Aumenta a população de adultos acima de 65 anos nas redes sociais

Segundo pesquisa do Pew Institute, 43% dessa população está usando intensivamente sites como Facebook, Twitter e Google+

Getty Images Brasil
Getty Images Brasil

Publicado no IDG Now!

Um novo estudo Internet Life do Pew Institute, mostra que 43% da população de adultos com 65 anos ou mais usam intensivamente redes sociais como Facebook, Twitter e Google+. Esse número representa um salto gigantesco com relação a 2006 quando, segundo o mesmo instituto, apenas 1% dessa mesma população utilizava sites de redes sociais.

O estudo mostra que desde 2009 as taxas de adesão às redes sociais pelos adultos acima de 65 anos têm triplicado.

Vários outros grupos de faixas etárias diferentes também aumentaram sua presença na mídia social. A audiência de adultos com idades entre 50 e 64 anos por exemplo, já representa 60% da população total nessa faixa etária. Entre as pessoas de 30 a 49 anos, o percentual de adoção cresceu exponencialmente, saltando de meros 7% em 2009 para 78% em 2013, segundo o estudo.

Um dos autores do estudo, Aaron Smith, diz que há vários fatores levando ao aumento da adoção entre representantes da terceira idade. A possibilidade de manter contato com membros da família que vivem distantes, acessando fotos e vídeos; a oportunidade de reatar relacionamento com amigos há muito perdidos e a conexão com pessoas com mesmos interesses e hobbies são três fatores que contribuem bastante, diz o pesquisador.

No geral, 72% dos adultos acima de 18 está usando redes sociais hoje nos Estados Unidos, diz o estudo, contra 67% do ano passado.

O Twitter foi analisado pela primeira vez individualmente pelo estudo da Pew e descobriram que 18% dos adultos online acima de 18 anos utiliza o microblog, contra 8% em 2010. Adultos mais velhos também estão entre os mais ativos no Twitter também. Entre as pessaos com idade de 50 a 64 anos, 13% usa o site, contra 6% em 2010. Na faixa dos 30 aos 49 anos, 17% usam o Twitter, contra 6% há três anos. E as pessoas acima de 65 anos têm menos afinidade, representando apenas 5% da base dos usuários nessa faixa etária conectados a redes sociais.

O estudo foi baseado em entrevistas por telefone feitas entre abril e maio deste ano, com uma amostra de mais de 2,2 mil adultos com 18 anos ou mais.

Leia Mais

Homem tem raro distúrbio que o faz ter orgasmo ao ouvir música do James Bond

Publicado originalmente no F5

Um canadense desenvolveu uma estranha condição após sofrer um derrame.

Ele passou a sofrer de sinestesia, uma alteração nos neurônios que o faz ter orgasmos sempre que ouve a música-tema do James Bond.

A sinestesia faz com que o estímulo de um sentido, por exemplo, ouvir uma música, desencadeie experiências involuntárias em outro sentido, como ver uma determinada cor ou sentir um sabor.

Apenas 4% da população mundial sofre de sinestesia. Este é o segundo caso registrado de alguém que desenvolveu a condição após um derrame.

O primeiro sintoma descrito pelo paciente, de 45 anos, foi sentir enjôo ao ver um determinado tom de azul.

Em seguida, ele percebeu que o som de vozes agudas ou instrumentos de sopro muito agudos desencadeava “sensações orgásmicas” — especificamente a música tema do James Bond.

“Estava assistindo à abertura das Olimpíadas e uma cantora começou a cantar muito agudo. De repente tive a sensação de entrar dentro da TV e flutuar pelo estádio acima das pessoas. Podia sentir na minha pele a umidade e calor do lugar. Fiquei apavorado e pensei ‘isso é que é ficar louco’. Tive certeza de que estava enlouquecendo e não ia mais voltar”, contou o homem em entrevista ao jornal canadense “Nacional Post”.

Outros sintomas descritos por ele incluem um apetite insaciável por framboesas porque elas têm “gosto de azul”.

O derrame do paciente foi no tálamo, a área do cérebro responsável por processar informações sensoriais.

