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‘Tivemos travesti que hoje é casado e tem filhos’, diz diretor de ONG

Clínica cristã em Minas diz que já atendeu quatro mil homens

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O diretor e ex-usuário de drogas Hernan Benfica, prefere evitar pacientes homosexuais O Globo / Hans von Manteuffel

Publicado no O Globo

Com a promessa de “tratar a homossexualidade” e o vício em álcool e drogas, ao longo dos dez anos de sua fundação, completados em junho, a ONG cristã Ele Clama, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, informa ter atendido mais de 4.000 homens, a maioria moradores de rua idosos e jovens viciados em crack e cocaína. Na última semana, O GLOBO visitou a comunidade e constatou as ofertas, que incluem a “cura” para gays.

Responsável pela coordenação geral da entidade, Gilberto Santos afirmou que até um travesti mudou de vida após uma temporada no local:

— Nós tratamos de tudo, do viciado em droga até aqueles quem têm desvio de comportamento e de caráter. Tivemos aqui um caso de um travesti que tinha até peito de silicone. Hoje essa pessoa está casada e tem filhos.

Atualmente, disse Santos, só um interno demonstra “trejeitos” de gay:

— A questão da homossexualidade a gente vai percebendo no dia a dia. Tem um aluno que notamos algo de estranho. Ele acabou abrindo o jogo. Disse que já teve relacionamento com outro homem, mas que sofria muito com isso. Percebemos que ele frequentava a academia só para ficar vendo os outros alunos. A gente chegou perto e deu uns toques para ele evitar o desejo carnal.

Sem contar com profissionais para acompanhamento médico e psicológico, a comunidade faz os tratamentos com base em fé, obediência e respeito aos fundamentos do cristianismo.

— O evangelho pode mudar a vida de qualquer pessoa — disse o coordenador da ONG, que já tem filial em Maués, no Amazonas, e Angra dos Reis, no Rio.

Só uma técnica de enfermagem voluntária auxilia nos trabalhos. De acordo com Santos, a entidade mantinha um convênio com a prefeitura de Contagem, que não foi prorrogado no fim de 2012. A fonte de renda vem supostamente de doações e do comércio dos produtos fabricados no local. A entidade conta com 31 internos.

Em Minas, são três unidades Ele Clama: um sítio para acolhimento na Serra da Moeda, em Nova Lima, e duas chácaras em Contagem, que contam com fábricas de vassouras, marcenaria, padaria e uma confecção onde os abrigados podem trabalhar. Fundador da entidade, o ex-jogador de basquete Carlos Eduardo Braga, o Kaká, que já foi campeão carioca juvenil pelo Tijuca Tênis Clube, foi procurado por telefone e por meio de sua assessoria de marketing, mas não retornou aos pedidos de entrevista. Por e-mail, uma assessora disse que ele está na comunidade de Maués, onde a “comunicação é precária”.

Em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana de Recife, a Instituição Social Manassés abriga 40 internos com dependência química. Segundo o Conselho Federal de Psicologia, lá “os homossexuais são evitados, mas, quando aceitos, recebem trabalho para alterar a orientação sexual”. O coordenador da Manassés, Herman Benfica, disse que respeita opções sexuais, mas que, em princípio, rejeita pacientes gays.

— A gente não pode mudar o sexo de ninguém. Se ele quer ser gay, tenho que respeitar a opção dele. Mas, aqui, ele vai ouvir a pregação da Bíblia. Se vai se sentir incomodado, o problema é dele — disse Benfica, aluno de Psicologia na Faculdade Guararapes. — Já passaram milhares de pacientes por aqui. Mas preferimos rejeitar os homossexuais. Temos 40 homens que estão tentando se curar do vício. Eles participam de atividades de manutenção da casa, de lazer e de três cultos por dia. Se colocarmos um homossexual, desestrutura tudo. Não permitimos essas práticas na clínica, que é evangélica. Agora, se algum paciente homossexual aceitar as normas da casa, poderemos recebê-lo. Se vai se libertar da homossexualidade vai depender dele.

