3 motivos científicos para você começar a namorar

foto: flickr.com/citizen_poeta
foto: flickr.com/citizen_poeta

Carol Castro, no Ciência Maluca

Umas semanas atrás o CIÊNCIA MALUCA mostrou três bons motivos para você continuar solteiro. Mas a vida a dois também tem lados positivos. E para fazer jus a eles, a gente separou outras três pesquisas que mostram como um amor pode fazer bem para você. Olha só.

DEIXA SEU CORAÇÃO MAIS FORTE
Pessoas apaixonadas se mostram mais otimistas quando enfrentam cirurgias. E aí aumentam as chances de sobreviver à operação. Foi o que aconteceu com 500 pacientes que estavam prestes a passar por uma cirurgia cardíaca. Segundo pesquisa americana, o índice de sobrevivência entre os casados era três vezes superior ao dos solteiros. É por essas e outras que…

SOLTEIRÕES MORREM MAIS CEDO
Por um motivo óbvio: os apaixonados têm um suporte social maior, ou seja, alguém com quem contar quando algo sai errado. De acordo com pesquisadores da Universidade de Louisville, os homens solteiros têm um risco de morte 32% maior que os casados. E as mulheres também sofrem: as solteiras correm um risco 23% maior de morrer. No fim das contas, os solteirões vivem de 7 a 17 anos menos que os comprometidos.

AMOR DEIXA A COMIDA MAIS GOSTOSA
Ok, essa é gordice. Mas é legal. Kurt Gray, um psicólogo da Universidade de Maryland, convidou 87 pessoas para um teste. Todos eles ganharam uma caixa com doces. Enquanto metade das embalagens carregava uma mensagem carinhosa, do tipo “espero que você goste”, a outra parte vinha com um bilhete grosseiro (“tô nem aí se você não gostar”). E quem havia recebido a caixa fofa gostava mais da comida do que os outros. “O jeito que captamos as intenções dos outros muda nossa percepção física do mundo”, explica Gray. Vai ver é por isso, aliás, que os casais engordam depois de um tempo de namoro.

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O amor Universal

Renato e Cristiane Cardoso no lançamento de ‘Casamento Blindado’, em 2012 (foto: Greg Salibian/Folhapress)
Renato e Cristiane Cardoso no lançamento de ‘Casamento Blindado’, em 2012 (foto: Greg Salibian/Folhapress)

Anna Virginia Balloussier, no Religiosamente

Não vai ter Copa, mas vai dar casamento.

O casal Cristiane e Renato Cardoso, filha e genro do bispo Edir Macedo, irão liderar um casório coletivo na Igreja Universal do Reino de Deus da avenida João Dias, na zona sul de São Paulo. A reunião, marcada para o Dia dos Namorados, 12 de junho, coincide com a abertura do Mundial.

“Vai ser excelente para mostrar onde está sua fidelidade: ao futebol ou à sua esposa”, disse o bispo Renato.

O desafio foi feito durante culto na quinta passada (29). Na ocasião, ele e a mulher davam dicas de “como se tornar uma pessoa atraente”, conforme prometido no convite postado por Cristiane no Instagram, com marca de batom vermelho.

O evento está em sintonia com o “Jejum de Jesus”, lançado na mesma semana por um barbado bispo Macedo.

A proposta: fiéis devem abstrair por 40 dias da “secularidade das informações”. Só está liberado, segundo o regulamento, “alimentar-se espiritualmente de conteúdos de fé” postados no site da igreja.

Adeus, “rádio, televisão, distrações”. Adeus, Fred passando a bola para Neymar nos jogos exibidos com exclusividade pela Rede Globo.

O “Jejum” começa a dois dias da Copa e a 40 dias da inauguração do Templo de Salomão, complexo de 74 mil m² que replicará no Brás o monumento destruído pela Babilônia no século 6º a.C..