Leia Mais

Mulher que tem apenas 6 meses de vida ganha casamento de princesa

História de Jen Bulik, que tem câncer de pulmão, causa comoção nas redes sociais

 Jen Bulik, que tem apenas seis meses, vida e realiza sonho: casar com o namorado (foto:  Reprodução Internet)

Jen Bulik, que tem apenas seis meses, vida e realiza sonho: casar com o namorado
(foto: Reprodução Internet)

Publicado em O Dia e Extra

Estados Unidos – A americana Jen Bulik, de 35 anos, sofre de câncer de pulmão e, por conta da doença, tem apenas seis meses de vida. No fim de semana passado, ela realizou um sonho: casar com o namorado, Jeff Lang.

Juntos há seis anos, Jen e Jeff receberam família e amigos em uma cerimônia realizada em San Jose, Califórnia, nos Estados Unidos. A ideia inicial era fazer uma festa simples, mas a cerimonialista Erica Ota ficou sabendo da história de Jen e resolveu ajudá-la a ter um casamento de princesa. O caso causou comoção nas redes sociais.

Antes de trabalhar na organização de casamentos, Erica foi assistente social em um hospital. Para ela, ajudar na preparação do casamento de Jen foi uma espécie de homenagem a todos os pacientes que perdeu para o câncer. Erica contou a história do casal e conseguiu o apoio de fornecedores. As doações chegaram a cerca de 52 mil dólares.

Ela se casou com Jeff após seis anos de relacionamento (foto: Reprodução / Facebook)
Ela se casou com Jeff após seis anos de relacionamento (foto: Reprodução / Facebook)
Os noivos celebraram a união (foto: Reprodução / Facebook)
Os noivos celebraram a união (foto: Reprodução / Facebook)
Recém-casados! Foto: Reprodução / Facebook
Recém-casados! Foto: Reprodução / Facebook
Jen estava linda no dia do casamento (foto: Reprodução / Facebook)
Jen estava linda no dia do casamento (foto: Reprodução / Facebook)

Noiva autêntica

Por conta da quimioterapia, Jen perdeu os cabelos. A noiva, no entanto, não quis esconder a careca ao subir ao altar. “Eu ia usar uma peruca. Mas eu pensei melhor nisso, e não queria me sentir inautêntica quando olhasse para essas fotos. Queria ser totalmente eu”, afirmou.

Finalmente casados, Jen Bulik e Jeff Lang vão continuar lutando para deixar a doença menos difícil. “Câncer não é fácil. É demorado levantar de manhã. Eu acho que o importante é encontrar a fonte de esperança dentro de si mesmo e a coragem para seguir em frente”, garantiu Jen.

Ouça a canção que os amigos de Jen prepararam no dia do casamento.

Leia Mais

Se você estuprou alguém, leia. Essa carta pode ser pra você.

triste

Publicado originalmente no Fui Estuprada

Não vou me identificar para que meu pai não saiba dessa história. Quero evitar que sinta a enorme tristeza e indignação que as pessoas que gostam de mim sentiram quando contei o que me passou. Quero protegê-lo de todo o tipo de reação que essa história poderia desencadear nele.

Esse é também um relato a mais para que homens e mulheres possam entender melhor o que acontece na vida e na mente de uma pessoa que foi estuprada. É mais uma narrativa dos efeitos do machismo brasileiro do século XIX.

QUANDO ACONTECEU

Voltando da minha festa de aniversário no ano de 2009, um amigo de faculdade me acompanhou até em casa num dia frio. O convidei para entrar, assim esperaria o taxi dentro de casa, quentinha. Foi uma gentileza a uma pessoa com quem convivi na faculdade por mais de 5 anos. Mas parece que ele entendeu o recado de outra forma. Estávamos bêbados, e eu tinha total confiança nele. Nessa noite ele me estuprou. Por muito tempo não me lembrei do que aconteceu naquela noite. Apenas sentia uma angústia difusa e inexplicada, que pude entender aproximadamente dois anos depois.

QUANDO ENTENDI O QUE ACONTECEU OU QUANDO DEI NOME AOS BOIS

Dois anos depois do ocorrido, me mudei à capital de outro país, depois de um ano de profunda angústia e tristeza na minha cidade natal. Decidi fazer uma pós-graduação fora, ou acabaria me matando se seguisse vivendo aí. Para conhecer mais gente e me envolver em um projeto artístico, me meti em um grupo de teatro, que “coincidentemente” trabalhava com improvisações sobre campos de concentração, cujos trabalhos deram origem a uma peça, meses depois. Durante uma improvisação, em meio a gritos, golpes e estupros simulados, minha memória voltou ao ano de 2009.