Silas Malafaia: “Já recebi R$ 2 milhões de um fiel”

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EM FAMÍLIA
Malafaia casou virgem aos 21 anos e, em 2011, fez um
preenchimento capilar no lado esquerdo para corrigir uma falha

Apontado como o terceiro pastor mais rico do Brasil, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo anda de jato executivo, afirma faturar R$ 45 milhões por ano com a sua editora e diz que evangélico não é babaca

Rodrigo Cardoso, na IstoÉ

De Angra dos Reis, local escolhido para curtir 15 dias de férias em meio a passeios de lancha e banho de mar próximo às ilhas da região, o carioca Silas Malafaia, 54 anos, pregou a orelha no celular e, por quase duas horas, abriu o verbo. O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo estava bravo depois de ser apontado pela revista americana “Forbes” como o terceiro pastor evangélico mais rico do País, com um patrimônio avaliado em aproximadamente R$ 300 milhões. Ele pretende acionar judicialmente a publicação e provar que a sua renda pessoal não chega a 2,5% do valor publicado. Um dos mais antigos tele-evangelistas do País, Malafaia é um ex-conferencista que se tornou pastor há apenas dois anos e meio e já administra 120 templos pelo Brasil. Nascido em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, casado há 32 anos e pai de três filhos, o sacerdote conta que a maior oferta que um fiel deu em sua igreja foi de R$ 2 milhões e a sua editora fatura R$ 45 milhões por ano. É dele, ainda, a voz mais estridente contra o projeto de lei que criminaliza a homofobia.

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“Tenho um avião da Associação Vitória em Cristo que coloquei à venda.
Paguei R$ 6,6 milhões, mas é dispendioso. Vale R$ 2,6 milhões”

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“O Jean Wyllys só tem essa voz toda porque é gay.
Se não fosse, seria um zero à esquerda.Ele teve 16 mil votos”

Fotos: Tomás Rangel/Folhapress; MARCOS DE PAULA/AG. ESTADO/AE

ISTOÉ – De onde vem o patrimônio?

 SILAS MALAFAIA -

Da renda de venda de livros, de conferências, da minha editora (Editora Central Gospel), que fatura R$ 45 milhões por ano. Aí, a “Forbes” divulgar que o meu patrimônio pessoal é de R$ 300 milhões é uma sacanagem para dizer que pastor apanhou dinheiro dos otários. Que pastor é milionário porque tem um bando de babaca de quem ele toma dinheiro. Mas eu não vou tolerar isso.

ISTOÉ – O que vai fazer?

SILAS MALAFAIA -Vou ganhar dinheiro dos americanos (da “Forbes”) lá na América, vou processá-los lá. A “Forbes” cometeu um equívoco grosseiro ao dizer que os dados são do Ministério Público e da Polícia Federal. Os dois órgãos não têm autoridade legal para passar dados de ninguém. Tentaram somar a arrecadação da Associação Vitória em Cristo, que não é minha, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, que não é minha, e da editora. Mas, se eu juntar os três, a arrecadação chega à metade do que disseram. Foi uma campanha sacana com subjetividade muito malandra. Ri quando vi a lista. Porque eu ter mais recursos que o R. R. Soares (da Igreja Internacional da Graça de Deus) é uma sacanagem com o R. R.

ISTOÉ – O sr. é acusado até por evangélicos de vender bênçãos.

SILAS MALAFAIA – Quem pensa assim é um estúpido! Acha que eu sou criança para vender bênçãos, rapaz! O que eu faço, e é bíblico, é liberar uma palavra profética.

ISTOÉ –  Arrecadar oferta por meio de máquina de cartão de débito e crédito não é comércio?

