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Mulheres esperam um mês para deixar parceiro vê-las sem maquiagem

Em pesquisa britânica, mais de 30% das entrevistadas revelaram que acordam antes dos namorados para retocar a maquiagem

Crédito: Thinkstock

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Lediane Filus, no Toda Ela

É comum se sentir insegura ao começar uma nova relação. A maioria das mulheres demonstra receio de cometer algum erro que possa afastar o novo parceiro já nos primeiros meses. E parece que essa insegurança se reflete muito no uso do make.

Uma pesquisa realizada pela marca de maquiagem britânica Debra Robson revelou que 80% das mulheres entrevistadas não deixam o namorado vê-las sem make até completar pelo menos um mês de relacionamento. O levantamento foi divulgado nesta semana e, segundo o Daily Mail, descobriu ainda que mais de 30% delas acorda antes do namorado para se produzir, enquanto 60% usa um truque mais simples, não tirando a maquiagem nem para dormir.

E o tempo com o cuidado excessivo com a aparência pode ser ainda maior. Uma em cada cinco entrevistadas espera dois meses, 16% não ficam sem maquiagem na frente do parceiro por até seis meses e 3% delas nunca deixarão o namorado vê-las sem make.

Os pesquisadores também desvendaram os motivos para esse cuidado

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excessivo com a beleza diante do novo parceiro. Entre as entrevistadas, 58% afirmaram que elas se sentem mais bonitas quando estão maquiadas, enquanto 28% disseram que não se sentiriam tão confiantes sem a produção. Há ainda aquelas que vão mais longe: 12% afirmam que não seriam tão desejadas e 2% acreditam que se ele a visse sem maquiagem acabaria com o relacionamento.

Make além da vida amorosa

O levantamento revelou que não é só diante do parceiro que as mulheres sentem necessidade de estar maquiadas. Aproximadamente três quartos delas afirmaram sentir que a sociedade espera que elas usem maquiagem, enquanto 68% das entrevistadas afirmaram que se sentem nuas sem a produção.

Apenas 27% das mulheres disseram que ficariam felizes em ir trabalhar sem se maquiar. Em contrapartida, um terço delas insiste em usar pelo menos algum produto para ir à academia.

E você, também não vive sem maquiagem?

Evangélicos vão continuar campanha pela saída de Feliciano

Para o grupo, o pastor que assumiu presidência do colegiado ‘não representa os fiéis’

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Isadora Peron, em O Estado de S. Paulo

O grupo de evangélicos que se mobiliza pela saída do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Diretos Humanos e Minorias da Câmara disse, nesta terça-feira, 12, que vai continuar a campanha para que o pastor deixe o cargo. Para eles, Feliciano não representa os fiéis.

“O discurso de ódio na boca de quem se diz discípulo de Jesus é anacrônico. A gente entende que as falas do pastor Marco Feliciano não colaboram para um debate respeitoso e qualificado em torno da questão dos Direitos Humanos”, afirmou Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale, que reúne 14 organizações religiosas, na sua maioria pentecostais.

O deputado tem sido acusado de homofobia e racismo. Entre as suas declarações polêmicas está a de que “podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime e à rejeição” e a de que “africanos descendem de ancestral amaldiçoado”.

A Rede Fale organizou um abaixo-assinado direcionado aos membros da bancada evangélica pedindo para que eles reconsiderassem a indicação de Feliciano. Na terça, após reunião, o PSC decidiu manter o pastor como presidente da comissão.

Apesar da decisão do partido do deputado, Marçal afirma que o mais importante com essas manifestações “é mostrar que existe um outro perfil de evangélico, que luta por um debate qualificado sobre Direitos Humanos no Brasil, que evite os maniqueísmos e os discursos de ódio”.

