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Quem nunca? Um em quatro homens sonha com ex-namoradas

Patricia Zwipp, no Terra

A constatação de uma pesquisa realizada pela empresa Premier Inn, do Reino Unido, não vai agradar as namoradas ciumentas: um em cada quatro homens sonha regularmente com as ex-namoradas. Por outro lado, mais de um terço das mulheres disseram costumar sonhar com seus atuais parceiros. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento contou com a opinião de 2 mil britânicos de ambos os sexos. Concluiu também que esses homens que veem imagens das antigas parceiras durante o sono não querem reatar com elas. Na verdade, a maioria relatou altos níveis de satisfação com o relacionamento novo.

A explicação, segundo a especialista em sonhos Davina MacKail, é que as mulheres tendem a ser mais emocionalmente abertas e, então, sonham com problemas do namoro ou casamento atual, enquanto os homens costumam não explorar o que sentem.

“Isso significa que eles têm uma tendência para resolver questões por meio de seus sonhos e, consequentemente, sonham com a ex. Pode ilustrar as vulnerabilidades e inseguranças emocionais que estão explorando com a parceira atual”, disse Davina ao Daily Mail.

Do grupo de participantes do sexo masculino, 26% contaram que sonham com colegas de trabalho e chefes. Por incrível que pareça, as sogras também marcam presença em seus momentos de descanso. Um terço das pessoas do sexo feminino disse sonhar com amigos, sendo que outros temas recorrentes são seus pais e filhos.

As tensões da vida cotidiana afetam as noites de homens e mulheres, com 31% afirmando sonhar com assuntos importantes. “A pesquisa mostrou que sonhamos, na maioria das vezes, quando algo está nos incomodando ou quando estamos vivenciando estresse. Então, ter uma pequena pausa para ficar longe de tudo isso poderia ajudar a desligar e desfrutar de uma boa noite de sono”, acrescentou Claire Haigh, porta-voz da Premier Inn.

foto: Getty Images

Saiba por que o homem se torna irresistível quando arruma namorada

Publicado originalmente no Terra

O homem passa anos solteiro, tenta conquistar diversas mulheres mas nenhuma dá bola para ele. Então, ele finalmente encontra uma parceira. De repente, as mulheres começam a se interessar por ele, no momento comprometido. Esta situação é enfrentada por boa parte do público masculino. O site Ask Men listou as razões que fazem as mulheres se interessar mais pelos homens comprometidos; confira a seguir.

As mulheres querem o que está mais difícil
Na história religiosa, a mulher comeu a maçã proibida, mesmo sendo aconselhada a não tomar tal atitude. A teoria se aplica no interesse delas pelos homens: o que está fora do alcance se torna mais atraente. A segurança que um homem capaz de cultivar um relacionamento sério passa, conquista o público feminino.

Elas ouvem coisas boas sobre os comprometidos
O que as pessoas falam pode ter influência no despertar do interesse de uma mulher por um homem. Quando a parceira exalta as qualidades do namorado, por exemplo, pode estar criando motivos para que outras mulheres se sintam atraídas por ele.

Elas pensam que os homens não têm segundas intenções
As mulheres acreditam que quando um homem está em um relacionamento, não usa as mulheres para um fim apenas, se envolvem sentimentalmente e se preocupam com o bem estar da parceira. É como se o homem deixasse de ser egoísta e de pensar somente em sexo por ser comprometido.

Mulheres querem o o que é popular
Elas querem o que outras mulheres têm. O simples fato de um cara ser favorito é motivo para se interessar. Quando ele é comprometido, significa que foi procurado, testado e aprovado como namorado por outra mulher, portanto ele atrai os olhares do público feminino.

As mulheres querem um impulso do ego
Homem ou mulher, o impulso no ego é a confirmação de que você está com tudo em cima. Por exemplo, se um homem arrisca todo o relacionamento, sem se preocupar, por uma noite com outra mulher, esta outra se sentirá o máximo. Ela fará de tudo para se sobressair em relação à namorada do homem.

Elas acreditam que eles tenham qualidades
Para entender como as mulheres pensam em relação aos homens comprometidos, basta comparar esta relação com a forma como os homens pensam sobre estacionamentos. Os que estão mais próximos do estabelecimento – portanto, os melhores – serão ocupados mais rapidamente. Quanto mais longe for o local para estacionar – os piores – mais fácil será de encontrar vagas. A comparação se aplica aos homens. Para as mulheres, o homem comprometido é melhor do que o solteiro, em questão de qualidades.

As mulheres gostam de um desafio
Homens comprometidos são mais difíceis de conquistar. Para começar, provavelmente eles estão contentes com a atual namorada e não muito interessados em colocar em jogo a relação. A dificuldade não inibe as mulheres, pelo contrário, as instiga a querer ainda mais aquele homem. Elas farão de tudo para conquistá-lo.