SILAS MALAFAIA – A minha igreja tem desembargador, procurador, caras com doutorado. Vai dizer que a igreja evangélica só tem babaca, analfabeto, operário? Hoje a igreja evangélica é o extrato da sociedade: tem pobre, classe média e rico. Eu ganhei no meu aniversário uma Mercedes-Benz blindada de R$ 450 mil de um fiel, empresário rico, e não de um imbecil. Um dia, entro na minha empresa e está lá o carro com um laço em cima. Esse cara é um babaca que precisou ir à igreja para ficar rico? O cara é dono de uma frota de mais de 200 caminhões! É tolice achar que na minha igreja, onde tem desembargador e procurador, o malandro aqui está tomando dinheiro dessa turma. Eu dei o carro que eu ganhei para a igreja. Foi uma oferta para ajudar na construção do templo do Rio de Janeiro, uma sede provisória na Penha para seis mil pessoas sentadas. E repeti três vezes que não pedia para fazerem o mesmo.

ISTOÉ –  Qual a porcentagem de arrecadação da igreja por meio de cartões?

SILAS MALAFAIA – 60% das ofertas na minha igreja vêm de cartões, algo entre R$ 25 milhões a R$ 30 milhões.

ISTOÉ –  E, no total, quanto a Vitória em Cristo arrecada de fiéis por ano?

SILAS MALAFAIA – No ano passado, uns R$ 50 milhões. O R. R. Soares e o Valdemiro (Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus) devem arrecadar R$ 600 milhões de oferta e dízimo. A Universal do Reino de Deus uns R$ 2 bilhões.

ISTOÉ –  Qual a maior oferta que já recebeu?

SILAS MALAFAIA – Duas vezes por ano fazemos campanhas especiais por objetivos específicos. E peço ofertas assim: “Quem sabe aqui vou ter um irmão que vai dar uma oferta acima de R$ 100 mil, R$ 10 mil, acima de R$ 1 mil, R$ 500, acima de R$ 100 e R$ 50. No resto do ano as ofertas são normais. A maior oferta que recebi de um fiel, um empresário, foi de R$ 2 milhões, em 2011.

ISTOÉ –  O sr. dirige o próprio carro, pega fila em banco, faz compra em supermercado?

SILAS MALAFAIA – Eu dirijo. Por muito tempo era eu quem fazia compra no mercado. Hoje, não mais. Não sei o que é pegar uma fila de banco há uns dez anos. E não me faz falta. Mas tenho pegado fila em aeroporto. Tenho um avião executivo da Associação (Vitória em Cristo) que coloquei à venda faz seis meses porque é dispendioso para o que eu faço. É um avião grande (um Gulfstream, modelo G-III, ano 1986), para 11 pessoas, dá para ficar de pé nele. Paguei R$ 6,6 milhões em 2010 e, hoje, ele vale R$ 2,6 milhões. Tomei prejuízo. Quero um jato com custos de manutenção e operacionais mais baixos, para seis, sete passageiros. Avião é uma ferramenta que utilizo até seis dias por semana.

ISTOÉ – Por que não tem templos fora do Brasil?

SILAS MALAFAIA – Com o mesmo montante de dinheiro com que inauguro dez igrejas o Valdemiro abre 70. É o estilo da igreja dele. Essas igrejas, do (Edir) Macedo (da Universal), Valdemiro e R.R. (Soares) são rotativas. Muita gente as procura para uma demanda, uma necessidade de momento. Na minha igreja, não. Aqui, o cara é fincado como um membro. O meu crescimento é mais consistente. Abri uma igreja em Curitiba para três mil pessoas sentadas. Aluguei a propriedade, mas gastamos lá R$ 7 milhões. Minhas igrejas são lindas, clean, nada luxuosas, mas hiperconfortáveis, com cadeiras, som, de primeira linha. Na igreja que estou fazendo na Penha, no Rio, vamos gastar R$ 12 milhões em obras. Esses caras abrem um salão e gastam com som, cadeira, uma pinturazinha, um conserto no banheiro, às vezes um ar-condicionado, uns 300 mil contos, irmão! Meu mundo é outro, mas chego lá.

