos. Ele deu como exemplo o produto químico azodicarbonamida, usado para clarear e amaciar alguns pães do Subway e para criar bolhas de ar que tornam os tapetes de ioga flexíveis e espumosos. A pesquisa que ela cita se concentra na forma gasosa do produto químico e nos trabalhadores que o aspiram, não em alimentos. Novella diz que o Subway usa uma quantidade muito pequena do ingrediente para ser perigosa.

AUDIÊNCIA CRESCENTE

O FoodBabe.com atrai entre 2,5 milhões e quatro milhões de visitantes únicos por mês, segundo Hari. O Comscore estima que a audiência de Hari em julho, na internet e em dispositivos móveis, foi de 795.000 visitantes únicos. Os números contrastam com os quase 14 milhões de visitantes dos múltiplos sites e aplicativos móveis do Starbucks. Discrepâncias de lado — devido a sistemas de medição complexos e imperfeitos —, os dados da Comscore mostram que a audiência mensal de Hari, dominada por mulheres, quadruplicou nos últimos 12 meses, com picos e vales ao longo do caminho. Ela atingiu um pico em fevereiro e março, quando mirou o Subway. Novas investigações, previsivelmente, causam picos no tráfego.

Hari está apenas começando. Ela foi contratada por uma produtora para criar seu próprio programa de TV e publicará um livro chamado “The Food Babe Way” (“O estilo Food Babe”, em tradução livre), em fevereiro, detalhando sua jornada e filosofia. Manter uma empresa significa que as investigações precisam continuar sendo feitas. Inevitavelmente, elas também terão que ser mais ousadas. Isso significa réplicas certamente amplificadas e mais hostis também.

— Se eu lesse tudo o que sai na internet — disse ela, — eu ficaria louca.

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Imagens criativas usando alimentos

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Publicado no Marte é para os fracos

Usar alimentos como fonte de inspiração para fazer algum trabalho artístico traz sempre um resultado bacana, por terem formatos conhecidos, sempre é uma grata surpresa ver o que as mentes criativas conseguem fazer com seu trabalho.

Já trouxemos alguns trabalhos em que os alimentos foram fonte de inspiração para os artistas, dentre os mais bacanas destaco Minimize Food de William Kass, onde um mundo em miniatura foi criado com a utilização de diversos alimentos, as maçãs foram brindadas também com uma divertida série.

Hoje trazemos uma série com 40 trabalhos que usam os alimentos como inspiração e criam os mais diversos tipos de imagens, sejam os pães que foram transformados em uma cabana africana ou o os cocos que foram transformados em uma família galinácea. Divirta-se com esse show de criatividade e explore um pouco mais do trabalho dos artistas através do link de suas imagens.

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11-Photo-Manipulation-CupCake

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