Mulheres querem tomar o que é da outra
Algumas estão em busca de vingança, outras fazem isso como um esporte para ver se elas “podem tirá-lo da outra”, seja qual for o custo emocional. Elas investem na conquista e quando conseguem atenção, fazem o possível para que abandone a parceira.

Homens comprometidos são mais confiantes
Da próxima vez que sair, dê uma olhada ao redor. Os caras mais confiantes não são aqueles que gastam tudo o que têm na carteira com bebidas alcoólicas. O homem mais confiante é o que está abraçado a uma mulher, possivelmente, a namorada dele. A situação do homem comprometido prova que ele é bem sucedido, inteligente e encantador. Além disso, mostra que ele é romântico o suficiente para fazer uma mulher se apaixonar.

foto: Getty Images

A solução

Tony Bellotto, na Veja On-line

O casal toma café enquanto lê os jornais. Ela lê O Globo, ele, a Folha de São Paulo. Entre um gole de suco e a mordida no pão, comentam sobre as estatísticas: cada vez há mais divórcios e os casamentos duram menos tempo. Esses moços, pobres moços, ah se soubessem o que eu sei…ele cantarola.

Exatamente um ano antes, depois de vinte anos casados, durante o rotineiro café conjunto, com os filhos já crescidos e tendo conquistado uma boa situação financeira, o casal havia tomado uma decisão: realizar o velho projeto de ter cada um o seu quarto. Assim, acreditavam, permaneceriam juntos para sempre, livres dos pequenos desgastes do convívio promíscuo.

Passa a geléia?, ele diz. Não amavam, não passavam, ela cantarola, enquanto pega a geléia,Aquilo que já passei…

Após a reforma, que como sempre deu um trabalhinho e gerou algum desgaste, finalmente inauguraram os quartos separados. Resultado: continuaram dormindo juntos – agora revezando os quartos, uma noite dormem no quarto dela, outra no dele – poisdescobriram que o grande barato do casamento é justamente dormir juntos (tomar juntos o café da manhã é apenas uma decorrência feliz de dormirem juntos).

Bom, o queijo, ela afirma. Orgânico, ele diz. E cantarola: Por meus olhos, por meus sonhos, Por meu sangue, tudo enfim…

Foi só há menos de seis meses que eles descobriram que a solução para o casamento, e a garantia de longevidade do mesmo, não eram os quartos, mas os banheiros separados.

Brindam com as xícaras de café, e cantarolam juntos, como num filme musical americano da década de 40: É que peço a esses moços que acreditem em mim…

Sacoleiros do divórcio

Fabrício Carpinejar, no Zero Hora [via Blog do Carpinejar]

Eram separados recentes. Mariana e Renato já tinham atravessado o apocalipse do primeiro mês, momento crítico em que se torce deslavadamente para a tragédia do ex. (Torcer é um eufemismo, rezava-se para que o divórcio logo se transformasse em viuvez. Quem passou pela fossa sabe do que estou falando: o desejo 24 horas por dia para que o outro morra, desapareça da face da Terra, evapore da humanidade. E que seja uma morte retumbante, com ampla repercussão nas redes sociais, esmagado pelo Arco da Redenção, ou atropelado por uma bicicleta na ciclovia do Gasômetro).

Os dois curtiam a segunda fase da separação: a curiosidade do ódio, aquele período fundamental em que se paga por informações para descobrir como o nosso antigo par está reagindo ao luto. Mariana e Renato queriam porque queriam notícias, adoeciam de ansiedade para desvendar se o ex engatou um novo relacionamento e esqueceu o passado, mas não poderiam se telefonar.

Soaria suspeito ligar para os amigos perguntando, ficaria muito na cara o interesse, representaria uma recaída. (Ansiedade não é o nome certo, talvez seja medo de que o ex seja feliz primeiro. Existe uma competição oculta entre os separados: quem sai mais nas baladas, quem emagrece mais, quem tem mais amigos no Facebook, mais seguidores no Twitter).

Ambos psicanalistas, lacanianos assumidos, Mariana e Renato não se sentiam à vontade usando a filha Marisa, de três anos, como garota de recados. Viviam criticando essa atitude, quando a criança é intermediária da crise, uma espécie de mula do tráfico amoroso, levando ofensas e indiretas entre os lares.

Mas Mariana e Renato encontraram um modo inteligente de se comunicar: as sacolas das lojas. A filhota chegou para dormir na casa do pai com os pertences numa sacolinha de caríssima loja feminina de sapatos, onde cada par não custava menos de R$ 500. Aquilo irritou o homem: “Eu sofrendo para pagar a pensão e ela gastando os olhos da cara”. Para quê? Não deu outra: a filha voltou para a mãe com sacolinha de grife masculina. Mariana reparou na marca Armani e se enfureceu: “Comigo, ele vivia de abrigo molambento, velho, agora torra tudo o que não tem com terno, deve estar apaixonado por alguma piranha”.

