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Vídeo fofo: Amizade entre gato e porco-espinho vira hit na web

Érika Okay, no Bombou na Web

O que acontece quando um filhotinho de gato encontra um filhotinho de porco-espinho? Nada. Se for ver o vídeo abaixo, cuidado apenas para seu monitor não explodir em um arco-íris de felicidade e encantamento, próprios de encontros bonitinhos assim. O vídeo fofíssimo já foi visto mais de 3 milhões de vezes em apenas 5 dias!

Criador do ‘The Voice’ leva a fé para nova minissérie

    Getty Images    Executive producer Mark Burnett

Getty Images
Executive producer Mark Burnett

John Jannarone, no The Wall Street Journal [via Valor Econômico]

Mark Burnett fez fama por ser a força por trás de programas de reality TV de grande sucesso, como “Survivor” e, mais recentemente, “The Voice”. Agora, ele está voltando sua atenção para outro tipo de TV: uma série bíblica.

Burnett está prestes a terminar uma minissérie de 10 horas, “The Bible” (A Bíblia), baseada em histórias como a da arca de Noé e Daniel na cova dos leões. A série, que deve ir ao ar no início do ano que vem no History Channel, é o primeiro trabalho de Burnett em programas de TV com roteiro pré-escrito.

É também um projeto que toca fundo no coração de Burnett. Nos últimos dois anos, esse ex-paraquedista militar de 52 anos diz que se tornou profundamente religioso, uma transição que ele atribui a Roma Downey, sua esposa desde 2007. “Foi só quando conheci Roma que realmente compreendi a minha fé, e isso vem sendo uma mudança dinâmica para mim”, disse Burnett.

Ele também dá à mulher o crédito da ideia da série. “Minha esposa tinha a sensação de que há muita coisa por aí que parece estar difamando a Bíblia”, disse ele. “Roma disse que deveríamos filmar a verdadeira história.”

Nos últimos anos, Burnett e Downey fizeram amizade com o famoso televangelista Joel Osteen, pastor de uma igreja de Houston, no Texas, que é a sede da maior congregação dos Estados Unidos. Osteen está dando assessoria a Burnett na série.

“Ele veio [à nossa igreja] várias vezes e nós fomos jantar na sua casa e coisas assim”, disse Osteen.

Mark Burnett e a esposa, Roma Downey, estão produzindo ‘A Bíblia’. A série foi filmada este ano no Marrocos. Durante a produção, Downey passou quase seis meses ininterruptos no país. Burnett voltava de avião para a Califórnia semanalmente para produzir a edição americana “The Voice”, viagem que leva até 30 horas em cada sentido.

O projeto de US$ 20 milhões, financiado pelo History Channel e pela Hearst Corp., dona de 50% do canal, ocorre num momento em que o gênero reality show dá sinais de já ter chegado ao pico.

Desde a estreia de “Survivor”, em 2000, na rede americana CBS Corp., a televisão do país foi inundada por reality shows sem roteiro prévio, desde “Extreme Makeover”, da rede ABC, mostrando cirurgias plásticas, até “Here Comes Honey Boo Boo”, da TLC, estrelando uma criança candidata a um concurso de beleza.

Burnett tem atualmente cinco reality shows no horário nobre em três redes de TV nos EUA, a maior presença na carreira do produtor. O que mais se destaca é “The Voice”, na NBC, rede da Comcast Corp. A série “Survivor” já está agora em seu 13º ano.

Embora o público de “Survivor” nos EUA seja hoje menor que o máximo de quase 30 milhões que atingiu em 2001, ainda consegue uma saudável média de 12 milhões de espectadores e continua sendo o programa de maior audiência em seu horário, segundo a Nielsen.

Burnett disse que está havendo um excesso de programas de reality TV, em especial nos canais a cabo. “Os programas da TV a cabo [...] não podem ser todos sobre gente que tem um emprego estranho sendo seguida pelas câmeras”, disse ele.

Ele disse acreditar que as redes muito dependentes de reality shows vão se afastar dessa fórmula. “A TV a cabo está evoluindo”, disse. “Aposto que daqui a cinco anos um terço dos programas da TV a cabo terá algum tipo de roteiro, com narrativa.”