Em 2013, Macedo prometeu deixar as barbas de molho até que o projeto fosse concluído (a inauguração será em 31 de julho, com presença da presidente Dilma). Há mais de um ano não apara os fios da face.

Reproduz em seu blog texto que diz: “Na Copa, ganham os jogadores. No Jejum, ganha VOCÊ. Para assistir à Copa tem que pagar. O Jejum é GRÁTIS”.

A igreja se adianta a eventuais críticas sobre o “timing” da iniciativa.

O bispo é dono da Record. Por um lado, a emissora já criticou a Fifa por não abrir licitação para os direitos de transmissão das Copas de 2018 e 2022 (mais uma vez garantidos à Globo). Por outro, acabou de estrear “Vitória”, sua nova novela das nove.

“A Universal não toma decisões espirituais baseadas na audiência de qualquer canal de televisão”, diz nota no portal da igreja.

Fiéis oram em ‘Terapia do Amor’ da Universal (foto: Anna Virginia Balloussier/Folhapress)
Fiéis oram em ‘Terapia do Amor’ da Universal (foto: Anna Virginia Balloussier/Folhapress)

VAI DAR NAMORO?

Com ou sem jejum, Katilyn quer perder peso. Na consciência e na silhueta. Vendedora de loja com 27 anos “e quase isso de quilinhos a mais” (exagero puro), a morena de cabelos aloirados usa uma legging jeans, jaqueta de couro sintético marrom e camiseta onde se lê “keep calm and trust God”.

Está na Universal pela segunda vez, “trazida pela tia Sandra”, ela conta enquanto sorve uma Coca-Cola Zero e bebe da fonte do casal Cardoso.

Cristiane e Renato, aposta, vão ajudá-la a encontrar seu “hómi”, que precisa ser “bonitão, fiel e não beber muito”.

Os dois são especialistas em relacionamento. Coassinam livros como “Casamento Blindado” (prefácio de Oscar Schmidt) e “120 Minutos para Blindar seu Casamento” (prefácio de Ana Hickmann), ambos vendidos a R$ 20 no culto. Na Record, apresentam “The Love School”, programa com orientações para a vida conjugal.

Em breve, serão 23 anos desde que disseram “sim” um ao outro. Completam bodas de palha, segundo a sabedoria popular.

Já a vida a dois, insistem sr. e sra. Cardoso, não pode ser fogo de palha –é preciso lutar pela cara metade. Katilyn está justamente trás de alguém que queira se comprometer.

Ela joga a latinha de refrigerante no lixo e entra no banheiro do templo, com mensagens do tipo “Jesus is everything!” e “only God can judge us!!!” talhadas a estilete na porta das cabines.

Diz-se animada com o culto que começará em poucos minutos. Logo, o telão da igreja exibe a imagem de um imã em forma de ferradura para ilustrar a pergunta: “Como ser atraente?”.

Cristiane e Renato vão te contar.

TERAPIA DO AMOR

O discurso do casal é magnético, e os fiéis respondem com entusiasmo às dicas de como não agir numa relação.

Não se faça de vítima. Amém! Não seja nem uma matraca nem fechado dentro de si mesmo. Aleluia! Não fale mal dos outros. É isso aí!

Cristiane pede cautela à  mulher disposta a ir para a cama de primeira. “Que que ele vai ganhar em casar com você agora? Você botou seu preço para baixo. A pessoa se desvaloriza.”

Renato sugere cuidado com o físico. “Não existe pessoa feia. Existe pessoa preguiçosa. Se você é tão bom por dentro, por que a embalagem é esculhambada?”

Estão pondo em prática a “Terapia do Amor”. Alguns casais que já passaram pelo divã espiritual dão seu testemunho.

Como Elisângela e Maurício, que brigavam muito antes de entrar para o projeto da igreja, há 17 anos. Ele tinha um vício, explica-se sem jeito. O bispo Renato indaga.

– Que vício?

– Bebia muito.

