Pastor da Florida dá sermão de 53 horas e bate recorde

Discurso do pastor foi transmitido ao vivo pela internet, e a gravação de sua apresentação fará parte da documentação que será necessária para entrar no livro dos recordes

Publicado no Terra

Um pastor da Flórida deu um sermão durante 53 horas e 18 minutos a seus fiéis, superando o recorde mundial do Guinness, informou nesta quinta-feira a imprensa local.

A façanha, que pode entrar no livro dos recordes como o discurso mais longo, começou às 7h (10h em Brasília) de sexta-feira com o Gênesis e terminou às 12h21 (15h21 em Brasília) do domingo passado com a Revelação.

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Zach Zehnder, pastor da igreja “The Cross” em Mount Dora, queria superar o recorde anterior do Guinness, cifrado em 48 horas e 31 minutos e realizado por Vickrant Mahajan na Índia.

Para conseguir seu objetivo, o pastor podia descansar apenas cinco minutos a cada hora e teve que recorrer à ajuda de notas e uma apresentação no computador, pois não estava autorizado a consultar a Bíblia, embora tenha explicado seu conteúdo do começo ao fim.

O discurso do pastor foi transmitido ao vivo pela internet, e a gravação de sua apresentação fará parte da documentação que será necessária para entrar no livro dos recordes.

Zehnder cumpriu este desafio, sendo assistido por 400 pessoas, para arrecadar fundos que serão destinados a um programa de recuperação orientado a ajudar pessoas com dependências.

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Menino dança e rouba a cena durante reportagem ao vivo

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Fernando Moreira, no Page not Found

A repórter Patranya Bhoolsuwan, da KLAS, estava falando ao vivo de um shopping center que estava sendo inaugurado em Las Vegas (Nevada, EUA) quando ao fundo surgiu a figura de um menino dançando como se fosse uma diva da música pop. Com os seus movimentos e suas caras e bocas, ele roubou a cena! O adolescente virou meme e o vídeo com a sua performance já teve mais de 1 milhão de visualizações desde o último sábado (11/10).

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Comentarista se irrita, xinga e deixa programa de TV ao vivo

Episódio aconteceu no programa Esporte Cidade, no município de Teresópolis 

Publicado no O Dia

Uma cena inusitada marcou o programa Esporte Cidade, veiculado na TV Cidade, em Teresópolis. O comentarista José Carlos Lippi simplesmente abandonou a atração ao vivo. O motivo alegado foi por não possuir tempo suficiente para comentar os assuntos abordados. Depois de passar os gols do Campeonato Municipal, Lippi pediu para falar e afirmou:

“Dá para botar esta porcaria (imagem) para aqui? Eu sou obrigado a falar que este programa está uma p… Eu não tenho oportunidade de falar. Todo mundo fala, todo mundo fala e eu não posso comentar nada!”, indignou-se.

Após desabafar, Lippi retirou o microfone e saiu. O apresentador Marcelo Rocha até tentou fazer com que seu parceiro voltasse, mas a tentativa não surtiu efeito.

dica da Kátia Oliveira

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‘Avançamos muito’, diz jornal inglês. ‘Na última vez, o brasileiro assediado foi morto a tiros’

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Publicado no Terra

Um artigo publicado nesta semana no jornal inglês The Independent trata da detenção do brasileiro David Miranda no aeroporto de Londres e compara com o caso de outro brasileiro, Jean Charles de Menezes, que foi assassinado por forças de segurança do país em 2005.

“Avançamos muito. Na última vez, o brasileiro assediado foi morto a tiros”, diz o título do artigo de opinião assinado por Matthew Norman.

O texto usa um tom irônico para criticar as forças de segurança do país. Ele compara os dois casos e indica que a segurança do Reino Unido avançou nos últimos sete anos. Em vez de matar brasileiros sem motivo, eles agora só são interrogados e detidos por nove horas.

“Sete curtos verões depois que a polícia apagou Jean Charles de Menezes em um trem do metrô sem nenhuma razão aparente além da sua própria incompetência, o viajante Brasileiro que obedece a leis e não tem nenhuma ligação com terrorismo não espera nada pior de que ser retido em uma cela e interrogado por no máximo nove horas”, ironiza o texto.

“Não está claro se o senhor Miranda aprecia o quanto a polícia avançou desde que matou seu compatriota, mas até agora o ingrato não agradeceu por terem deixado ele voltar ao Rio vivo. Honestamente, algumas pessoas simplesmente não têm ideia do quanto são sortudas”, diz.

Mais adiante, entretanto, o texto deixa mais claro seu tom crítico:

“É uma desgraça que oficiais da polícia britânica tenham detido e interrogado um cidadão estrangeiro contra quem eles não tinham nenhuma suspeita de nenhuma ofensa, muito menos terrorismo”, diz.

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