Na segunda-feira, mais de 150 lideranças evangélicas assinaram uma carta aberta contra a posse de Feliciano. “Não se trata aqui de prejulgar o presidente recém-eleito, mas não há como desconsiderar seus vários comentários públicos sobre negros, homossexuais e indígenas, declarações que inviabilizam a sustentação política de seu nome entre os que atuam e são sensíveis às temáticas dos Direitos Humanos”, afirmaram.

fotos: fan page Feliciano não me representa

Fernandinho Beira-Mar diz que estuda teologia em presídio

Traficante responde por dois homicídios e uma tentativa de homicídio em 2002

Beira-Mar respondeu às manifestações de familiares e amigos, que acompanhavam o julgamento dele, mandando beijos e cumprimentando a plateia

Beira-Mar respondeu às manifestações de familiares e amigos, que acompanhavam o julgamento dele, mandando beijos e cumprimentando a plateia

Carlyle Jr., no R7

O traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, disse na tarde desta terça-feira (12), durante julgamento na 4ª Vara Criminal da Capital, no TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), que está estudando teologia. O curso, segundo ele, que está preso na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), acontece à distância. O traficante disse que, no momento, não está trabalhando, porque o presídio não ofereceria trabalho aos detentos.

Beira-Mar negou que tenha ordenado a morte de três pessoas da favela Beira-Mar, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, enquanto estava preso em Bangu 1, na zona oeste do Rio de Janeiro, em julho de 2002.

Durante o julgamento, ele admitiu que tinha acesso a telefone celular dentro do presídio e que fez uma reunião por telefone com seus homens de confiança e outros de uma facção rival, que tentavam dominar o tráfico de drogas na favela, para tentar desarmá-los e expulsá-los do local. Segundo ele, nesta época houve confrontos na comunidade e criminosos e pelo menos dez inocentes morreram.  Entre os mortos estava Bone, um de seus comparsas, e outros dois homens de confiança do traficante.

— Eu nasci e fui criado nesta favela. Os moradores pagaram um advogado para me procurar no presídio, pois um morador presenciou eles [os bandidos da facção rival] matando o Bone, que trabalhava para mim. Matou ainda um morador e o filho dele [do morador]. Eu não era comparsa destes caras, eles eram meus rivais.

Beira-Mar disse ainda que era amigo de Ednei Thomaz Santos, que foi morto na época, e de Adailton Cardoso de Lima, que sobreviveu ao atentado. Segundo o traficante, Antonio Alexandre Vieira Nunes, conhecido como Playboy, que também morreu em julho de 2002, não pertencia ao seu grupo.

Apesar de citar outra facção rival, o bandido disse, durante o interrogatório nesta terça-feira, que não pertence a nenhuma facção criminosa.

— Minha facção sou eu.

Beira-Mar manda beijos para familiares

O traficante causou alvoroço ao entrar na sala da 4ª Vara Criminal da Capital, nesta terça-feira, no TJ-RJ. O criminoso respondeu às manifestações de familiares e amigos, que acompanhariam o julgamento dele, mandando beijos e cumprimentando a plateia.

O julgamento do bandido começou por volta das 14h. Antes mesmo dos interrogatórios, o juiz Murilo André Kieling, que presidia a sessão, pediu para a plateia parar de provocar o criminoso para não atrapalhar o julgamento. Quem não obedecesse, seria retirado da sala.

Segundo o TJ-RJ, seis testemunhas (quatro de acusação e duas de defesa) foram convocadas a comparecer ao julgamento, mas faltaram. O oficial de Justiça não conseguiu localizá-las. Das testemunhas de acusação, o Ministério Público fazia questão da presença de Adailton Cardoso de Lima, que sobreviveu ao atentado em 2002. O Ministério Público acusa Beira-Mar de ter mandado matar Antonio Alexandre Vieira Nunes e Edinei Thomaz Santos dentro da favela Beira-Mar, em Duque de Caxias. O motivo do crime, segundo MP, teria sido um acerto de contas dentro da própria quadrilha de Fernandinho Beira-Mar.