Durante esse exercício lembrei desse meu colega, sobre mim, na minha cama, me segurando pelo pescoço e me asfixiando. Me lembrei da luta para escapar daí e de como a cada tentativa de sair dessa relação sexual não consensuada – e com preservativo – , ele me batia mais. Lembrei como achava que ele ia me matar sem nem perceber, ou propositalmente. Me lembrei de como não entendia se a violência dele era dirigida a mim ou se era algo próprio dele. Me lembrei de como não entendia, no momento, sei se ele achava que eu gostava daquilo, ou se era pura maldade.

Nos momentos de consciência (tive momentos em que acredito ter desmaiado) lembro de tentar encontrar algo para golpeá-lo, e não encontrar. Recordei de quando uma professora de história mencionou casos de violência sexual e disse que para o sádico não interessa ver o prazer alheio. Fingi estar gostando, não funcionou. Pensei então que do que ele gostava era da minha submissão e humilhação.

A saída que encontrei foi dizer a ele: “Vai pra casa, não estou no meu melhor dia. Quero passar uma noite incrível com você e já estou cansada… Você é incrível e merece o meu melhor”.

Ele parou. “Entendeu”. Era o melhor que eu poderia dizer a uma pessoa narcisista e psicopata. Ele se convenceu dos elogios, acreditou em mim.

Sua resposta pra isso foi: “Tudo bem! Vem aqui, encosta a cabeça no meu peito. Sabia que eu gosto de você desde o primeiro momento que te vi?” Ele queria demonstrar afeto. Não fui. Permaneci encolhida, nua e protegida por um travesseiro, no outro lado da cama.

Mandei ele embora engolindo o mar de choro dentro de mim. E sorri. O tratei como um Rei que teria sua grande recompensa no futuro. Não lembro como estive depois que ele saiu pela porta, nem dos dias seguintes. Não me lembro do que fiz, se fiz, para onde fui. Apaguei. Sei que deletei meu MSN e desapareci do campo de visão dele, na medida do possível.

AS REAÇÕES DAS PESSOAS PRÓXIMAS

Dias depois fui falar sobre o ocorrido com meu ex-namorado num café, onde chorei muito, sem pudores e sem lenços de papel, a ponto de voltar pra casa com os punhos das mangas e parte da blusa molhada de lágrimas. Eles se conheciam. Saímos algumas vezes junto com o então futuro estuprador e outros amigos mais, todos, enquanto namorávamos. Ele não demonstrou grande empatia e tampouco me apoiou. Disse que eu não podia fazer nada, porque o cara era poderoso e eu era uma defensora da liberdade sexual. A justiça decidiria contra mim e eu acabei considerando que ele tinha razão.

Depois, em algum momento, falei com meu melhor amigo e não sei se ele acreditou em mim. Nessa ocasião comecei a ter dúvidas se houve estupro ou se foi consensual. No mesmo período duas amigas próximas acreditaram, enquanto outras pessoas ignoraram ou fizeram pouco caso. Não era um assunto fino para mencionar em mesa de café ou durante um chá. E bastante incômodo para uma cerveja ou um vinho. Não mencionei o ocorrido por muito tempo e com essa atitude tudo parecia seguir normalmente. Eu achava que o ocorrido não tinha o poder de me afetar diretamente.

Em nenhum momento as pessoas que souberam se prontificaram a me acompanhar para fazer uma denúncia. Pelo contrário, lhes parecia normal que eu seguisse convivendo com a presença dessa pessoa nas salas e corredores da faculdade ou em cada lugar que eu ia para “me divertir”. Por sorte tive amigas que me protegeram de encontrá-lo, me avisando de onde ele estava para que não nos cruzássemos. Com o tempo era mais difícil esconder o nojo e a raiva, e vê-lo simplesmente me deixava deprimida e me fazia sentir muito vulnerável por dias.