– Todo dia?

– A ponto de cair.

Com ajuda de Deus, ele conta que aprendeu a ser um “homem forte” e “deixar de ter ciúme”.

Renato questiona: “Então homem forte não é para bater mais forte nela, não?”.

Maurício responde que não.

– Deixou a bebida?

– Sim, senhor.

Com paletó aberto e sem gravata, o “senhor” Renato, 42 anos, tem ar jovial e, ao contrário de seu sogro, barba bem aparada.

Autora dos best-sellers “A Mulher V” (“moderna, à moda antiga”) e “Melhor do que Comprar Sapatos”, Cristiane, 40 anos, é um ícone da moda para o público feminino.

Com cabelos loiros e lisos presos num coque, brincões e sobretudo metade preto, metade de oncinha, ela defende que mulheres recuperam sua “graciosidade” (o casal, em selfie no elevador).

MELHOR REMÉDIO

O culto dura duas horas. Na primeira metade, o bispo chama os fiéis para a frente do púlpito: Deus, instrui, é a melhor solução para sua vida amorosa.

Ele lidera uma oração coletiva para afastar o “maligno” que muitas vezes impediria uma pessoa de encontrar a paz no relacionamento.

Nesta hora, várias vozes pedindo blindagem divina se sobrepõem. Alguns gritam “aleluia!”, outros choram, uma senhora ao meu lado faz ambos numa só tacada.

À minha direita, uma jovem se joga no chão aos berros. Ela veste jaqueta de nylon verde com capuz estampado de oncinha, calça jeans e sapatilha de plástico dourado, tipo Melissa. Atrás de sua orelha direita, coberta pelos cabelos tingidos de vermelho, uma tatuagem com estrelas.

Ela dá chutes no ar quase acertando minha canela, e por pouco quem não vê estrelinhas sou eu. O topo de sua cabeça é carinhosamente segurado por um obreiro (espécie de auxiliar do líder evangélico), uniformizado como outros membros da equipe Universal –camisa branca toda abotoada, calça social azul-marinho e gravata com o logo da igreja, o coração vermelho com uma pomba branca no centro.

“Xô!”, o rapaz ordena para os demônios que acredita estarem dentro dela. Parece funcionar. Emocionada, a garota –supostamente possuída segundos atrás– agradece baixinho.

A “sessão de descarrego” já foi. Agora, homens e mulheres como ela, evangélicos atrás da solução amorosa citada pelo bispo Renato, querem partir para a prática.

No dia 12 de junho, as duplas com certidão de casamento civil ganharão a bênção de Deus, o “autor do amor”.

Mas os solteiros em busca da “trilogia perfeita” (namoro, noivado e casamento) também terão vez.

Na ocasião, além do matrimônio em massa, Cristiane e Renato promovem a “Noite do Encontro”, uma palestra para quem ainda não achou seu par. Keep calm, trust God e imagina na Copa.

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Apostasia

sofrimentoMarília César

Filho,

Volte para casa,

Ainda dá tempo.

Quem implora é este que o ama, e a quem você deixou há tanto tempo.

Você saiu em busca de aventura, seguiu sem olhar para trás.

Você achou que poderia encontrar segurança longe do meu afeto. Estava certo de que minha presença era a razão de seu desconforto, de sua insatisfação. Quis traçar sua própria rota e lutar com suas próprias mãos, sem saber que foi meu toque em você e meu amor por você que deram força a suas mãos e vontade de viver.

Está na hora, agora, filho, não espere mais.

Venha como está, não se importe com o que vão pensar.

Estou à sua espera há tanto tempo, venha enquanto é dia, logo a noite vem e você não mais vai encontrar a estrada que o traz até mim.

Logo a noite vem quando você pode se perder para sempre.