De acordo com o TJ-RJ, a defesa de Beira-Mar chegou a cogitar a possibilidade de chamar os traficantes Marcinho VP (principal chefe da maior facção criminosa do Estado do Rio) e Chapolin (braço-direito de Beira-Mar), mas desistiu, pois os depoimentos ocorreriam por videoconferência.

Promotor afirma que testemunhas foram coagidas por membros da Igreja Maranata

Nesta terça-feira (12) foram presos o atual presidente Elson Pedro dos Reis, o ex-presidente Gedelti Gueiros e outros dois pastores, Amadeu Loureiro e Carlos Itamar Coelho

Publicado na Gazeta Online

Ao menos seis testemunhas que prestaram depoimento contra as lideranças da Maranata foram ameaçadas nos últimos quatro meses por integrantes ligados diretamente à cúpula da igreja. De acordo com o Ministério Público Estadual, essas testemunhas, com medo de alguma represália, chegaram a mudar a versão do depoimento.

Foram presos na manhã desta terça-feira (12) – em uma operação da Polícia Federal junto com o Grupo de Ação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual – o atual presidente da Igreja Maranata, Elson Pedro dos Reis, o ex-presidente Gedelti Gueiros e outros dois pastores, Amadeu Loureiro e Carlos Itamar Coelho. Os quatro estão com prisão preventiva decretada.

Defesa

A Igreja Maranata divulgou nota  em que nega as acusações, diz que nunca coagiu testemunhas ou fez ameaças, e se diz vítima de uma cruzada religiosa e moral.  “É sabido que a Igreja Cristã Maranata, como uma instituição de fé, tem se respaldado no respeito aos órgãos públicos e à imprensa em geral, sem, contudo, deixar de tomar as medidas cabíveis e legais no sentido de proteger a sua idoneidade, que foi construída ao longo dos últimos 45 anos, de forma proba e séria”, diz a nota.

> Confira a nota  na íntegra

Segundo o promotor Paulo Panaro, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), intimidações também aconteceram contra um promotor e uma juíza que trabalham diretamente no caso.

“Eles chegaram ao cúmulo de tentar convencer membros do Ministério Público e do Judiciário a mudar decisões e a maneira de proceder as investigações. Falavam tudo muito diplomaticamente. Só que os promotores não são ignorantes. São pessoas habituadas a isso que conseguiram detectar a real intenção das visitas que receberam”, destacou o promotor.

Também ficou provado para o Ministério Público que as testemunhas foram claramente coagidas a mudarem o teor do depoimento. Os responsáveis pelas ameaças geralmente se encontravam com testemunhas em reuniões marcadas pessoalmente. Uma delas relatou aos promotores que, em uma ocasião, uma arma foi colocada em cima da mesa, durante a conversa.

“Uma testemunha disse: Se estão fazendo isso com um promotor de Justiça, o que vão fazer comigo? Uma outra nos relatou que foi convidada a conversar e durante essa conversa havia uma arma sobre a mesa. Isso consta em depoimento”, destacou.

As investigações contra membros da direção da igreja Maranata incluem crimes de estelionato, falsidades, tráfico de influência, desvio de erário, lavagem de dinheiro, dentre outros.

Panaro contou ainda que eles agiam da seguinte forma: ligavam para os fiéis que eram testemunhas de acusação contra a Maranata solicitando uma reunião para tratar de assuntos administrativos referentes a igreja. Confiando na nova cúpula que assumiu a igreja após o afastamento judicial de Gedelti Gueiros, essas testemunhas, aponta o promotor, foram ao encontro. Nessa ocasião eles eram intimidados.

“Se aproveitavam da credulidade dos fiéis. Eles não faziam ameaças diretas, de provocação ou grave futuro. Mas diziam: o que você está fazendo não está bom. Está prejudicando fulano, beltrano e sicrano. Isso é ruim. Ficaria melhor se você pudesse mudar o que está dizendo para não prejudicar mais. Várias pessoas mudaram o depoimento por causa disso”, disse Panaro.

