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Brennan Manning: O que o mundo anseia encontrar na fé cristã

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Brennan Manning, em Convite à solitude

“O que o mundo anseia encontrar na fé cristã é o testemunho de homens e mulheres audazes o bastante para ser diferentes, humildes o bastante para cometer erros, selvagens o bastante para ser queimados no fogo do amor, verdadeiros o bastante para perceberem como eles são irreais.”

O escritor e pensador faleceu ontem aos 78 anos. Leia mais aqui.

A resposta à esperança dos homens

Imagem: Google

Imagem: Google

Publicado por Laion Monteiro

“Quanto ao sentido que podiam ter esse exílio e esse desejo de reunião, Rieux nada sabia. Caminhando sempre, comprimido de todos os lados, interpelado, chegava, pouco a pouco, às ruas menos apinhadas e pensava que não era importante que essas coisas tenham um sentido ou não, mas que é preciso ver apenas a resposta dada à esperança dos homens.

Ele sabia agora qual era essa resposta e compreendia-a melhor nas primeiras ruas dos subúrbios, quase desertas. Aqueles que, cientes do pouco que eram, tinham apenas desejado voltar à casa do seu amor eram por vezes recompensados. Decerto, alguns deles continuavam a caminhar na cidade, solitários, privados do ser que esperavam. Felizes ainda dos que não tinham sido duas vezes separados, como alguns que, antes da epidemia, não tinham podido construir, à primeira tentativa, o seu amor e tinham cegamente buscado, durante anos, o difícil acordo que acaba por colar um ao outro amantes inimigos. Esses tinham tido, como o próprio Rieux, a leviandade de contar com o tempo: estavam separados para sempre. Mas outros, como Rambert, que o doutor deixara nessa mesma manhã, dizendo-lhe: “Coragem, é agora que é preciso ter razão”, haviam reencontrado, sem hesitar, o ausente que tinham julgado perdido. Durante algum tempo, pelo menos, seriam felizes.

Sabiam agora que, se há qualquer coisa que se pode desejar sempre e obter algumas vezes, essa qualquer coisa é a ternura humana.

Para todos aqueles, pelo contrário, que se tinham dirigido por cima do homem a qualquer coisa que nem sequer imaginavam, não houvera resposta. Tarrou tinha parecido alcançar essa paz difícil de que falara, mas só a tinha encontrado na morte, na hora em que não podia servir-lhe para nada. Se outros, pelo contrário, que Rieux avistava nas soleiras das casas, enlaçados com todas as suas forças e olhando-se com enlevo, tinham obtido o que queriam, é porque tinham pedido a única coisa que dependia deles. E Rieux, no momento de entrar na rua de Grand e de Cottard, pensava que era justo que, vez por outra, pelo menos, a alegria viesse recompensar os que se contentam com o homem e o seu pobre e terrível amor.”

Albert Camus em A Peste

Série fotográfica mostra que o nosso lixo vai parar dentro dos animais

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Valerie Scavone, no Hypeness

Esta série fotográfica é de cortar o coração. Trabalhado por Chris Jordan, o Midway é uma exposição assustadora do resultado da inconsciência do ser humano quanto à má educação em jogar o lixo por aí e também o consumo desenfreado.

No atol de Midway, no vasto Oceano Pacífico, um conjunto de ilhas com mais de dois mil quilômetros do continente mais próximo, Chris Jordan retrata a morte de milhares de albatrozes que foram alimentados por seus pais que confundiram o lixo flutuante com comida.  Uma tragédia ambiental espantosa!

Para mim, ajoelhado sobre as carcaças dos albatrozes, é como olhar para um espelho macabro. Estas aves refletem um resultado espantoso do transe coletivo do nosso consumismo e do crescimento industrial descontrolado.“, diz Chris Jordan.

O fotógrafo tem visitado este lugar com uma equipe e iniciou o projeto de um filme intitulado A Jornada Midway. Este, tem como objetivo fazer o telespectador sentir as justaposições de uma beleza deslumbrante e o nascimento da morte de milhares de albatrozes. Uma visita guiada às profundezas dos nossos espíritos que entrega uma mensagem profunda de reverência a amor que já está atingindo pessoas de todo o mundo.

O albatroz está entre as maiores aves do mundo e voam grandes distâncias com pouco esforço. Vale aqui uma reflexão sobre sua educação em relação ao seu lixo produzido e, também, sobre seu consumo.

Homem tatua logotipo do Netflix e ganha um ano grátis do serviço

Norte-americano publicou imagem no Twitter com a tatuagem.
Netflix retuitou dando um ano do serviço de vídeos sob demanda.

Publicado por G1

Um homem nos Estados Unidos tatuou o logotipo do serviço de vídeos por streaming Netflix, publicou a foto no Twitter e, por conta da “façanha”, ganhou um bônus para acessar o site por um ano gratuitamente.

Quem fez a tatuagem foi o usuário do Twitter “@TheRealMyron” tuitou a imagem (clique aqui para acessar) sem pedir nada em troca, apenas demonstrando o seu amor pelo Netflix. A empresa viu a imagem e decidiu dar um ano do serviço ao tatuado.

Na mensagem com a imagem, o homem diz “me coloquem em um comercial, eu amo vocês” ao Netflix. No retuíte, a empresa fala: “Não acredito! Um ano grátis para você”.

Não foi informado em que parte do corpo a tatuagem foi feita e nem se o Netflix dará um ano grátis para outros usuários que tatuarem a imagem no corpo. Suspeita-se, também, que a imagem possa ser uma campanha de marketing.

Netflix retuitou a imagem da tatuagem e deu um ano grátis do serviço para o homem (Foto: Reprodução)

Netflix retuitou a imagem da tatuagem e deu um ano grátis do serviço para o homem (Foto: Reprodução)