Não tenha medo de voltar, de se decepcionar com as pessoas. As pessoas são como são e sempre o desapontarão. Nem todos sabem usufruir de minha companhia sem ter a necessidade de definir regras de convívio e limites sufocantes. Nem todos sabem ainda ser livres. Mas um dia saberão.

Venha, filho, o que o prende ainda?

Logo vem o dia em que não será mais possível acreditar.

Logo vem o dia em que a réstia de luz que ainda há em você poderá se apagar para sempre, de um sopro.

Vem o dia em que aquele que milita a batalha contra as almas humanas e contra a fé irá se manifestar com poder. Neste dia, muitos irão embora de casa para sempre e não mais voltarão. Eles irão perder-se em suas próprias mágoas, dúvidas e falta de humildade, e nunca mais voltarão. Meus filhos amados, eles se afastarão de mim para sempre e meu amor não será capaz de freá-los. Este dia mau chega em breve. Não demore, meu filho. Venha apressadamente. Volte para casa enquanto subsiste uma gota de óleo em sua candeia.

Vem o dia, e já está perto, em que ela se extinguirá e você se perderá de mim para sempre.

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‘Há uma luta entre a luz e as trevas’

true_detectivetítulo original: ‘True philosopher’

Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

“Há uma luta entre a luz e as trevas”, diz o detetive Rust Cohle (Matthew McConaughey) na série “True Detective”, na última cena do último episódio da primeira temporada.

Já disse e repito que as séries americanas são hoje, de longe, o maior experimento dramatúrgico nos EUA, porque o cinema americano quase não existe, derretido pelo medo do politicamente correto, esta praga que em breve terá destruído toda a criatividade ocidental, à semelhança da arte soviética. Qualquer artista que submeta sua arte ao projeto “para um mundo melhor” é um artista ruim.

A ideia de que há uma luta deste tipo é comum à filosofia, teologia e literatura. Dostoiévski diz algo semelhante nos “Irmãos Karamazov”: “Há uma luta entre Deus e o Diabo e o palco é o coração humano”.

Nos “Manuscritos do Mar Morto”, textos judaicos datados do período em torno do nascimento da era cristã, encontrados em cavernas do mar Morto nos anos 40, afirma-se a mesma luta entre os filhos da luz e os filhos das trevas. Nathan de Gaza, século 17, “profeta” do falso Messias Sabatai Tzvi, dizia que o mundo, assim como a alma de Tzvi, um melancólico, era dilacerado por forças antagônicas de luz e trevas. Vejo nisso uma poética da agonia como habitat da alma humana.

Rust Cohle é um detetive filósofo típico da tradição que vai de Sam Spade (interpretado por Humphrey Bogart) a Philip Marlowe (interpretado por Elliott Gould e Robert Mitchum). Niilistas, todos eles trazem a marca de uma visão pessimista sobre a humanidade.

Cohle, no primeiro episódio, afirma que é pessimista (e define essa condição como sendo “ruim em festas”). E afirma sua “cosmologia”: a consciência humana é um erro da evolução.

Segundo nosso “true philosopher”, todos pensamos que somos “eus”, mas somos apenas seres que arrastam essa ilusão em meio a uma programação genética que nos obriga a sobreviver. Um diálogo entre o niilismo nietzschiano e o determinismo darwinista de Richard Dawkins não seria muito diferente.

De onde vem esse pessimismo que dá a esses detetives um tom maior do que meros personagens à procura de criminosos?

No caso especifico de Cohle, esse pessimismo vem de uma família de origem destroçada, de uma filha morta muito jovem, de um casamento destruído devido a esta morte, de muita bebida e muita droga, de quatro anos infiltrado no narcotráfico e de uma longa investigação entre satanistas, pedófilos “cristãos” e serial killers de mulheres (esta investigação é o conteúdo dramatúrgico dos oito capítulos da primeira temporada).