A polícia ainda realizou busca e apreensão na casa dos acusados, escritórios e na Rádio Maanain, local onde acontecia as reuniões com as testemunhas. Além de documentos e computadores, a Polícia Federal apreendeu uma arma.

O poder de influência que a Maranata tem em órgãos federais, estaduais e municipais levam o promotor Paulo Panaro a não acreditar que essas prisões vão perdurar por muito tempo.

“Eu particularmente não acredito que essas prisões vão se sustentar por muito tempo, dado pela influência que essa instituição tem em todos os órgãos a nível federal, estadual e municipal. Queremos que ela dure. Essas prisões não serão revogadas com o aval do Ministério Público”, disse.

Para o Procurador-Geral de Justiça, Eder Pontes, essas ameaças afrontam o trabalho do Ministério Público. Segundo ele, o teor das ameaças, mesmo sendo moral, poderia redundar numa situação mais grave para os promotores que trabalham no caso.

“Isso é lamentável. É uma gravidade enorme ameaçar o Ministério Público. Foi uma ameaça moral, mas que poderia redundar em outra espécie de ameaça mais grave. O Ministério Público tem o dever de manter a ordem jurídica e apurar os fatos como devem ser apurados. Não temos nenhum interesse de prejudicar quem quer que seja”, afirmou.

As prisões foram decretadas pelo juiz Marcelo Loureiro, da Central de Inquérito. Ele determinou que o ex-presidente e um dos fundadores da Maranata, Gedelti Gueiros, fique em prisão domiciliar por ter mais de 80 anos. O magistrado determinou ainda que dois policiais militares fiquem dia e noite na residência dele, para garantir que o pastor não saia de casa.

Carlos Itamar Coelho, por ser advogado, ficará detido no Quartel de Maruípe. Já o atual presidente da igreja Maranata, Elson Pedro dos Reis, e o pastor Amadeu Loureiro foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória II de Viana.

O Presbitério da Maranata, onde funciona toda parte administrativa da Igreja, foi fechado nesta terça-feira para atendimento.

Quem são os presos? 

Elson Pedro dos Reis

Elson Pedro dos Reis

Elson Pedro dos Reis: pastor e atual presidente da igreja Maranata. Ele foi indicado pela própria igreja como interventor, assumiu a presidência no final do ano passado, quando o então presidente Gedelti Gueiros foi afastado do cargo pela Justiça.
Gedelti Gueiros

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Gedelti Gueiros: pastor, ex-presidente e um dos fundadores da igreja Maranata.

Amadeu Loureiro: pastor, médico e faz parte da cúpula da igreja Maranata.

Carlos Itamar Coelho

Carlos Itamar Coelho

Carlos Itamar Coelho: pastor, advogado e também faz parte da cúpula da Igreja Maranata.

 

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Mulher é presa por tentar vender filhos pelo Facebook nos EUA

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publicado no UOL

Uma mulher foi presa na cidade de Sallisaw, em Oklahoma (EUA), ao tentar vender seus dois filhos pela rede social Facebook. Ela cobrava US$ 4.000. A informação é do jornal norte-americano “The Oklahoman”.

De acordo com o periódico, Misty VanHorn, 22, foi detida na semana passada por meio de denúncia. Segundo a polícia, a mãe anunciou a venda pelo Facebook várias vezes. VanHorn fazia duas ‘ofertas’: o bebê de dez meses por US$ 1.000 ou o filho mais novo e o de dois anos por US$ 4.000.

A jovem está presa na cadeia da cidade. As crianças estão sob a custódia do departamento de serviço social do Estado. A polícia arbitrou uma fiança no valor de US$ 40 mil.

À polícia, Misty VanHorn contou que tentou vender os filhos pela internet porque precisava conseguir US$1.000 para libertar seu namorado da cadeia.

O caso de uma mulher que vendeu as três filha pelo equivalente a R$ 6 por não conseguir cuidar delas chocou a Índia (BBC)