ISTOÉ –  O sr. já presenciou um beijo de duas pessoas do mesmo sexo?

SILAS MALAFAIA – Sim, em shopping. Senti repulsa. Deus fez macho e fêmea. Não conheço ordem cromossômica, hormônios ou sexo de homossexual. É um comportamento que não aceito e é um direito meu. E não aceitar não significa que quero destruir aquela pessoa. Na igreja, homossexualismo é pecado, como adultério e prostituição. Uma pesquisa americana mostra que 46% dos gays foram abusados ou violentados quando eram crianças ou adolescentes. Então, como é que o cara nasce gay? Não estou aqui para proibir ninguém de ser gay. Não quero é que o meu direito de me manifestar sobre o homossexualismo seja impedido. E o ativismo gay não suporta o contraditório.

ISTOÉ –  Quem o orientou sobre sexo?

SILAS MALAFAIA – A minha mãe. Meu pai é oficial da reserva, ex-combatente da Marinha, um cara reservado, sério. E minha mãe, pedagoga, psicóloga. Mas na igreja se aprende desde cedo sobre esses assuntos. Coisas como “você é homem, tem de se relacionar com uma menina, mas tem a hora certa, sexo só depois de casar…” Isso tudo que a “Bíblia” apresenta como regra para o cristão é ensinado desde cedo. Comecei a namorar a minha atual esposa com 14 anos. Ela tem um ano a menos. Casei com 21. Ela é minha primeira e única namorada. Eu casei virgem e ela também. Somos casados há 32 anos. Hoje, porém, chega na igreja garoto e garota com 16 anos com mais hora de cama do que piloto de Jumbo de voo.

ISTOÉ – Por que a pressão dos evangélicos é tão grande para que o projeto de lei que trata da questão dos direitos dos homossexuais não passe no Senado?

SILAS MALAFAIA – Os ativistas gays querem uma lei para calar qualquer um que fale contra a prática homossexual. Há uma diferença entre condenar uma conduta e discriminar uma pessoa. Eles é que têm medo da crítica por não ter convicção do que são. Porque, quando você tem convicção do que é, você discute. No Brasil, você pode criticar padre, pastor, jornalista, mas se criticar gay é ho-mo-fó-bi-co! O sindicato gay, que mama na teta e sobrevive de grana de governo e de estatais, diz ser homofobia quando alguém fala contra eles. Os evangélicos estão decidindo eleição. O pau está cantando e não vai ter moleza. Nessa questão de direitos dos homossexuais em que estamos batendo desde 2006, deputado e senador que votar pela aprovação do projeto vai dançar!

ISTOÉ – Por que os sacerdotes católicos não criticam abertamente o projeto?

SILAS MALAFAIA – Existem pedófilos e homossexuais na igreja evangélica? Claro que sim. Mas só por isso não posso falar sobre pedofilia e homossexualidade? Acho de uma covardia e omissão uma instituição tão poderosa, com tanto acesso à mídia como a Igreja Católica, se calar tanto. Ou então a maioria dos padres é homossexual – e aí tem de ficar calada mesmo.

ISTOÉ –  O deputado federal e homossexual Jean Wyllys (PSOL-RJ) virou uma grande liderança.

SILAS MALAFAIA – Ele teve 16 mil votos e só foi eleito deputado porque estava pendurado no Chico Alencar, que teve 220 mil votos, irmão! Com todo respeito, ele só tem essa voz toda porque é gay. Se não fosse, seria um zero à esquerda. Acha outro no Congresso com 16 mil votos que tenha representatividade para falar! Pô, o meu irmão (Samuel Malafaia) foi eleito deputado estadual com 135 mil votos! Se (Wyllys) não fosse gay, não estaria com essa banca toda.

ISTOÉ –  Usa segurança particular?

