Filha de Edir Macedo vai lançar revista mensal, diz Veja

Publicado originalmente no Comunique-se

O mercado editorial deve ganhar mais um título em abril. Coordenado pela filha de Edir Macedo, a apresentadora Cristiane Cardoso, o projeto trata-se de uma revista e tem foco nos casais.

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Revista deve ter o mesmo foco que o programa apresentado na Record (Imagem: Reprodução)

De acordo com o ‘Radar On-line’, coluna editada por Lauro Jardim na Veja.com, a publicação batizada de “A Escola do Amor” será mensal. Com o mesmo nome do programa apresentado por Cristiane na Record, o impresso deve ser lançado com a mesma linha editorial.

Ainda não há informações sobre a equipe, editoriais, páginas e se o título será vendido em banca. No ano passado, Cristiane vendeu mais de meio milhão de cópias do livro Casamento Blindado e a proposta é ter faturamento equivalente ou maior com a revista.

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Não seja uma vítima da mulher-vítima

A mulher-vítima não entende que você precisa trabalhar. Ela acha que está sendo renegada, preterida, ignorada, explorada

Tati Bernardi, no site da Alfa

Sua gastrite resolveu atacar de novo e não deu tempo de diminuir no cabeleireiro a juba primata que você carrega acima de seu cérebro, que, hoje, só precisa de descanso, silêncio e alguma bobeira na televisão. Isso deveria ser simples para uma mulher entender. Hoje você não tá afim de dirigir até a casa dela, ouvir sobre como ela odeia tal colega de trabalho e falar coisas que ao mesmo tempo soem dóceis, inteligentes e decididas. Você quer dormir sem tomar banho, jantar salgadinho murcho e dormir torto no sofá babado.

Não significa que você tenha dúvidas a respeito do amor que sente. Não quer dizer que você esteja com uma modelo internacional ou com sua vizinha gordinha, em casa, ambos nus, comemorando essa mentira deslavada que você inventou pra poder pular a cerca. Não é porque você não sente saudades ou desistiu de ser galanteador agora que já ganhou a moça. Você, meu amigo sofredor, tem todo o direito de simplesmente não estar a fim de vez em quando e elas definitivamente não têm o direito de transformar isso em um problema.

Mas a mulher-vítima não trata um homem como um parceiro de vida. Um humano normal com vontades, preguiças, indolências e flatulências. Ela trata o homem como um sádico algoz, pronto para maltratá-la, enganá-la e acabar com sua mísera vida, que é assim desde a época em que seu papai não a elogiava como ela queria. E não importa o que você faça, nunca será o suficiente. Não importa que você equilibre qualidades com defeitos, os defeitos vão sempre sobressair. E então, já que você é esse bosta de ser que só mal lhe faz… por que ela não te larga? Porque ela tem o desejo inconsciente de ser maltratada. Ela idealiza o chicote em suas mãos. Ela precisa sofrer e te escolheu pra essa fantasia. Ela adora pensar que você não presta.

A mulher-vítima não entende que você precisa trabalhar. Ela acha que está sendo renegada, preterida, ignorada, humilhada, abusada, explorada, judiada. Ela não entende que você tem amigos, família e, se bobear, até de seu sono ela vai reclamar: como assim você dorme ao invés de me idolatrar 24 horas por dia?

Por que você fez isso comigo justo no dia tal? Por que você ta me falando isso justo hoje que eu tô num dia tal? Por que você não fez tal coisa justo quando eu mais precisava de tal? Por que você fez isso sabendo que eu tenho trauma de tal coisa? Se todo dia é um péssimo dia para errar e se a sua mulher conjuga cobranças com essas estruturas de frase, você está sendo vítima da mulher-vítima.

No começo, você pode até achar que ela age assim tamanha a segurança: se ele não for perfeito, eu berro; afinal, não me faltam homens querendo saciar todas as minhas vontades. Mas não se engane, trata-se do ser mais inseguro do planeta: ele não me ama e eu não suporto isso; portanto, vou querer provas de seu amor a cada 2 segundos e, como isso é impossível, eu vou me sentir uma completa infeliz e, mais uma vez, vou me provar que nasci para sofrer e, porque sou viciada em ser vítima, essa sensação é a minha cheiradinha ou fumadinha ou picadinha ou pilulazinha diária. Seu “moreco” precisa de um médico, e não de um homem.