No ano passado, ele vendeu para a Hearst uma participação de 50% na maioria dos seus negócios, incluindo programas como “The Voice”, fazendo com eles uma sociedade em que Burnett vai criar programas de TV.

Embora preferisse não dar detalhes sobre outros planos para programas com roteiro, ele disse que “A Bíblia” não será uma iniciativa isolada. “Estamos desenvolvendo ativamente uma tonelada de material roteirizado nesse momento [...]. Meu instinto me diz que provavelmente vamos acabar fazendo mais programas roteirizados do que reality shows nos próximos 10 anos.”

A Hearst espera que “A Bíblia” agrade a muita gente. Nos EUA, “há um grande número de cristãos, talvez 60 milhões ou mais, que vão à igreja toda semana”, disse Scott Sassa, presidente de entretenimento e distribuição da Hearst.

Empregadores contratam pessoas com quem poderão fazer amizade

Stephanie D’Ornelas, no HypeScience

Está indo para uma entrevista de emprego? Seja amigável com seu futuro chefe. Uma nova pesquisa mostrou que os detalhes de um currículo podem não ser tão significativos quanto encantar o empregador com sua personalidade.

Pesquisadores sugerem que os chefes não querem apenas um empregado, mas também um amigo. Eles tendem a contratar pessoas com quem eles gostariam de passar tempo junto. Isso pode valer mais do que um candidato mais qualificado, mas que não tem nada a ver com ele.

Os empregadores procuram pessoas com habilidades para trabalhar com qualidade, é claro (ou seja, seu currículo ainda é importante). Mas, além disso, eles querem criar um vínculo com as pessoas que estarão à sua volta. Para um bom ambiente de trabalho, eles podem preferir pessoas que possam ser suas amigas – ou até parceiras românticas.

Os resultados do estudo, realizado por pesquisadores da Universidade Northwestern (EUA), foram baseados em 120 entrevistas com profissionais envolvidos na contratação para vagas em bancos, escritórios de advocacia e empresas de consultoria de gestão nos EUA.

Se você estivesse no lugar do entrevistador, contrataria uma pessoa com um bom currículo, mas que não fosse nada parecida com você, ou alguém simpático e amigável, mas com currículo regular? [LiveScience/The Peterborough Examiner]

É o Tchan volta em 2013 com formação original

Publicado originalmente no Diário de S.Paulo

Scheila Carvalho e Carla Perez mantiveram a amizade

O grupo É o Tchan promete sacudir a Bahia e o restante do Brasil em 2013. Beto Jamaica, vocalista da banda, contou à coluna que em 2013 eles vão gravar um novo DVD. E na produção ele vai retomar os sucessos do Gera Samba e também reunirá as meninas que fizeram a história do grupo. “Vamos juntar a Carla (Perez), a Scheila (Carvalho) e também a Débora (Brasil)”, contou. Ainda entre os planos, ele pode chamar pessoas de peso como Ivete Sangalo, Claudia Leitte e Daniela Mercury para fazerem uma pontinha.

A gravação do DVD será transmitida por um canal do país. Por enquanto, porém, ele só pode confirmar os nomes de Xandy, marido de Carla Perez, e do grupo Parangolé.  “O Tchan sempre será um sucesso”, diz ele. O DVD terá entre 15 e 20 músicas. “Todo mundo vai colocar a mão no joelho (risos). E segurar o tchan”, brincou ele, que garante: “Alguns perguntam onde está o grupo, mas nunca terminamos”. Ultimamente, inclusive, eles têm se apresentado em algumas casas GLS. “Não fechamos num público só”, explica.

Entre os planos, está uma turnê internacional. “Nós vamos cantar na Itália, na Espanha, naqueles lugares lá da Europa.”. E, obviamente, com muito samba. “Todo mundo conhece o produto brasileiro. Isso é muito bom.”

Depois do Carnaval, eles devem começar os ensaios para essa produção do DVD especial.

dica do Rogério Moreira

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Alunos evangélicos de Manaus se negam a fazer projeto sobre cultura africana

Os estudantes se sentiram ofendidos com os estudos propostos.