ESTUPRO É UMA PALAVRA DIFÍCIL DE PRONUNCIAR

Nos meses seguintes oscilei entre acreditar que houve estupro e que não houve estupro. E as vezes preferia acreditar que a culpa era minha por tê-lo deixado entrar, crer que eu poderia ter passado uma mensagem dúbia pra ele, ou simplesmente busquei. Não sei. Era mais fácil para mim pensar que eu era a responsável. Além disso, o mundo em volta me dizia que eu tinha culpa. O lado mais frágil, a mulher estuprada, ainda que feminista e formada na área de ciências humanas, acredita ou opta por acreditar que foi responsável, eu. Era mais fácil pensar que havia tido uma experiência sexual diferente e violenta do que me classificar como vítima, enfrentar as consequências de uma denúncia e carregar estigmas.

Me surpreendi quando um menino com quem saía – por quem estive perdidamente apaixonada por meses – , e conhecia ao estuprador, me disse, em tom de decepção: “eu sei que você deu pra ele!” (O estuprador tinha espalhado pra todos que tinha “me comido”!) Minha resposta foi: “não, ele praticamente me estuprou”. Praticamente. “Praticamente me estuprou” foi o mais próximo que consegui chegar. Foi a única nomeação possível que não me fazia entrar completamente dentro da categoria de mulher estuprada.

Eu entendia muito pouco do que tinha me passado, mas depois da improvisação teatral, fora do Brasil e do ambiente opressor, passei a entender. E Brasll passou a significar dor. (mais…)

Leia Mais

Veja seleção de cinco crateras que formam lindas paisagens no mundo

Publicado originalmente no site Casa e Jardim

Nosso planeta é coberto por buracos tão fundos e grandes que podem ser vistos até do espaço. Alguns foram causados pela queda de meteoritos e cometas e muitos outros pela exploração de diamantes e metais preciosos. Veja exemplos impressionantes destas “cicatrizes” deixadas na Terra.

(Foto: Reprodução/The World Geography)
(Foto: Reprodução/The World Geography)

Mina Grasberg, Indonésia
É a maior mina de ouro do mundo e a terceira maior de cobre. Construída em 1963 por 175 milhões de dólares, funciona até hoje e emprega 19.500 funcionários. São dois buracos, o maior deles com 8 km² e 480 metros de profundidade.

2_9

Mina Mir, Rússia
Muitos diamantes saíram da quarta maior mina do mundo, hoje inativa, localizada no leste da Sibéria. Ela tem 525 metros de profundidade e diâmetro de 1,2 quilômetro. Foi a primeira e maior mina da União Soviética e funcionou por 44 anos, até 2001. A partir dos anos 1990, foi operada pela empresa exploradora Sakha, que tinha lucros de 600 milhões de dólares por ano. A cratera é tão grande que o espaço aéreo acima é fechado, pois helicópteros podem ser sugados por correntes de ar.

(Foto: Reprodução/The World Geography)
(Foto: Reprodução/The World Geography)

Cratera Pingualuit, Canadá
Na língua inuktitut, significa “onde a terra se eleva”. Isso porque a região fica a 160 metros acima da tundra ao redor. O buraco tem 3,4 quilômetros de diâmetro e 400 metros de profundidade. Foi formado pela queda de um meteorito ou cometa há cerca de 1,4 milhão de anos. Um lago preenche a depressão. Ele é um dos mais profundos da América do Norte, com 267 metros. Sua água é considerada uma das mais puras do mundo, devido à sua transparência: é possível enxergar a até 35 metros.

(Foto: Reprodução/The World Geography)
(Foto: Reprodução/The World Geography)

Mina Ekati, Canadá
Composta por seis buracos, esta mina produziu, entre 1998 e 2009, 40 milhões de quilates de diamantes. Hoje o minério da superfície foi esgotado, mas escavações subterrâneas continuam a retirar cerca de 7,5 milhões de quilates por ano.

(Foto: Reprodução/The World Geography)
(Foto: Reprodução/The World Geography)

The Big Hole, África do Sul
A cidade de Kimberley é o lar da De Beers, uma das maiores empresas de mineração e comércio de diamantes do mundo, e é considerada a capital das pedras preciosas. A cratera é o resultado do trabalho de 30 mil homens em 1871, quando o primeiro exemplar foi encontrado. Rapidamente, o buraco alcançou 300 metros de diâmetro e 1,1 quilômetro de profundidade. 14.5 milhões de quilates foram encontrados lá, incluindo o famoso Cullinan, de 3,1 mil quilates, aproximadamente 621 gramas.

Leia Mais