Repita comigo: você não tem de salvar uma mulher. Amar não significa virar pai ou médico ou benzedeiro de uma criatura. Você não tem de dizer a coisa certa na hora certa no dia certo com o sol refletindo em seus penetrantes olhos de super-homem. Você não tem de ter lido os livros e visto os filmes e baixado as músicas que ela planejou para não se sentir vítima, mais uma vez, do homem imperfeito. Você não precisa fazê-la gozar loucamente todas as vezes (mas quase todas é bom, isso é verdade). Vamos combinar que ela também não é perfeita (pra começar, ela é bem doida!) e, então, não tá com essa bola toda pra cobrar tanto assim. Vocês vão crescer juntos, com calma e paciência e respeito e equilíbrio, ou ela vai continuar esperando que você venha do céu para resgatá-la do inferno de seu cerebelo inquisidor (este sim o verdadeiro algoz).

Dê o amor que pode do jeito que der e, se ainda assim a vida dela continuar um mar de infortúnios, saiba que seu barquinho não tem nada pra fazer a não ser se arrancar antes de afundar nesse lodo de lágrimas de sangue. Talvez sem nenhum amor ela aprenda a dar valor para o amor possível.

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Google cria mapa (lindo!) com resoluções para 2013

Caio Caprioli, no Papel Pop

Fez algum desejo para 2013? Que tal compartilhar com todo o mundo? o Google lançou, no dia 1 de janeiro, um mapa social onde você pode adicionar suas resoluções de Ano Novo e ainda ler a de outras pessoas.

Mapa de Resoluções, como é chamado, ainda traduz todas as mensagens e você pode inserir a sua em uma das oito categorias: amor, carreira, saúde, família, finanças, formação, fazer o bem e outras.

Depois de enviar, sua mensagem demora 24 horas para aparecer no site (acho que rola uma aprovaçõa, hein?). Onde o mapa mais bombou é na Europa, aqui no Brasil, tem bem pouca resolução…

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Carta ao amigo que se suicidou

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Ricardo Gondim

Por que morreste?

Quisera dar-te, amigo, as coragens que me fizeram um menino ousado na conquista da primeira namorada. Dar-te-ia também os medos que frearam a ensandecida ladeira por onde eu podia despencar na irresponsabilidade juvenil. Se pudesse, cortaria um pedaço do coração, transplantaria para teu peito a felicidade do beijo que desvirginou os meus lábios. Eu te diria que o amor resiste ao tempo e que as boas memórias que carregamos transformam qualquer tristeza em alegria. Eu te diria que tua vida ainda seria brindada por coragens e medos, alegrias e tristezas.

Quisera poder te chamar para pedalar ao meu lado até a mangueira grande e discreta, onde, solitário, confidenciei em solilóquios intermináveis alguns sonhos impossíveis. Lá veríamos juntos que, se todos os sonhos não se cumprem, persegui-los dá algum sentido à nossa vida banal.

Quisera dar-te, amigo, todos os questionamentos e descobertas que fiz sobre o mistério de Deus. Eu te convidaria a assistir ao meu primeiro rasgo de conversão. Tu serias testemunha de como, hesitante, desejei a verdade – a mesma verdade que insiste em distanciar-se de mim sempre que imagino tê-la em meus braços.

Quisera fazer-te parceiro de minha Primeira Comunhão católica em Londrina. Depois eu te chamaria para presenciar a noite de minha Profissão de Fé presbiteriana. Tu me acompanharias à vigília de oração onde recebi o Batismo no Espírito Santo pentecostal. Daí eu gostaria de conversar contigo sobre minhas recentes aberturas para uma espiritualidade existencial, comprometida com o aqui e agora.

Quisera poder falar contigo sobre a jornada em direção ao Divino, nem sempre ascendente, mas repleta de altos e baixos. Repartiríamos assim entusiasmos e tristezas. Trançaríamos nossa amizade espiritual parecida com a corda de muitos fios.