Entretanto, sua grandeza não é redutível às suas “pequenas causas” psicológicas. Se assim o fosse, ele seria apenas um deprimido. Sua grandeza como personagem se dá devido ao modo como ele constrói, a partir de sua miséria pessoal, um julgamento preciso da humanidade. Julgamento este que impacta por sua possível consistência.

Há uma questão maior aqui, e que une os grandes detetives nesta concepção niilista de mundo: a experiência com a (sua própria) natureza humana. Sim, natureza humana, este conceito que muitos “especialistas” teimam em dizer que não existe.

Não vou entrar nesta discussão sem fim, prefiro usar a ideia de natureza humana como “licença poética”. Há muito que não me importo com debates “especializados”.

Sabe-se bem, mesmo entre policiais na vida real, que a proximidade com a miséria humana mais pura pode levar alguém à descrença na natureza dos homens.

Ainda que, como bem mostram esses três personagens, isso não impede virtudes como coragem, generosidade, sinceridade, doçura. Muito pelo contrário, muitas vezes é justamente a dureza do desencanto com a natureza humana e o sofrimento psicológico que ela traz no cotidiano (como no caso de Cohle) que possibilita tais virtudes.

A virtude é silenciosa e cresce sempre num terreno que lhe é hostil. Máxima ignorada por todos que, principalmente em épocas do novo puritanismo político que assola o mundo da cultura, cantam seu amor e sua misericórdia pelo mundo e pelos que sofrem. O amor ao mundo deve ser escondido como uma pérola.

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“Continuo apaixonadíssimo pelas minhas quatro mulheres”, diz Mr Catra, quatro esposas, 27 filhos

Mr. Catra (foto: Anna Paula Pacheco)
Mr. Catra (foto: Anna Paula Pacheco)

Bruno Astuto, na Época

Mr. Catra, o rei do funk carioca, completa 25 anos de carreira com lançamento simultâneo de quatro CDs com estilos diferentes depois de um intervalo de quatro anos sem gravar: funk samba, música eletrônica e até sertanejo. Catra também vai ganhar uma biografia em breve, um filme sobre sua vida, produzido por Paula Lavigne, e um reality show mostrando o cotidiano ao lado das quatro mulheres (sim! quatro) e dos 27 filhos (sim! 27) – uma das suas esposas está grávida do 28o. “Estamos em negociação com alguns canais, inclusive estrangeiros”, afirma.

Como dá conta de uma família tão grande?

Só paro quando acabar o amor. Como Deus é eterno e Deus é amor, não vou parar nunca. Atualmente tem mais um a caminho: Silvia, uma de minhas mulheres, está grávida. Serão 28 filhos agora. Desses, 26 são biológicos. Adotei dois irmãos quando soube que as crianças tinham HIV.

Sua fama de mulherengo procede? 

Estou num momento apaixonadíssimo pelas minhas quatro mulheres. Mas sou fraco, tenho esse problema. Posso dizer que atualmente estou tranquilo.

Como vai produzir CDs tão diferentes?

Ouço de tudo: de rock n’roll a musica clássica, passando por eletrônico. O CD de samba também vai virar um DVD com participações de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho. Não sou sambista, mas consegui uma maneira de homenagear meus amigos. Nasci no berço do samba, na Tijuca. Já o CD sertanejo vai se chamar Mr. Country. Sou fã do Amado Batista e seria demais se ele me desse a honra de fazer uma parceria. O de música eletrônica será gravado num estúdio em Amsterdã, na Holanda.

Vai contar tudo na biografia?

Geral pode ficar tranquilo no meio do funk que não vou expor ninguém. Tem também o filme que a Paula Lavigne está tocando. Gostaria muito de que o Lázaro Ramos me interpretasse, ele é o melhor e igual a ele está difícil.

Como se sentiu com os recentes boatos de que estava morto?

Morri de rir, mas fiquei p…, porque tenho 2 filhos para criar, quatro mulheres e várias famílias que dependem do meu trabalho. Não tenho tempo para morrer. Estou vivinho da silva.

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