SILAS MALAFAIA – Passei a andar com segurança faz um ano por causa de ameaças. Depois que comecei o enfrentamento ao ativismo gay, em 2008, passei a receber ameaças de morte. Eu não ligava, no começo. Uma vez, em um aeroporto, um sujeito quase me agrediu. E, continuadamente, por e-mail, Twitter, telefone, me ameaçavam. Nunca gostei de segurança, é horroroso. Mas precisei me precaver. Se vierem, vão encontrar quatro caras com muita disposição. Não vou tomar tapa de gay em aeroporto e nem em shopping, irmão, porque vai ficar ruim para mim!

‘Censo Mulheres Ricas’: Participantes têm até dez banheiros em casa

Participantes de Mulheres Ricas 2013 posam para foto oficial
Participantes de Mulheres Ricas 2013 posam para foto oficial – Divulgação/Band/Rodrigo Belentani

Além de roupas de grife e pose de endinheiradas, as sete integrantes do reality show da Band mostram que estão no topo da pirâmide social brasileira ao responder algumas perguntas da pesquisa realizada pelo IBGE

Mariana Zylberkan, na Veja on-line

Mais do que um guarda-roupa repleto de itens de grife, outros indicadores comprovam que as sete participantes da segunda edição do reality show Mulheres Ricas, que estreia nesta segunda-feira na Band, estão posicionadas no topo da pirâmide social brasileira. A pedido do site de VEJA, cada uma respondeu ao questionário elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no último Censo, em 2010. Todas alegaram morar em domicílio próprio com, no mínimo, quatro dormitórios e até dez banheiros, com exceção de Aeileen Kunkel, que se mudou da mansão da família no Espírito Santo para morar em um flat em São Paulo, e de Mariana Mesquita, a única que não quis dar detalhes de seu patrimônio.

Para preencher tanto espaço, o que não faltam nas casas das ricas de 2013 são eletrodomésticos. A mais exagerada é Val Marchiori, que disse ter 12 telefones celulares, oito aparelhos de televisão e o mesmo número de computadores com acesso à internet. A empresária Cozete Gomes é a dona da maior garagem do grupo, onde guarda nove carros e uma motocicleta. Val fica logo atrás com seis automóveis e mais um jatinho particular e lanchas ancoradas no litoral de Angra dos Reis.

A ostentação da dona do bordão “Hello” já foi atacada pela advogada paulistana Regina Manssur, autoproclamada a única endinheirada de verdade desta edição. “Eu sou a única rica de berço, de família tradicional. Mesmo assim, trabalho 12 horas por dia e represento clientes famosos em um renomado escritório de advocacia”, diz Regina, dona de uma casa com seis dormitórios e cinco carros, a maioria, da marca Mercedes-Benz. A advogada é orgulhosa de sua coleção de 40 casacos e peças de pele, devidamente acomodados em um closet de 200 metros quadrados junto com sua coleção de 300 pares de sapatos.

A dona do maior acervo de sapatos é Cozete Gomes, que reveza seus pés em 400 pares diferentes. A empresária mostrou gostar de variar também o cômodo em que costuma dormir. “Minha casa tem três dormitórios, ou seja, eu durmo cada dia em um quarto diferente, afinal de contas, eu moro sozinha.”

Eterna rival de Val, Narcisa Tamborindeguy mostrou-se mais humilde. Disse ter três carros na garagem e seis televisores no apartamento de frente para a praia de Copacabana, no Rio, “todo revestido em mármore.”

Fonte de renda – Além de abastadas, as participantes do reality show se mostraram empreendedoras e todas alegaram ter trabalhado em 2012, geralmente, à frente de empresas próprias – menos Aeileen, que é cantora. Narcisa pagou as contas como apresentadora de um programa de rádio na internet e Andréa Nóbrega ironizou a pergunta, respondendo que teve à disposição recursos do Bolsa Família.

As ricas mostraram todo seu bom humor refinado ao responder a pergunta sobre o idioma falado em suas residências. Nenhuma delas sabe falar línguas indígenas e, na casa de Narcisa, as conversas são travadas apenas em português e francês, segundo ela própria.