Quisera dar-te, amigo, os instantes magros em que contabilizei fracassos, derrotas, perdas – instantes que forjaram em mim o dever de perseverar. Na derrota aprendi que muitos de meus ideais não nasciam da esperança. Eu estava engolido por um quixotismo bobo. Achava que alcançaria qualquer projeto faraônico. Aprender a caminhar pelos vales, cabisbaixo e sem arrogância, nunca é fracasso.

Quando me achava onipotente fui simplório. Ingênuo, tapei buracos enormes para não ter que lidar com a des-ilusão. Mal sabia que é melhor a dura realidade do que viver escondido sob a mentira da ilusão. Para preservar instituições falidas, relevei decepções. Eu havia me convencido de que horrores éticos, que me afrontavam, não passavam de mal-entendidos. Saí da alucinação de minha prepotência para salvar a alma. Presentear-te com os meus desapontamentos seria um jeito de te pedir: não desista; não vire o tablado do jogo. A vida é assim mesmo, dura. Nem todas pessoas são confiáveis – inclusive nós mesmos. Mas vale a pena continuar. Está escrito: “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso”.

Quisera dar-te, amigo, meu ouvido discreto, meu olhar atento, meu abraço silencioso. Partiste sem me dar a chance de te acolher. Eu faria tudo para te salvar da loucura de sair da vida antes do tempo. Para evitar a tua tragédia, fico com o ímpeto, se possível, de me colocar na trajetória da bala, na frente do trem, no olho do furacão, no meio do terremoto. Para te poupar, estaria disposto a ser antídoto, escudo, parapeito, boia, escada, paraquedas. Para te ajudar, faria qualquer coisa: massagem cardíaca, respiração boca a boca, transfusão de sangue.

Por que não me consideraste teu psicanalista, confessor, saco de pancada? Eu não te condenaria. Não te cobraria. Não te rejeitaria. Só pediria: não jogue a toalha.

Amigo, saber que segaste a vida por conta própria foi um duro golpe. Acordei desolado. O mundo ficou árido. Agora vejo que não te conhecia bem.

Carregarei a sensação de que poderia ter sido um amigo mais achegado que irmão. Não fui. Todos perdemos. Mas ao contrário de ti, não desistirei. Sei que ainda posso ser amigo de outro.

(Faz pouco tempo. Ainda dói)

 Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

imagem: Internet

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Com doença terminal, jovem de 17 anos grava música de despedida no YouTube

Aline Ferreira, no TechTudo

Zack cria uma música como forma de dizeradeus a seus amigos e familiares (Foto: Reprodução)
Zack cria uma música como forma de dizer
adeus a seus amigos e familiares (Foto: Reprodução)

Zach Sobiech é um jovem americano de 17 anos que sofre de um câncer já em estágio avançado. Ao receber a péssima notícia de que teria apenas alguns meses de vida, o jovem resolveu criar uma música como uma forma de dizer adeus a seus amigos e familiares. Postado no YouTube no início de dezembro, o vídeo com imagens do jovem cantando já soma quase 800 mil visualizações.

Zach foi diagnosticado a três anos atrás com osteossarcoma, uma espécie de câncer que atinge os ossos. Desde então, vem trilhando uma guerra pessoal contra a doença se submetendo a uma série de cirurgias e sessões de quimioterapia. Mas, o que parece é que esta batalha pode estar chegando ao fim da pior forma possível. Segundo os médicos, o câncer se espalhou para os pulmões e pélvis e, infelizmente, não há um tratamento que possa reverter esse quadro.

Como uma forma de despedida, o jovem criou e gravou uma música em conjunto com o Woolly Rhino Productions. Batizada de Clouds (Nuvens, em português), a canção foi postada no canal TheWoollyRhino do YouTube e, em três semanas, já alcançou a impressionante marca de quase 800 mil views.

Com quase quatro mil comentários, o jovem vem recebendo apoio de várias partes do mundo. “Você vai estar vivo para sempre com essa música. Essa música é eterna e fará ecos no coração das pessoas. Você não vai a lugar nenhum. Paz. Amor da Turquia.”, escreveu sarper ozgur nos comentários. Já MrPino2603 escreveu “Bela canção, fique forte porque você nunca sabe onde a vida vai te levar. Aproveite cada dia, tanto quanto você pode, Deus te abençoe. Saudações da Croácia!!”.

Confira o vídeo abaixo:

Via Daily Dot

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