Sérgio Victor,  no D24AM

Manaus – Um grupo de 14 alunos do 2º e 3º ano do ensino médio se recusou a apresentar uma feira sobre cultura africana na Escola Estadual Senador João Bosco de Ramos Lima, na Avenida Noel Nutels, zona norte de Manaus. Os estudantes se sentiram ofendidos com os estudos propostos e queriam apresentar o trabalho com outro objetivo: As missões evangélicas na África.

Os professores não aceitaram o tema e os estudantes montaram sua barraca na frente da escola sem o consentimento dos educadores. “O que eles queriam apresentar fugia totalmente do tema e eles acabaram montando a tenda fora da escola, no sol. Depois de conversarmos eles foram para o pátio, mas o trabalho não podia ser avaliado porque não tinha a ver com a feira”, disse o coordenador adjunto da escola Raimundo Cleocir.

O caso gerou a revolta nos pais, que foram para escola tentar saber o motivo das notas baixas que os filhos iriam receber. Os estudantes alegaram discriminação contra a religião evangélica e, ao saberem do caso, militantes dos direitos humanos avisaram as entidades respectivas.

A escola realizou uma reunião entre os professores, pais e alunos para explicar o ocorrido com a participação de representantes dos Direitos Humanos, Movimento Religioso de Matriz Africanas, Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Marcha Mundial das Mulheres.

Como representante do Conselho dos Direitos Humanos, Rosaly Pinheiro mediou a reunião. “Fomos convocados para mediar a reunião, pois é um assunto muito delicado e é preciso articular com as pessoas o argumento de que vivemos numa democracia, e todos tem liberdade de expressão”, declarou.

Jefferson Carlos, um dos alunos, explicou as razões de sua equipe não concordar com o tema. “Tivemos que ler um livro chamado Jubiabá do Jorge Amado, onde um garoto tem amizade com um pai de santo. Eu achei muito estranho isso porque teríamos que relatar essa história no trabalho. Queríamos apresentar de outro modo, sem falar sobre isso”.

Mãe de uma das alunas, Wanderléa Noronha, contou estar decepcionada. “A discriminação aconteceu conosco. Minha filha não quis apresentar o tema e sofreu bullyng pelo os outros alunos. Por que não pode haver espaço para a religião evangélica na feira?”, indagou.

O pastor Marcos Freitas do Ministério Cooperadores de Cristo, do qual os alunos fazem parte, não gostou da literatura que foi estudada nos trabalhos. “Tinha homossexualismo no meio, eles querem que os alunos engulam isso?”, disse.

Leis 10.635 e 11.645

Luiz Fernando Costa, que faz parte do corpo docente da escola e também é Presidente do Movimento Negro no Amazonas, destacou na reunião que a escola seguia as diretrizes da lei federal 10.635 e 11.4645 que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nas escolas.

“Todo este tema está no currículo da escola, a discussão é sobre ensino das culturas e não sobre a religião” afirmou.

Raimunda Nonata Corrêa, dirigente da Coordenação Amazonense das Religiões de Matriz Africana (Carma), concordou que também a religião não era o foco do debate. “A escola não é espaço de disputa religioso, mas sim para qualificar um aluno com cidadão brasileiro, num país que é plural”

Direção

A diretora da escola, Isabel Costa, disse nunca ter visto isso nos sete anos que o Projeto Interdisciplinar aconteceu. “Eu fiquei muito abalada com o tamanho da confusão que se deu”, contou.

Ainda segundo Isabel, uma reunião com o Secretaria de Estado de Educação (Seduc) acontecerá semana que vem para decidir as notas dos alunos.

Feira Cultural

A 8ª Feira Cultural faz parte do Projeto Interdisciplinar de Preservação da Identidade Étnico Cultural da escola, que tem como objetivo o ensino da contribuição das diversas culturas para a formação da identidade brasileira.

A programação, que começou na segunda feira (7), incluía exposição de trabalhos sobre autores que pautavam a diversidade étnica como José de Alencar, Jorge Amado, Castro Alves, entre outros. O término da feira aconteceu nessa quarta-feira (9).

dica do Felipe Reis Melo