A reação veio no final de semana seguinte. Providenciou que a filha visitasse o pai com uma sacola de free shop. Renato bufou: “Agora a cretina viaja ao Exterior! Ao meu lado, só íamos almoçar na sogra em Cachoeirinha”. Preparou a vingança mais do que perfeita, apareceu numa rede de lingerie para pedir uma sacola emprestada na maior cara de pau, comportou as coisinhas da filha lá dentro e teve sucesso.

Sua desafeta predileta babou, esperneou e ralhou que não aguentava a provocação: “Ele nunca comprou um sutiã para mim, sequer conhece o número do meu peito, agora o pilantra distribui peças íntimas para suas namoradas”. Após sete dias, apelou de vez e pôs as roupinhas da menina numa bolsa plástica prateada e fosca, própria de sex shop.

Foi um golpe baixo. Renato perdeu a educação dos símbolos, pegou o telefone e rompeu o silêncio:

– Da próxima vez, pode mandar os objetos da nossa filha numa sacola que não seja de sacanagem?
– Por quê? Está com ciúme? – pergunta Mariana.
– Não, imagina, deixa pra lá…

E começava a terceira e última fase da separação: a hipocrisia, fingir que nada mais é importante.

arte: Natalia Gontcharova

Queridos amigos cristãos, só umas dicas…

Juliana Dacoregio

Óbvio que os erros a seguir não se aplicam a todos os crentes, mas infelizmente a maioria ainda se comporta de tal forma.

Na ânsia de apresentar Jesus aos descrentes e sofredores, você se atém apenas aos trechos bíblicos que afirmam que “Jesus é o caminho, a verdade e a vida” e que “ninguém chega ao Pai se não por ele”. Tudo bem, eu sei, é nisso que você crê: quem não “aceitar Jesus” vai chorar e ranger os dentes pela eternidade. Mas, calma lá, devagar com o andor que o santo é de barro. (Aliás, você não é de barro? Então por que toda essa presunção de acreditar que você conhece a verdade e eu não?) As pessoas precisam ser amadas, primeiramente. E elas não se sentirão amadas se você não escutá-las, se você não tentar compreender os motivos, os gostos e os desejos delas.

Muitos de vocês não admitem que alguém seja consolado com qualquer coisa que não seja a Bíblia, filmes cristãos ou hinos de louvor. Meu amigo, deixe de ser ignorante e “menino na fé”, como exortou Paulo. Você pode até acreditar que Jesus é o único caminho, a única salvação, a única maneira de alguém chegar a Deus, mas Deus têm mil maneiras de chegar aos homens e não é apenas através da prepotente ousadia humana em “pregar a Palavra”. Já assistiu ou leu Os Miseráveis? Já percebeu a mensagem de perdão que este filme/livro passa? Já percebeu o quanto de princípios cristãos há em Um Sonho de Liberdade? Sabia que alguém pode sentir-se tocado por Deus ou por uma paz grandiosa lendo autores que, aparentemente, nada têm de cristãos?

Abra sua cabeça, meu irmão evangélico. Se você apenas se preocupa em salvar as almas do Inferno e não presta atenção ao Inferno que está dentro delas, me desculpe, mas você não está fazendo isso certo. A libertação é aqui e agora, porém com um passo de cada vez. Não estrague tudo quando alguém lhe falar sobre depressão. Não seja hipócrita a ponto de tomar direitinho seus remédios para pressão alta ou sinusite e acreditar que doenças psiquiátricas são do diabo e que se eu estiver de bem com Deus não vou mais precisar do meu psiquiatra, dos meus remédios, da minha terapia.

O maior ato cristão é estar presente, às vezes apenas assistindo a um filme junto, dando uma carona, tomando um sorvete, compartilhando problemas, trocando experiências, se deixando também ser ajudado, enfim, se mostrando humano, revelando suas falhas e não tentando parecer uma fortaleza.

Você, cristão, quer ser exemplo e referência, mas esquece de amar. Esquece que o amor tudo suporta. Você não quer ser suporte, quer ser o dono da razão, quer ver as pessoas dizendo “Jesus, eu te aceito em minha vida”, mas não quer estar ao lado enquanto ela se recusa a crer. Enquanto isso, muitos descrentes, budistas, muçulmanos, judeus, agnósticos e ateus estão dando a mão a quem precisa e sendo exemplo de companheirismo e amor. Não venha me dizer que nada disso adianta, que o único amor eficaz é aquele que vêm de quem acredita em Jesus Cristo como único Senhor. Amor SEMPRE adianta. Amor SEMPRE consola. AMOR SEMPRE DÁ BONS FRUTOS. (Estão aí os twittes do @EmersonAnomia que não me deixam mentir!)

Se você está apenas querendo apresentar a sua verdade e não se coloca no lugar do outro, sinto muito, mas o seu Jesus provavelmente olha pra você, balança a cabeça em desaprovação, faz tsc…tsc… e pensa “ai, meu Deus, esse aí tem muito o que aprender”.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

(1 Coríntios 13:13)

fonte: Heresia Loira

imagem: Sou catequista